Minha mãe ta quase de quatro
Comer uma mulher grávida e com o tesão à flor da pele é uma coisa, mas seduzir sua mãe e deixa-la doidinha pra te dar é muito mais gostoso
Se tornar o amante da própria mãe é a fantasia inconsciente de qualquer garoto. No meu caso, além de uma fantasia, digamos que isso parecia quase uma realidade, ao acordar do lado dela, na sua cama, depois de dormir com ela. Aquela manhã, depois de tudo o que rolou na noite passada, eu ainda não sabia o que me aguardava, mas dali em diante, nada seria o mesmo entre nós.
Era uma sensação gostosa acordar naquele aconchego quentinho da sua cama. Ainda que não tivesse rolado nada entre a gente, eu me sentia diferente, mais à vontade. A única coisa que ainda era a mesma, e que na cama da minha mãe foi ineviável aquela manhã, foi acordar com uma enorme ereção. E só agora eu lembrava do sonho incrível que eu tive com ela.
"Bom dia, dorminhoco!", ela me sorria, vendo que eu tinha acabado de acordar. "Pelo jeito foi um sonho bom!", seus olhos se desviaram por um instante pro meu pau duro sob o relevo do lençol.
"Desculpa, mãe, isso sempre acontece de manhã!", eu disse, meio embaraçado.
"Isso se chama ereção matinal, seu bobo!", ela brincou, bancando a doutora. "E pelo visto, foi um sonho daqueles... Não quer me contar?"
"Eu... não lembro direito..."
Então, sem se importar, ela puxou o lençol. Nossa, em outros tempos eu seguraria o lençol com todas as forças, pra não deixar ela me ver de pau duro. Mas dessa vez eu deixei, e ela nem parecia assim tão surpresa quando puxou o lençol e viu o meu pau apontando pra cima, na cueca boxer.
Ela não só pegou nele de novo, como só de provocação perguntou se por acaso eu não tava com dor de novo.
"Se eu disser que sim, você faz de novo?", eu entrava no jogo dela.
"Não pode mentir pra sua mãe, menino. Além disso, eu sou uma médica, eu sei quando um paciente tá mentindo!"
"Não tá vendo que eu não tô mentindo?", e ela puxou de novo o lençol pra ver o meu pau duro.
"É, parece que não tá mesmo mentindo...", e agora começava a bater uma punheta pra mim, me deixando quase sem fôlego.
"Tá gostando?", e eu só conseguia balançar a cabeça.
Mas, como da primeira vez, ela não se contentou em apenas fazer aquilo por baixo do lençol. Com um movimento só, ela puxou o lençol, deixando meu corpo quase nu exposto e olhando pro meu pau duro com uma cara de safada.
"Então, não vai me contar o que sonhou pra te fazer acordar assim?", ela insistia.
"O que eu ganho se eu contar?", eu provocava.
"Uma surpresa... mas se não contar não ganha".
"Deixa eu pensar um pouco..."
"Mas, eu também posso te fazer contar!", ela se levantou.
"Ah é? Vai me torturar?", eu passava a mão pela sua coxa, enquanto ela subia em cima de mim.
"Mais ou menos...", ela estava agora sentada sob a minha ereção... e eu não podia nem acreditar.
Então, minha mãe fez a coisa mais doida que nunca poderia ter imaginado. Ela começou a se esfregar no meu pau, sentada no meu colo. Eu nem acreditava naquilo, minha mãe só de calcinha e camisola por cima meio que cavalgando em cima de mim e, naquele movimento, meio que batendo uma pra mim; era demais!
É claro que aquilo não passava de uma brincadeira entre mãe e filho... mas uma brincadeira bem picante. E ainda que eu tivesse de cueca e ela, de calcinha sob a camisola, bastava sentir o calor da sua buceta, ali tão perto do meu pau, pra me deixar meio ofegante.
Eu sei que aquilo era apenas um jogo, como na noite passada, quando ela foi no meu quarto e bateu uma pra mim. Mas desde que começamos a brincar de seduzir um ao outro, acho que agora as coisas tavam naquele ponto em que não dava mais pra voltar atrás.
No movimento que fazia, cavalgando sobre mim, o mais incrível eram os peitos dela com os bicos durinhos sob a camisola, balançando pra cima e pra baixo. E por um instante, com aquela visão maravilhosa diante de mim, eu não resisti à tentação e estiquei a mão, num gesto de querer tocá-los.
"Nada disso, vai ter que aguentar!", ela segurou minha mão, depois a outra, me mantendo sob o seu controle.
Não sei se era o que ela tava querendo ou se não esperava que fosse acontecer aquilo, mas não demorou muito. Quando ela baixou os olhos pro meu pau duro sob o relevo da cueca, enquanto cavalgava, não deu outra: o meu gozo explodiu de repente e foi maravilhoso...
Na hora, com o susto, ela fez uma cara de surpresa, mas mesmo assim não saiu de cima de mim. Eu não pude fazer nada, a não ser continuar gozando, encharcando a cueca, e também a calcinha dela. Claro que eu adoraria ter gozado nos peitos dela, vendo como tavam durinhos os seus mamilos, mas foi incrível. E, pelo visto, o resultado foi o mesmo tanto pra mim quanto pra ela.
"Olha só, menino, o que você fez!", e eu não tinha nem onde enfiar a cara, vermelhinho.
"Desculpa, mãe, não deu pra segurar...", eu só conseguia olhar pros peitos dela, ainda excitado.
"Agora acho que preciso de um banho!", e se levantou.
Mesmo com meu pau já meio mole, eu tava doidinho de tesão, olhando a silhueta do corpo dela sob a camisola... especialmente do seu bundão apontando pra mim, enquanto ia em direção à porta.
Mas, o mais louco daquela provocação toda, antes de sair do quarto ela deu uma viradinha pra trás, como se pra ver a minha reação. E, como na noite passada, eu entendi aquilo como um convite e na mesma hora me levantei da cama.
"Posso ir com você?", eu disse, vendo ela deixar a porta do banheiro aberta.
Eu sei que espiar sua mãe no banho seria impensado, mesmo com todo o meu desejo por ela. Mas, tomar banho junto com ela era bem diferente... Isso eu já não fazia desde que era bem pequeno, e ela me dava banho. Mas, quando abri a porta do banheiro, foi como voltar a ser aquele garotinho de novo.
Ela estava lá, esperando por mim, ao mesmo tempo em que tirava a camisola, pronta pra entrar debaixo do chuveiro.
Nossa, minha mãe tava só de calcinha bem na minha frente! E, por um instante, a visão dos peitos dela, com os bicos durinhos apontando pra mim, me deixaram sem reação, com o desejo apenas de cair de boca neles.
"Vai ficar aí só olhando ou vai entrar de uma vez?", e ela finalmente baixou a calcinha, sem se importar comigo ali diante dela.
E assim, nuazinha em pêlo, ela entrou debaixo da água morna e deixou a porta do box aberta pra mim. Na mesma hora eu baixei minha cueca, e dessa vez nem me importava de já tá de novo de pau duro na frente dela.
Ela me olhava enquanto passava o sabonete pelo corpo, jogando o cabelo pra trás num gesto sensual. Então, se virando de costas pra mim, com aquele bundão apontando pro meu pau, ela se vira, me olha por sobre os ombros, e me entrega o sabonete, o que me deixa ainda mais de pau duro, tanto que chegava me doer as bolas, roçando nela por trás.
"Esse pau não vai mais parar de ficar duro não, menino?", ela brincava, percebendo como aquilo tava mexendo comigo.
"Desculpa, mãe. Não dá pra evitar", eu ficava meio embaraçado, sem conseguir me concentrar direito no sabonete, apenas no corpo dela, enquanto ensaboava suas costas.
"Não vai ficar tímido agora, né? Pode ensaboar tudo", e com tudo, ela quis dizer o seu rabão, é claro.
Eu deslizava o sabonete por uma, depois a outra metade da sua bunda gostosa. Mas, só de provocação, do mesmo jeito que ela tava fazendo comigo, eu fui deslizando o sabonete pelos lados do seu corpo, até alcançar os seus peitos. E, pra minha surpresa, ela não só deixou, mas tava com os mamilos durinhos, como se tivesse tão excitada quanto eu.
Aquilo era o mais atrevido que eu já tinha feito com a minha mãe, tocar os peitos dela daquele jeito, sem vergonha nenhuma. Fingindo que ensaboava um deles e com a mão no outro, eu podia sentir a sua respiração ficar mais ofegante, não menos que a minha, enquanto roçava meu pau duro na bunda dela por trás.
O seu cabelo molhado tinha um cheiro delicioso, e eu chegava bem perto, quase colando meu corpo no dela, no movimento que ela fazia, quase de propósito, de esfregar a sua bunda no meu pau.
Mais do que uma fantasia, estarmos ali, os dois completamente nus debaixo do chuveiro, era um sonho realizado. Não sabia o que ia acontecer, mas me contentaria tão-somente em ficar ali deslizando o sabonete pelo seu corpo.
Ela então se virou pra mim, vez por outra olhando o meu pau duro. É claro que uma coisa leva a outra, e aquilo acabou me atiçando a curiosidade por algo que tava bem ali na minha frente, e de repente eu não conseguia tirar os olhos deles. Até que, num reflexo impensado, enquanto a água escorria pelo seu corpo, eu estendi a mão e toquei no seu peito.
Apesar da idade, e com aquele corpo de mulherão, minha mãe tinha aqueles seios fartos, que enganavam quem dizia que não eram naturais. Nesse instante, o sabonete foi deixado de lado, e com toda a impudência de qualquer garoto, eu me entregava à exploração mais natural... e igualmente proibida, entre mãe e filho.
Mas, depois de tudo o que já tínhamos feito, ela parecia já não ter forças pra resistir a qualquer noção de pudor que lhe restasse. Eu parecia hipnotizado, com seus peitos diante dos olhos, com o biquinho durinho, me fazendo sentir como um menino diante de uma vitrine de doces.
Tocá-la e acariciar os seus peitos era algo impensado pra mim, mas naquele momento eu não tava nem aí pro fato de ser minha mãe, e brincava feito criança com o dedo no seu mamilo. Ao mesmo tempo em que tentava se conter, ela fechava os olhos e se deixava tocar, naquela nossa intimidade inesperada.
Por minha vez, eu já não resistia mais ao tesão que me deixava de novo de pau duro. E quando eu vi, já tava com a cabeça inclinada, chupando o seu peito. Num misto de tesão e medo, ela se entregava aos poucos, surpresa de que o filho pudesse ter aquela ousadia sem tamanho. E com toda impunidade, enquanto mamava no seu peito feito um menino, eu deslizava a mão pelo seu corpo. Até que ela abriu os olhos e se deu conta de que eu tinha chegado entre as suas pernas, e aquilo a sobressaltou, mas ela ainda ficou ali meio ofegante.
Minha mão finalmente chegou aonde devia, me fazendo tremer enquanto tocava a sua buceta molhada. Podia sentir o montinho com os pêlos em volta, enquanto o seu grelo se abria, todo encharcado. Eu continuava aquela inspeção de onde uma mulher só se deixa tocar por um homem, fazendo ela gemer baixinho. E no mesmo lugar que a tocava, enquanto ela fazia o mesmo, segurando o meu pau, o seu olhar de novo esbarrou no meu, numa cumplicidade que dividíamos, fazenbo algo tão pervertido.
"Acho que a gente devia...", ela tentou dizer.
Mas antes que ela pudesse terminar, o meu dedo passou pela fenda carnudada do seu grelo e eu tava agora fodendo a sua buceta, assim como ela me masturbava. Era a primeira vez que eu sentia uma coisa tão forte e que parecia me dominar, sem que pudesse resistir. E ela, por sua vez, parecia querer prolongar um pouco mais, sentindo o meu dedo chegar mais fundo nas suas entranhas.
Eu tomei coragem e enfiei um segundo dedo, fazendo a sua buceta se abrir toda. Nossa, acho que se metesse um terceiro dedo, ainda teria espaço de sobra. Não sabia que minha mãe tinha toda aquela dilatação vaginal, mesmo sem transar há tanto tempo. Com o corpo quase colado no meu, ela se apoiava no meu ombro, se permitindo ser fodida, enquanto eu apertava o seu peito com uma das mãos.
Não fosse pela idade, ou pela inexperiência, eu teria comido ela ali mesmo debaixo do chuveiro, e é claro que ela teria deixado, suspirando e gemendo baixinho enquanto eu tinha dois dedos metidos na sua buceta. Mas ela já estava meio sem fôlego, e aquele fogo que lhe queimava entre as pernas começava a me assustar.
Até que trouxe de volta das suas entranhas os meus dedos, melados do visco que lhe escorria. Eu olhava o brilho daquilo entre os dedos, e a vontade me consumia, de meter meu pau de uma vez.
"Agora vamos ver o quanto você aguenta sem gozar", ela continuava a me masturbar.
"Tá querendo me fazer gozar, é isso, dona Carmen?"
"Não é o que os garotos fazem... depois de uma punhetinha?", ela sorriu bem sacana.
Então, segurando o meu pau, ela aumentou a fricção no meu pau, num movimento de vai e vem. Mas dessa vez não foi o bastante tanto esforço da parte dela; eu tinha acabado de gozar e já não tinha mais nada pra soltar, por mais que ela me masturbasse. Uma pena; queria muito gozar nos peitos dela.
"Acho que a gente podia continuar na sua..."
"Na minha cama? Tá me chamando pra cama, menino?", ela me zoava.
"Quero dizer, a gente podia...", e dali eu já pensei que tinha perdido a chance.
"Já que não vai gozar, podia me ajudar numa coisinha...", ela soltou o meu pau. "Vem comigo, vem!", e fechou o chuveiro, saindo e se enxugando; depois me entregou a toalha.
Por um instante lembrei da nossa conversa na noite passada, sobre ela ficar à vontade se desse vontade. Bem, não sei se as coisas podiam estar assim tão quentes entre nós, mas acho que estava prestes a descobrir.
Continua...
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Comentários (1)
Anônimo: Come ela
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