Meu pai me levou pra jantar, mas antes botou um plug anal em mim.
19h40 do sábado. Parei na frente do espelho do corredor com o maior sorriso de puto no rosto. Dei uma ajeitada com meus dedos mesmo no cabelo ainda molhado. O brilho nos meus olhos denunciava intenções sujas demais para alguém com uma cara tão inocente e bonita. Me vesti simples, mas elegante. Uma camiseta preta de tecido leve, uma calça clara de alfaiataria, tênis causal.
Queria que todo cara aos vinte e três anos tivesse a minha vida.
Meu pai sentado na poltrona levanta os olhos do relógio e me encara com outro sorriso misterioso nos lábios. Fez a barba, está mais curta, o que deixa o homem indiscutivelmente mais charmoso com tantos fios grisalhos. Veste um blazer escuro por cima de uma camisa branca bem alinhada e uma calça de alfaiataria mais estruturada.
“É só um jantar bobo na casa dos meus amigos ou tá pensando que vou desviar o caminho e te comer num motel caro do centro?”
“As duas opções exigem muito de mim” brinquei.
Ele soltou uma risada curta. O jeito solto dele me irrita porque faz isso com ar sofisticado, mas eu sei que tem uma porção enorme de sadismo no seu olhar.
“Vem cá no colo do pai” ele sussurra.
“Não inventa, já tô pronto. Você vive dizendo que eu te faço atrasar pra tudo.”
“Não tá pronto ainda. Tem algo faltando nesse corpinho.”
“Do que você tá falando, pai? Que sorriso malicioso é esse?”
É claro que ele não diria nada. Entre nós dois há sempre um segredo íntimo que torna nossa experiência de pai e filho ainda mais interessante. Eu não preciso gritar que escondemos algo, basta observar nossos sorrisos cúmplices para ter certeza de que algo muito mais sujo está sendo planejado ou já está feito.
Meu pai levantou da poltrona carregando um saquinho de pano na mão. Encostou em mim, encaixou sua barriga firme nas minhas costas e cheirou minha nuca antes de ajeitar a gola da minha camisa.
“Tá faltando algo aqui.” Falou ao passar as mãos na minha bunda por cima da calça. “Mas você precisa prometer que vai se comportar.”
“Naturalmente” respondi.
“Isso significa que não vai se comportar.” E soltou outra risada grossa em meu ouvido.
“Admita que é assim que você prefere, pai.”
Ele também não respondeu. Nós dois sabemos que a provocação está em nosso sangue. Justamente por isso ele foi escorregando nas minhas costas até ficar de joelhos com o rosto na altura do meu quadril. Desceu a calça de uma vez levando junto a cueca, mas apenas o suficiente para que só minha bunda ficasse de fora. Sabia que eu estava limpo, há menos de uma hora transamos devagarinho no banheiro. Ele botou quente no meu rabo pressionando meu corpo contra o azulejo frio enquanto mordia meu ombro como um animal. Ali, em frente o espelho, prontos para sair, ainda dava para ver as marcas da sua rola que alargaram a entrada avermelhada do meu cu.
Me estiquei para olhar sobre o ombro o que meu pai fazia que precisava estar tão silencioso atrás de mim. Senti quando abriu minhas nádegas, esfregou a língua pegajosa bem no meio forçando a ponta para entrar. Gemi quando ele sorriu me fazendo tremer com o carinho do seu bigode aparado. Por um instante achei que a chupada era tudo que faltava, mas o homem abriu o embrulho de tecido e tirou um plug de dentro. Mediano, de silicone maleável, não muito grosso, mas na medida certa para não me deixar esquecer que passaria a noite com algo encaixado dentro do rabo.
“Ele vibra, pai?”
“Sim, numa frequência que você vai adorar. Agora preciso que você empine pra ficar bem encaixadinho, filho.”
A voz grossa é certeira. Empinei com uma sequência de gemidos curtos e finos quando meu pai enfiou totalmente o plug depois de preencher meu cu com sua saliva quente. Adorei a sensação de algo me preenchendo com perfeição na medida exata para não causar dor e me fazer suspirar de tesão. O pau do meu pai é grosso, me força a alargar para receber inteiro, já meu tio Caetano é grande como nenhum outro, o que me faz sentir a cabeça da pica viajando dentro do meu canal inteiro. O plug, portanto, pareceu parte do meu corpo.
“Não tenta expulsar, deixa guardadinho dentro do seu rabo, filho. Tá um tesão ver assim todo socado.”
Quando tirou o plug para tentar meter de novo, deu uma chupada breve no objeto, o que me fez rir e ficar ainda mais excitado. Após o serviço feito e garantir que aquilo não seria cuspido pelo meu cuzinho melado, subiu minha cueca e voltou a calça para o lugar, mas ainda mantinha o sorriso malicioso de quem sabe guardar muito bem um segredo.
Fez questão de elogiar meu cheiro ao arrastar o nariz no meu pescoço usando seu corpo pesado para pressionar o meu contra o espelho. Inclinei a cabeça, queria sua língua também pesando sobre a minha e inteira enfiada dentro da minha boca.
“Tente não me atrasar” falou com o rosto em meu cabelo depois de me beijar com força.
“Você me beija assim e quer que eu me controle? Impossível, pai. Sua pica já tá armada pra mim.”
Perguntei com meu quadril roçando o volume esticado na calça do meu pai. Como castigo, tirou um pequeno controle do bolso e apertou o botão que fez a coisa vibrar suavemente lá dentro. Respirei fundo, estiquei a coluna, fechei os olhos e quase soltei um gemido curto.
“Isso vai me maltratar.” Sussurrei.
“É por isso que espero um bom comportamento da sua parte, meu amor. Não quero ter que ser um péssimo pai.”
Nós dois soltamos uma risada curta.
“Se você me obrigar a gemer à mesa, pai… Prometo que te bato de verdade.”
“Duvido que consiga segurar um gemidinho de puto quando eu botar essa coisa pra vibrar com força.”
“Eu vou embora” brinquei.
“Você nunca vai embora. Não de mim” ele decretou, esperto.
Meu pai pegou as chaves, deu uma última olhada no espelho, analisou como a própria pica ainda marcava na altura da sua virilha e piscou para mim como cúmplice do nosso fetiche perfeito. No elevador, verifiquei como a camisa caía em meus ombros no reflexo das portas metálicas, como meu cabelo estava bem penteado e meu rosto corado, efeito do jeito que me pegou de frente ao espelho.
“Tá nervoso?”
Gargalhei.
“Pai, eu tô excitado. Você me deixa assim. Tô maluco pra te dar outra vez. A gente não pode cancelar tudo e trepar a noite toda?”
“Não me faça questionar minhas escolhas.” Falou fugindo de mim.
Saí primeiro. Meu perfume caro ficando no ar, meu pai farejando como um bicho. Nossa elegância nos deixa aparentemente incapaz de qualquer comportamento impróprio. Mas só nós sabemos o que usamos por baixo dos panos.
Chegamos quase às 21h para o jantar. Um apartamento amplo no centro com pé-direito altíssimo, obras de arte nas paredes, iluminação baixa e indireta, um ar de mistério e dinheiro bem gasto. Não éramos os únicos convidados, obviamente. A atenção não ficou voltada para a nossa performance de pai e filho decentes. Até rimos quando entendemos isso.
Houve cumprimentos, beijos no rosto, uma senhora simpática elogiando meu cheiro, meu pai olhando de canto concordando com ela, elogios à casa bonita e comentários sobre o trânsito dessa cidade. Todo o tempo permaneci sóbrio e sofisticado ao lado do meu homem que vez ou outra metia a mão no bolso ameaçando fazer o plug vibrar dentro de mim. Entre conversas escapava um carinho seu em minha nuca que me fazia arrepiar ou os dedos desciam espertos por minha espinha até quase alcançar a curva da bunda.
“Você fica tão gostoso quando precisa parecer mais inteligente e mais dominador na frente de outros homens” falei no ouvido do meu cara com a boca propositalmente roçando sua pele perfumada.
“Eu preciso cuidar da minha cria. Tem muito predador aqui e você cheira como uma presa fácil” respondeu me fazendo olhar ao redor.
Por um instante fomos alvo dos olhares de homens atenciosos. Correspondemos com sorrisos decentes, próprios para a noite. Sentei ao lado do meu pai na mesa, nossos joelhos roçando de propósito. No meio da minha conversa minha mão ousada pousou sobre a coxa do homem que não temeu meu toque, mas segurou meus dedos e subiu até chegarem sobre o volume entre as pernas falando no meu ouvido que ali era o meu lugar. Mexi discretamente e tive um suspiro como resposta.
“Como é ser pai de um jovem tão doce e tão lindo” ouvimos de outra sentada agora sentada a minha frente.
Meu pai sorriu simpático, direcionando a resposta. A pica deu um pulo sob os meus dedos embaixo da mesa.
“Você não faz ideia do quanto é bom ter esse moço preenchendo meus dias. Eu tenho o melhor de todos os mundos.”
“Então pergunto para você. Como é ter um pai tão simpático e encantador?”
Estava pronto para responder, quando percebi que a movimentação do meu pai ao meu lado resultaria em algo movendo dentro de mim. O plug vibrou suavemente, mas de tão encaixado, pareceu fazer tremer todo o meu corpo. Prendi a respiração, apertei meus lábios para não deixar escapar um gemido fino, assisti o cara se divertir com sua maldade e mexi na cadeira, intensificando o efeito.
“Isso é… Nossa! Isso é maravilhoso.” Quase respondi gemendo.
A senhora gargalhou com a minha resposta e chamou atenção dos outros convidados, mas ninguém estava realmente interessado em nós no momento em que a comida passou a ser servida. O riso do meu pai chegou em meu ouvido e eu pousei minha cabeça em seu ombro, aliviado.
Ele fez de novo quando eu pretendia levar uma garfada de comida até a boca. Apertei os lábios quando senti o plug vibrar mais intensamente que da última vez e me inclinei ligeiramente na direção do meu pai que se divertiu com o arrepio visível na minha nuca. Outra vez precisei me segurar para não soltar um gemido.
“Parece que você tá com frio, meu amor.” Disse cínico perto de mim.
“De repente esfriou aqui.”
“Notei você arrepiado, filho. Pensei que sentiria exatamente o contrário. Você tá sempre com calor.”
“Tem muita coisa me fazendo arrepiar, não dá pra explicar agora.”
Meu pai olhou ao redor parecendo procurar algo que sabia existir por ali, depois me olhou suspeito.
“Vamos ter que buscar um casaco no carro? Que trabalhão você me dá, garoto.”
“Você fala como se não gostasse de coisas que dão trabalho.”
Outra garrafa de vinho foi aberta para nós. Tomei um gole generoso, meu pai só observou. O ambiente estava mais descontraído, as conversas mais barulhentas e eu ouvia tudo atentamente enquanto de vez em quando lançava sobre o meu companheiro um olhar que não tinha absolutamente nada de inocente. Ele adorava, tocava meu joelho sob a mesa, inclinava seu rosto para cheirar meu pescoço e indiscretamente deixava uma mordida.
Outra onda de vibrações me atacou. Ainda intensa, me forçou a abaixar a cabeça para esconder a expressão de prazer estampando minha cara. Como resposta cravei meus dedos na mala do meu pai sentindo o contorno da pica dura por baixo da calça.
“Você é muito malvado comigo” sussurrei.
“Gosto de te ver agonizando, meu safado” disse só pra mim.
“Que absurdo, você está se divertindo as minhas custas. Me tira logo daqui. Eu tô quase gozando de tanto tesão.
“Ainda não serviram a sobremesa” meu pai insistiu. “Não me aproveitei o suficiente do meu filho pervertido.”
“Seu filho da puta” grunhi, preocupado. “Estamos à mesa de uma gente que eu nem conheço direito.”
“Essa é a melhor parte. Sem falar que já estão todos embriagados. Olha isso…”
Levantei meu rosto e concentrei meus olhos na altura do olhar dele. Não sorri, não falei, só o tesão escorrendo através da minha pele foi capaz de fazer o homem entender que eu precisava de mais alguma coisa dentro de mim. Vi passar o indicador no canto do prato onde ainda estava uma boa quantidade de molho da refeição principal. Catou o que conseguiu e levou até minha boca. Meu instinto me fez abocanhar o dedo do meu pai e sugar com mais força do que deveria. Língua por baixo, os dentes suavemente roçando a pele grossa, ele adorando ser chupado assim, eu delirando de prazer com outra onda de vibrações na quentura do meu rabo maltratado.
Ninguém realmente prestou atenção à nossa perversão.
Havia muita conversa e ruído de talheres na mesa. Os convidados falavam sobre viagens e exposições de arte, sobre casos famosos do mundo do direito e noticiais recentes sobre o país. Meu pai é brilhante quando quer. Levantou tomando cuidado de não deixar perceberem o começo da sua ereção, afagou meu cabelo na região da nuca e saiu andando elegante na direção contrária da saída. Eu lembrei que não entramos por ali.
Levantei e segui pelo mesmo corredor por onde meu pai desapareceu dois minutos antes. Fui puxado de surpresa por mãos fortes que conheço bem. Fui atirado por uma porta adornada e acabei dentro de um banheiro com iluminação igualmente baixa. Depois que entrou logo em seguida, meu pai fechou a porta e passou a chave, um gesto de segurança que libertava minha audácia.
“Eu não vou ficar sem a minha sobremesa” falou admirando meu corpo vestido. “Anda, tira a roupa. Deixa eu ver como ficou seu cu depois de tanto sofrer.”
“Você vai mesmo fazer isso no banheiro dos seus amigos ricos, pai?”
“Já estou fazendo. Vai logo, vira de costas e tira a roupa. Você só presta pelado na frente, meu bebê.”
Os olhos curiosos dos senhores à mesa teriam adorado me assistir virar de costas para o meu próprio pai enquanto uso uma das mãos para apoiar no mármore bonito da bancada e a outra para abaixar minha calça e cueca juntos de uma vez só. O homem sorriu malicioso, finalmente não precisava esconder sua ereção ou sua intenção suja de perverter meu corpo frágil. Agarrou com firmeza no meu quadril, forçou o corpo sobre o meu, uma mão tateando o plug ainda enterrado no meu cu, outra dando a volta na minha cintura para sentir o quanto eu estava duro.
“Empina e abre o rabo, vou comer você com força pra aprender a não me provocar.”
“Mas é você quem me corrompe” teimei.
“Não ouse falar assim do seu próprio pai. Que falta de modos” ele falou imitando o tom de voz aristocrático dos outros convidados.
“Eles ficariam chocados com seu pau esfregando meu cu desse jeito” narrei o que sentia.
“Você está enganado, filho. Esses são os piores. Por trás de cada gravata borboleta eles escondem toda sorte de fetiche. Muitos ainda piores que os nossos.”
“Eu não duvido, pai. Eles me comeriam vivo.”
“Literalmente” respondeu.
Tirou a coisa de mim num susto e de repente senti saudade daquilo que fez parte do meu corpo pela noite inteira. Charmoso, meu pai beijou meu pescoço dizendo coisas bonitas, respirando pesado, despejando chupadas forte o suficiente para marcar minha pele alva. Botou fácil, meu cu já estava suficientemente aberto por causa do brinquedo que ele forçou ali antes de sair de casa. Foi enfiando o pau com a calça caída pelas coxas até as bolas roçarem minhas nádegas, até os pentelhos fazerem cócegas.
“Essa coisa vibra muito gostoso, mas com certeza eu prefiro quando é a sua pica quentinha que entra com tudo.”
“Eu sei disso, é por isso que não consigo ficar longe dessa bunda. Posso bater uma pensando nesse cu, mas prefiro sujar você com minha putaria.”
“Deixa eu ver como você faz, pai” sussurrei manhoso.
“Faço assim no meu filhão” ele cuspiu grosseiro com a boca no meu ouvido. “É assim que eu arregaço seu rabo.”
Experimentei de uma boa sequência de socadas pesadas. Ele agarrado ao meu quadril firmou com perfeição ao ponto de comandar o encontro do nosso corpo. Socou de baixo para cima dobrando os joelhos para conseguir um encaixe mais preciso, violentando meu rabo do jeito que nós dois preferimos. Toda vez que me percebia prestes a soltar um gemido mais intenso, fruto de um sexo cada vez mais molhado, dava um jeito de enfiar os dedos grossos através dos meus lábios entreabertos e me manter ocupado.
“Só pode gritar na cama do papai, aqui você não pode ser um puto de verdade.”
“Eu só queria gritar que eu amo você metendo firme assim, pai.”
“Não fala. Em vez disso, rebola pra mim. Me deixa saber enquanto abre essa bunda gostosa.”
A coerência sem vergonha na sua voz me obriga a fazer o que manda. A calça caiu de vez no chão, levantei a camisa pra ele ver minha cintura e minhas costas curvadas, deitei sobre o balcão, empinei ainda mais e rebolei concentrado no ritmo que empregava atrás. Cada invertida provocava ruídos fáceis de serem identificados como frutos de uma trepada intensa, mas naquela altura isso já não era um preocupação. Ele só queria despejar seu gozo em mim, eu só queria satisfazer sua vontade disso.
Gozei rápido demais. Mas como não? Vi ele afastar os cremes e outras coisas da bancada, me arrastar para deitar meu corpo sobre o mármore, levantar minhas pernas até a altura dos seus ombros e se colocar na ponta dos pés para alcançar meu cu com a cabeça da sua pica totalmente dura. Enquanto socava, me masturbava e assim me colocou no ápice da excitação. Cuidou da minha porra, impedindo que a pressa em trepar não nos sujasse. Já a dele veio em seguida. Grossa, quente, violenta. Cada jatada me tirou da realidade e meu corpo recebeu tudo como é do meu feitio.
Caiu sobre mim com um riso silencioso, o corpo suado tremendo, a camisa com os botões abertos até o meio do peito que infla e aperta o meu. Me beija lento, mas muito molhado, e não esquece de sorrir entre a luta de nossas línguas pegajosas.
“Eu te amo tanto, garoto” diz sem surpresas.
“É claro que ama” eu brinco.
“Deixa eu te limpar, a gente precisa sair correndo daqui.”
Alguns minutos depois que vestimos apressados nossas roupas, eu me olhava de novo no reflexo das portas metálicas do elevador. Dessa vez não havia preocupação sobre o que achariam de mim, mas se aqueles convidados na grande sala pensavam em nosso sumiço repentino. Meu pai garantiu que ninguém prestaria tanta atenção assim em nós, mas que se sentia péssimo por não se despedir dos anfitriões e tomar um gole do vinho caro que serviram com orgulho.
Me beijou sem medo da câmera. Na verdade, pareceu até exibido ao alisar minha bunda por cima do tecido enquanto beijava com ganância a minha boca.
Acreditei quando ele disse que nossa falta não seria notada, afinal, ninguém àquela mesa imaginava que pai e filho estavam se divertindo tanto com a própria falta de juízo. Caetano vai adorar saber disso, pensei.
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