#Teen #Virgem

Descoberta dos prazeres do sexo 2

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Percebi que às vezes que chamava a Nane para brincar, ela dizia que não podia, tinha que brincar sozinho, chegou meu aniversário de 14 anos, minha tia fez um bolo e chame a Nane, comemos o bolo, tomamos refrigerante e fomos brincar no nosso quintal, de pirata, como meu pai tinha pedido para cortar um pé de manga grande, conforme foi jogado os galhos parecia um barco, fui explorar, entre os galhos tinha espaços, arrumei um lençol velho, amarrei em uma vara de bambu, deixei-o em pé, parecia uma vela, pedi para minha tia serrar um bambu, ficou um cano que era meu binóculo, ótimo para brincar de pirata.
Ela estava de vestido, eu como sempre, calção e sem camisa, fomos para o navio, entramos por entre os galhos e chegamos ao convés, expliquei como eu brincava, começamos a navegar, a gente ficava em pé, olhava pelo “binóculo”, numa das vezes, fiquei atrás dela, para “mostrar” onde estava uma ilha, e me encostei, ela vaio para trás, meu pau já ficou duro, ela sentiu e veio mais, abracei-a, e ficamos assim, como estava gostoso sentir seu corpo, desci minha mão até sua buceta e fiquei passando minha mão por cima da calcinha, ela dava leves gemido, nos sentamos em um dos galhos e tirei meu pau do calção, ela pegou-o e ficava admirando, alisava e começou a me masturbar, enfiei minha mão por dentro de sua calcinha e fiz o mesmo, sentir sua buceta peludinha, meio volumosa, mais me dava tesão, ela apressou nos movimento e eu gozei, apressei meu movimentos e ela gemeu, me olhou e disse, foi gostoso, nos arrumamos, ela foi embora.
Terminada as provas finais, tínhamos toda a tarde para brincar, depois de nossa ajuda nas nossas casas, fomos brincar de bandido e mocinho, eu tinha que prendê-la, comecei a busca, andando pela chácara, encontrei e começamos a luta, pego nos seios dela, ela no meu pau, aperto-a de costa contra meu corpo, ficou por cima dela para dominá-la, meu pau já duro, ela sentindo e resistindo, até que se entrega, fiquei deitado em cima dela, meu pau entre suas pernas, como estava gostoso, subi sua blusa e comecei a mamar seus peitos durinho, ela gemia e arfava, falava mais, mais, baixei seu short e meu calção e nus nas partes íntimas, fique friccionando sua buceta, ela gemia e arfava, começou a me dar uma sensação, de gozo, sai e comecei a punhetar e gozei, ela olhando, vendo como eu sentia meu gozo, aproveitei que ela ainda estava com o short abaixado, comecei a passar a mão na sua buceta, com um dedo mexia por cima, ela gemia e pedia assim, assim, que gostoso, fechou suas pernas e gemeu, tirei a mão ela sorriu, nos arrumamos.
Ficamos uns dias sem brincar, quando deu certo, colhemos umas frutas e fomos chupar no celeiro, sentados chupando, ela me deu a notícia que eu não esperava, ela ia morar com a tia, para começar a trabalhar como babá, iria com o avô, dali uns dias, ficamos tristes, ela disse, deite aqui nas minhas pernas, vou dar de mamá para meu bebê, ergueu minha cabeça, subiu a blusa e de peito de fora, comecei a mamar, um depois o outro, ela enfiou sua mão por dentro do meu calção, tirou meu pau para fora e ficava acariciando-o, eu mamando, ela começou a bater punheta e mamando, ela gemendo, gozei, na minha barriga, parei de mamar, nos separamos pois o avô estava chegando, pediu para ela fazer um serviço, fui para casa.
Mais de uma semana que a Nane, tinha ido embora, ficou só sua mãe, num domingo a tarde, começando a nublar, estava sem fazer nada, andando pelo nosso quintal, parei perto da certa e olhei para onde ela morava, fiquei pensando nas nossas brincadeiras, levei um susto quando a mãe dela me chamou, oi D. Ângela, você está ocupado? Disse não. Pode me ajudar a recolher o milho que meu pai deixou secando, vai chover, fui, eram em espigas, colocava no saco e despejava no celeiro, faltava ainda um pouco e começou a chuviscar, corremos e aumentou a chuva, conseguimos, os dois molhados, ela de blusa e a saia colada no corpo, seios grandes, pernas grossas, me olhou e agradeceu, disse, precisa tomar um banho quente para não se resfriar, vou tentar secar seu calção no ferro, vai.
Sai do banho enrolado em uma tolha, ela estava secando o calção, ela estava de vestido meio largo, sente aí, já, já termino, me olhou e preguntou, doque vocês brincavam? Fiquei vermelho, não sabia o que responder, fale, fale, não sei se posso.
Por que? É feio?
Não, não...
Então diga.
De caçadores, piratas, mocinho e bandido...
Ah! Se agarravam? Quando precisava.
Bem que eu desconfiava, você viu os peitos dela?
Meio com medo disse sim. Gostou? Pôs a boca? Sim. Ela viu seu pinto? Sim. Pegou?
Sim. E buceta dela, viu também? Sim, passava a mão nela? Sim, oh! D, Ângela, a culpa é minha, preciso ir embora. Com essa chuva? Vai esperar, vou tomar banho e vamos voltar a nossa conversa.
Estava tão nervoso que nem tirei a toalha, pensei se ela falar para meu pai, nem sei o que vai acontecer.
Logo ela chegou enrolada na toalha, disse, vamos para o sofá, para terminar a conversa, meu medo amentou, falei foi só isso...
Tem mais, tenho certeza, nos sentamos ela abriu a toalha e disse vai fazer em mim, como fazia nela, fiquei sem ação, venha, faça, com medo, comecei a passar a mão nos seus seios volumosos, mais macios que o dela, vai, vai aperte, vai, apertava seus bicos grandes ficaram duros, ela suspirou e disse, vem mama, mama, me ajeitei e comecei a mamar, timidamente ela me puxou para mais perto, me levou para mamar o outro, da tensão ao prazer, meu pau ficou duro, ao me movimentar minha toalha abriu meu pau duro apareceu, ela pegou e acariciou, dava uns gemido, afastou minha cabeça e agora? Mais solto levei minha mão para sua buceta bem peluda, grande, carnuda, comecei a passar a mão, com o dedo indicador, enfiava, ela gemia, continuei, a passar a mão com mais força, ela gemeu alto e foi se deitando, parei abriu as pernas na minha frente, aquela bucetona na minha frente, fiquei olhando, vem, já meteu alguma vez? Não. Vem sobe, assim, vem pegou no meu pau ergueu um pouco o corpo, foi conduzindo até chegar na entrada da sua buceta, colocou suas mãos na minha bunda e foçou meu corpo para frente, senti meu pau entrar, ela gemeu, instintivamente, comecei a ir e vir com meu corpo, aquele buraco quente engolindo meu pau, estava muito bom, como era a primeira vez, falei vou gozar, goze, goze, vai, vai, gemi alto, continuei indo e vindo, minha porra não para de sair, ela gemeu e senti sua buceta, apertar meu pau, minha porra começou a parar, ela se aquietou e me apertou sobre ela, minha cabeça ficou no meio de sus peitos, ela alisando minhas costas, nesse clima sentindo seus peitos e ela me alisando meu pau começou a ficar duro, ela disse, olha, olha, ele quer mais, vai ser um bom comedor, ui, já está duro, vamos de outro jeito, você vai gostar, sai de cima dela ela ficou de joelho na ponta do sofá e a mão no encosto, seu bundão na minha frente, deu vontade de mordê-lo, vem, liberou uma das mãos, fui me aproximando ela pegou no meu pau, disse, vem, assim, assim mesmo, vem mais, force, force, assim, assim todo dentro, vai, me coma, agora com mais calma comecei a ir e vir, ela gemia e dizia, me coma, seu gostoso, vai, apresse, apresse, assim, gemeu alto, vai, assim, e gemia, vai goze, goze, vai, vai gozei novamente, tão bom quanto na primeira vez, senti meu pau começar a sair ela disse pegue sua toalha e se limpe, me limpei ela também, me olhou e disse, quando quiser, venha, vou te ensinar muitas coisas, meu rapazinho.

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