Novinho Sozinho Na Oficina Com O Ex-Presidiário
Moleque provoca o ex-presidiário, funcionário da oficina, ignorando os conselhos de sua mãe. Agora vai ter o que merece. E não adianta gritar.
Quando a gente é jovem ouve muitas coisas dos adultos, principalmente de pai e de mãe, mas nunca levamos muito a sério. Muitas vezes até debochamos dos conselhos ou avisos que nos são dados, até que um dia algo acontece e a gente lembra dos avisos e logo vem a frase mais batida de todas:
“BEM QUE MINHA MÃE ME AVISOU”
Mas aí já pode ser muito tarde e o pior já pode ter acontecido, no caso que relato a seguir, posso dizer que tive sorte, pois o pior que aconteceu, acabou sendo o melhor, pelo menos eu achei.
Eu cresci numa rua calma de um bairro periférico. Meu pai era o mecânico mais conhecido do bairro, e ele tinha uma oficina ao lado de nossa casa. Como o terreno era grande, ele construiu a nossa casa e, ao lado, um grande galpão, onde instalou a sua oficina.
Ele tinha um ajudante fixo, o seu Manoel, um homem de cinquenta e poucos anos, forte e robusto. Sempre que aparecia mais serviço do que o previsto, ele contratava algum homem do bairro mesmo, que tivesse experiência, para ajudá-los. Às vezes esses ajudantes ficavam por dias, semanas ou até meses, dependendo da demanda.
Seu Manoel era um morador antigo do bairro, morava em uma casa na mesma rua da nossa. Tinha três filhos homens, todos rapagões na faixa dos vinte e poucos anos. Eles eram barulhentos, brigões, brigavam até entre eles, mas meu pai dizia que eram bons rapazes, pois tinha visto eles crescerem. Minha mãe não gostava muito deles, achava que eles estavam sempre metidos em brigas, eram encrenqueiros, ela sempre me dizia pra não dar muita confiança para eles, eu achava engraçado essas recomendações de minha mãe.
Minha mãe era filha de portugueses, muito branca, alta, brava, uma mulher realmente muito bonita e forte. Meu pai era um homem comum, mais velho do que minha mãe, moreno, robusto, devido ao trabalho braçal. Eu amava os dois. Sempre disfarçava o fato de ser gay, pois temia deixá-los tristes ou bravos, mas acho que eles notavam meu jeito delicado de ser.
Eu era o filho caçula de três. Tinha uma irmã mais velha que já era casada e morava em outro bairro, e tinha um irmão mais velho, que morava com a gente, mas passava muito tempo fora. Trabalhando ou na casa de alguma namorada da época.
Eu estava com quinze aninhos, naquela idade que só pensava em putaria e em gozar o dia inteiro. Já tinha sido fodido pelos meus primos do interior, mas eles eram moleques, não sabiam foder direito. Eu queria um macho de verdade como eu via nos filmes pornôs, homens forte e viris que arrebentavam cuzinhos famintos como o meu.
Eu era loirinho, baixo como meu pai, tinha um corpinho bonitinho, todo proporcional. Meus primos diziam que eu tinha corpo de putinha.
Eu sempre gostei de ficar só de calção dentro de casa, esses calções finos com listras laterais, que marcam a bunda, quando são apertados. Meu irmão, às vezes, dizia sorrindo e baixinho pra meus pais não ouvirem: “cuidado com essa bundinha gostosa pra algum malandro não passar a rola.” Eu fingia ficar com raiva, mas no fundo gostava dos elogios.
Uma vez eu até vi o meu cunhado comendo a minha bunda com os olhos, durante um churrasco de família. O marido da minha irmã era aquele macho dos sonhos. Brusco, rústico, transbordando masculinidade e com cara de safado, desses que não perdoam nada.
Pois bem; um dos filhos de seu Manoel, Jurandir, o mais velho, se meteu numa confusão no bar e acabou sendo preso. Isso para minha mãe foi o fim, a partir daquele dia foi que ela me proibiu de ter contato com eles, mas eu não ligava, conversava com os outros dois, quando ela não estava por perto.
O Jurandir era o mais gostoso dos três, estava com quase trinta anos, era forte, moreno, rústico, braços queimados de sol, um macho com cara de poucos amigos e brigão como os irmão mais novos. Ele era mecânico também como o pai, seu Manoel.
Ele ficou uns meses na cadeia, mas foi solto em seguida. Por conta disso foi difícil arrumar trabalho e meu pai acatou o pedido de seu Manoel e sempre contratava o Jurandir para ajuda-los na oficina. Minha mãe ficava louca com isso. Ela sempre reclamava quando tinha oportunidade:
— Onde já se viu, trazer um ex-presidiário para dentro de casa, com uma criança aqui. – Ela falava.
— Deixa de besteira mulher. Leandrinho não é mais criança não. Já é um rapaz. O Jurandir é um bom moço e sabe trabalhar direito. Apenas cometeu um erro, mas já se corrigiu. – Meu pai retrucava.
— Sei não. Deve ter aprendido coisas horríveis na cadeia. Eu não quero ele perto de meu filhinho. – Ela dizia isso e passava a mão em meus cabelos. Meu pai piscava o olho pra mim e a gente ria sem ela notar.
Assim que o Jurandir passou a trabalhar na oficina eu passei a ir lá com mais frequência. Ficava olhando pra ele dentro daquele macacão sujo de graxa, lambia os lábios quando ele olhava e meu pai não estava por perto, ele só balançava a cabeça negativamente.
Um dia eu dei um jeito, passei entre ele e um carro que ele estava arrumando e rocei minha bundinha da virilha dele. Meu pai não estava por perto e ele segurou no meu braço e falou bravo comigo:
— Para com isso Leandrinho! Um dia eu perco a cabeça e aí você vai ver o que é bom pra tosse. Eu não quero confusão com teus pais. Me deixa trabalhar em paz.
— Eu não fiz nada Jurandir. Só esbarrei em você. – Eu disse com voz de putinha.
— Eu sei muito bem o que você quer. Um putinho como você na cadeia ia viver o tempo todo com o cuzinho aberto, pingando leite de macho. – Meu pai vinha em nossa direção e eu disfarcei e corri pra casa, sentindo o cuzinho piscar só com aquelas palavras que ele me disse.
A partir daquele dia passei a provocar mais ainda o Jurandir. Uma vez desci para oficina com um calção bem grandão, folgado nas pernas e, quando ele olhou pra mim, eu dei um jeito dele ver minha bundinha pela lateral das pernas do calção. Ele olhou atentamente, apertou o pau por cima do macacão e balançou a cabeça negativamente, como sempre fazia. Naquela hora eu vi o volume que ele tinha no meio das pernas e fiquei ainda mais curioso e excitado com aquele macho.
Passados uns dias, seu Manoel fez uma viagem com a esposa, mãe do Jurandir, e ele ficou sozinho com meu pai na oficina. Minha chamou meu pai para levá-la ao mercadão para fazer compra do mês e eu tive a oportunidade de ficar sozinho com o Jurandir na oficina.
Tava muito calor e, assim que meus pais saíram, eu peguei uma latinha de cerveja da geladeira e desci para oficina, entreguei para o Jurandir.
— Não posso beber no serviço não, moleque. Seu pai pode não gostar. – Ele me falou.
— Pode beber Jurandir. Eu sei que você gosta e está muito quente, eu não conto a meu pai não. – Ele me olhou desconfiado e eu dei um sorrisinho dócil. Ele pegou a latinha da minha mão e foi bebendo em goles grandes. Eu fiquei em frente a ele e apoiei meu pé em cima de um banco. Como estava com o calção folgadão e sem cueca, a fenda do meu cuzinho ficou à mostra. Ele deu uma olhada e eu deslizei a minha mão pela coxa e passei o dedo médio bem no meu reguinho, pra ele ver.
Nessa hora ele virou o resto da cerveja e me olhou com cara de bravo. Apertou o volume por cima do macacão e eu vi que seu pauzão estava duro. Eu dei uma risadinha provocadora e lambi os lábios.
Jurandir jogou a latinha num canto e segurou meu braço com força, quase me machucando. Ele me puxou para os fundos da oficina, onde tinha um quartinho de guardar tralhas, e um espaço com um sofá velho, uma mesa e uma geladeira, onde eles usavam para descansar e comer alguma coisa, além de um banheiro para eles tomarem banho quando terminava o expediente. Ele me arrastou para dentro do quartinho e me empurrou em cima do sofá. Eu estava com medo, mas, ao mesmo tempo, também me sentia excitado. Ele se jogou em cima de mim, eu fingi resistir, mas sem gritar. Ele arrancou meu calção fora sem muita dificuldade. Deixando minha bundinha branquinha toda exposta. Em seguida abaixou seu macacão até os joelhos. Tudo isso sem nada falar.
Senti seus joelhos entre minhas pernas, pressionando-as para as laterais do sofá, fazendo com que elas se abrissem. Ele puxou uma almofada e colocou embaixo de minha cintura. Fiquei com as pernas abertas e a bundinha levantadinha pela almofada, pronta para ser devorada por aquele macho. Em seguida, pude sentir a cabeça do seu pau encostando-se sobre a entradinha do meu cuzinho, provocando-me um arrepio e o sentimento de que não havia mais nada para ser feito. Eu sentia a cabeça do seu caralhão bem úmida, pingando. Ele tinha o pau babão.
Ele encaixou seu pau na entradinha, mas sem realizar a penetração. Ele levou uma de suas mãos sobre os meus cabelos e os puxou, fazendo com que eu ficasse com o queixo sobre a cama e o corpo um pouco arqueado.
Ele colou seu rosto no meu. Senti sua respiração e o bafo de cerveja. Certamente ele também sentia minha respiração, não menos ofegante. Ele havia me dominado. Eu estava na iminência de ser arrombado, como ele havia me alertado antes.
Um simples movimento dele com a cintura poderia fazer com que seu caralho me penetrasse, arrombando meu cuzinho.
Como se estivesse interessado em minha resposta, ele me perguntou:
— Posso meter, putinho?
Disfarçando o tesão que eu sentia, e fingindo inocência, eu respondi baixinho, ofegante, gemendo:
— Não. Por favor! Não faça isso comigo!
Em seguida ele molha os dedos com saliva e passa em meu cuzinho e na cabeça do pauzão. Sinto leves movimentos circulares dele com a cintura, pressionando minhas preguinhas. Enquanto fazia esses movimentos, ele sussurrava:
— Deixa putinha. Você estava pedindo e provocando. Eu vou te foder gostoso... Empina o rabinho pro seu macho. Empina, puto! – Concluiu bravo.
Em seguida eu sinto a cabeça do seu pau penetrando, me rasgando, abrindo passagem para o restante do seu caralhão.
Enquanto seu pau entrava dentro de mim, ele continuou mantendo uma de suas mãos fixas sobre o meu cabelo, puxando-me para trás.
Logo eu senti seu cacete todo enterrado dentro de mim. Ele iniciou os movimentos de vaivém. Ele metia dizia várias putarias que apenas aumentavam minha excitação. Com o rosto totalmente colado ao lado do meu, ele dizia em meu ouvido:
— Putinho! Que rabinho gostoso você tem! Toma rola sua putinha! Não falei que iria perder a cabeça e te arrombar um dia? Empina essa bunda gostosa pra levar rola, meu loirinho! Que cuzinho gostoso você tem! Toma rola, toma!
— Ai seu bruto! Tá me arrombando. – Fingi contrariedade. Sentindo uma dor gostosa que fazia me abrir mais e mais.
Eu sentia meu pau duro roçando na almofada, mas continuei mantendo a pose, fingindo resistir àquele macho, dizendo baixinho:
— Não! Por favor, não faz isso comigo não! Tá doendo!
Ele respondia:
— Calado putinho. Você provocou, agora aguenta. Sua bundinha foi feita pra levar rola. Toma o que você queria. A partir de agora você vai dar pra mim sempre que eu quiser. Ainda vou te foder com um mano lá da cadeia. Sei que você fantasia com isso. Todo veadinho gosta dessas fantasias. Abre o cu, seu porra! Sente o pau de seu macho. Meu irmão Tonhão já me falou que quer te comer também, sabia? Nós vamos te foder e você vai ficar caladinho. Vai levar rola caladinho. Não vai contar pra ninguém. Toma rola, putinho!
Os movimentos dele estavam muito fortes. Ele me bambava lá no fundo. Enquanto ele socava sem dó, o velho sofá rangia, produzindo um inconfundível barulho de alguém sendo fodido sobre ele.
Eu continuei com as perninhas abertas e com a bundinha empinada sobre a almofada, recebendo suas fortes estocadas. Não me lembro durante quanto tempo fui arrombado por ele. Foi um bom tempo
De repente ele aumentou os movimentos. Senti seu pau pulsando dentro de mim. Sabendo o que viria, pedi fazendo beicinho:
— Não goza dentro de mim não.
Aumentando ainda mais suas estocadas fortes e firmes, ele responde me virando de frente:
— Não quer levar leite no cuzinho não? Putinho!
Rapidamente ele retira seu pau de dentro de mim, ajoelhando-se com as pernas abertas sobre o meu corpo, pouco abaixo do meu pescoço.
Ele aponta o pauzão para meu rosto e, a partir daí, foi um verdadeiro banho de porra sobre o meu rosto. Foram várias esguichadas generosas, acompanhadas dos seus urros... Algumas erraram o alvo, melecando a almofada. A grande maioria, no entanto, explodiu em cheio sobre o meu rosto. Recebi jatos na bochecha, nos olhos, sobre a boca, nariz e cabelos.
Antes de me soltar, ele viu que o sofá estava sujo, eu havia gozado sem tocar no pau. Ele me disse que iria me comer outras vezes e que eu iria sofrer as consequências caso eu contasse para os meus pais.
Fiquei deitado sem forças, na mesma posição que ele havia me largado, com o rosto inundado de porra.
Após alguns minutos, levantei-me e fui andando desengonçado em direção ao banheiro de casa, pela entrada dos fundos.
Olhei para o espelho e apreciei aquela porra toda escorrendo. Em seguida, escutei meus pais chegando. Por pouco, eles não me flagram sendo arrombado pelo ex-presidiário. Liguei o chuveiro e bati uma punheta durante o banho. Gozei como gostoso novamente.
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Mais uma aventura com um putinho safadinho.
Espero que gostem, votem e comentem.
Obrigado a Todos!
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