Mãe grávida 3
Meu filho estava deitado na cama, celular na mão, olhando o Instagram da Simone. Isso eu já esperava. O que me fez sentir aquele calafrio forte na espinha foi o que estava na outra mão dele.
Pra idade dele, aquilo era grosso demais. A cabeça pequena e rosada brilhava de pré-gozo. Felipe se masturbava devagar, uma ou duas veias saltando no comprimento. Os dedos dele mal se encostavam um no outro de tão grosso. A mão descia até a base, apertava os poucos pelos e subia de novo até a ponta, espremendo. Nem o pai dele, nem o Fábio, nem nenhum homem que eu já tinha levado pra cama tinha aquela grossura. Já tinha sentido maiores, sim… mas nunca tão grosso daquele jeito.
Um formigamento quente subiu pelas minhas pernas. Quando me dei conta, minha mão já estava enfiada na buceta. Eu estava melada pra caralho. Os mamilos duros marcando o tecido da blusa. A boca se encheu d’água. Ele descia a mão até a base e balançava o pau pra frente e pra trás, como se estivesse me provocando de propósito. Dessa vez eu não contive os pensamentos imundos. Fiquei admirando, tentando imaginar como seria sentir aquilo me abrindo.
Ele tirou a mão, segurou o celular com as duas e mesmo assim o pau continuou duro, em pé, latejando. Olhei pra tela: era uma foto da Simone ainda grávida, de biquíni. Ele voltou a se masturbar, agora mais rápido. Eu acompanhava olhando e me tocando, os dedos entrando e saindo da minha buceta molhada. Eu queria ver ele gozar, mesmo que fosse pensando nela.
De repente ele se contorceu, levantou o quadril e jatos grossos e brancos saíram com força, caindo sobre a barriga dele. Eu não me segurei. Gozei junto, mordendo as costas da outra mão pra não gemer alto. Foi intenso pra caralho. Como eu estava precisando. As pernas tremeram. Olhei pros meus peitos e vi que tinha vazado leite, manchando a blusa. Felipe já tinha voltado a olhar as fotos dela. O pau ainda estava meio duro, mesmo assim faria qualquer mulher feliz. A porra escorria pela barriga dele até o colchão. Senti o bebê se mexer. Fui pro meu quarto, entrei no banheiro, sentei no vaso e fiquei ali tentando recuperar o fôlego. Depois tomei banho e deitei. Me senti leve. Apaguei mesmo com o ronco do Fábio.
Na manhã seguinte acordei e o primeiro pensamento foi nele. O Fábio já tinha saído. O Felipe provavelmente já estava no colégio. O bebê se mexeu — sensação boa. Levantei e fui fazendo as coisas de casa. Depois de um tempo fui até o quarto dele. Ao abrir a porta, o cheiro forte de porra me bateu na cara. Abri a janela e fui arrumar a cama. O cheiro ainda estava impregnado. Sentei, depois fui deitando aos poucos, sentindo o odor ficar mais forte. Já deitada passei a mão pelo lençol, esperando achar alguma mancha ainda úmida… mas estava seco. Fiquei ali um tempo. Quando fui levantar, minha mão passou embaixo do travesseiro e senti algo. Era o celular dele. Tinha esquecido.
Meu primeiro impulso foi abrir e ver o que tinha. Mas não olhei. Coloquei na mesinha e continuei o serviço. Passado um tempo a curiosidade ganhou. Peguei o celular, fui pro meu quarto, deitei e desbloqueei. Fui direto no Instagram. Assim que abri a lupa, apareceu o perfil da Simone. Safada. Tinha deixado meu filho na vontade.
Aí me deu um estalo: olhar o histórico do Google. Bingo. Só sites pornô. O primeiro era Xvideos. Cliquei. Abriu um vídeo de mulher grávida. Dei play. Não sou muito fã de pornô, mas aquele estava me excitando pra caralho. Meus dedos já escorregavam pelos pelinhos da buceta. Tentava focar na cena, mas só conseguia lembrar do meu filho. A atriz grávida com um ator mais novo… eu me imaginava no lugar dela e o Felipe no lugar dele. A cena: ela deitada com o marido dormindo, o cara entra, abaixa o short e o pau salta duro. Ela olha pro marido e começa a chupar. Como eu ia gostar se o Felipe fizesse isso comigo…
Assisti até o final, quando o ator goza dentro. Eu já estava quase gozando quando ouvi a porta da sala bater. Felipe e Fábio tinham chegado. Levantei rapidinho, ajeitei a cama, coloquei o celular na mesinha do quarto dele e saí. Fui pra cozinha, onde o Fábio já estava servindo o almoço. Enquanto a gente comia eu tentava agir normal. Evitava olhar na direção do pau do Felipe… mas acabei dando umas olhadinhas discretas.
À tarde o Fábio voltou pro trabalho e fiquei sozinha em casa com o Felipe. Ainda bem que ele ficou o tempo todo no quarto, provavelmente olhando o Instagram da Simone de novo. Meu desejo estava alto pra caralho — eu não tinha gozado de manhã. O calor da tarde também ajudava. Fui tomar banho.
Já debaixo do chuveiro veio o pensamento: e se eu provocasse ele? Qual seria a reação? Como fazer de forma discreta? Vários pensamentos sujos passaram pela minha cabeça. Decidi. Saí do box, mandei mensagem:
“Filho, daqui a pouco pega uma toalha pra mim no guarda-roupa.”
Meu coração acelerou. Voltei pro chuveiro. O tempo parecia parado. Eu me perguntava o que ele ia achar do meu corpo. Aí lembrei que estava peludinha. Saí do box, peguei o barbeador, passei sabão na buceta e comecei a raspar. O pensamento era: se ele me visse, eu estaria lisa.
Mas aconteceu o contrário. Enquanto raspava, olhei pra frente e vi o Felipe me observando escondido pela fresta da porta. Minhas pernas tremeram. Continuei mesmo assim, fingindo naturalidade. Dava umas olhadinhas de vez em quando só pra confirmar que ele ainda estava lá. Em certo momento já sentia o melado escorrendo pela coxa. Eu estava excitada pra caralho de me exibir pra ele.
Quando terminei de ficar completamente lisa, quis ver a reação dele. Gritei:
— Filho, a toalha!
Ouvi ele correndo. Chegou na porta e falou, voz um pouco alterada:
— Tá aqui a toalha, mãe.
Pedi pra colocar em cima da pia. Ele entrou, deixou a toalha e ficou olhando na minha direção o tempo todo. O box estava embaçado, então ele não deve ter visto muita coisa… mas viu o suficiente.
Depois que ele saiu eu peguei a toalha. Só vi o Felipe de novo mais tarde, quando o Fábio chamou ele pra jantar.
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