#Grupal #Teen #Voyeur

Loirinha Novinha Dando pra 3 No Baile Funk

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BunnyContos

A luz colorida piscando no escuro. Uma fumaça suspeita no ar. Uma música alta embalando o ritmo do meu rebolado. Eu dançava soltinha no meio do baile funk.

Eu saí de casa querendo uma baguncinha gostosa. Com um vestidinho curtinho e a bucetinha cheia de tesão. Uma loirinha com jeitinho de patricinha mimada, no meio dos tarados da pista de dança.

Eu queria chamar atenção. Eu queria me sentir uma cachorra. Eu queria levar pica naquela noite.

Baixinha, loirinha, novinha e safada. Jogando os cabelos pro ar e me inclinando empinadinha, com as mãozinhas no joelho. Os olhinhos fechados e o meu salto batendo no chão.

Sentindo um safado colando atrás de mim. As mãos me segurando pela cintura, uma de cada lado. Um volume duro roçando na minha bundinha de burguesinha filhinha de papai.

O vestidinho curtinho subia a cada rebolada, deixando as minhas coxas grossas de fora. O safado alisando as minhas pernas e beijando o meu pescoço. Me abraçando e me encoxando por trás.

Eu realizava as minhas taras, rebolando igual uma cachorra na piroca que se esfregava atrás de mim.

Baixinha, mas CAVALA. Com uma raba de 98 de quadril e uma calcinha rosa pink toda enterrada. Sentindo as mãos dele me apertando toda. O cacete roçando e os amigos em volta me olhando com cara de tarados.

Fiz um Telegram pros leitores @bunnycontos e vou postar dançando funk desse dia. A carinha de safada, baixando as alcinhas do vestido. Com um soutien cor de rosa e os meus peitinhos quicando a cada rebolada.

Me sentindo a piranha da galera, de calcinha e salto alto sendo encoxada e levando mãozada no meio dos tarados. Também tenho levando pica, mas a gente ainda vai chegar nessa parte da história rs.

Quem quiser, pode me pedir no meu telegram ou no email [email protected] sei que ajuda a imaginar melhor so contos.

Meu quadril girando em movimentos circulares na ponta do cacete de um tarado que eu nem sabia o nome. Toda risonha e bêbada. Com a bucetinha babando de tesão.

Subindo e descendo, no funk. Quebrando tudo até o chão. Subindo escorada e me esfregando no corpo de um negão enorme com o dobro do meu tamanho. A minha bucetinha querendo provar algo grande kkkkk

O negão tarado me virando e me beijando. As mãos dele apertando a minha bunda por trás. Dois amigos em volta, fechando uma rodinha na patricinha de calcinha cor de rosa.

Os safados me arrastando pra uma salinha vip da diretoria do baile. Eu toda molinha andando tropeçando nos meus saltinhos. Contando um, dois, três tarados me escoltando.

Eu não sei descrever o quanto eu me senti uma VAGABUNDA, indo pra salinha com três tarados filho da puta. Doidos pra meter a pica na patricinha loira. Era o meu fetiche de me sentir uma cachorra.

Sentadinha num sofá velho, com três negões de mais de 1,80. Eu me sentia num filme pornô. As taras e fantasias secretas de uma burguesinha num baile funk na favela.

Não vou negar. Eu senti medo real. Um frio na barriga. Mas uma adrenalina e tesão, me vendo naquela situação. Os caras sentados em volta de mim, me alisando e me apertando toda.

- Ainnnnnnnnnnnnnn....

Eu suspirava de olhinhos fechados. Toda manhosa e molinha. Soltando o meu soutien, com os peitinhos de fora sendo apalpados por todo mundo. Eu tinha virado a piranha da galera!!!

O primeiro negão se levantou na minha frente, abrindo o zíper da calça. Eu sentadinho no sofá e um negão tarado botando uma piroca na minha cara. A risada dele de deboche e de tarado.

Passando a rola na cara da patricinha mimada. Era mais do que sexo. Eu me sentia um troféu na mão daqueles tarados.

Me segurando pelos cabelos e batendo o pau na minha cara. Me xingando e perguntando coisas pervertidas. A cada resposta que eu dava, era uma risadinha dos amigos em volta.

- Gosta de chupar pau, né loirinha?
- Góóósssstooooonnnnnnn....
- Já chupou pica de negão?
- Jááááánnn.....
- Claro que já... Kkkkkkkk... Essa carinha de boqueteira kkkkkk

Os caras em volta rindo. Mas era uma risada de tesão. Aquela risada de sem acreditar e completamente tarados de me verem falando aquelas coisas.

O safado sentando no sofá e me puxando por cima do colo dele. De quatro, com o rostinho empurrando pra cima do caralho grosso do meu comedor.

A mão dele empurrando a minha cabeça, me fazendo subir e descer naquela rola. Os olhares dos amigos sem acreditar. A loirinha caindo de boca na piroca do negão.

De quatro no sofá, com uma rola preta na boca, eu já sentia outro safado enfiando a cabeça atras de mim, beijando a minha bunda e desenterrando a calcinha do meu rabo.

Ele abria a minha bunda com as mãos e metia a cara na minha xota e no meu cuzinho.

Foram surgindo outras rolas na minha cara, eu sentia muito tesão me achando a atriz pornô mamando três caralhos enormes de uma vez. Uma rodinha de rola na minha cara e a risada de farra dos tarados passando a pica no rostinho da filhinha de papai.

Eu sentia a mão pesada empurrando a minha cabeça, me fazendo engasgar na pica e meus olhos lacrimejarem. Os apertões na minha bunda, com tapas estalados me fazendo dar gritinhos abafados com uma piroca na minha boca.

Aquilo era total dominação. Uma patricinha loira ajoelhada, virando a boqueteira da galera. Pelo menos foi sempre isso que alimentava os fetiches na minha cabeça.

Eu estava de quatro, mamando o cacete de um dos caras que estava sentado no sofá. O outro entrou por trás de mim, foi se abaixando e beijando as minhas costas. Se encaixando como um cachorro engatado na cadelinha loira.

Eu tava bêbada e tarada. A minha bucetinha tava pronta pra aguentar o cacete de três na mesma noite,

Um cara sentado no sofá, na minha frente, uma piroca na minha cara. A mão segurando firme a minha cabeça. Um segundo tarado se ajeitando atras de mim. EMpurrando pica na minha bucetinha por trás.

Completamente dominada e adorando aquela putaria. Mamando uma rola na frente e aguentando os trancos de outra vara por trás.

PLOC PLOC PLOC PLOC das bolas estalando na minha bucetinha.

- Ainnnn ainnnnnnnnn ainnnhêêêêêênnnnnnnn.....

Sendo montada como uma cachorra do jeito que eu queria quando sair de casa. Sendo puxada pelo cabelo e levando tapas na bunda. Com duas rolas batendo na minha cara.

Orgulho do papai kkkkkkkkkk

PLAFT!! PLAFT!!!

Dos tapas estalando na minha bunda. Aguentando os trancos por trás e gemendo abafada com um caralho enfiado na minha boca.

- Hummmmffff Ainnnnnnnnnnn.... Ainnnnnnnnnnnnnn Ainnnnnnnnn
- Piranha gostosa! Olha o tamanho desse rabo!
- Ainnnnnn ainnnnnhêêêênnnnnn
- Aguenta pica, loirinha. Que ainda tem muito mais kkkkkkk

As risadas de deboche davam um clima de farra. E isso de alguma forma me dava mais tesão. Não era sobre sexo. Era sobre me sentir a piranhazinha da galera. Com os caras fazendo a festa na patricinha dondoca.

Talvez eu tenha fetiches e fantasias estranhas. Ou é apenas comum pra uma menina da minha classe social. A minha bucetinha tava gostando daquela noite diferente.

E ainda era apenas o primeiro tarado me comendo. Eu sabia que ainda teria que aguentar mais dois predadores me socando todinha. Mas isso eu deixo pro próximo conto.

Espero que tenham gostado e quem quiser me ver dançando no baile ou levando pica dos tarados. Só mandar mensagem nos meus contatos. Gosto de provocar os meus leitores também kkkkk

telegram @bunnycontos
ou email [email protected]

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