#Corno #Traições #Voyeur

O amigo do meu filho arrombou minha esposa 2

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Vanzan

Na noite seguinte, a pousada parecia a mesma, mas eu já não era o mesmo homem. Passei o dia de sábado inteiro com a história na cabeça, olhando de rabo de olho pro Caio, que continuava ali, tranquilo, moreno, de short, como se não tivesse acabado de arrombar o cu da minha esposa enquanto eu assistia pela janela. A Letícia, por sua vez, passou o dia inteiro de mau humor, sem tocar no assunto, mas me olhando de um jeito que dizia tudo.

No domingo à noite, no jantar, o clima estava pesado. A Letícia mal falava comigo, o Théo comia calado, e o Caio — o Caio simplesmente não estava à mesa. Perguntei por ele e o meu filho, mastigando, respondeu de boca cheia: "Ah, ele tá lá conversando com as duas meninas, as que a gente viu na praia. Tá desde a tarde com elas." E foi como se tivessem acendido uma luz na minha cabeça.

As duas. As mesmas duas. O moleque estava com as duas.

Fiquei louco. Terminei o prato em três garfadas, inventei uma desculpa esfarrapada — "vou ali no carro ver uma coisa, já volto" — e saí no meio do jantar, deixando a Letícia me olhando com a sobrancelha erguida. Atravessei o pátio quase correndo, dei a volta por trás do chalé sete, e lá estava a janela do fundo, a mesma que eu já conhecia, com a cortina aberta e a luz acesa. E o que eu vi ali dentro me fez esquecer que tinha jantado.

O Caio estava na cama com as duas garotas ao mesmo tempo.

A loira, a do piercing, estava de quatro, com o rosto enfiado no colchão e a bunda pra cima, e ele, ajoelhado atrás, estava comendo a buceta dela de trás pra frente com a língua, as duas mãos abertas agarrando aquela bunda dourada, enquanto a morena, a de cabelo preto até a cintura, estava deitada de barriga pra cima embaixo dele, com a cabeça entre as coxas dele, mamando o pau. As duas ao mesmo tempo, sem nenhuma pressa, sem nenhuma dó. Ele lambia uma, chupava, e a outra chupava o pau dele como se fosse a coisa mais natural do mundo, com a boca cheia, os olhos fechados, a saliva escorrendo pelo queixo. O moleque gemia baixinho com a boca ocupada e segurava a cabeça da morena pra empurrar mais fundo.

Depois ele trocou. Deitou a loira de barriga pra cima, abriu as pernas dela e enfiou de uma vez, fundo, e ela arqueou as costas e gemou, e ele meteu forte, segurando os tornozelos dela abertos, enquanto a morena ficava de quatro ao lado, esperando, mexendo a bunda. Ele saiu da buceta da loira, virou pra morena, encostou na buceta dela e entrou igual, de uma vez, e meteu nela com a mesma fome, e a loira, sem ciúme nenhum, ficou de quatro atrás dele, passando a mão pelas costas, pelas bolas, chupando o saco dele enquanto ele fodia a outra. As duas se ajudavam, se revezavam, uma beijava a outra enquanto ele metia, e ele ia alternando, uma estocada aqui, uma ali, com aquele pau grosso e comprido entrando e saindo das duas, brilhando de tão molhado.

E aí veio a parte que eu já conhecia. Ele saiu de uma delas, cuspiu na mão, e encostou a cabeça no cu da morena. Ela travou por um segundo, e ele empurrou, e foi entrando devagar, e a morena agarrou o lençol e enfiou o rosto nele. Ele meteu até o talo e começou a bombear, e a bunda dela tremia a cada estocada. Enquanto isso, a loira estava embaixo dos dois, deitada de barriga pra cima, chupando a buceta da amiga arrombada, lambendo por baixo onde o pau dele entrava e saía, e o moleque, sentindo aquilo, gemia e acelerava. Depois foi a vez da loira: ele tirou, virou, e enfiou no cu dela também, e a loira gritou baixinho e se agarrou na cabeceira, e a morena ficou atrás, chupando as bolas dele a cada estocada, a cara toda molhada.

Era demais pra mim. De pé, atrás da janela, eu já estava com a mão no pau há um tempão, batendo uma punheta escancarada, com o coração na boca e o braço trabalhando, sem nem disfarçar. E foi exatamente aí que eu me ferrei de novo.

"Tá se divertindo, né, Ricardo?"

A voz veio de trás de mim, e eu quase caí pra trás. Era a Letícia. Ela tinha me seguido desde o restaurante, sem eu perceber, e estava ali parada, de braços cruzados, me olhando — primeiro pra mim, com o pau na mão, depois pra janela, onde o Caio, naquele instante, estava com as duas garotas de quatro na cama, as duas levantando a bunda pra ele ao mesmo tempo. E eu vi o rosto da Letícia se transformar. Primeiro foi o choque. Depois um fascínio, os olhos grudados naquele pau grosso entrando e saindo das duas. E depois uma raiva fria, que ela virou toda pra mim.

"Você tá aqui batendo punheta olhando o amigo do nosso filho comer duas meninas enquanto eu acho que você tá no carro", ela disse, baixinho, quase um sussurro de raiva. "E ontem, né? Ontem foi a mesma coisa. Foi por isso que você me enfiou aquele comprimido na garganta. Pra me apagar e poder vir espionar."

Não deu tempo de responder. Ela me puxou pelo braço e voltamos pro nosso chalé, e mal a porta fechou, a discussão começou. Ela falou alto, me chamando de espião, de mentiroso, de falso, e eu tentando me defender, dizendo que era só "pra ver a paisagem", que não tinha feito mal a ninguém. E foi no meio disso que ela parou, me olhou de cima a baixo e fez a pergunta que me derrubou: "E a porra no meu cu ontem, Ricardo? Aquele pau grosso que me arrombou a noite inteira. Não era o seu, né? Eu tava grogue, mas eu lembro do tamanho. Aquilo não é seu." E eu, calado, entreguei tudo com a cara. Ela soltou uma risada seca. "Foi o moleque. O amigo do nosso filho me comeu ontem e você ficou ali olhando, seu bobo."

E aí ela se transformou. Jogou a camisola na cama, pegou a bolsa e disse que ia aproveitar a vida também, que se eu gostava de olhar, ela ia dar o que olhar. Saiu batendo a porta, furiosa, e foi pro bar da pousada. Fiquei ali, sozinho, arrasado, ouvindo o silêncio do quarto, esperando. Passou meia hora. Passou uma hora.

E aí a porta se abriu.

A Letícia entrou meio cambaleante, com o rosto corado e o cheiro de caipirinha exalando de longe, e atrás dela, com aquele sorriso fácil de quem sabia exatamente onde estava pisando, veio o Caio. O moleque entrou atrás dela, fechou a porta devagar, e os dois ficaram ali parados, me olhando. Ela cruzou os braços, me encarou de cima, e cuspiu as palavras com a língua meio mole da bebida, mas com uma fúria de aço:

"Você não gosta de ver, né? Agora você vai ver. O amigo do nosso filho vai me foder feito uma vagabunda, seu corno, viadinho, de pau pequeno. E depois que ele gozar no meu cu, você vai chupar a porra dele e comer, foder com o garoto feito uma vagabunda."

E eu fiquei ali, parado no meio do meu próprio quarto, olhando aquela mulher de trinta e oito anos decidida a cobrar cada segundo de espionagem que eu tinha feito, com o moleque moreno e de pau grande já puxando a camiseta por cima da cabeça — percebendo que a noite estava só começando, e que dessa vez eu não ia assistir nada pela janela.

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