Sub do sobrinho - Parte 1 de 3
Levei um tapa que cai no meio da sala. Minha cara ardia e o ouvido zumbia.
A fim de manter o sigilo já que a história é real, trocarei os nomes e deixarei omitida a localização real. Diálogos (dentro do possível), acontecimentos e características físicas são reais.
Me chamo Gabriel. Atualmente sou diretor executivo em uma marca de veículos sueca, conhecida por ter os veículos mais seguros do mundo. Vim de família e realidade pobres, mas consegui realizar graduação, pós e doutorado. Não mantenho contato com todos os familiares, somente com meus pais, pois os ajudo financeiramente e os outros não aceitam minha orientação sexual.
Demorei um pouco a me abrir ao mundo gay e começar a ter experiências, após sair da casa de meus pais. Tenho 34 anos atualmente, 1.78 de altura, moreno, cabelos cacheados na altura da orelha. Até o meio de 2025 não tinha tido tantas experiências, alem de sexo comum, até contratar um michê, chamado Luciano. Passei a transar somente com ele, até fevereiro desse ano, com ele introduzi alguns fetiches que tinha curiosidade. Na escolha do michê o principal fator foi não ter um pênis tão grande, porque não gosto de sentir tanta dor (não gostava pelo menos). O problema é que esse michê era melhor amigo de meu sobrinho, com quem eu não tinha contato, mas ele sabia quem eu era.
Durante o carnaval, havia combinado de o michê me encontrar em meu apartamento no litoral com um amigo dele e passarmos o feriadão por lá, mas no lugar dele foi só meu sobrinho. Riquelme. 19 anos, negro, cabelo em corte militar, 1.92m de altura, pé tamanho 46. Ele se identificou na portaria com o nome do michê, então autorizei sem problemas
G: tava ansioso por tu… quem é tu?
R: oi titio, quanto tempo?
G: tio? Riquelme? Tá fazendo o que aqui? Tua mãe sabe que tu tá aqui?
R: deixa eu entrar e te respondo o que quiser saber
G: não posso te recebe agora, tô a espera de uma visita
R: ah titio… o Luciano, sou eu. Agora sai da frente que quero entrar
Ele me empurrou com a mão e foi entrando. Minha cabeça tava voando, como quando a gente fica aéreo sabe? Não tava assimilando bem aquilo
R: então… Luciano é meu melhor amigo. Disse que tinha uma boquinha para mim com um viado rico, já imaginou a minha surpresa quando vi tua foto? Na hora, sabia que eu tinha que estar aqui para poder ter uma vida boa, vida essa que tu vai me dar
G: de onde tu tirou isso? Eu não sou rico e muito menos sustento macho. Cadê o fdp do Luciano? Ele sabia que tu é meu sobrinho?
R: agora sabe. Contei a ele e pedi para vir no lugar dele, mas claro vou pagar a parte dele
G: ninguém vai receber nada, Riquelme, agora sai da minha casa. Tu não é bem vindo aqui, assim como todos os membros da família Costa
R: entendi… primeiro, não vou a lugar nenhum. Segundo, vai pagar sim, é o trabalho do cara e tu deve isso a ele. Eu ia contar tudo para família, que tu além de viado banca gurizões, mas como não gosto de trabalhar resolvi ser teu gurizão também. Posso fazer tudo que o Luciano fazia e por um preço menor. Só quero ter uma vida boa que nem a tua
G: se quer ter vida boa, vai estudar e trabalhar. Não seja um vagabundo aproveitador
R: olha só, tô cansando de conversar de boa. Acho que tu não entendeu. Eu vou ficar aqui no feriado e te comer até tu pedir socorro. Vou te deixar com uma buceta no lugar desse cuzinho. Seja por bem ou por mal.
G: mas Deus que me perdoe! Um fedelho que limpei as fraldas querendo me dar ordem. SAI DA MINHA CASA, tu na…
Levei um tapa que cai no meio da sala. Minha cara ardia e o ouvido zumbia.
R: fala baixo. Agora tu só grita com meu pau dentro de ti. Quem tu acha que ensinou o Luciano a dominar as putas? Mas sei que ele é fraquinho, não gosta de ver as pitas sofrendo, ainda mais com aquela piroquinha. Aquilo tem no máximo 14cm, mas sei que é fedida, o puto não gosta de banho kkkkkk por isso tô desde ontem sem banho, pra tu aproveitar
Ouvi aquilo e fiquei em choque. Mas não durou muito, em seguida ele me pegou pelos cabelos e esfregou minha cara na bermuda dele. Só ali, já senti o cheiro de pica suja e azeda. Ainda me segurando pelos cabelos, ele baixou a bermuda ficando de cueca e mandou eu cheirar. Resisti um pouco, o que me custou alguns cascudos. Era muito forte o cheiro. Ele mandou eu baixar a cueca e assim fiz, encontrando uma senhora rola. Estava meia bomba mas já era enorme e grossa, em meio a muitos pentelhos fedidos. Comecei a mamar, sentido o gosto amargo da urina e azedo do esmegma. Quando 100% dura aquele pica ficou ainda maior (22cm X 5cm), o que me causou um leve desespero. Decidi me esmerar no boquete para que ele não comesse meu cu. Poucos minutos depois ele gozou.
R: boquinha boa hein tio, adorei
G: dei o meu melhor
R: pode até ter sido, mas não foi o suficiente. Não engoliu nem metade do pau
G: mas é enorme, não tem como
R: tem sim e vou te ensinar. Sei que tu teve dificuldade para engolir o Luciano também kkkkkkk aquele pauzinho dele
G: para mim é grande. Me causa dor e prazer
R: então eu vou te causar só dor kkkkkkkk, mas relaxa aí, vou devagar se tu te comportar. Já limpou o cu?
G: para com isso guri, sou teu tio
R: que já tomou meu leite e engasgou na minha rola. Agora vai levar no cu, então responde. Tá limpo?
G: sim, tá limpo
R: bom garoto… empina esse rabo que vou te dar um banho de língua, anda
Ele me empurrou no sofá e tirou minha bermuda. Eu tava com uma calcinha de renda preta, porque Luciano achava excitante. Riquelme, também amou. Deu um tapão na minha bunda, me chamando de putinha e com o indicador colocou a calcinha de lado, começando a linguar meu pequeno buraco. Fui ao céu, ele sabia muito bem o que estava fazendo. Fiquei tão excitado que comecei a implorar para ele meter em mim
R: quer meu pau todo em ti cadela?
G: quero, soca em mim gurizão
R: gurizão? Se tu me chamar pelo que sou de verdade, soco tudo com carinho em ti, titio
G: soca em mim, sobrinho. Fode o cu do teu tio
Senti ele encostar o pau e meu cuzinho piscou. Pedi para irmos pro quarto e lá entreguei o lubrificante para ele. Ele passou no meu cu e na cabeçona e brincou um pouco na entrada. Senti a pressão e procurei relaxar o máximo possível, mas a dor veio forte, como se me rasgasse. Era o pau mais grosso a pedir passagem ali. Depois de passar a cabeça dei um grito, sentia meu cu latejar e o pau dele pulsar dentro. Tentei sair, mas ele me segurava pela cintura me impedindo. Esperou algum tempo, até a dor diminuir e começou a empurrar o pau. Doía, mas estava suportável até uma certa parte. Chegou um momento, que eu sentia o pau batendo em uma parede dentro de mim e ele seguia fazendo força para entrar. Eu gemia de dor e pedia para ele não empurrar mais
G: não entra mais sobrinho, tá no fundo já
R: entra sim tio, tem uns 7cm ainda para eu atolar dentro
G: aaaaaaiiii, tá doendo, não empurra mais, não vai passar
R: passa sim, respira fundo e relaxa
G: não entra mais, chega, não quero mais isso no meu cu
R: quer sim, relaxa porra
G: tira, sai de dentro de mim, tá doendo (empurrando ele e tentando sair)
Ele me deu um tapão nas costas me fazendo arquear e empinar mais a bunda, nesse momento aproveitou e socou tudo. O prédio inteiro deve ter ouvido meu berro de dor. Cai de bruços na cama por ter perdido a força nas pernas. Comecei a chorar e me debater na esperança daquilo sair de mim, mas doía ainda mais.
R: fica quieto porra, vai parar de doer se tu não te mexer. Eu disse que seria por bem ou por mal
Não consegui responder. Só conseguia chorar e dar alguns gritinhos. Não sendo o suficiente, ele começou a bombar no vai e vem, o que piorou minha dor. Sentia como se puxassem meu intestino para fora e depois o colocasse para dentro, era horrível. Sentia um pavor e queria sair dali o mais rápido possível. Ele percebeu.
R: vou tirar um pouquinho para ficar mais confortável
G: não quero mais, tira tudo, por favor
R: só depois de eu gozar. Vou socar só metade, tu tá sofrendo mesmo na minha vara, como é a primeira vez que te como vou ser bonzinho
Ele me comeu por alguns minutos, sem enfiar tudo. Ainda assim, doía um pouco, mas menos. Ele gozou horrores, tanto que escorreu. Quando saiu de dentro, senti uma dor semelhante a da entrada, o que me arrancou outro grito. Vi aquele pauzão preto com sangue por todo comprimento e passei a mão no meu cu, constatando um buraco enorme sangrento
G: tu me arrombou fdp
R: só abri um pouco na largura putinha… disse que faria uma buceta em ti. Depois vamos trabalhar no comprimento dela
G: tu não vai socar tudo isso em mim, doi muito
R: vou sim e tu vai aguentar. Tá com dor grita ou chora. Se fugir da vara ou mandar eu parar a partir de agora, te quebro na porrada
Não respondi, pois sabia que ele era capaz, já que foi o mentor do Luciano.
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Por hoje é isso… se quiserem, venho relatar minha história com Luciano após terminar essa.
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