Jogo perigoso - Parte 27
Diferente das coisas que eu acostumava ver na TV, a corrida ao aeroporto não teve um final feliz, não teve beijo, não teve um casal se declarando, a gente entrou no carro com um aperto na alma, e quando saímos do aeroporto a ficha caiu de que Paula estava voando, já não atendia nossas ligações, e não havia mais como voltar atrás.
No carro, eu olhava pro Gui, ele estava com os olhos cheios de lágrimas, mas não deixava nenhuma cair.
Eu: Gui...
Gui: Agora não, Lucas.
Eu: Eu sei que você tá mal, mas a Vivi e eu nunca vamos te deixar
Gui: Muito consolador ouvir isso
Vivi: Gui...
Gui: Vivi, por favor, eu não to bem
Vivi: Eu vou respeitar o seu momento, mas mais tarde a gente vai conversar
Gui: Conversar sobre o que?
Vivi: Só dirige, não precisa falar comigo agora não!
Gui levantou a sobrancelha bravo, mas não falou mais nada.
Chegamos em casa, ele foi pra casa dele, Vivi e eu pra nossa.
Vivi se jogou na cama abraçando o travesseiro e chorando.
- O que foi amor?
- O Gui é um idiota!
- Por que?
- Eu fiquei emocionada com a carta da Paula, eu incentivei ele a ir atrás dela, mas deu errado, e como ele reagiu? Como se a Paula fosse a mulher mais importante da vida dele
- Vivi... o Gui não vai te abandonar, ele só tá mal porque a Nathy acabou de deixar ele, a Paula acabou de ir embora, para pra se por no lugar dele... tudo pra ele dá errado
- É, talvez eu esteja sendo injusta
Ouvimos o portão da garagem abrir, era Gui saindo.
- O Gui acabou de sair
- Tomara que ele não vá beber de novo
- Acho que não, a essa hora não
As horas se passavam e nada do Gui chegar, mandamos mensagem, ligamos, e nada... Vivi preparou almoço para nós três e não sabíamos se devíamos o esperar, então nos sentamos para comer, quando terminamos, Gui bateu na porta, eu abri...
Eu: Onde você tava?
Gui: Na zona
Eu: É sério, onde você tava?
Gui: Fui comprar umas coisas, e colocar a vida em ordem
Eu: Como assim?
Gui: Vai com a Vivi lá em casa, a gente precisa conversar
Eu: Tá, vou chamar ela
Gui virou as costas e foi pra sua casa, Vivi e eu fomos logo em seguida, ao entrarmos, notamos alguns presentes em cima da mesa, Gui veio com um buquê de rosas grandes e entregou para Vivi, ela ficou sem graça, com os olhos marejados e ele disse:
- Me desculpa... eu fiquei pensativo com a carta da Paula e decidi ir atrás dela no impulso, mas nunca daria certo, eu gosto dela, não vou mentir, é um gostar de primeira namorada, aquele sentimento bobo de que talvez as coisas pudessem ser diferentes, mas... existe o amor da nossa vida, e existe o amor para nossa vida, você é o amor para minha vida. Eu te amo, Vivi, e nunca mais eu vou colocar outra mulher entre nós dois.
Vivi o beijou, eu abaixei a cabeça e reclamei:
- Agora eu perdi minha esposa de vez
Gui me pegou pela cintura me puxando para junto deles e me beijou em seguida.
Gui: Tudo bem por você se a sua esposa for nossa esposa?
Eu: Não fala assim que eu fico duro
Gui: To falando sério... eu quero fazer algo novo
Vivi: Novo que você diz é só nós três?
Gui: Não... não só nós três
Vivi: Mas você acabou de dizer que não ia colocar outra pessoa entre a gente
Gui: Nós quatro, nossa família, você, o Lucas, eu e nosso filho
Vivi passou a mão na barriga emocionada, Gui e eu colocamos as mãos juntos e Vivi sussurrou:
- Nosso filho.
Nos sentamos no sofá e Gui perguntou:
- Vocês querem morar aqui?
Vivi: Não sei se seria bom uma criança me vendo dormir com dois homens
Gui: Eu posso dormir sozinho, tem dois quartos
Eu: Mas e a nossa casa?
Gui: Vocês alugam, sei lá
Vivi: Eu não sei... mas eu adoraria cuidar de você definitivamente, fazer sua comida, passar suas roupas, confesso que tenho um desejo estranho de lavar suas cuecas
Gui: A escolha é com vocês
Vivi: A gente vai pensar com calma, e depois a gente decide, tá?
Gui: Tudo bem
Eu: E esses presentes, é pra gente?
Gui: Claro
Vivi e eu fomos abrir, eram duas caixas, uma média e uma pequena, começamos pela maior, ao abrirmos ficamos felizes, era um conjuntinho pro bebê, uma manta e uma naninha.
Vivi: Os primeiros presentinhos do bebê, não precisava Gui... que coisa mais linda!
Gui: Abre a caixinha
Vivi abriu a caixa e abriu a boca junto arregalando os olhos:
- Não acredito! Não acredito!
Eu: O que?
Vivi: Guiii, eu te amo! Eu te amoooo!
Eu: O que foooi?
Vivi me mostrou 3 passagens aéreas compradas para viajarmos para Pernambuco, mais precisamente para Fernando de Noronha, o que sempre foi o sonho de Vivi.
Eu sorri, mas por dentro de mim o vazio me consumiu, não era a mesma coisa que dividir a Vivi, agora a Vivi também pertencia ao Gui.
Fiquei olhando os dois, tentando disfarçar o que estava sentindo. Era uma felicidade genuína ver a Vivi sorrindo daquele jeito, fazia tempo que eu não via aqueles olhos brilharem tanto. Mas, ao mesmo tempo, havia alguma coisa dentro de mim que estava mudando, e eu não sabia se tinha coragem de admitir.
Vivi: Meu Deus, eu vou conhecer Fernando de Noronha!
Gui: Vai, meu amor.
Vivi se jogou nos braços dele, enchendo seu rosto de beijos, e Gui a segurou pela cintura, rindo daquela felicidade toda.
Eu gostava daquela versão do Gui. O cara que entrava em qualquer lugar parecendo ser dono do mundo, que resolvia tudo sem demonstrar medo, que não precisava levantar a voz para ser ouvido. Sempre admirei isso nele. Talvez fosse por isso que, tantas vezes, eu me sentisse tão pequeno perto da sua presença.
Mas naquele momento eu não queria pensar nisso. A Vivi estava feliz, o Gui estava feliz, e eu tinha todos os motivos do mundo para estar feliz também.
Eu: E quando a gente vai?
Gui: Semana que vem
Vivi: Nossa, eu mal posso esperar, você já foi pra lá?
Gui: Já, já fui sim
Vivi: E é bonito mesmo?
Gui: Não é uma das minhas cidades favoritas de Pernambuco
Vivi: Ouvi falar muito bem de São Miguel dos Milagres
Gui: São Miguel do Gostoso é muito melhor
Vivi: O único gostoso que me importa é você
Gui e ela ficaram conversando sobre restaurantes, praias, e eu fiquei no sofá vagando em meu ciúmes, quando Gui me disse:
- E o que você acha, Lucas?
Eu: Do que?
Gui: Você não ouviu nada do que falamos?
Eu: Eu tava distraído, foi mal
Vivi: Você tá com ciúmes de mim com o Gui?
Eu: Por que eu teria ciúmes? Vocês já transaram várias vezes
Vivi: Hum... tá tudo bem por você então?
Eu: Tá
Gui: Você sabe que eu também te amo, né?
Eu: Sei, sei sim
Gui: Vamos ali no mercado comigo?
Eu: Fazer o que?
Gui: Me deu vontade de tomar uma Coca
Vivi: Mas tem suco feito
Gui: Eu quero uma Coca
Eu: Vamos...
Gui e eu saímos, e enquanto ele pegava a Coca me disse:
- Eu to fazendo alguma coisa errada?
- Não, por que?
- Você tá com a maior cara de cu pra mim, é por causa da Vivi?
- Gui... eu to com um ciúmes estranho, quando tinha a Nathy pra trocar, era uma coisa, mas dividir a Vivi integralmente, é diferente
- Beleza, entendi
- Não fico puto comigo, vai passar
- Eu achei que aquela conversa dela ser minha mulher era algo sério
- Mas é, a Vivi é nossa... o problema pra mim não é o sexo
- Qual é o problema?
- Promete que não vai me xingar e tentar me tratar como se não fosse babaquice minha?
- Prometo
- Você tem mais dinheiro que eu, é mais alto, mais forte e mais... mais... mais roludo, a Vivi te vê como um puta homão do caralho, enquanto eu sou o maridinho fofinho, o tal companheiro pra todas as horas...
- Entendi, seu problema é comparação
- Não... porra, é que... não tem como competir com você
- Então não compete, seja o homem da casa comigo, nada mudou entre a gente
- Não tem como, não existem dois líderes numa alcateia
- Entendi... vou respeitar sua opinião
- Sério?
- Sim, você pediu pra não te tratar como um babaca
- Trouxa!
- Olha quem tá ali
Virei o rosto e vi a Nathy passeando com o carrinho, toda feliz, ela não nos viu.
Eu: Você acha que ela tá feliz?
Gui: Acho, acho que sim
Eu: Foda, viveu anos com você e agora já tá adaptada ao Diego
Gui: Não posso reclamar, ela fez a mesma coisa comigo quando terminou com o Vini, talvez ela sempre foi assim e eu que nunca percebi, só fico puto dela estar apoiando o Diego ficar com uma garota de 14 anos
Eu: É... isso é a parte mais sombria de tudo isso
Diego: Estão com inveja?
Nos viramos, e Diego estava bem atrás de nós.
Diego: Deve ser frustrante ter perdido a Nathy pra mim, e ter perdido a Paula, pelo menos te sobrou esse viadinho
Gui abaixou a cabeça rindo, eu não entendi na hora, eu estava puto com o Diego.
Diego: Tá rindo do que?
Gui: Você é um babaca, tá achando que tá competindo comigo pela Nathy estar com você? Deve ser muito amor próprio achar que eu estou competindo com você
Diego: Você tinha a Paula, e ela foi minha, agora a Nathy preferiu a mim também, deve ser triste perder pra mim sempre
Gui: Triste deve ser você só ficar com minhas sobras
Nathy se aproximou percebendo o clima pesado.
Nathy: Tá tudo bem?
Diego a abraçou nos olhando e disse:
- Sim, amor. Estava falando pros rapazes sobre o jogo da semana que vem
Nathy: Gui... você tá bem?
Gui: Sim, to bem
Nathy: Tem se alimentado?
Gui: Sim
Nathy: Se precisar conversar, eu...
Gui: Se eu precisar conversar, você é a última pessoa que eu procuraria
Gui e eu viramos as costas e saímos, pagamos a coca e fomos embora do mercado, durante o caminho eu brigava com ele.
- Você deveria ter socado a cara do Diego
- No meio do mercado?
- Foda-se, esse cara tá muito folgado
- Na hora certa, a vingança vai vir, na hora certa.
Entramos em casa, e Vivi já nos esperava com tudo pronto, almoçamos e ficamos o dia todo juntos.
Alguns dias depois, fomos ao estádio, eu questionei 50 vezes se o Gui realmente queria continuar jogando no mesmo time do Diego depois de tudo que aconteceu, mas ele estava decidido. Chegamos, e Diego ainda nos tratava como um babaca, fizemos nossa parte, jogamos, vencemos, e o momento mais delicado foi o chuveiro.
Eu tentei, juro que tentei de tudo pra não ficar olhando pro Diego pelado, mas o filho da puta é gostoso, então eu dava umas olhadas disfarçadamente, até que o treinador entrou na área do banho e disse:
- Gui, preciso falar com você.
Guilherme fechou o chuveiro rapidamente e saiu, nesse momento, Diego passou a mão na pica de um jeito delicioso, bateu na mão e sussurrou pra mim:
- E você?
- Eu? O que tem eu?
- Não quer largar o Gui pra me dar seu cuzinho também não?
- Vai se foder, Diego!
- A Nathy já se rendeu, só falta você!
- Você devia ter mais respeito
- Eu to reparando suas olhadas pra minha rola, você pode não gostar de mim, mas que você tá com vontade, você tá
- Para com isso, me respeita!
- Bora trocar casal? To louco pra foder a Vivi, aí você mata a saudade da Nathy
- Não fala da Vivi
- Imagina essa minha pirocona entrando no cuzinho dela, ela é magrinha, vai machucar
- To mandando parar de falar da minha mulher
- Sua rola tá ficando dura, você tá só se fingindo de bravinho... vai Lucas, se rende, o Gui não vai saber
- Vai tomar no seu cu!
Fechei o chuveiro de qualquer jeito, sem nem mesmo ter me ensaboado, e me arrumei, quando saí, não encontrei o Gui nem o treinador, peguei meu celular e mandei mensagem pra ele: "To te esperando no carro"
Fui até o estacionamento e o Gui não estava lá, comecei a ficar preocupado e liguei, ele recusou a ligação e me retornou com um: "Já vou"
Gui demorou, e nessa demora Diego apareceu primeiro.
- Cadê seu macho?
- Me deixa em paz, Diego
- É perigoso pra uma garotinha ficar aqui nesse vento, nunca ouviu falar que tomar banho e sair no frio faz mal?
- Diego, eu não quero nada com você, tá me dando nojo falar com você
- Então por quê você tava ficando duro?
- Porque... porque... porque você é gostoso, não vou mentir, mas você não vale porra nenhuma
- Isso que é excitante, né? Não ser todo certinho
- Não... o caráter também me excita
- Vem cá, aproveita que o Gui não chegou, vem me mamar um pouquinho
- Diego, pela última vez, sai fora!
Nesse momento, Gui apareceu caminhando de longe, ao vermos, eu fiquei aliviado, Diego o olhou e sussurrou:
- Você ainda vai ser minha putinha!
- Nunca!
Diego entrou em seu carro e saiu.
Gui chegou, me olhou no fundo dos olhos e disse seco:
- O que tava acontecendo aqui?
- O Diego tava dando em cima de mim
- E você caiu?
- Não... ele insistiu muito, tava me irritando
- Da próxima vez, você dá um soco na cara dele
- Já viu o tamanho do cara? Eu não vou puxar briga
- Lucas, você tem que acordar pra vida, o Diego é capaz de te abusar se você não reagir, e nem sempre eu vou estar por perto pra te defender
Entramos no carro, e conforme íamos pra casa eu perguntei:
- O que o treinador queria? Vai me dizer que já estão te querendo no profissional de novo?!
- Não... não querem não
- Então o que era?
- Ele me dispensou do time
- Puta que pariu! Por causa do Diego, aposto! Eu também não vou vir mais
- Não tem nada haver com o Diego
- Então por que ele fez isso?
- Ele me chamou de "jogador problemático", disse que percebeu um clima ruim entre o Diego e eu, e sabe de tudo que aconteceu publicamente em minha vida, e já está me cortando agora, antes que Diego ou eu apareça morto, ou que traga problemas pro time todo
- Que babaca
- É uma porra ficar sendo julgado por tudo que aconteceu
- O que é aquilo?
- Onde?
- Ali, ali, ali! Para aí.
Gui encostou o carro discretamente, apagou os faróis e vimos que Diego havia batido o carro, e o outro motorista e ele discutiam.
- A gente vai lá ajudar, Gui?
- Eu não, não me meto em briga de ninguém
- Mas o cara tá bravo com o Diego
- O cara pode estar armado e eu me lascar por um problema que não é meu, o Diego tem seguro provavelmente, ele sabe resolver, vamos embora
Passamos por ele sem nem sequer olhar, já em casa, Vivi fez a janta e nos esperava, jantamos, conversamos, e quando íamos embora, Gui reclamou:
- Por que vocês não ficam aqui comigo?
Vivi: É que... eu me acostumei a ficar na minha casa, tem minhas coisinhas, do meu jeito, aqui ainda tem a cara da Nathy
Gui: A gente muda aqui...
Eu: Gui... a gente... a gente quer continuar assim, com casa separada
Gui: Tudo bem
Vivi: Não fica chateado com a gente
Gui: Não vou ficar, mas essa madrugada eu queria muito você
Vivi: Sendo assim, podemos ficar hoje
Eu: Tem algum fetiche que você tem, que a gente possa cumprir hoje?
Gui: Tem... tem sim
Vivi: Qual?
Gui: Lucas... quero você de calcinha
Eu: Aí não, saí fora.
Vivi: Vai ser interessante
Eu: Não vou usar calcinha, eu sou homem!
Gui: Hoje você é minha vadia
Eu: Para Gui, tudo menos isso, calcinha não
Vivi: Só hoje amor...
Eu: Tá... mas não vou usar fio dental ou coisinhas que apertam não
Gui: Sabe aquela calcinha branca de renda da Vivi?
Eu: Tá me tirando mesmo
Gui: Põe ela, e o sutiã também
Eu fui em casa buscar, me vesti e coloquei minha roupa, estranhei pra caralho, mas Gui queria... e digamos que ele estava podendo exigir, quando voltei, a Vivi já estava o mamando, Gui me olhou e sussurrou:
- Deixa eu ver como ficou
Tirei a roupa timidamente, Gui me olhou com um olhar faminto, e eu engatinhei de quatro na cama até encontrar sua boca, nos beijamos calmamente e ele apertou minha bunda com vontade, desci para o chupar junto de Vivi, mas ele me virou com uma facilidade absurda, ficamos num 69, Gui puxou a calcinha pro lado, liberando minha rola e abocanhando, enquanto eu afundava o pau na boca dele fiquei chupando sua rolona com Vivi, era incrível como havia espaço suficiente para nós dois.
Vivi subiu para se sentar na rola do Gui, eu ia descer de seu rosto, mas ele agarrou minhas pernas, e enquanto Vivi sentava, minha rola estava toda na boca do Gui, com ele dando voltas na língua, meu cuzinho estava em sua cara, me levantei aos poucos tirando o pau babado de dentro de sua boca, e enquanto Vivi cavalgava, eu agachei, esfregando o cuzinho na boca do Gui, e beijei a Vivi, quando desci, tirei aquela porra de sutiã, mas fiquei com a calcinha, me ajeitei atrás de Vivi e enfiei meu pau no cuzinho dela, estava bem apertado, Vivi gemia forte, eu comia devagarinho, afinal, ela estava gestante, na minha cabeça ela podia estar tendo dificuldades para aguentar duas rolas dentro dela, Vivi se abaixou e começou a beijar a boca do Gui, eu dei um sorriso e sussurrei:
- Antigamente você tinha nojinho de tudo, agora tá toda soltinha, beijando o Gui depois dele ter chupado meu cu
Vivi: Aiiin, aiii, siiim... vocês me transformaram numa vadia
Gui: Mete mais forte no cuzinho dela, Lucas
Aumentei o ritmo, Vivi cravou as unhas no ombro de Gui enquanto eu fodia com força, ficamos assim por alguns minutos e então tirei, Vivi desceu do Gui, ele se levantou me pegando pela cintura, me deu um beijo e sussurrou se punhetando:
- Sua vez, deita aqui
Eu deitei, Gui puxou a calcinha pro lado, pincelou o pau em meu cuzinho e forçou a entrada, aquela porra doía, não importava quantas vezes eu já havia dado, a rola dele parecia que nunca estava laceada o suficiente, enquanto Gui entrava em mim, a Vivi se deitou ao meu lado, me beijando calmamente, acariciando meu corpo.
Gui ergueu minhas pernas e começou a aumentar o ritmo, eu gemia, e pedia:
- Issooo, fooode
- Você tá lindo de calcinha
- Gostou? Aiii
- Gostei, ficou bem em seu corpo
- Aaaai caralhooo, que rola grande da porra
- Aguenta caralho! Aguenta!
- Aiii Guiii, aiii
Vivi: Vai mais forte Gui, ele aguenta
Eu: Não aguento não
Vivi: Aguenta sim, enfia tudo nesse cuzinho
Gui: Assim? Vou devagarzinho pra não te machucar
Eu: Aaaaaaai, aiiiii que delícia, porra
Vivi: É tão gostoso ver o Lucas te dando
Gui: Por quê?
Vivi: Porque seu pau é grandão, aí fico reparando como o pau dele fica babando enquanto o seu entra
Gui: Chupa o pau dele enquanto eu fodo ele
Vivi desceu e me abocanhou, Gui aos poucos aumentava o ritmo até meu cu virar uma buceta, ele metia forte, rápido, o quarto ecoava o barulho de suas metidas.
Gui tirou o pau de dentro de mim mandando que eu cavalgasse, e eu obedeci, enquanto eu quicava freneticamente em sua rola, Vivi me engolia, acabei gozando, enchendo a boca dela de porra, Vivi engoliu devagar, sorriu e me pediu:
- Deixa eu sentar nele
Desci, cansado, sentindo meu cu arrombado, Vivi montou em Gui e sentava com força ela desceu até o ouvido dele e gemia baixinho, eu fui tomar um banho deixando os dois sozinhos, e durante meu banho eu sorria a toa, pensando o quão gostoso era ser "hétero" publicamente, mas ser uma vadia na rola do Gui.
Quando voltei, os dois não estavam mais no quarto, estavam no outro banheiro tomando banho e provavelmente fodendo, quando saíram, Gui me beijou, beijou a Vivi, e fomos pra nossa casa, ele dormiu sozinho.
A vida passou a ser desse jeito, a viagem foi cancelada porque eu não consegui folgar, Vivi e eu não moramos na casa do Gui, montamos o quarto do bebê em nossa casa, descobrimos que era menino, passaram-se 7 meses, e fizemos o teste de paternidade, inclusive com a Nathy, Paula nunca mais havia dado qualquer sinal de vida, sem notícias, a vida parecia ter ganhado um ritmo comum, quando pegamos os envelopes, nos reunimos na casa do Gui, estavam presentes Nathy, Diego, Gui, Vivi e eu.
Gui: Qual resultado vocês querem abrir primeiro?
Diego: Abre o da Nathy, tenho certeza que eu sou o pai
Nathy: Espera!
Gui: O que foi?
Nathy: Se... se for seu... você vai assumir?
Gui: Sim, se for meu eu registro e arco com toda responsabilidade
Nathy: Tá... po-pode abrir
Gui abriu o envelope de qualquer jeito, leu tudo em voz alta e disse:
- O pai... não é o Lucas, não sou eu...
Diego: Falei!
Gui: E também não é você!
Nathy puxou o papel das mãos de Gui.
Nathy: Isso tá errado! O exame tá errado! Não é possível!
Gui: Nenhum de nós três somos o pai dessa criança
Diego: Pode me explicar isso, Natália?
Nathy: E-eu não sei... isso... isso tá errado!
Gui: Parece que sua amante tinha outro amante
Diego: Sua vagabunda do caralho
Gui: Não quero briga na minha casa
Vivi: Nathy... Nathy! Olha pra mim Nathy! Quem é o pai dessa criança?
Nathy: Eu não... tem que ser um deles
Vivi: É o Zago, não é? Fala a verdade! Foi naquele dia que eu flagrei ele saindo daqui e você me disse que ele tinha vindo ver se o Gui estava em casa, não foi?
Nathy: Vivi... eu...
Vivi: Eu ainda tive o desprazer de te chamar de amiga.
Diego: Arruma suas coisas, e vai embora da minha casa, sua cachorra.
Nathy: Gui... será que eu... eu poderia dormir aqui por alguns dias? Eu durmo no outro quarto
Gui: O único motivo de você estar dentro da minha casa é por causa do resultado do exame, porque você não é mais bem-vinda aqui. Lamento
Nathy: O que eu vou fazer?
Gui: Vai lá, fala pro Zago e pra esposa dele que você tá grávida
Nathy: Gui... por favor, pelo tempo que ficamos juntos
Gui: Agora eu preciso considerar isso? Você teve consideração por mim quando deu o rabo pro Zago, pro Diego e sei lá mais pra quem você deu? Fora da minha casa, sua vadia!
Nathy: Não fala assim...
Gui: Fora!
Nathy se levantou junto com Diego, eu os acompanhei até o portão, o clima estava pesado, Gui sentiu o golpe de saber que Nathy a traiu mais do que pensávamos, mas não disse nada, então, estando a sós, ele disse:
- Vocês querem mesmo que eu abra esse envelope?
Vivi: Quero... eu acho que é bom sabermos
Gui: Certo, vou abrir... aqui diz que... que...
Eu: Fala... to agoniado
Gui: Que o Lucas é o pai.
Não houve comemoração, nosso semblante caiu, nós sabíamos o quanto o Gui desejava ser pai biologicamente, só nos abraçamos em silêncio, e sentia seu coração acelerado, não havia espaço pra qualquer comentário.
Vivi: Gui... você pode... pode tentar com outra pessoa, não precisa ficar preso a mim
Gui: Nós somos um casal, Vivi, e eu não vou te abandonar porque o resultado deu que o Lucas é o pai, vocês já eram casados antes de eu entrar na vida de vocês, considerem isso um presente a vocês
Eu: Mas a Vivi tá certa... a gente... a gente não liga se você quiser seguir sua vida
Gui: Vocês estão terminando comigo?
Vivi: Jamais, eu te amo, mas... você... você sonha em ser pai
Gui: Vivi, eu amo você, e amo o Lucas, se você não engravidar de mim, não vou deixar de te amar por isso
Lucas: Você pode tentar me engravidar
Gui: Eu não, o neném ia ser muito feio.
Rimos, então Gui se levantou e disse:
- Vamos... vamos pro shopping comemorar essa bênção! Não quero tristeza aqui.
Fomos com ele, passeamos pelo shopping, comemos, brincamos, e na volta, Gui dirigia tranquilamente, quando uma viatura nos deu ordem de parada.
Gui encostou e disse:
- Oshe, será que minha lanterna tá quebrada?
Do lado do motorista, um policial disse:
- Senhor Guilherme
Gui: Ferraz?
Ferraz: Por gentileza, saia do veículo com as mãos na cabeça e encoste naquele muro
Gui: Não vai me pedir a habilitação?
Ferraz: Eu sei fazer meu trabalho, apenas obedeça
Gui me olhou puto, mas obedeceu, desceu do carro e se pôs no muro sendo revistado, enquanto Ferraz abordava o Gui, uma policial fardada, extremamente gostosa se abaixou na janela em que eu estava fazendo sinal de silêncio. Era ela, a Paula.
Vivi: Paula? Quanto tempo!
Paula: Será que o Gui vai ficar feliz em me ver?
Eu: Vai, vai sim
Vivi: Beija ele logo! Que ele vai ficar todo travado quando te ver
Paula sorriu, Gui permanecia de costas quando Ferraz deu a ordem:
- Doutora, esse vagabundo aqui é todo seu!
Gui: Vagabundo?
Ferraz: Permaneça de costas!
Paula começou a revistar o Gui, mas suas mãos logo percorreram seu peito com carinho descendo pra barriga, Gui abaixou a cabeça e desceu as mãos até as mãos dela.
Gui: Eu conheço esse perfume
Paula: É? Advinha então quem é...
Gui: Eu jamais confundiria sua voz
Gui se virou, e antes que ele pudesse falar qualquer coisa Paula o beijou, um beijo lento, devagar, mas com todo amor que eles tinham guardado a anos, eles se abraçaram e Paula chorou, Gui estava firme como uma rocha.
Ferraz: Paula, não é bom ficar assim na rua, você está fardada
Paula: Eu já vou...
Gui: Achei que eu nunca mais ia te ver
Paula: Hoje a noite eu passo na sua casa, e a gente conversa com calma
Gui: Tudo bem...
Paula deu mais um selinho em Gui antes de se despedir, Gui voltou ao carro sem conseguir conter o sorriso.
Eu: Aeeee caraaaaalhooooo
Vivi: Finalmente vocês vão ficar juntos
Gui: Não... não vamos
Eu: O que disse?
Gui: Eu não vou ficar com a Paula.
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Comentários (2)
Julinha: Eu odeio gostar dos seus contos, porque eu amava a Nathy, agora eu tenho um ódio profundo dela 🥺
Responder↴ • uid:h233d0oa3hePA22: A Nathy passou na pica de todo mundo desse conto! kkkkk Ao mesmo tempo que o Lucas só faz besteira e fico puto com isso, também me sinto um pouco mal por ele, ele ainda não encontrou o lugar dele, parece que ele é só um acessório no relacionamento!
Responder↴ • uid:2ql4b6xij