A minha esposa foi com outro
Pela tarde a minha esposa foi ao supermercado e logo que iniciou a viagem de regresso notou que o pneu estava em baixo, um cavalheiro ofereceu-se para ajudar
No último sábado à tardinha a minha esposa lembrou-se de ir ao supermercado para adquirir alguns produtos que estavam em falta.
Com as compras já na viatura, conduz por uma dezena ou duas de metros e notou que a direcção da viatura puchava para a esquerda, encostou o carro à berma como pôde, saiu e verificou que o pneu estava em baixo.
Telefonou-me de imediato a contar o sucedido e que não sabia o que fazer, pois nunca tinha trocado uma roda.
Disse-lhe que o melhor seria ligar para a assistência em viagem, eu estava sem carro para poder ir até ela.
No momento ouvi uma voz masculina a perguntar-lhe se precisava de ajuda. Ela agradeceu ao cavalheiro ouvindo eu a conversa e disse-me que talvez não fosse preciso mais nada e até logo.
Esperei por ela umas boas duas horas, até que me liga, justificando a sua demora por ter ido tomar um café com a tal pessoa e que agora ele a estava convidando para ir jantar com ele, e mais comenta:---eu aceitei o convite o seu charme é hipnotizante, não tenho como dizer não... sei que me entendes, é que depois de ele ter mudado a roda, eu estava de costas para a porta do carro, perguntei-lhe quanto lhe devia e ele em silêncio, mete as mãos no tejadilho uma a cada lado quase como se me envolvesse num abraço, sentindo-me pocessa ou impotente perante aquela imponência assertividade e aroma a pura testosterona, e como dando uma ordem diz, vamos tomar um café, vái lá arrumar o carro no parque do supermercado, vamos no meu. Apenas gaguejei e obedeci.
Fomos a um bar simpático, para além do café ainda tomei mais um licor, entre conversas sedutoras e quando chegámos junto ao carro, deixo-me abraçar por ele e plena de desejo não recuso o seu beijo, todo o seu corpo cola ao meu e todo o seu machismo sinto tocar-me as minhas pernas perdem a força, sinto-me flutuar. Dei a desculpa de vir buscar um casaquinho e que também precisava fazer um telefonema, não sei a que horas chego, fica bem.
Como já falei noutros contos eu e a minha esposa Roxane, somos liberais, mas geralmente vamos os dois para swing, orgias e outras farras mais, mas individualmente mexe mais com os sentimentos.
De certa forma também me excita sabendo que a minha esposa está com outro, o que estão fazendo neste preciso momento, estará ela a mamar ou o pénis dele está-se enterrando nela, estará ela a ter muito prazer?
Tudo isso não me sai da mente, é dificil adormecer, sinto muito carinho e amor por ela, gostaria de a abraçar, beijar, prová-la neste preciso momento.
Também tenho sempre algum receio que lhe aconteça algo de mal. Uma panóplia de sentimentos difíceis de lidar, mas também pode ser que venha logo para casa após o jantar e estou impaciente.
A Roxane é uma mulher muito linda, elegante, mesmo vestindo apenas umas calças de ganga brancas, uma camisa branca também e um cinto bege,. Bunda e anca bem notada, uma cintura fina e com os peitinhos meio visiveis, ela queima olhares.
Para além disso é uma mulher muito quente tem orgasmos em cima de orgasmos e nunca está satisfeita.
E eu impaciente aguardo!
Novamente umas duas horas depois a minha esposa envia-me uma mensagem dizendo que vai para o hotel com o Leonardo
Juntos no carro à saída do restaurante, marmelaram e fica surpreendida com tal pénis enorme, grosso, que o seu desejo é sentir aquilo dentro dela e que não sabia ao certo quando regressaria a casa.
Nesse momento sinto muita tesão ao imaginar um grande troço abrindo-lhe as carnes, ou jorrando em sua boca.
Não é fácil lidar com esta situação, vou para o duche, água quente escorre por mim abaixo, o sabonete no meu pénis faz a minha mão deslizar desde a glande até aos testículos que fecho em minhas mãos, faço em mim alguns movimentos imaginando minha esposa sendo penetrada e venho-me em jactos que se projectam à distância, mas nada mudou, a tesão é infinita.
A minha enteada está no seu quarto, a luz está acesa e penso se devo ou não, vou para o meu quarto e repenso, claro que vou...
Dois toques na porta, ela manda-me entrar, nas boxers nota-se o quanto estou teso e ela pergunta;--- porquê isso papá? ( quem leu os meus últimos contos, sabe da Luna minha enteada e da nossa relação familiar a três)
Falo-lhe da aventura da sua mamã e o porquê da minha tesão, da excitação que sinto por sua mãe estar fodendo com outro. Ela dá-me um forte abraço, beija-me carinhosamente e consola-me acariciando todo o meu corpo.
:---Queres papá... eu também estava a pensar ir ter contigo ao quarto, quero todo aquele amor que sempre me dás.
Só me vou deitar ao teu lado por enquanto, quero sentir o teu calor, mas os beijinhos tomam conta da nossa consciência e o inevitável toma conta de nós.
Depois de muitos beijinhos e mãos perdidas em nossos corpos, beijo todo o seu corpinho até ao objectivo e provo o seu doce nectar entre gemidos e contorcões involuntárias. A minha menina ejacula quase como um homem, é igual à sua mãe e sempre me delicio nos seus meles. Ela também me quer oferecer a sua boca, mas só desejo entrar nela e ficar lá por muito tempo sentindo o seu calor. Lentamente sinto todas as nesgas da sua vagina ressaltarem no meu pénis e os gemidos são uníssonos.
Penso na Roxane se entregando a outro homem, gemendo apertando-o contra seu corpo, suas maminhas contra o peito de macho que desconheço, não dá mais para controlar tanta tesão dentro da minha filha e seus gritinhos de papá, papaiii, involuntários denunciam nossos orgasmos e beijamo-nos como se não houvesse o amanhã.
Bem abraçadinhos e com nossas carnes se tocando, adormecemos.
Quase dia acordámos com a porta batendo, a Roxane entra no quarto meio sem jeito, cambaleando, mas com um enorme sorriso.
Deita-se junto a nós com um forte odor a sexo e desabafa:--- o Leonardo é um autêntico cavalheiro, a sua personalidade é cativante, muito lindo, alto e de físico cuidado.
O seu pénis enche o olho, mas ele sabe como fazer para não magoar.
Senti a minha vagina completamente cheia tal como nunca antes tinha sentido e gemo como uma cadela no cio. Eu pedi-lhe que me desse no cuzinho também e apesar da dor inicial, terminei com muito prazer e dois orgasmos. O homem deu-me luta, estava sempre pronto para outra e mais outra.
Teve quatro orgasmos, eu perdi a conta aos meus,...não dormimos um segundo.
Adorei mamar naquele pau e de sentir uma enorme torrente de esporro alagando a minha boca babando-me toda. Mal consigo caminhar.
Provavelmente nunca mais o verei e tenho pena, ele é do norte e pouco mais tempo fica por cá.
Beijo os seus lábios com sabor de macho e de seguida vamos os três tomar um duche.
Adoro sensações fortes e esta de saber que a minha esposa está com outro, é das mais fortes que alguma vez senti.
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