#Assédio #Estupro #Lésbica #Sado

O dia que abusei da minha amiga bebada

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Iori fernandes hui

Eu sou o Iori. Thamires é minha amiga lesbica tem 3 anos. A gente mora juntos e as vezes saímos pra bebe e ela confia muito em mim. Errado dela.

Depois do role de sexta, ela chegou em casa comigo porque “não aguentava ir sozinha”. Tinha bebido pra caralho. Vodka, cerveja, shot. Ficou mole, rindo de qualquer merda, olhos vidrados. Eu fechei a porta da nossa casa e travei pois uma outra amiga nossa ia dormi fora. Ela caiu no sofá, e ela usa umas roubas bem masculina sabe? (apesar dela ser aquelas lesbicas masculinas, mas era linda). e por ela ta bebada ela simplesmente tirou a calça cargo dela e ficou de cueca na sala e a gente tinha intimidade sabe Já tinha então ela nem ligava, mas eu já cheirado várias vezes a aquela cueca dela e as calcinha tmb apesar dela não usar muito.
(Sempre que ela sai com outros amigos ou pra trabalhar, eu pego as calcinhas/cuecas usadas. Abro a gaveta, tiro a que tá suja, levo pro banheiro ou pro quarto. Coloco no rosto, respiro fundo o cheiro de buceta, de suor, de dia inteiro. Às vezes ainda tá úmida. Eu chupo o tecido, masturbo com a calcinha enrolada no pau, gozo dentro dela e devolvo escondido. Já fiz isso dezenas de vezes. Ela nunca desconfiou)
Aquela noite eu não ia só cheirar.
Ela murmurou meu nome, pediu água. Eu trouxe, mas misturei mais álcool. Ela bebeu. Em meia hora tava quase apagada. Eu a carreguei pro quarto dela. Deitei ela na cama. Levantei a pena dela. A cueca preta tava molhada no meio. Puxei pro lado. Buceta meia peludinha, inchada, cheirando forte. Eu cheirei primeiro. Lingua rente, sugando o gosto dela. Ela gemeu baixo, inconsciente. Não abriu os olhos.
Abri o zíper. Meu pau tava duro pra caralho só de sentir o cheiro dela de novo. Encostei a cabeça na entrada. Empurrei. Foi apertado. Ela era molhada o suficiente por causa da bebida e do calor, mas ainda assim apertou. Enterrei tudo de uma vez. Ela soltou um gemido longo, corpo se mexendo fraco. Eu segurei os quadris e comecei a foder. Fundo. Batendo no fundo da buceta dela. O barulho molhado enchia o quarto. Eu puxava o quadril pra cima enquanto enfiava, pra sentir o a pele dela roçando meu saco.
“Você nem sabe, né, puta?” falei baixo, perto do ouvido dela. “Sempre que você dorme eu roubo suas calcinhas e suas cuecas. Cheiro, chupo, gozo nelas. Já fiz com a sua amiga também. A Lidia. Lembra daquela noite que ela ficou dopada depois de fumar maconha e beber aqui depois da festa? Mesma coisa eu abusei dela aquela trans vadiazinha. Bêbada, inconsciente. Fodi ela até gozar dentro e depois masturbei com a calcinha dela no rosto. Ela acordou achando que tinha sonhado. Você vai fazer a mesma coisa.”
Empurrei mais forte. Segurei o pescoço dela de leve, só pra sentir o controle. A buceta dela engolia o pau inteiro, barulhenta, escorrendo. Eu puxei a cueca pra baixo das coxas, enrolei no pau e continuei fodendo com o tecido molhado entre nós. O cheiro dela tava em todo lugar. Eu cheirei a cueca de novo enquanto batia nela. Rápido. Fundo. Até sentir as bolas subirem.
Gozei dentro. Profundo. Enchi a buceta dela. Continuei enfiando devagar enquanto o porra vazava pelas laterais, molhando a calcinha e o lençol. Quando tirei, a porra escorreu. Limpei o pau na calcinha dela, passei o tecido na buceta aberta, enchi de gozo. Depois enfiei a cueca na boca dela um pouco, só pra sentir. Tirei, guardei no bolso. Ia usar depois, sozinho, cheirando o cheiro misturado dela e do meu porra.
Vesti a calça cargo dela de volta. Coloquei a cueca limpa que achei na bolsa dela. Deixei ela dormindo. De manhã ela acordou com dor de cabeça, perguntando o que tinha acontecido. Eu disse que ela bebeu demais e dormiu. Ela riu, envergonhada. Me agradeceu por cuidar dela.
Eu só sorri.
À noite, quando ela foi trabalhar, eu tirei a cueca suja do bolso. Cheirei. Chupei o tecido sujo de porra e de buceta. Masturbei de novo até gozar nela. Guardei junto com as outras.
Thamires continua saindo comigo. Continua bebendo feito louca. E eu continuo pegando as calcinhas/cuecas. E usando ela quando dá.
A Lidia nunca mais apareceu aqui na nossa casa e ela até me acusou de abuso, mas me fiz de vitima, mas se quiserem posso contar como abusei dela. e vou deixar a foto da thamires ai pra vcs

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