Mamando o mendigo do pau sujo
Mamando o pau sujo do mendigo na rua na madrugada.
Aqui vai o conto erótico que você pediu:
---
Eu andava pela calçada suja daquela rua abandonada no centro, o asfalto rachado e o cheiro de lixo e urina pairando no ar quente da noite. As luzes dos postes piscavam fracas, quase não iluminavam nada. Foi quando eu vi ele.
Um mendigo sentado no meio-fio, encostado num muro cheio de pichação. A barba desgrenhada, o cabelo sujo grudado na testa, a camisa rasgada e as calças largas descendo quase até o meio da bunda. O corpo magro e sujo, mas o que chamava atenção mesmo era o volume absurdo entre as pernas. Ele me olhou com aqueles olhos cansados e um sorriso amarelo apareceu.
— Ei… vem cá um segundo… — a voz era rouca, grossa.
Eu parei. Não sei se por curiosidade ou por tesão doentio. Ele se levantou devagar, o cinto frouxo, e sem nem pedir licença puxou a calça pra baixo. O pau preto e grosso, de uns vinte centímetros, saltou pra fora. Era peludo pra caralho, a base coberta de pelos densos e escuros, e no meio do comprimento tinha uma camada de sebo, aquela gordura suja misturada com suor e sujeira que fazia o pau brilhar de um jeito nojento e excitante ao mesmo tempo. A cabeça larga e escura já estava meio inchada, com uma gota de pré-porra escorrendo.
— Mama ele pra mim… — ele murmurou, sem rodeios, segurando o pau pela base e balançando aquele monstro sujo na minha direção. — Tá precisando. Faz tempo que ninguém mexe nele.
O cheiro forte de homem não lavado subiu até o meu nariz. Misto de suor rançoso, sebo e um toque de mijo. Eu ajoelhei ali mesmo, no meio da rua, sem me importar se alguém passasse. Ajoelhei na calçada suja e levei a mão até aquele pau preto e peludo. A pele era quente, a gordura grudava nos dedos. Eu passei a língua na ponta primeiro, lambendo a pré-porra salgada, depois desci a língua pelo comprimento, sentindo o gosto do sebo e o cheiro forte dos pelos da base.
Ele soltou um gemido baixo e grosso quando eu enfiei a boca. O pau era grosso demais, esticava meus lábios, e o gosto era intensamente sujo — salgado, amargo, com aquele sabor de homem que não toma banho há dias. Eu chupei com vontade, lambendo a cabeça, descendo até onde dava, engasgando um pouco quando ele empurrou mais fundo. Os pelos da base raspavam no meu nariz e na boca. Ele segurou minha cabeça com as mãos sujas e começou a meter devagar, gemendo:
— Isso… mama esse pau sujo… engole ele todo…
Eu chupava com vontade, fazendo barulho, a saliva misturando com o sebo e escorrendo pelo queixo. Cada vez que ele enfiava fundo, o gosto do sebo ficava mais forte. Eu passava a língua pelos pelos da base, chupava as bolas pesadas e fedidas, e voltava pro pau, engolindo o máximo que conseguia. Ele gemía cada vez mais alto, o pau latejando na minha boca.
— Vou gozar… toma tudo…
Ele agarrou minha cabeça com força e jorrou. Porra quente e grossa encheu minha boca, o gosto amargo e forte, misturado com o sebo. Eu engoli tudo, lambendo o pau ainda latejando, limpando a última gota que escorria pela cabeça escura.
Ele puxou o pau pra fora, ainda semi-duro e brilhando de saliva e porra, e me olhou de cima, respirando pesado.
— Bom… se quiser mais, é só voltar amanhã.
Eu me levantei, o gosto dele ainda na boca, o joelho sujo de rua, e continuei andando, com o coração batendo forte e o pau duro dentro da calça.
Meu tlgr pedrorick12
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (0)