#Coroa #Incesto #Teen

Encontrei minha tia na balada

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CentralDaPutaria

Era sexta-feira e a rapaziada mais próxima tinha combinado um rolê entre os homens. Os solteiros iam de qualquer jeito e os casados estavam proibidos de levar mulheres. Eu topei, claro, imaginando que iria para a balada pegar algumas garotas e praticar o que andava aprendendo com minha tia.
Saímos em um grupo de 6, todo mundo ciente de que não teria hora para voltar. Paramos primeiro num barzinho que era nosso ponto de encontro de sempre e onde rolava o famigerado "esquenta".
Tomamos umas, comemos bastante para dar energia e estudamos os locais para onde poderíamos ir. Como a intenção era aprontar, decidimos pela balada mais famosa da cidade, onde rolaria um show de um DJ famoso no funk.
Chegamos e pegamos uma fila enorme, todo mundo ansioso e nem ligamos para os valores quando vimos a fila enorme de mulheres que estavam entrando ali também..
Já dentro fomos pegar o que beber, ficamos numa mesa e estávamos mapeando o local quando um amigo virou e declarou:
- Aquela ali é minha.
Quando olhei para onde ele apontava, meu coração quase saiu pela boca. Era Letícia, minha tia. Vestida como se não precisasse esconder nada (e, convenhamos, não precisava), sozinha no meio da pista, meio desconfortavel, aparentemente.
Depois que um escolhia, era lei que os outros respeitariam a prioridade, mas eu precisava tomar a frente e, sem saber se eles sabiam de quem se tratava, lancei a maior loucura que eu consegui pensar.
- Po, mano. Sei que a lei é que quem aponta tem prioridade, mas tô ficando com essa daí.
Todo mundo se olhou meio incrédulo e riram, quase como se soubessem que eu não aguentaria aquele avião.
- É serio. Não sabia que ela viria aqui hoje, se soubesse, diria pra gente ir em outro canto.
O amigo que apontou, entao, me propôs:
- Ok, então. A gente deixa passar você ficar com ela, mas só se provar que ela é sua mesmo. Ja chega beijando.
Eu estava meio bêbado, claro, mas também havia o desejo de pegar minha tia mais uma vez. Eu estava ainda mais confiante desde que ela me fez homem.
Terminei um shot, mais um. Limpei a boca e fui em direção a ela. Um cara já estava se aproximando para conversar. Eu dei um chega pra lá no malandro e agarrei minha tia como se estivéssemos a sós em um quarto.
No começo, ela assustou e ficou imóvel, mas logo se entregou ao beijo, foi aí que percebi que a noite estava ganha.
- Tá maluco, garoto? - disse ela se desvencilhando de mim, mas com um sorriso sacana no rosto.
- Depois eu explico o motivo disso. Mas confessa que você gostou.
- Gostei, claro. Mas e se alguém nos reconhecer?
Eu me aproximei para mais um beijo.
- Tá escuro, tia. E todo mundo aqui tá bêbado. Mesmo que tenha algum conhecido, ninguém vai reparar.
Começamos, então, a dançar. Ela rebolava ao som da música, esfregando sua linda bunda em meu pau duro e latejando. Nos beijamos intensamente, as mãos foram em lugares que, mesmo naquele ambiente, eram proibidos. Mas curtimos a maior parte da noite. Bebendo juntos.
Meus amigos passavam com uma ou outra garota, davam risadinhas e babavam na minha ria, ou melhor, minha ficante.
No auge da bebedeira e tesão da nossa dança, em mais um beijo quente, ela sussurrou:
- Quero dar pra você. Agora!
Quando nos soltamos ela me agarrou e conduziu até o banheiro. A fila para o preferencial era grande, mas passou rapido enquanto nos beijavamos. Era evidente o que faríamos ali, então o pessoal que vinha atrás dispersou.
Lá dentro, mais beijos. Levantei sua mini saia e apertei com força sua bunda. Ela abriu o zíper e pos meu pau pra fora, que rocava em sua barriga.
- Você vai me comer, mas não pode gozar dentro ta? Não quero andar por aí com a calcinha melada. Na hora, me avisa que eu tomo sua porra.
Nem questionei, ela virou de costas, eu abaixei sua calcinha e enfiei a pica nela.
A visão daquela linda raba empinada e levando pica era indescritível, minha tia é uma mulher deliciosa, de fato. E uma puta, Naquele momento sequer disfarçava os gemidos.
Apoiada na pia, ela olhava nos meus olhos pelo espelho, um olhar quente e safado, de quem sabia o que estava fazendo, e adorava.
Meti sem dó até ela gozar. E gozar gemendo alto e com vontade, mostrando pro mundo que estava se deliciando de prazer. Não durei muito mais que isso. Avisei e ela se virou e agachou na minha frente.
Mais uma vez, estávamos num banheiro, minha tia com meu pau na boca, engolindo gota a gota da minha porra.
Recuperados, nós nos arrumamos e saímos sorrindo de maos dadas.
Era incrível pra mim como aquilo mudava as coisas. Ao sair do banheiro, diversas mulheres me olhavam interessadas, meio que dando mole mesmo, enquanto minha própria tia se agarrava em mim e esfregava para marcar território.
Na minha mente, o pensamento sobre o que mais viria aquela noite. No meu bolso, sua calcinha, que ela, propositalmente, tinha se recusado a colocar outra vez.
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