#Coroa #Traições

Meu genro, meu pecado - parte 13

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Marta

A continuação da história que começou em 2007, com André e Marta. Um casal que desafia o tempo e a própria idade.

Sou Marta, uma senhora de 70 anos...Parece incrível, mas fazem quase 20 anos que narrei o início da minha saga com meu genro, André, que hoje tem 40. Lá quando eu tinha 51 anos, contei sobre o desabrochar sexual da nossa relação. Ele, então namorado de adolescência da Júlia, minha filha com Paulo, então meu marido. Após recorrentes pedidos dele, transamos. O que começou como curiosidade, virou rotina, vício, simbiose. Como um casal de fato, vivemos todas as fases. A explosão, as dúvidas, o arrefecimento, a retomada, a estabilidade, as dores e delícias que vivem os namorados, os amantes. Durante essa história, André passou a ocupar um espaço relevante na minha vida e eu diria, até, determinante para muitas decisões. Coloquei silicone, me divorciei, decidi não morar com meu atual namorado, com quem estou junto desde 2019, o Claudio. Ele tem 72 e é uma companhia muito agradável. Gosta de vinhos, de viagens, de séries, é gentil e muito carinhoso.
Com Claudio, como disse, compartilho as coisas boas da vida, da velhice. As conversas, a troca de figurinhas, as reflexões sobre o mundo e sobre as pessoas que nos cercam. Cláudio é um bom homem, bonitão. Somos aquele casal que todos indicam que envelheceu bem. Transamos eventualmente. Uma vez por mês, no máximo. Em geral, quando dormimos juntos, seja no meu apartamento, seja no dele. E normalmente é um sexo simples, sem firulas. Costumamos nos acariciar antes, quando deitados para dormir. Cláudio tira o pijama, em regra com a minha ajuda. Eu normalmente levanto a camisola e subo nele. Às vezes, Cláudio vem por cima, em papai e mamãe. Não demora mais do que alguns minutos e ele goza. O beijo com carinho e dormimos. Não tenho orgasmos com ele. Mas finjo que sim. E isso tem um motivo: André. Não culpo Cláudio, também não tinha com Paulo, meu ex-marido.
Com André, são quase 20 anos de sexo. É uma vida...Aquele furor dos primeiros contos, que se passavam em 2007, 2009, 2012, acabou. Não sou mais uma mulher de meia-idade. Sou uma idosa, oficialmente. Tomei precauções, porque as mulheres que se relacionam com jovens irão me entender, eu tenho um cara novo para transar e isso muda qualquer mulher: Eu malhei a partir dos 50 e poucos. Eu coloquei silicone, como sabem. Eu faço alguns tratamentos estéticos pontuais, para manter um aspecto mais jovem. Fiz reposição hormonal. Tudo sem exagero. Por isso, me tornei uma mulher de 70 anos bem enxuta. Corpo magro e até, proporcionalmente óbvio, atlético. Seios ainda bonitos para a idade, pelo silicone. Pernas e vagina sem pelancas relevantes. Não sou uma Monica Bousquet, mas sou uma senhora que passa por uns 63, 65 anos, e chamo a atenção de senhores a partir dessa idade, que o diga a confraria do Claudio...rs. Até bilhetinhos elegantemente atrevidos recebi de um "amigo".
Com André eu transo algumas vezes mais. Uma ou duas vezes por semana. Para a minha idade, penso que ainda é uma frequência excelente. Para uma amiga confidente, que sabe que transo casualmente com um rapaz mais novo (não digo que é meu genro), sou considerada uma mulher de muita sorte e disposição sexual.
E vocês devem perguntar, como é o sexo entre uma mulher de 70 e um homem de 40. Porque, convenhamos, o homem de 40 é um garoto. André malha, está em plena forma. Abdome sequinho, talhado, corre todos os dias, bonito, de barba, chama muita atenção de meninas de 20 e poucos anos. Jamais me revelou outra infidelidade. Ao contrário, deixa claro que o maior motivo pelo qual se preservou fiel à Júlia sou eu, a minha disposição em fazê-lo ter prazer, mesmo nos dias e semanas em que ela não lhe dá o que ele precisa. Não que Júlia não seja atraente. Ela é, e muito. Não é de academia, mas é magra, seios fartos, coxas torneadas. Muito bonita. Morna na cama, mas não deixa de transar com ele. Uma vez por semana, no máximo.
Na última vez que transamos, foi assim: Em uma sexta, André me mandou mensagem. Um código que temos, para quando o outro quer falar bobagem, putaria. Eu estava com Claudio em Campos do Jordão com alguns amigos. Respondi com um emoji que usamos para sinalizar "aguarde". Logo depois, mandei o emoji que usamos para "livre".
-Oi, filho. Estou em Campos do Jordão com Cláudio...Como estão todos?
-Estão bem. Volta quando?
-Domingo cedo. Cláudio vai me deixar em casa. Devo chegar umas 15, 16h...
-Quer algo?
-Você sabe que sempre quero, filho...Quer que eu mande uma mensagem pra Júlia, falando que preciso de algo?
-Quero...Vocês transaram aí?
-"emojis rindo" Não, seu ciumento...Ainda não...Por que?
-Você quer transar com ele?
-O que você quer, André? Quer que eu não transe?
-SIm. Não transa.
-Ok. Eu não vou transar.
-O que está usando?
-Um vestido preto, com um trenchcoat. Por baixo dele, nada.
-Consegue me mostrar?
Fui até o banheiro...Tranquei a porta e levantei o vestido, tirando uma foto.
-Nossa...Você não raspou a xoxota...Tá linda. Deixa assim, não raspa. Deixa eu ver tudo.
Apoiei o celular na bancada, tirei o casaco e tirei o vestido. Outra foto.
-E você? Vai gozar vendo a foto?
-Quer que eu goze? Tô muito duro, sozinho.
-Grava...Me manda.
Uns 3 minutos depois, chega o video dele se masturbando e ejaculando, deitado na cama deles. Estava sozinho em casa, com crianças na escola e Júlia no trabalho.
-Hmmm...delícia...Como não vou transar, posso ao menos me masturbar vendo o video do meu genro?
-É pra isso...Beijo.
-Beijo
Me vesti, voltei para o restaurante a agi normalmente. A noite, tomei banho e Paulo entrou no banheiro. Sai rapidinho e só dei um beijinho nele e coloquei um pijama comprido. Sei que ele planejou a viagem pra isso, mas não ia rolar. Fingi dormir para ele nem tentar ao sair do banheiro. No sábado, a desculpa foi dor de cabeça. Domingo pela manhã, disse que não teríamos tempo. O pau dele teria que esperar. Eu seria de André naquele dia. Essa buceta de 70 anos iria ver outro pau, outra experiência, e faria outro homem ter prazer.
Mas Cláudio não ligava. Falamos sobre artes, música erudita e logo a viagem acabou.
-Filha, cheguei de Campos do Jordão. Acho que deu algum problema aqui na luz da sala. Pode falar com o André para dar um pulo aqui. Não precisa nem se preocupar em vir com todo mundo, porque nem desfiz malas.
-Claro, mãe. Ele vai...Chega aí rapidinho. Bj
-Obrigada, meu amor. Beijinhos nos fofinhos.
Em uns 30 minutos, toca o interfone.
-Dona Marta, é o André.
-Pode subir, Sr. Jorge
Destranquei a porta:
-Então...Não transou com o velho não, né?
-Para, André. Deixa de ser bobo. Ciúme besta...Eu sou sua nesse aspecto.
-Besta nada. Ele te come às vezes.
-Que nada...Dá três bombadinhas, goza com pau mole e vai dormir. Isso nem é sexo, André.
-E você, transou?
-Não...
-Acho bom mesmo...Minha filha te tem a hora que quer...Não faz mal deixar um pouco de leite pra mãe dela...
Fui lentamente tirando a blusa dele e abrindo o botão da bermuda. Ele logo se livrou de tudo e me ajudou a tirar minha blusa, shortinho e calcinha. Fomos para o meu quarto.
Deitei e me abri. Ele me beijou e logo foi para os seios, ainda firmes pelo silicone. Brincou com os bicos e os sugou, deixando-os intumescidos. Beijou eles, os apertou. E logo desceu a cabeça e ficou encarando minha xoxota com pelos grisalhos levemente aparados. Uma "pista de pouso" platinada de um pente 3cm de aparador.
Ficou chupando meus lábios vaginais, deslizando a língua por eles, lambendo a minha virilha, já mais enrugada do que quando eu tinha 51, mas ainda aceitável para uma mulher de 70. Ergui as pernas e coloquei sobre os pés sobre as suas costas, ficando mais confortável...
-Hmmmm...Hmmmm...Que delícia, filho...
-Ainnn, André...Que lingua gostosa, meu amor...
-Ô, Sogrinha...Que xota deliciosa que você tem. 20 anos fodendo e não me canso...
-Que sorte a minha...Ai de você se cansar...Eu dou para o primeiro velho...
Ele intensificou a chupada e passou a concentrar a ponta da lingua com mais frenesi no clitóris.
-Um velho fará isso?
-Não...Não faz...Por isso eu dou pra você...Por isso quem chupa essa xoxota é você...Não é um velho...É um garoto...Isso é xoxota que velho pode ter?
-Não...Só eu. Essa xoxota é minha. Eu tirei você do Paulo para ter só pra mim. Você e a sua filha são minhas. E eu fodo as duas, a hora que eu quero...
-Chupa, safado...Chupa essa buceta...Hmmmm...Hmmmm...Que gostoso, caralho...Deixa ela molhada, André...Molha tudo...
-Ainnn, André...Ain, filho...Que delícia...Não para...Me faz gozar, André....AAAAAAAIIIII, ANDRÉ....AIIII, FILHO! EU VOU GOZAR!!!!!!!!
Gozei alto, como sempre. A janela aberta...Os vizinhos. Não ligo. Quero que escutem que eu tô viva, que eu dou gostoso e que faço gozar.
Abri os olhos e olhei pra André, que olhava pra mim com admiração, com satisfação por me fazer gozar mais uma das milhares de vezes que fez nos últimos 20 anos. Nem Paulo, com mais de 30 anos de casamento e que me teve jovem, me fez gozar nem 10% das vezes que André. .
Puxei ele e me acomodei pra receber seu pau. Como era possível, eu me perguntava. Como era possível que um garoto de 40 anos ainda mantivesse uma ereção daquela, enorme, firme, viril. Um cara sarado, que comeria gostoso uma menina de 18 anos, a noite toda. E estava de pau duro para uma mulher de 70...70 anos! Eu tinha e tenho o direito de me sentir envaidecida.
A xoxota, molhada de baba, molhada de mel de gozada, turbinada pela reposição hormonal, tava no ponto. Quente, apertadinha e escorrendo de prazer e lubrificação. A chave para o pau gostoso dele entrar sem atrito, só com prazer.
Abri mais as pernas, e voltei a posicionar sobre as suas nádegas, privilégio da flexibilidade conquistada com muito suor e personal trainer. Mãos nas costas. O ritmo já era muito conhecido. Sabíamos transar. Sabíamos o que o outro gostava. Éramos amantes muito, muito experientes. 20 anos de foda. Não são 20 dias...
-Aiii, filho...Que pau duro gostoso...É tão gostoso sentir ele duro desse jeito, André.
-É pra você...Você é muito gostosa até hoje.
-Ainda sou, André? Diz que ainda me deseja, diz...
-Muito...Não te pedi a foto? Gozei para a foto. Imagina o tesão que eu sinto agora, com o caralho dentro de você...
-Então me fode, André...Me fode...Ainnn...Hmmmm...Isso...Mete mais forte, mete. Pode meter...Eu aguento. Me dá prazer, meu amor...Me faz gozar...Isso...Hmmm...Ainnnnhhhhh...Ainnnnnhhhhh...Hmmmm....Aaaaaahnnn...Ahhhhhhn...Ahhhhnnnn...Aiiinnnn, filho...Que gostoso, André...Que foda gostosa...Hmmmm...Isso...Não para, André....Isso...Hmmmm...Ai, caralho...Ai, CARALHO, ANDRÉ...ISSO...PORRA...M-E F-O-D-E! AINNNNN, ANDRÉ....AINHHHHH, CARALHO...AINNNNN...GOZA...GOZA, PORRA...GOZA, ANDRÉ....G-O-Z-A!!!!!!
Ejaculou, urrando de prazer, junto com o meu orgasmo. A xoxota se contraiu exatamente na hora que o pau dele pulsou e expeliu a porra. Um timing perfeito de um casal que transa há 20 anos. De um jovem que cresceu praticamente dentro da minha buceta e que aprendeu comigo, tal como eu aprendi com ele, o pecado.
Ficamos nus, uns 30 minutos deitados, falando sobre dia-a-dia. Falei da viagem e que eles poderiam ir conosco uma próxima vez. O pau de André mostrou um sinal de vida.
-Quer mais? Consegue ser rapidinho?
-Aham. Respondeu André, se masturbando rapidamente.
Eu abri a gaveta do criado mudo e peguei um tubo de oleo de massagem tântrica que tenho e que usamos de vez em quando. Ele entendeu o errado.
Voltei pra cama e me posicionei de quadro, fazendo pingar da minha buceta toda a porra que estava nela da primeira trepada. André passou a mão na xoxota, pegou boa parte daquilo e passou no meu rego, enfiando o dedão no meu ânus. Pegou o óleo e deixou cair um filete no furo do ânus, espalhando por dentro com o dedo indicador.
Coloquei uma das mãos na xoxota e a outra mantive perto da minha cabeça, na cama. Eu estava de quatro, com a cara na cama. Obrigado ao meu personal por me obrigar a alongar!
Introduziu o pau, me roubando uma fisgada de dor e prazer. Relaxei o esfincter e o pau entrou todo. Comecei a me masturbar enquanto ele começou a bombar. Estávamos com muito tesão naquele dia.
-Ai, caralho...Que tesão do caralho, filho...Eu vou gozar novamente, puta que pariu...Mete essa pica nesse cu.
-Eu não vou segurar...Eu vou gozar, Marta.
-Não segura...GOza, meu amor...Goza! Ai...Eu também vou gozar...Ai, caralho...Meu deus...Vou gozar...
-UUUUUhhhhh Urrou, André, explodindo no meu cu.
Deitamos na cama, novamente. Agora, vencidos.
Falei para ele lavar ao menos o pau, para tirar qualquer cheiro. Afinal, estava com cheiro de sexo em tudo.
Ele se vestiu, o levei até a porta, nos beijamos, e nos despedimos.
-Júlia...André, já foi. Já resolveu aqui. Demorou porque dei um lanche pra ele...Ele estava com fome.

Comentários (1)

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  • José Carlos: Fiquei de pau duro safada mostra essa buceta linda pra nós

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