#Assédio #Incesto #Teen #Voyeur

Namorados 5

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Maquik

Depois de ter visto minha mãe e o pastor e de Priscila ter me feito bater uma até gozar, ela não quis mais conversar. Perguntei sobre o que ela tinha me falado e ela simplesmente ficou em silêncio. Na manhã seguinte acordei e ela já tinha levantado. Eu só conseguia pensar nos últimos acontecimentos.

Assim que saí do quarto, Priscila estava com minha mãe e minha tia na cozinha tomando café. Meu tio tinha saído pra correr. As três conversavam e riam. Quando eu cheguei, elas pararam a conversa. Dei bom dia, elas responderam. Eu podia imaginar o que estavam falando, mas fingi normalidade.

Depois do café fui pro quiosque e fiquei sozinho até Priscila aparecer. Ela perguntou por que eu estava ali isolado. Olhei pra ela e não falei nada. Ela disse que ia conversar comigo depois, à noite.

Foi quando minha mãe chegou e perguntou por que eu estava com aquela cara. Disse que não era nada. Ela agachou na minha frente, colocou a mão na minha perna e falou:

— Não gosto de ver você assim.

Fiquei em silêncio. Não consegui evitar de olhar em direção à buceta dela, bem ali na minha frente, coberta só pelo short curto. Ela continuou:

— Levanta. Hoje é o último dia aqui. Depois da noite boa que a gente teve, tem que aproveitar.

Olhou pra Priscila com um sorrisinho de canto. Priscila sabia de alguma coisa e eu queria saber pra caralho. Fiquei ali mais um tempo até irmos pra praia.

Durante o dia tentei agir normalmente. Ninguém falou do pastor, pelo menos não na minha frente. À noite o clima estava aparentemente igual ao da manhã, mas logo eu e Priscila ficaríamos sozinhos e conversaríamos.

Ela me chamou pra caminhar na praia. Ficamos em silêncio até ela querer sentar na areia. Aí eu disse direto:

— Me conta.

Ela respirou fundo.

— Promete que não vai ficar bravo comigo.

Respirei fundo também.

— Prometo.

— Logo depois que o pastor chegou, eu estava com sua mãe na cozinha e ela falou dele.

— Falou o quê?

— Que achou ele simpático… cheiroso.

— E você falou o quê?

— Eu me espantei, amor. Jamais pensei que ela fosse dizer isso.

— E depois?

— Quando ficou só eu, ela e sua tia, ela falou “que pena que é casado”. Sua tia respondeu: “É casado, mas a dona não tá aqui”.

Até aquele momento eu ainda pensava que Priscila não tinha se envolvido naquela história. Ela continuou:

— Vi que sua mãe tava realmente interessada nele quando veio me pedir pra dar um recado.

— Que recado?

— Lembra da hora que eu fui levar ele no banheiro?

— Lembro.

— Foi nessa hora que eu dei o recado. Falei que minha sogra queria falar com ele a sós mais tarde.

— E ele?

Priscila ficou quieta. Quando tentou falar, gaguejou. Estranhei.

— O que foi?

— Ele me puxou pra dentro do banheiro e me beijou.

Naquele momento senti um misto de raiva e tesão. Meu pau já estava começando a endurecer.

— E depois?

— Ele disse que tava com saudades de mim.

— O que mais?

— Mandou dizer pra sua mãe que seria um prazer.

Pensei: pra minha mãe mandar esse recado, ela já estava flertando com ele a noite inteira e eu não tinha percebido.

— Por que você não me contou na hora?

— Sua mãe pediu pra eu não falar nada com você. Pediu pra eu te segurar no quarto. Mas eu acabei dormindo e quando acordei você não estava.

— E meus tios sabiam?

— Sua tia sim. Hoje de manhã ela ficou perguntando tudo pra sua mãe.

Parei um tempo e perguntei:

— Você viu minha mãe transando com ele?

Priscila olhou pra mim e respondeu sem rodeios:

— Vi. Assim como você viu.

Fiquei em silêncio. Foi quando senti a mão dela subir pela minha coxa e segurar meu pau por baixo do short. Ela me beijou devagar e perguntou:

— Você gostou de ver?

Respirei fundo. Ela apertou mais forte e começou a mexer a mão. Com a voz trêmula perguntei:

— Como você viu?

— Da varanda do quarto.

Ela tinha tido uma visão bem melhor que a minha.
Pri:
— Me imaginei no lugar dela…

Enquanto ela falava, meu tesão só aumentava. Ela continuou:

— Viu como ele é maior que o seu?

Eu só olhei pra cima e respirei. Priscila abaixou a cabeça, tirou meu pau pra fora ali mesmo na praia e começou a chupar. O vento frio batendo no pau todo babado me deixava louco. falei:

— Vi…

Ela parou de chupar, beijou minha boca e perguntou:

— Você acha que eu aguento igual a sua mãe?

A safada sabia exatamente o que estava fazendo. Não respondi. Ela voltou a mamar com vontade. Eu já estava quase gozando e cometi a besteira de falar que ia gozar. Ela parou e disse:

— Vai gozar depois que me comer.

Mandei ela sentar em cima. Ela negou:

— Não. A gente termina em casa.

Arrumamos a roupa e voltamos.

Comentários (1)

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  • Vidanacabana-: Tá ficando cada vez mais corno

    Responder↴ • uid:1cotwzr3nm2u