#Gay #Teen #Virgem

Brincadeiras gostosas - parte II - Abrindo caminho.

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Twofaces

Olá! Venho hoje continuar o relato de como fui inciado como putinha do meu melhor amigo roludo que acabou com as pregas do meu rabinho. Após voltar de viagem já estava a algumas semanas praticamente mamando Lucas todas as vezes que nos víamos, sempre íamos na casa abandonada no fim da rua, já era quase rotina. A cada dia que mamava naquela piroca gostosa, mas eu queria dar meu cuzinho para ele, mas ele ficou tão viciado em minha boquinha mamando aquele pau e babando todinho que nem pedia mais para tentar comer minha bundinha redonda e eu ainda tinha um pouco de vergonha nessa época, sempre deixava ele tomar as rédeas.

Era um sábado já quase escurecendo e fomos para nossas brincadeiras gostosas na casinha abandonada, sem imaginar que seria um dos últimos dias de prazer naquele lugar que foi marcante de muitas formas para nós. Mal chegamos e ele já foi trancando a porta e abaixando a bermuda, tirando aquele pau ainda mole e foi endurecendo na punheta aquela pica grossa de veias calibrosas, em seguida deu uma balançada em minha direção que era como ele fazia. Depois de mais de um ano nessa de eu mamar ele, com o tempo a gente chegava lá, ele endurecia a pica e balançava em minha direção sem dizer nada só com o olhar dele me dominava e eu já sabia oque eu tinha que fazer.

Ajoelhei e já segurei aquela pica com uma das mãos e dei início a um boquete bem lento, abocanhando aquela pica quase inteira depois voltava até a cabeça daquela piroca deslizando meus lábios carnudos bem lentamente por toda extensão daquela pica que chegava a inchar de tesão dentro da minha boquinha. Dava para sentir aquele cacete pulsar mais e mais a cada chupada sedenta de desejo, adorava o gostinho da pica de Lucas, era muito gostosinho sentir aquela rola grossa pulsando na minha boquinha e na minha mão. Depois de algumas repetições lentas passei a chupar aquele vai e vem bem molhadinho clássico, o mais rápido que conseguia, e sugando bem forte que chegava fazer barulho, quando Lucas foi ficando cada vez mais ofegante e começa a falar :

- Isso minha putinha, você chupa gostoso demais, você gosta? Gosta de mamar a pica do seu macho, olha pro seu dono enquanto engole minha pica, quero ver minha putinha!

E levou as duas mãos por baixo dos meus cabelos e agarrou minha nuca e começou a meter na minha boquinha enquanto olhava no meu olho, em seguida passou a enfiar aquele pau inteiro na minha garganta até eu encostar a boca no púbis dele e ainda segurava quando eu tentava sair me fazendo engasgar e babar aquela pica bem gostoso, meus olhinhos chegaram a lacrimejar. Eu mal pegava ar e ele já vinha enfiando aquela pica na minha boca até a minha garganta, as vezes batia com aquele pau duro na minha cara me chamando de putinha, que chagava estalar, acho que aquele foi o boquete mais demorado e intenso que rolou entre nós na época.

Minha boca já dolorida e quase dormente e ele não gozava e aquele pau estava ainda maior e mais grosso que o normal de tão excitado, todo avermelhado, quando ele tira o pau da minha boca e olha dentro do meu olho e fica perguntando várias vezes:

- Você é minha putinha ?

Eu fiquei em silêncio, dava um pouco de vergonha, mas ele insistiu e lembro até que ele deu um tapa na minha cara mas de forma sedutora e dominante e mandou eu responder, não sei mas ele nunca tinha sido daquele jeito e foi bom, me senti dominado por algum motivo eu tinha gostado de tudo e só consegui responder acanhado e balançando a cabeça de forma afirmativa olhando dentro de seu olhos que pareciam me devorar:

-Aham! Sou!

Lucas : - Então prova que é minha putinha e deixa eu comer esse cuzinho!

Eu não sei que ele fez comigo aquele dia que só concordei, sem cerimônia, talvez porque já havia meses que fantasiava aquele pau entrando dentro do meu cuzinho, mas lógico que fiz aquele cu doce:

-Tá bom, mas se doer você para!

Ele riu de forma sacana e concordou e pediu para eu me levantar e tirar a bermuda toda e ordenou que eu empinasse a bunda pra ele. Eu relutei um pouco de início em tirar a roupa toda, medo de chegar alguém mas em instantes já estava só de blusa apoiado na parede e a bundinha redonda exposta para ele, nesse momento começaram a ficar mais intensos os arrepios no meu corpo, era um misto de medo e desejo. Quando olho para trás ele está pelado sem nada e aquele pau enorme se aproximando, ele deu uma cuspida nos dedos e já foi lambrecando e enfiando o dedo no meu rabinho que entrou apertado e dolorido me fazendo reclamar que havia doido, mas em segundos sendo dedilhado no rabo eu já rebolava naquele dedo deixando escapar alguns gemidos acanhados de prazer, como meu pau estava duro e pulando de tesão sem eu nem tocar nele a essa altura, eu estava indo a delírio lembro de sentir meus olhinhos revirando.

Depois de bons minutos sendo dedilhado com toda velocidade daquele dedo que deslizava fácil me deixando todo mole e totalmente a mercer de suas vontades a essa altura do campeonato. Ele encaixou aquela pica imensa entre minhas nádegas e começou a procurar a entrada do meu cuzinho, e senti aquela cabeça de rola quente tocar minha esfíncter anal, com o dobro da largura em relação ao meu cuzinho, lembro que não entrou logo de cara nem tinha passagem para aquela pica, mas ele não desanimou e ficou pincelando aquele pau quente no meu rabinho, mas nem passagem tinha, escorregava mas não penetrava, mas era tão quentinho e sentia seu pau pulsando entre minhas nádegas e atritando era muito gostosa a sensação, passei a rebolar e ele percebendo começou a dizer de maneira intercalada:

Isso putinha, que rabo lindo que você tem, está gostando de sentir meu pau no cuzinho, que dar o cu pra mim quer, que sentir minha piroca dentro desse cu quer?

Por ele ir soltando aquele pré-gozo, estava muito gostosa a sensação de tentar ser penetrado sem sucesso já que ele também era virgem talvez tenha sido mais demorado, depois de minutos de tentativas e erros finalmente aquele pau conseguiu entrar um pouco, lembro de sentir meu cuzinho se abrindo bruscamente, acolchoando só a ponta da cabeça daquela pica que era um pouco mais fina que o restante arrancando um gemido de dor e uma breve reclamação entre os dentes, foi tipo uma pressão na entradinha e sentia meu cuzinho trancando impedindo que entrasse mais, eu naquele desespero da dor em forma de um beliscão na porta do meu rabo comecei a dizer:

- Entrou! tira tira está doendo muito .

Mas por algum motivo eu não conseguia tentar me soltar ou me contorcer mesmo com a dor, eu só conseguia ficar imóvel de bundinha empinada e me apoiando na parede, enquanto ele ficava forçando a entrada do meu rabinho, como minha bunda era bem grande nessa posição o pau dele nem tinha como entrar muito já que ele era mais alto e ficava meio encurvado pra conseguir achar meu buraquinho, e sentia o calor e pulsadas daquela rola quente nas minhas nádegas, em pouco tempo estava com metade da cabeça daquela pirocona me penetrando sem jeito, não entrava toda, ficava somente saindo e depois entrando a pontinha e foi ficando muito gostoso aquele deslizar de pica na minha bunda, a dor foi ficando quase inexistente, e como a cabeça daquele pau ia engrossando em direção a glande, meu cu era muito apertado eu sentia apertando o pau dele, enquanto ouvia ele dizendo:

- Nossa que delícia de cu apertado, fica tipo mordendo meu pau mano, e é quentinho por dentro, aguenta só mais um pouquinho, namoral, está muito gostoso!

E ficou enfiando e tirando só a ponta da cabecinha, oque fez o dia mais excitante e a brincadeira mais gostosa da minha vida até aquele momento, eu sentia meu cuzinho ardido mas era gostosa a ardida, em menos de um minuto eu já sentia apenas aquela cabeça de piroca entrando e saindo apertada que mal conseguia entrar a metade de tão grossa depois era quase expulsa por minhas pregas ainda existentes nessa época, respirações ofegantes a dor foi ficando intensa outra vez com o tempo, parecia entrar mais um pouco a cada vai e vem e nessas horas ficava nas pontas dos dedos me contorcendo pra aguentar a dor, sentindo aquele cacete abrindo passagem mas sem sucesso em entrar a cabeça toda, parecia que quando ele tentava enfiar mais meu cuzinho trancava e não deixava entrar, era automático e instintivo mas eu sentia cada detalhe, quando ele fez o movimento pra tentar enfiar mais e a cabecinha saiu fazendo aquele pau enorme ir se encaixando entre minhas coxas.

Ele perguntou se havia entrado tudo, e eu só respondi que tinha saído e no impulso já fui segurando aquele pau e encaixando bem na entrada do meu cuzinho, Lucas nem acreditou e só voltou a enfiar gostoso, o fato de ele ser sem experiência, ele ficou só cutucando a portinha sem me machucar e penetrar profundo, ficou superficial nesse dia, apesar de no outro dia ter sido horrível, no dia no ato senti pouca dor , depois de minutos levando só a ponta da cabecinha no rabinho, sinto ele respirar forte e cabeça daquela pica esticando de tesão fazendo aquela cabeçona de rola entrar todinha, deu para sentir a cabeça grossa toda dentro e a parte do restante do pau que era mais fina um pouco ali sendo comprimida e veio aquela dor intensa, deu pra sentir a parte mais grossa abrindo caminho e sendo parada pelas paredes internas do meu cuzinho que trancou forte nessa hora me fazendo ficar nas pontas dos dedos e ir tentando sair e ficar contra a parede sendo obrigado a aguentar a dor outra vez. Eu disse:

- Ai meu cu ! Voce enfiou muito tira, tira! Tá doendo muito ! Tira você falou que ia parar quando eu quisesse!

Lucas: -calma, já acabou, toma o que você quer seu viadinho!

E senti aquela cabeça de rola inchar dentro de mim em seguida esporrar bem fundo no meu rabo com aquela goza quentinha, deu para sentir cada jato levando a dor embora por alguns instantes enquanto ouvia Lucas dizendo respirando forte e ofegante:

-Está gostando de levar porra no cu está minha putinha!

Em seguida soltando mais uns 3 jatos de porra bem fartos e espessos, e como estava quente, foi me preenchendo internamente por aquele calor, lembro que meu pau deu uma pulsada tão forte que chegou a trancar o meu cuzinho naquela pica e expulsar ela de dentro, em seguida aquele monte de porra escorrendo pelas minhas coxas e aquele quentinho, como meu cuzinho latejava e pulsava dolorido mas ao mesmo tempo parecia que faltava algo, como se quisesse mais aquela sensação de pressão tampando a entrada dele, não sei como explicar, só faltava algo no meu rabinho naquele momento.

Colocamos nossas roupas, ele até me deu a cueca dele pra limpar o cuzinho de porra, lembro que começou a ficar tipo contraindo a portinha do meu cu e eu tentava piscar o cuzinho mas não conseguia, aparentava estar frouxo, e depois de alguns minutos foi ficando muito doloroso. Não sei quanto tempo ficamos ali até eu conseguir andar, minhas pernas estavam estranhas, mas quando saímos da casa já estava escuro. E fui todo o caminho sentindo o cuzinho doer a cada passada e escorrer porra por todo o caminho.

Não falamos nada sobre pelo caminho e cada um foi pra sua casa depois, lembro que cheguei tomei banho e fui ver meu cuzinho no espelho do banheiro, e estava diferente de antes, ainda tinha as pregas mas estavam tipo irritadas e vermelhas, e pareciam estar um pouco inchadas e ficou tipo um caminho mais fundo certinho a grossura da pica dele em volta da entradinha do cu, antes a parede era tipo retinha e só o buraco do cuzinho enrugadinha, mas agora era como se tivesse aberto o caminho para meu cu, estava certinho o caminho da grossura daquela pica, no outro dia doeu muito, lembro que contraía e doía o dia todo e quando passava papel nos primeiros dias saia um pouco de sangue. E fiquei evitando ele por semanas , até mamei ele mais umas vezes mas depois mudaram para a casa e perdemos nossos cantinho oque fez nos afastarmos um pouco dessas brincadeiras. E depois ele deu uma crise existencial e falou que não éramos viados e era melhor parar com aquilo.

E ficamos alguns meses sem eu ser a putinha dele, mas sempre me pegava tocando uma punheta pra ele entre as mulheres dos filmes as vezes na cena de anal imaginava ele me comendo enfiando tudinho igual nos filmes, ou mamando naquela pica, mas respeitava a escolha dele e no fundo também queria evitar aquilo. Mas não durou muito até a saudade e tesão nos aproximar intimamente outra vez. E aqui fica mais uma lembrança gostosa da minha vida. Fui

Comentários (2)

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  • Edson: Essas descobertas são lentas, confusas, mas excitantes. Lembro do meu início, dolorido, mas eu acabava gostando.

    Responder↴ • uid:5mdfft6fqob
  • Miguel: De todos os seus contos o que mas eu gostei foi o primeiro. Que pena que vc não detalhou bem a história fico no aguardo

    Responder↴ • uid:muiqqds8l