#Coroa #Incesto

Vovô tirando o atraso.

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luis

Traição. Vovô estava no perigo, e netinha recém casada, veio pra aliviá-lo.

Meu nome é Luis, quando eu tinha 52 anos, a minha esposa faleceu, e aos meus 54 anos, eu tive um problema no quadril, e perdi as cabeças femurais, e tive que me aposentar por invalidez.
Quando completei 56 anos, a minha neta, que sempre morou em outra cidade, por isso não tive muito contato com ela, se casou, e o marido dela veio trabalhar em uma empresa perto da minha casa, então, pra eles não pagarem aluguel, ofereci a minha casa para eles, a casa era boa, tinha três quartos, sala, cozinha, dois banheiros, uma lavanderia nos fundos, e um quintal enorme, onde tinha algumas bananeiras, e um pequeno pomar, que com minha pouca locomoção, procurava cuidar. Eu estava até entrando em contato com meus filhos, que estavam bem estabilizados na vida, pra passar a casa para o nome da minha neta.
Eu já estava viúvo há quatro anos, e nunca mais tive intimidades com uma mulher, vivia só de punheta.
Terceiro dia de convivência, a minha neta, cuidava da casa, e o marido dela trabalhava pra sustenta-la.
Nesse dia eu me levantei, como eu uso andador, e não tenho as cabeças do fêmur, me dói quando eu me desloco muito, então pra não ficar indo ao banheiro toda vez que quero mijar, eu uso papagaio, eu tenho um bujãozinho de dois litros com a tampa larga, que é perfeito pra isso, e pra facilitar o manuseio, eu não uso cueca, só um shorts. Levantei e me sentei a mesa para tomar o café da manhã, quando ela me aparece com um shortinho curto, de um tecido bem fino, um pouco largo, e pela a aparência, ela estava sem calcinha, pois além de estar todo enterrado na bunda dela, quando ela andava, dava pra ver a saliência da sua buceta.
Ela era branca, cabelo preto e liso, corpo violão, com seus um metro e sessenta e cinco cm de altura, muito gostosa. Ao me servir o café, ela foi pegar um bolo que tinha feito, que estava no forno, e ao abrir a tampa do forno, ela se dobrou a minha frente, que o seu shortinho enterrou de vez no seu rego, mostrando a sua bunda gostosa, bem na minha frente. Nessa hora, fiquei de pinto duro, e ela percebeu, como ela ficou na dela, eu também fiquei na minha, fiquei com medo de me atrever, e ela pensar que eu estava acolhendo eles só pra me dar bem.
Os dias foram passando, e ela sempre colocando umas roupas bem provocantes, então eu comecei a fluir conversas mais diretas.
- Você gosta de pôr essas roupas bem curtinhas, hein?
- Eu gosto de me sentir bem a vontade.
- Tudo bem minha neta, mas só que você está me deixando louco, por te ver assim.
- Vô, desde que a vovó morreu, o senhor não viu mais uma mulher na cama?
- Sim, primeiro eu fiquei um tempo de luto sentimental, depois me veio essa doença, agora não tem mais jeito.
Nessa conversa, eu arrisquei uma tentativa.
- Escuta minha neta, posso te pedir algo mais íntimo?
Ela me olhou com uma cara de safada, e me perguntou.
- Pode, o que o senhor quer?
- É algo que eu sempre gostei, e que faz tempo que não faço, e sinto uma falta.
Ela se arrepiou toda com a conversa.
- Sabe o que eu sempre gostei?
- O que é vô.
- Eu sempre gostei de chupar um cu, deixa eu chupar o seu?
Eu percebi que ela começou até a tremer por dentro de tesão.
- É claro que pode, mas o senhor não quer que eu dê uma lavadinha primeiro?
- Não, assim que é bom, com um tempero natural.
E instantaneamente, ela virou a bunda pro meu lado, ficou de quatro, baixou seu shorts, já que ela não usava calcinha, e arreganhou seu cu bem na minha cara.
Levei levemente a minha língua na entrada do seu cu, até que estava limpinho, e devagar fui subindo e descendo minha língua, esfregando com vontade, e vi ela vibrar de tesão. Depois de deixar seu cu bem úmido com minha língua, comecei a tentar enfia-la dentro do seu cu, e cada vez que eu forçava a minha língua em seu cu, ela vibrava mais ainda de tesão. Meu pinto estava latejando de tesão, foi quando ela se virou e tirou meu pinto pra fora, e começou a chupa-lo. Depois dela chupar meu pinto (nossa que chupeta, parecia que ela queria engolir mau pinto todo), como eu não tenho uma boa mobilidade, eu sentei mais pra ponta da cadeira, e disse a ela.
- Agora é com você, porque você sabe que eu não tenho mais mobilidade pra isso.
- Pode deixar vô, é por minha conta, eu vou fazer o senhor gozar gostoso.
Ela ajeitou seu cu, com a sua mão direita pegou meu pinto e colocou bem na entrada do seu cu, e foi sentando devagar, até entrar tudo. Nossa, nessa hora eu não aguentei de tesão.
- Nossa minha filha, que cuzinho gostoso.
Ela foi subindo e descendo, subindo e descendo, e eu sentindo meu pinto saindo e entrando no seu cu, até que eu não aguentei, segurei ela no meu colo, e gozei gostoso, enchendo seu cu de porra. Ela se virou pra mim, e falou:
- Agora vamos pra cama, que eu quero esse pintão bem duro, tudo na minha buceta.
- Está bem minha filha, mas vamos devagar, que o velho aqui, já não está mais em condições de dar três ou quatro por dia.
- Não se preocupe vô, uma por dia, bem gostoso assim, está muito bom.
E assim estamos passando os dias, sempre dando uma boa foda, sem o marido dela perceber, só não damos uma foda bem gostosa, nos finais de semana, que é quando o marido dela está em casa.
Somos tão discretos, que nem mesmo a mãe dela desconfia, quando vem de vez em quando nos visitar, e eu sou louco pra comer a mãe dela, mas isso é histórias para outro conto. Viva a boa e gostosa foda.

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