#Corno #Coroa #Teen #Voyeur

Namorados 3

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Maquik

Na manhã seguinte a gente acordou e não falou nada do que tinha rolado na noite anterior. Quando saímos do quarto, meus tios e minha mãe já estavam na cozinha tomando café. Minha mãe olhou pra Priscila e falou:

— Nossa, Priscila, você tá radiante hoje…

Priscila riu, meio sem jeito. Minha tia completou, rindo:

— A noite deve ter sido boa, hein?

Eu dei um sorriso torto, Priscila também. Depois fomos pra piscina.

Durante a manhã eu não conseguia parar de pensar no que ela tinha feito com o pastor e em como a gente reagiu depois. Tentei ficar sozinho com ela várias vezes, mas ela evitava. Sabia que eu ia querer falar do assunto.

Eu estava na piscina com minha mãe quando Priscila chegou. Minha mãe não perdeu tempo:

— Pri, me conta como foi lá com o pastor.

Priscila ficou vermelha, sem jeito, e respondeu baixinho:

— Ahh… foi bom.

E olhou pra mim. Minha mãe começou a perguntar mais e Priscila foi contando o que podia. Quando terminou, minha mãe soltou:

— A gente podia convidar ele pra vir fazer uma oração aqui hoje à noite.

Eu e Priscila nos olhamos. Antes que ela respondesse, minha tia chegou perguntando o que a gente estava falando. Minha mãe contou tudo. Minha tia concordou:

— Seria uma boa mesmo.

Minha mãe olhou pra Priscila:

— Pri, manda mensagem pra ele perguntando se pode vir.

Priscila, toda desajeitada, disse que ia mandar e saiu da piscina. Eu fiquei puto. A única coisa que vinha na minha cabeça era impedir aquilo. Falei:

— Nada a ver, mãe. A gente veio pra se divertir, não pra ficar orando.

Ela me olhou:

— Para de coisa. A Pri vai falar com ele sim.

Vi que não tinha jeito. Saí da piscina e fui atrás de Priscila. Ela estava no quarto com o celular na mão, ainda sem ter mandado nada. Quando me viu, perguntou:

— E agora, o que eu faço?

— Não manda. Depois você inventa uma desculpa e diz pra minha mãe que ele não podia.

Ela concordou. Ficamos nos olhando sem falar nada. Foi quando minha mãe entrou no quarto:

— Já mandou a mensagem?

Priscila gaguejou. Minha mãe torceu a cara e olhou pra mim:

— Você não deixou ela mandar, né?

Eu fiquei calado. Minha mãe mandou Priscila mandar na frente dela e ainda falou pra ele trazer a esposa e o filho. Priscila mandou. Minha mãe deu um tapa no meu ombro:

— Depois me mostra a resposta.

E saiu. Priscila colocou a mão na cabeça e baixou o olhar. Eu perguntei o que ela tinha escrito. Ela me passou o celular:

“Boa tarde, pastor. Estava conversando com minha sogra sobre o momento de oração de ontem e ela queria saber se o senhor poderia fazer hoje à noite aqui com a sua família?”

Eu li com atenção, vendo se ela tinha dado alguma brecha. Voltamos pro quiosque. Minha mãe perguntou se já tinha resposta. Priscila disse que não. Mas a resposta não demorou. Ela virou o celular pra mim:

“Boa tarde, Priscila. Que bom saber que sua sogra se interessou pelo momento de oração. Isso quer dizer que você também gostou. Em resposta ao convite, diga a ela que será um prazer estar aí com vocês. É só me falar o horário e o endereço.”

O cara era um safado de cara de pau. Priscila foi mostrar a mensagem pra minha mãe. Quando voltou, sentou do meu lado. Minha mãe e minha tia já estavam falando de onde fazer a oração, o que preparar. Minha mãe perguntou se o pastor bebia. Eu olhei pra ela. Ela riu:

— Depois da oração, né?

E riu com minha tia. Meu humor foi pro caralho. Priscila tentava me acalmar, dizendo que ia ser tranquilo e que acabaria logo.

Por volta das sete e meia o pastor chegou. Meu tio foi receber. Pela primeira vez eu vi o safado de perto. Entrou cumprimentando todo mundo, todo simpático. Quando chegou em Priscila, abraçou ela normalmente, sem forçar. Depois veio falar comigo, apertou minha mão e falou:

— O futuro esposo de Priscila…

Minha mãe perguntou da esposa e do filho. Ele respondeu:

— Infelizmente meu pequeno passou mal o dia todo e não deu pra eles virem.

Depois de um tempo começou a oração. Durou uns trinta, quarenta minutos. Depois foi aquela coisa de comer e beber. Eu e Priscila ficamos um pouco, mas logo entramos no quarto.

Assim que a porta fechou, Priscila me beijou com a mesma vontade da noite anterior. Parou por alguns segundos. Eu perguntei:

— Que porra é essa?

— Tesão — ela respondeu, e me beijou de novo.

Puxou minha mão e enfiou entre as pernas dela. A buceta estava meladinha, quente. Aí caiu a ficha: ela tava assim por causa do pastor. Segurei o cabelo dela e perguntei baixo:

— Você quer ele?

Ela sorriu safada e falou:

— É melhor a gente voltar.

Saiu. Eu fiquei um tempo tentando fazer o pau amolecer. Quando voltei, Priscila estava junto dos meus tios. Minha mãe estava conversando com o pastor, rindo. Não gostei daquilo. Fui até Priscila e a abracei por trás. Ela notou que eu não tirava o olho da minha mãe com o safado e falou pra eu relaxar. Fiquei puto, mas não tinha o que fazer.

As horas foram passando. Todo mundo em volta da mesa, conversando e rindo. Eu fui até a churrasqueira pegar carne. Quando me virei, o pastor estava com a mão no ombro da minha mãe, falando alguma coisa. Ela disse algo pra Priscila. Priscila fez sinal de positivo e saiu. O pastor foi atrás.

Voltei e perguntei pra minha mãe onde Priscila estava.

— Foi levar ele até o banheiro.

Pensei em ir atrás, mas desisti. Não demorou pra ela voltar. Peguei na mão dela e puxei pra longe. Quando estávamos distantes, perguntei:

— Ele falou alguma coisa pra você?

Ela me abraçou pela cintura e respondeu:

— Depois eu te falo.

Eu insisti. Ela segurou meu rosto, me deu um selinho e falou com aquela carinha safada:

— Quer saber agora… ou mais tarde, quando você estiver dentro de mim?

E saiu. Eu não sabia se tava com raiva ou com tesão.

Voltei pra mesa. A conversa e as risadas continuavam. Depois Priscila me chamou pra entrar. Deixamos os quatro lá fora. No quarto eu perguntei de novo o que o pastor tinha falado. Ela disse que não ia falar naquela hora, só mais tarde. Parei de insistir. Ficamos deitados.

O tempo passou. Vi meus tios passarem na frente do quarto. Achei estranho. Levantei devagar. Priscila estava cochilando. Saí sem fazer barulho e fechei a porta. Fui até a sala que dava pra área do quiosque. Só a luz da piscina estava acesa. Não tinha ninguém. Fui até o portão que dava pra praia. Nada. Quando estava voltando, já achando que minha mãe tinha ido pro quarto, ouvi o som de um beijo vindo de trás do quiosque.

Coloquei o rosto pra olhar…

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