#Corno #Incesto #Teen #Voyeur

Mãe grávida 4

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Maquik

No sábado, como de costume, o Fábio saiu pra encontrar os amigos no bar. Eu fiquei preparando o almoço e o Felipe também tinha saído de manhã. Mesmo fazendo as coisas de casa, não parava de pensar em como continuar as provocações. Eu já tinha jogado o certo e o errado pra escanteio. Naquele momento só queria saciar o desejo. Estava no sexto mês e, além de pensar no que fazer, ainda tinha a conversa da noite anterior com o Fábio. Aquilo me animava, mas eu precisava ter cuidado.

Tive uma ideia: sabendo que ele voltaria bêbado e provavelmente bem safado, eu ia tentar tirar vantagem disso. Mas em relação ao Felipe não vinha nada na cabeça. Não queria repetir o que já tinha feito, porque só provocava e não via a reação completa. Eu precisava ter certeza de que estava sendo desejada de verdade. Era isso que me motivava.

O tempo passou. O Felipe chegou e foi direto pro quarto. O Fábio mandou mensagem dizendo que não vinha almoçar. Aquilo me chateou no começo — eu estava contando com a volta dele pra tentar algo —, mas depois pensei melhor e achei até bom. Assim eu teria mais tempo pra planejar. Almocei com o Felipe. Ele agia normalmente e eu também, por mais que a vontade de provocá-lo ali, só nós dois, fosse grande. Me contive.

À tarde eu estava na área de serviço colocando roupa pra lavar quando vi a luz do banheiro acender. O banheiro tem uma janelinha que dá pra área. Logo em seguida ouvi o chuveiro. Sabia que era o Felipe. A curiosidade bateu forte. Fazia tempo que eu não via ele pelado. Peguei a cadeira, encostei na parede e, com a barriga atrapalhando, subi com cuidado, rezando pra não cair. Consegui.

Olhei. Vi a cabeça dele… e depois a rola mole. A pele não cobria a cabecinha. Aí veio a melhor parte: pra minha surpresa, ele pegou o barbeador e começou a se depilar. Enquanto mexia no pau de um lado pro outro, ele foi ficando meio duro. Era impressionante a grossura daquilo. A vontade de me tocar era enorme, mas fiquei com medo de soltar a borda da janela e cair. Fiquei só olhando ele ensaboar a rola, puxando a pele toda pra baixo e fazendo movimentos de baixo pra cima. Depois tirou o sabão e fechou o chuveiro. Vi que não ia ter mais nada. Desci e voltei pro quarto. Ele já estava no dele.

Sentei na cama e logo senti que estava melada. Só de ver ele tomando banho, sem nem me tocar, eu já tinha ficado daquele jeito. Fui tomar banho pra me acalmar e esperar o Fábio.

No final da tarde ele chegou. O cheiro de álcool era forte. Foi direto pro banho. Eu estava na cozinha fazendo algo pra gente comer, de vestido leve. O Felipe estava na sala. O Fábio chegou por trás, me abraçou e logo senti o volume. Nada que impressionasse, mas a mão dele alisou minha barriga e perguntou como estava o bebê. Disse que bem. Aí a mão subiu e segurou meu peito.

— E a minha safada?

— Bem também…

O safado abaixou a alça do vestido, deixando o peito pra fora. Eu falei baixinho:

— Para, amor… o Felipe tá na sala.

Ele sorriu, apertou o mamilo e saiu sem levantar a alça. Olhei de canto, ajeitei o vestido e continuei. Quando fui levar as coisas pra mesa, os dois estavam no sofá. Pedi ajuda e só o Felipe veio. Quando tudo já estava servido, o Fábio apareceu. No momento em que o Felipe ia sentar, ele mandou:

— Vai lavar a mão, moleque.

O Felipe torceu o nariz, mas foi. Eu ri. Aí o Fábio olhou pra mim e falou:

— Podia ter deixado o vestido como tava na cozinha…

Olhei pra ele e ri:

— Safado. Controla esse fogo.

Ele riu. O Felipe voltou e se sentou. Enquanto comíamos, fiquei pensando que aquele fogo do Fábio era a oportunidade que eu precisava. Decidi fazer o que ele tinha pedido… mas do meu jeito.

Quando os dois estavam comendo e olhando o celular, baixei devagar a alça do vestido. Por baixo da mesa cutuquei o Fábio. Ele olhou, viu o peito quase à mostra e deu aquele sorrisinho maroto. Eu também. Procurei não olhar pro Felipe pra ele não ficar sem graça… mas com certeza ele já estava olhando, e com uma visão bem melhor que a do Fábio, que estava na minha frente.

Depois do jantar fomos pra sala. Tentei fazer parecido com a última vez. Achei que, com o Fábio safadinho, poderia ser bom. Mas a bebida venceu o fogo. Vinte minutos depois ele simplesmente apagou. Fiquei frustrada. Quase fui pro quarto dormir… até que vi o Felipe se deitar no sofá.

Da maneira que ele deitou, eu só via da cintura dele pra baixo. Ele, por sua vez, só tinha visão da minha bunda — que naquele momento ainda estava coberta pelo vestido. Fiquei pensando: será que ele já estava esperando o momento de ver de novo? O problema era que o vestido era comprido. Se eu fosse trocar, ficaria evidente demais. Mas se eu conseguisse puxar pra cima… eu estava sem calcinha.

Cada segundo que passava eu ficava sem saber o que fazer. Foi então que vi o Felipe ajeitar o pau por cima do short. Decidi.

Me ajeitei no sofá e puxei o vestido um pouco pra cima, fingindo alisar a barriga. Ele ajeitou o pau de novo. Eu puxei mais um pouco. Com certeza ele já estava vendo a polpa da minha bunda e parte da buceta. Fiquei imóvel. Ele colocou a mão por cima do short e começou a apertar o pau devagar. Comecei a achar que ele pensava que eu estava dormindo, igual o Fábio. Meus mamilos já estavam duros, marcando o tecido.

Puxei o vestido mais um pouco e ajeitei o quadril, deixando a bunda ainda mais à mostra. Continuei imóvel, só olhando ele apertar o pau por cima da roupa. Aí ele enfiou a mão por dentro do short. Safado. Estava me desejando de verdade. Não demorou e ele tirou o pau pra fora. Estava duro, grosso, latejando. Ele realmente achava que eu dormia. Meus pensamentos foram longe. Ver ele se masturbando por minha causa… parecia que o tempo tinha parado.

Foi enquanto eu olhava que senti algo tocar a parte de trás da minha coxa e subir. Um frio forte na barriga. Era a mão do Felipe. Eu jamais pensei que ele teria essa coragem. Nunca tinha imaginado de verdade levar as provocações a esse nível. Os dedos dele chegavam cada vez mais perto da buceta. Eu não sabia se deixava continuar. Ia ser uma experiência completamente nova entre mim e meu filho… e ainda por cima com o Fábio dormindo bem ali do lado.

Olhei pro pau dele: ele continuava se masturbando, agora com mais intensidade. Então ele me tocou de verdade. Não consegui segurar e respirei fundo. Ele parou por um segundo… e logo em seguida continuou. O dedo deslizou pelo meu clitóris e subiu até perto do cu. Aquela brincadeira estava me deixando doida e encharcada. Estava gostoso pra caralho… mas eu não podia deixar continuar. O Fábio podia acordar e ver o enteado ali de pau duro.

Mesmo contra a vontade, sussurrei:

— Fábio…

Na hora o Felipe parou, enfiou o pau de volta no short e fingiu naturalidade. Eu me ajeitei, puxei o vestido pra baixo e me sentei, fingindo que estava acordando. Chamei o Fábio de novo e olhei pro Felipe: ele já estava com os braços atrás da cabeça, fingindo olhar a TV. Mas o volume no short era nítido.

Levantei e fui pro quarto. O Fábio veio em seguida. Não demorou e o ronco dele começou. Fiquei deitada pensando no que tinha acontecido… e se eu ia continuar. Porque, por mais que eu tivesse imaginado no íntimo, nunca pensei que chegaria naquilo de verdade.

Acabei adormecendo…

Mas o que tinha acontecido na sala ainda não tinha acabado...

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Comentários (1)

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  • Vidanacabana-: Eita que lerda hein, já era pra tá levando vara do Felipe

    Responder↴ • uid:1cotwzr3nm2u