#Incesto #Teen #Voyeur

Família L. Tradicional Parte 1

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Lariceli001

Olá,
Espero que todos encontrem-se bem!

Prazer, eu me chamo Larissa. Acompanho esse site a muito tempo, muito tempo mesmo, mas, somente por agora que tomei coragem para começar a contar a minha vida e da minha família por aqui. Primeiramente, gostaria de deixar bem claro que a depender de como as pessoas reagirem nos comentários, eu não irei continuar contando, pois, estou aqui para desabafar sobre a minha realidade, não para ser julgada. Enfim, vamos ao que realmente interessa.

Como tinha dito, eu me chamo Larissa, atualmente tenho 34 anos, sou de Brasília, não vou especificar a cidade satélite pois quero manter o mínimo de anonimidade kkkkk, mas, ao decorrer do tempo quem conhece Brasília vai conseguir ter um pouco de noção de onde moramos, eu sou loira, tenho cerca de 1,62 cm de altura, tomei remédio para emagrecer por um tempo então tenho um corpo bem estruturado, trabalho na área da saúde mais especificamente atendendo pacientes a domicilio. Meu marido, Felipe, tem 35 anos, ele é advogado aqui em Brasília, tem 1,65 de altura, um corpo atlético, nada fora do comum, ele é moreno e trabalha no seu escritório durante o dia. Nós estamos casados a 15 anos, sim, casamos cedo. Mas nada absurdo tá, foi tudo super bem estruturado, por mais que nós ainda estávamos estudando, tanto ele quanto eu já trabalhávamos e conseguimos nos organizar para casarmos e começarmos a construir nossa vidinha juntos. Enfim, Com 1 ano de casado, nós tivemos nosso primeiro filho, Eduardo, hoje ele está com 14 anos. Eduardo é a cara lavada de Felipe, impressionante como um filho pode ter vindo tão parecido com o pai, ele é baixinho pois nós dois somos baixos, então não teria muito para onde recorrer, tem cerca de 1,55 cm de altura, moreno igual ao pai. Eduardo, puxando o temperamento de Felipe, sempre foi uma criança mais quieta e isolada, gosta de brincar igual todas as outras crianças, mas prefere ficar mais sozinho, resolver suas próprias coisinhas sozinho, igualzinho Felipe. Com isso, ele sempre foi bem caseiro, estuda de manhã em uma escola particular que tem aqui perto de casa, então desde seus 11/12 anos que ele consegue ir e voltar sozinho para a escola, e sempre foi bem disciplinado, então eu e Felipe não precisamos nos preocupar com essa questão da escola e horários.

Nossa família e nosso cotidiano é bem tradicional e costumeiro, moramos em um apartamento em um prédio bom, com um condomínio bom, no apartamento são dois quartos, dois banheiros, uma sala com cozinha americana. Vivemos bem e temos uma rotina tranquila, Eduardo vai para a escola bem cedinho todos os dias, a aula dele começa as 07:15, eu começo meus atendimentos por volta das 08:00 e Felipe não tem horário para ir ao escritório, mas, está sempre lá antes das 08:00, como o escritório é no plano, ele tem que sair mais cedo de casa por conta do trânsito, então vez ou outra dá carona para o Eduardo. Eu, por volta das 11h já estou em casa para fazer o almoço e Eduardo chega sempre por volta de 12:20, Felipe tenta vir almoçar conosco sempre que pode. Quando tenho atendimentos pela tarde eu vou e Felipe volta para o escritório quando almoça com a gente, Eduardo já é grandinho o suficiente e consegue ficar em casa sozinho, ele tem as tarefas dele, colocar o lixo para fora, louças na máquina e roupas na máquina e depois pode fazer o que quiser, jogar no seu videogame, mexer no seu celular ou até ir brincar no condomínio com outras crianças (o que quase nunca acontece, como disse a vocês, ele não é dos mais sociáveis). Eu sempre estou de volta antes do anoitecer e Felipe costuma demorar mais no escritório, geralmente volta depois das 20:00, quando o trânsito já diminuiu. Essa é nossa rotina praticamente todos os dias.

Eu sou uma mulher muito fogosa e Felipe adora, conversamos putaria durante o dia por mensagem, trocamos fotos, vídeos. Eu faço uma coisa que ele ama, adoro usar lingerie e brinquedos, vibradores e tal, mas, principalmente plugs anais, durante os meus atendimentos na casa dos clientes, peço para ir ao banheiro e tiro minha roupa enquanto gravo minha lingerie com meu plug enfiando no meu cuzinho para mandar para Felipe, ele fica maluco, praticamente todas as noites ele chega e me come do jeitinho que eu gosto. 15 anos de casados, com um filho e mesmo assim nosso sexo é fervescente. Vamos à motéis rotineiramente e vivemos uma vida sexual bem ativa, sempre conversando para nunca deixarmos o casamento cair na rotina e o sexo esfriar.

Bem, como disse à vocês, uma das tarefas de Eduardo é colocar as roupas na máquina para bater, não cobramos isso dele todos os dias, até porque é importante economizar água e luz, pedimos que ele coloque 2 ou 3 vezes por semana no máximo. Ensinamos ele direitinho, sabe separar as roupas por tipo, cor, material, até porque Felipe usa muita roupa social e elas não podem bater juntas a qualquer outro tipo, então ele sempre coloca todas separadas, inclusive, separa minhas lingeries para coloca-las no saquinho específico e bater. No começo do ano, em fevereiro, era uma quarta normal, tinha feito alguns atendimentos de manhã, Felipe não conseguiu vir almoçar com a gente e durante à tarde fui fazer mais alguns atendimentos, no entanto, quando deu por volta de 15 horas, um dos idosos que eu atendo cancelou sua sessão, então eu voltaria mais cedo para casa, tinha falado para Eduardo ao sair que colocasse as roupas delicadas para bater e que faria dois atendimentos, voltaria depois das 16h. Mas, como disse uma sessão foi cancelada, então voltei mais cedo. No dia anterior, eu tinha usado uma das lingeries preferidas de Felipe, preta, cheia de rendinha, a parte de cima como se fosse um cropped e a calcinha toda na renda com fitas nas pernas, usei um vibrador que é controlado via aplicativo que Felipe conseguia controlar lá pelo escritório, ele é bem carinho kkkkk, mas vale super a pena, e usei também um plug, tamanho M, já que o dia ia ser longo né. Com isso, fiquei com tesão durante o dia todo, cheguei a molhar a calcinha da lingerie diversas vezes, a noite transei loucamente com Felipe, acho até que Eduardo pode ter chegado a ouvir do quarto dele que é do lado do nosso. Enfim, continuando, esse conjuntinho foi para o cesto, cesto este que Eduardo deveria recolher as roupas delicada como eu pedi, como eu cheguei mais cedo, ao abrir a porta que dá de frente para a lavanderia, vi Eduardo em frente à máquina de lavar, ele estava com a calcinha que eu tinha usado no dia anterior na mão, próximo ao nariz e na outra mão tinha seu pinto, ele estava batendo uma punheta enquanto cheirava minha calcinha... Como disse a vocês, eu acompanho este site a muito tempo, então já tinha lido contos sobre incesto de todos os tipos, e eu gostava muito desse tipo de conto, mas era algo que meu marido nem sonhava, eu me masturbava e gozava horrores quando estava lendo sozinha escondida, mas, jamais teria imaginado aquilo com meu próprio filho, imaginava que os contos eram apenas fetiches loucos de outras pessoas, contudo, quando abri a porta e me deparei com aquela cena, aquilo mexeu comigo, ver meu próprio filho cheirando minha calcinha enquanto batia uma punheta me deu um tesão louco. Mas, eu sou mãe né, e na hora minha surpresa foi maior que meu tesão, na hora gritei - EDUARDOOOO, O QUE É ISSO? -, fechei a porta atrás de mim e Eduardo se virou para mim, o menino que era moreno ficou pálido, parecia que tinha visto uma assombração. Quando me olhou, guardou seu pintinho (que por sua idade obviamente é um pinto pequeno) e jogou a calcinha dentro da máquina, começou a chorar e me pediu desculpas ao mesmo tempo em que pedia para não contar ao seu pai, eu inicialmente briguei com ele, dei uns gritos e ele chorou mais, pediu mais desculpas e disse que nunca mais faria aquilo novamente. Após isso, eu olhei para ele e vi apenas um menino inocente que não sabia direito o que estava fazendo e por sua idade estava com o tesão e a curiosidade a flor da pele, isso mexeu comigo, comecei a sentir dó, chamei-o para perto de mim e lhe dei um abraço, longo e caloroso, seu pinto ainda meio durinho, encostava na minha coxa e fazia uma leve pressão. Falei para ele ficar tranquilo que não contaria para seu pai e ele me prometeu que nunca mais iria fazer novamente, mandei ele terminar de colocar as roupas para bater e fui para o quarto, entrei e fechei a porta, meu coração estava a mil, entrei no banheiro para fazer xixi e quando abaixei minhas calças junto com a calcinha, estava húmida, eu fiquei molhada por ver meu filho sentido meu cheiro. Entrei debaixo do chuveiro para tomar um banho e não consegui me conter, me masturbei com um dildo de borracha que fica na gaveta da pia do banheiro e gozei pensando no meu menino, quando terminei me senti culpada, com remorso, quase como se eu tivesse traindo meu marido com meu próprio filho, prometi para mim mesma que nunca mais faria aquilo novamente, estava decidida.

Quando Felipe chegou, lá pelas 20:20, estávamos deitados no sofá assistindo a novela, não tínhamos tocado no assunto, era quase como se nem tivesse acontecido, mas ao ouvir a porta abrir, senti a tensão e o medo de Eduardo, vi os pelinhos de sua perna arrepiarem, aquilo era medo de que eu contasse ao seu pai. Mas, iria manter minha promessa e não contaria, ao menos por enquanto...

Naquele fim de noite tudo correu normal, menos quando fomos deitar. Eu ataquei Felipe, chupei ele até ele gozar na minha boca, engoli cada gotinha de porra que saiu do pau dele. O pau de Felipe é um pau normal, mas que me agrada e muito, tem uns 15/16 cm e serve muito bem rs. Antes de jantarmos, fui no quarto, fechei a porta e enquanto Felipe e Eduardo estavam na sala comendo, abri a gaveta que fica no guarda-roupa e peguei o maior plug que tenho, um plug tamanho G de aço e base de coração. Eu sei o que eu falei quando terminei de me masturbar no banho, mas eu estava molhada de tesão lembrando do ocorrido de mais cedo, estava de baby doll e quando me levantei do sofá e chamei os meninos para comer senti um fio melado que tinha escorrido da minha buceta, na hora sentei novamente e passei a mão no sofá para tirar. Voltando ao quarto, peguei o plug, passei bastante lubrificante nele e no meu cuzinho e fui enfiando, lentamente pq ele é realmente grande, com um certo esforço ele entrou, me senti completamente preenchida, enfiei um dedinho na minha buceta e ela estava encharcada, coloquei novamente meu shortinho do baby doll e voltei para a sala onde os meninos comiam. Já tarde da noite, quando engoli toda a porra que saiu do pau de Felipe, deitei na cama e pedi como uma putinha pede, - come meu cuzinho meu amor, tenho até uma surpresa para você -, abri as pernas e retirei meu short, meu marido viu o plug e seu pau que estava querendo ficar mole por ter acabado de gozar, voltou a ficar duro como uma pedra. Ele veio para cima de mim, chupou minha buceta, subiu para meus peitos e chupou-os enquanto me dedava, cheguei próximo ao ouvido dele e pedi novamente para que ele comesse meu cuzinho, ele desceu, me colocou de quatro encima da cama e foi puxando meu plug devagar enquanto eu pedia para ele ir mais devagar pq o plug era muito grande, por mais que eu já estivesse acostumada, ainda assim era grande. Quando ele finalmente tirou eu senti como se tivesse arrancando algo de mim, um vazio enorme, ele veio e enfiou aquele pau sem dó alguma no meu cuzinho que já estava todo aberto, ficou enfiando ele até o final e tirando praticamente todo enquanto eu gemia bem baixinho para Eduardo não ouvir nada, até que ele finalmente gozou novamente, desta vez dentro de mim. Ele deitou na cama com a cabeça no travesseiro, eu olhei para seu pau para ver se não tinha sujado, por incrível que pareça estava limpinho, peguei nele e apertei simulando uma punheta para sair a última gotinha de porra, passei a língua e engoli aquela pequena gota, levantei da cama e fui indo em direção ao banheiro do nosso quarto. Ao passar percebi que a luz por debaixo da porta do nosso quarto tinha uma sombra, como se fosse dois pés, achei estranho, mas nem me liguei na hora, sentei no vaso para expelir a porra que estava no meu cuzinho e após entrei no box para jogar uma água no corpo, enquanto isso eu me recordei, Eduardo tinha ficado na sala jogando quando eu e Felipe fomos para o quarto, rapidamente terminei meu banho, me sequei e saí do banheiro, olhei e vi que a sombra já não estava mais de trás da porta, Felipe já tinha virado para o lado e estava dormindo, coloquei meu baby doll novamente e fui em direção a porta, abri ela bem lentamente para não fazer barulho e fui andando descalça pelo corredor que da na sala, agora tinha somente a luz da TV iluminando o apartamento, ao chegar perto da sala me encostei na parede e olhei escondida para a sala, e o que eu imaginava estava lá, Eduardo estava sentando no sofá por debaixo de sua coberta e tinha um discreto movimento dentro da coberta e uma de suas mãos estava lá, enquanto a outra estava segurando o celular. Aquilo novamente mexeu comigo, eu estava achando tudo muito estranho, era muito informação para um dia só e eu já estava ficando pirada, mas, continuei olhando aquela cena por alguns segundos, passei a mão por dentro do meu short na minha buceta e dei uma leve apertada, olhei uma última vez para Eduardo e retornei para o quarto, do mesmo jeito que vim, sem fazer barulho entrei e me deitei, pensando em Eduardo e no Felipe.

Gente, eu peço desculpa pelo tamanho do texto, mas como eu disse, eu vim aqui para retratar minha realidade, então vou ser fiel aos detalhes e vou contando com calma, no meu tempo. Até a parte 2...

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