#Coroa #Lésbica #Teen

Reencontro no Sana cap 2 (final)

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A Bíblia Sagrada

Continuação de CCXP 2027 e Reencontro no Sana

O pau dele me preenche inteira, e eu sinto cada centímetro daquela penetração profunda. Minhas mãos apertam o lençol enquanto ele começa a se mover, o ritmo lento no começo, cada estocada fazendo a cama ranger baixinho.

— Porra, Mel — a voz dele sai trêmula. — Você é tão apertada.

Eu empino a bunda pra trás, encontrando o movimento dele. O som dos nossos corpos se chocando preenche o quarto junto com a maré lá fora.

— Mais rápido — peço.

Ele obedece. As mãos dele seguram minha cintura com força, os dedos cavando na minha pele enquanto ele acelera o ritmo. Cada estocada me empurra pra frente no colchão, e eu seguro o travesseiro, os gemidos saindo abafados.

— Tô perto — ele avisa, a voz apertada.

— Goza. Goza dentro de mim.

O gemido dele é longo, rouco, enquanto o corpo dele treme contra o meu. Sinto o jato quente me preenchendo, e isso é o suficiente pra me levar junto com ele, um orgasmo que começa na barriga e se espalha como fogo.

Ficamos ali, ofegantes, o suor colando minha pele na dele. Ele se deita ao meu lado, puxa o cobertor sobre nós, e fica em silêncio por um longo minuto.

— Vou cumprir minha promessa — ele diz finalmente.

— Que promessa?

— Na CCXP, lembra? Falei que ia fazer um trabalho no cinema com você. Vou te levar pra uma pousada que conheço. Beira-mar. Lugar de luxo.

Viro o rosto pra encará-lo. — Quando?

— Amanhã. O evento termina amanhã à noite. Depois disso, a gente vai.

Não pergunto mais nada. Só deito a cabeça no peito dele e deixo o som do coração dele me embalar.

---

O sol da manhã entra pelas cortinas quando acordo. Ricardo já está vestido, mexendo no celular sentado na beirada da cama.

— Acorda, Mel — ele diz, sem tirar os olhos da tela. — Check-out é meio-dia. A gente pega a estrada depois do almoço.

A pousada fica a uns quarenta minutos do hotel, numa estrada que corta coqueiros até chegar num casarão branco com janelas marrons. O nome na placa de ferro forjado diz "Pousada Maré Alta".

— Isso é uma pousada ou uma mansão? — pergunto, olhando o jardim com piscina infinita que parece se fundir com o oceano.

— As duas coisas.

O quarto é enorme. Cama king com dossel branco, varanda com rede, banheiro com banheira de hidromassagem. E a vista: o mar azul turquesa batendo na areia branca.

— Fica à vontade — Ricardo diz, jogando a mochila no chão. — Vou resolver umas coisas. Volto mais tarde.

Ele sai antes que eu possa perguntar onde ele vai.

Fico na varanda, sentindo o vento salgado no rosto. O sol está forte, o calor úmido grudando na pele. Decido descer pra praia.

Visto um biquíni azul turquesa, quase da cor do mar. Minúsculo, porque é o único que trouxe. Passo protetor solar nos braços e desço as escadas de madeira que levam direto pra areia.

A praia é quase deserta. Só algumas espreguiçadeiras vazias e um guarda-sol aberto perto da água.

E então eu vejo ela.

Uma mulher está de sentada na beira da piscina, os pés descalços na pedra portuguesa. Ela usa um biquíni azul elétrico, tiras finas que mal cobrem o necessário. O corpo dela é escultural: pernas longas, cintura fina, peitos grandes que o nó do biquíni mal segura. O cabelo preto preso num coque alto, óculos escuros grandes cobrindo seus olhos

Ela está olhando diretamente pra mim.

Paro no meio do caminho, sentindo o coração acelerar. A mulher levanta os óculos devagar, revelando olhos puxados, maquiagem leve, uma seriedade que não chega a ser amigável.

— Você é a Mel — ela diz. A voz é grave, com um sotaque que não consigo identificar.

Eu a reconheço e tremo! É a atriz da Chun Li que estará no filme de 2028! Ela mesma, que estará no último dia do evento!

Ela afirma:

- Ouvi dizer que você faz cosplay da minha personagem! Que a imita com muita perfeição nos eventos, deixando os fãs babando com sua atuação e com... outra coisa também muito importante...

— Fa-fa-ço sim- não consigo parar de tremer

— Faz bem.

Ela para na minha frente. É mais alta do que eu, muito mais. O corpo dela preenche o espaço, imponente, e eu me sinto pequena perto dela.

— O Ricardo falou de você — ela continua. — Disse que você tem talento.

— Ricardo?

— O produtor. O homem que te trouxe aqui.

Meu estômago aperta. — Ele não me falou que você estaria aqui.

— Ele não fala muita coisa. — Ela inclina a cabeça, os olhos percorrendo meu corpo devagar. — Mas ele disse que você é especial. Que tem potencial.

Ela se aproxima mais. A boca dela roça minha orelha quando ela sussurra:

— Ele se parece com o nosso Mestre Gen, mas eu vou ensinar o que ele não ensinou.

O arrepio sobe pela minha espinha. A mão dela toca meu braço, leve, quente.

— Vem — ela diz, se afastando. — Vamos conversar.

Ela caminha em direção à pousada, a bunda balançando sob o biquíni minúsculo. Eu sigo, as pernas meio bambas, sem saber o que esperar.

Dentro do quarto dela, maior que o meu, com vista pro mar e cortinas de linho branco, ela se senta na cama e cruza as pernas.

— Tira a roupa — ela diz.

— O quê?

— Tira o biquíni. Quero conhecer a pessoa que me representa.

Minhas mãos tremem quando alcanço o nó atrás do pescoço. O biquíni cai. Fico nua na frente dela, o sol entrando pela janela, a brisa do mar tocando minha pele.

Ela me examina como se fosse uma escultura. Os olhos dela descem pelo meu pescoço, meus seios, minha barriga, até parar entre minhas pernas.

— Linda — ela diz. — Vem cá.

Eu vou. Ela me puxa pra cama, me deita de costas, e começa a beijar meu pescoço. A boca dela é quente, os lábios macios, e quando a língua dela encontra minha pele, eu fecho os olhos.

— Relaxa — ela murmura. — Deixa eu te mostrar como uma mulher de verdade faz.

A mão dela desce pelo meu corpo, os dedos encontrando minha buceta já molhada. Ela desliza um dedo dentro de mim, devagar, e eu seguro o lençol.

— Delícia — ela sussurra. — Tão molhada. Tão pronta.

Ela se abaixa, a boca substituindo os dedos, e eu perco o chão.

A língua dela é diferente da do Ricardo. Mais precisa, mais lenta, como se ela soubesse exatamente onde cada toque ia me levar. Ela lambe, chupa, morde de leve, e eu me contorço na cama, os gemidos saindo sem controle.

— Goza — ela ordena, a boca ainda na minha carne. — Goza na minha boca.

O orgasmo vem forte, me sacudindo inteira, e ela bebe tudo, os olhos fixos nos meus.

Depois, ela sobe, o corpo dela cobrindo o meu, e me beija. O gosto do meu próprio gozo na boca dela.

— Você é doce — ela diz, se afastando. — Muito doce. Agora entendo por que seu nome é Mel.

Ela se levanta, pega um roupão branco e veste.

— Vou recomendar você pro diretor. A versão adolescente da Chun Li no filme. Você vai fazer.

— O quê?

— Você ouviu. — Ela sorri, um sorriso verdadeiro agora. — Você tem o corpo, tem o talento, tem a cara. E depois dessa performance, sei que você tem a entrega.

Ela abre a porta do quarto.

— Vai se arrumar. O Ricardo vai te buscar pra jantar. Amanhã a gente conversa com o diretor.

Eu fico ali, nua na cama dela, o coração batendo forte, o corpo ainda tremendo do orgasmo, e a cabeça girando com o que acabou de acontecer.

Hoje, eu descobri quais as melhores qualidades que alguém pode ter e o que é a coisa mais importante da vida! Uma coisa deliciosa que produz frutos muuuuito doces! Doces como o mel!

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