As Filhas de Ló Cap 2 (Final)
Continuação de As Filhas de Ló A verdadeira história
A fumaça da fogueira ainda subia em espirais preguiçosas quando eu abri os olhos. A caverna cheirava a pele, a suor e aquele vinho que Thiba tinha insistido em me dar. Minhas filhas dormiam, pensava eu. Mas quando me virei, Donila estava acordada, os olhos brilhando na penumbra como brasas.
Ela não disse nada. Só se aproximou, devagar, e passou a mão pelo meu peito nu. Seus dedos desceram, traçando o caminho até minha barriga, e eu senti meu pau endurecer de novo, ainda molhado do que tinha acontecido com Thiba.
“Pai”, ela sussurrou, a voz rouca. “Eu vi. Eu ouvi.”
Thiba se mexeu ao lado dela, e quando abriu os olhos, havia um sorriso lento no rosto dela. Ela não parecia surpresa. Parecia faminta.
“Deixa ele te possuir”, Thiba disse, passando a mão pelo cabelo da irmã. “Eu já tive a minha vez.”
Donila montou em mim sem esperar resposta. Ela estava molhada, escorregadia, e quando desceu sobre meu pau, os dois gememos juntos. Sua buceta apertada me engoliu inteiro, quente e úmida, e ela começou a se mover com um ritmo desesperado, as mãos apoiadas no meu peito.
“Assim”, ela gemeu. “Fode minha xaninha, pai.”
Thiba se ajoelhou ao nosso lado. Ela passou a mão pelo rosto da irmã, puxou-a para um beijo profundo, e Donila respondeu com um gemido abafado, o quadril nunca parando. Thiba desceu, mordeu o pescoço de Donila, e depois se inclinou para lamber meus dedos, que estavam apertando a coxa da irmã.
Eu senti a língua de Thiba na minha mão e depois na base do meu pau, onde eu entrava e saía da irmã mais nova. Ela lambia, chupava, misturava o gosto de Donila com o meu, e Donila gritava, o corpo tremendo.
“Me chupa”, Donila pediu, puxando a irmã para cima.
Thiba desceu, enterrou o rosto entre as pernas da irmã, e Donila arqueou as costas, os dedos cravados no meu peito. Eu sentia a boca de Thiba trabalhando, sentia os espasmos da buceta de Donila ao redor do meu pau, e comecei a foder mais forte, mais fundo.
“Goza”, eu ordenei, a voz áspera. “Goza nesse pau.”
Donila gritou, o corpo inteiro sacudindo, e eu senti o gozo dela me apertando, quente e molhado. Foi quando Thiba subiu, colou a boca na minha, e eu provei a irmã dela na língua dela. Ela me beijou fundo, depois sussurrou no meu ouvido.
“Goza dentro dela, pai. Enche ela.”
Eu fodi até o fim, o quadril batendo contra o dela, e gozei com um rugido, o pau pulsando dentro da minha filha mais nova. Ela apertou as pernas ao redor da minha cintura, segurando cada gota.
Ficamos ali, os três, o ar pesado. Foi quando a luz encheu a caverna.
Gabriel estava ali. Asas brancas, rosto severo, uma espada de fogo na mão. Eu congelei. Thiba e Donila se encolheram contra mim.
“Não temas”, disse o anjo, a voz ecoando nas paredes de pedra. “O Senhor viu o que fizestes, e viu o desespero de Ló. Vós fostes abençoadas.”
Ele apontou para Thiba. “Tu gerarás um filho, e ele se chamará Moabe.” Depois apontou para Donila. “E tu gerarás Amom. Deles virão os reis de Israel, e acima de tudo, descerá a linhagem do Rei dos Reis, Jesus Cristo, o Messias.”
O anjo se inclinou, e eu senti um calor percorrer meu corpo, como se uma mão invisível tivesse tocado minha testa.
“Vossos filhos serão guerreiros. E o mundo será mudado por eles.”
Então ele desapareceu, e a luz se apagou, e ficamos só nós três, na escuridão, o coração batendo forte.
Donila foi a primeira a se mover. Ela se virou para mim, os olhos brilhando, e passou a mão pelo meu pau, que já estava duro de novo.
“O anjo disse que eu vou gerar um filho”, ela sussurrou. “Então vamos garantir que isso aconteça.”
Thiba riu, baixo, e se ajoelhou entre minhas pernas, a boca já aberta.
“Eu também”, disse ela, antes de me engolir inteiro.
E naquela noite, na caverna, nós três fomos abençoados de novo, e de novo, e de novo.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (1)
maluzinharsk: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado T Maluzinharsk
Responder↴ • uid:mujc2gd9d