#Incesto #Teen #Virgem #Voyeur

eu e a minha irmã - segunda parte

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cobra

Eu tinha acabado de guardar o dinheiro que o tio tinha me dado , ainda pensava revoltado , onde a julia tinha ido para dar para meu primo , eu não me perdoava por ter perdido eles de vista , logo chegaram , cara de desconfiado os dois , julia olhava para mim e fazia ar de riso com gosto de vitória , por ter se esquivado da minha vigilancia , logo meu tio acordou chamando os filhos para se aprontarem , precisavam ganhar a estrada , tomamos banho junto nós tres , roni mexia no pinto duro enquanto seu irmão se molhava na chuveiro , olhei seu pinto e tinha restos de porra seca , medi mentalmente comparando com o meu , o seu bem maior , depois ele entrou , continuava mexendo ali arregaçando e encobrindo a cabeça , saimos do banho e fomos correndo para o quarto quando julia entrou , minha mãe vinha chegando de mãos dadas com alfredo .
Pensei na hora – como é possivél minha mãe com a buceta tão pequena aguentar aquela tora , e depois foi será que meteram mais depois que sai ?
Julia chega o quarto , toalha enrolada , pega o vestido com botões de enfeite na frente e joga por cima da cabeça , depois solta a toalha que cai no chão , nós estavamos esperando para tirar uma casquina mas dessa vez não deu , mesmo assim roni cola no seu ouvido e fala alguma coisa , ela arregala o olho , pensa e aponta um dedo para ar , era só uma vez , roni sorri vitorioso , ela abaixa a alça do vestido e seu peitinho aparece , mamilo duro e aureula cor de rosa , roni leva a boca ali e ela e ela abra a boca em sinal de conter um gritinho , empurra e vai na direção do meu primo mais novo , ele sorri e recusa , eu grito – minha vez , ela vem e eu mamo seu peitinho delicioso , meu tio chama e saimos correndo para se despedir .
Eu queria que meu primo fosse embora mas queria que ele ficasse , eu morria de ciume dele com minha irmã , mas ele por ter coragem de propor as coisas para ela era minha chance de conseguir também , eu não tinha coragem e morria de medo de falar alguma coisa propor algo e ela contar para minha mãe , a surra seria pesada , ele tinha ido embora e com sua ida minha angustia aumentava – julia entrou no quarto sentou de qualquer jeito na cama , abriu uma das pernas e puxou debaixo do colchão um monte de gibis , eu ali olhando sua calcinha aparecendo , puxa a barra do vestido sem querer , estica o braço pega sua bolsa , levanta o vestido e retira um dinheiro preso na calcinha junta com o que o tio tinha dado , e eu ja de pau duro , vendo sua bucetinha que parecia inchada dentro da calcinha , - perguntei , falando baixo – e esse dinheiro ?
Julia – foi o roni que me deu ?
Eu – e esse monte de gibi ?
Julia – bufou pela boca – aiii meu deus , quanta pergunta? , foi ele que me deu também .
Ali eu tive a confirmação que ela tinha dado para ele , só não tinha prova , minha mãe entra no quarto e pede para não conversar porque o alfredo estava dormindo no seu quarto , e logo ia embora trabalhar , foi julia quem perguntou baixinho para ela- ele vai morar aqui com a gente ? de inicio assim não , mas vai , vai vindo até vocês se acostumarem com a presença dele aqui – ahhh entendi , julia respondeu , saimos la para tras da casa , pular amarelinha , la pulando amarelinha com ela , vendo seus peitinhos quando abaixava para pegar a pedrinha e sua calcinha quando esperava eu pular quando era minha vez e ela rodava em cima do calcanhar fazendo o vestido subir , criei coragem e falei .
Eu – eu quero também viu ?
Julia – olhou para mim com cara de desconfiada fazendo ar de riso – oque que você quer também o menino doido ?
Eu – eu quero oque você deu para roni ?
Julia sorriu amarela – oque ? e oque eu dei para ele ?
Eu – você sabe muito bem , eu vi la no paiol .
Julia – vendo sem saida tenta desconversar – oque você viu la no paiol , você não fala , então não viu nada .
Eu – eu vi e você sabe que eu vi você dando para ele .
Julia – você viu foi ele ajudando descer o saco de ração , isso sim que você viu .
Eu – eu vi e quero também , pode se preparar e ja vou avisar se não der para mim também vou contar tudo para mãe .
Julia – não , ahh não , você vai provar isso que ta falando ?
Eu – eu provo , eu vi tudo , vi até a hora que tio ia chegando fazendo barulho e vocês pararam na hora .
Julia – soltou um sorrisinho amarelo , sentido sem saida – quero ve provar isso , é isso quero ve .
Minha mãe chamou para dar tchau para seu namorado alfredo , fomos la para dentro onde ele apertou minha mão e deu um abraço em julia , que aconchegou em seu peito e ele alisou suas costas , foi embora com o sol ja se pondo .
Os dias passava lento , eu continuava procurando um jeito , alguma coisa que servi-se como moeda de troca , e quanto mais tempo passava mais eu perdia o jeito , o time de propor alguma coisa , insistia que tinha visto e queria também , ameaçava contar para nossa mãe , ela avisava , se contar vai ter que provar e ai o medo era mais forte , a tarde alfredo chegava , ja vinha com roupa do trabalho , guarda , usava uniforme , calça justa , preta , na frente o volume repartido , de um lado o saco enorme e do outro lado a pica que aparecia meio enrolada e descia pela perna , era visivél , qualquer um que olha-se via aquilo , chegava ser vulgar , ele vinha caminhando lentamente , e de longe a gente ja via aquilo meio desconforme ali na frente , chegava apertava minha mão , julia ia até ele e era abraçada , encostada ali naquela trolha e se aninhava em seu peito , recebia um carinho nas costas e depois saia e a gente voltava a fazer oque fazia antes .
A lembrança da minha mãe dando para ele no paiol continuava vivo na minha cabeça , eu ficava repassando aquelas imagens impressionante da pica ir entrando e minha mãe enloqueçendo de prazer , seu rosto ficando desfigurado , seu balançar de cabeça no ápice de prazer ja quase gozando , aquela pica saindo e entrando ali ja toda melada daquela baba branca grossa e espessa , seus gemidos , isso tudo era constante .
Naquela tarde novamente eu tinha cobrado ela , outra vez , - ja chega , ja falei , ou me da ou vou contar para mãe , ela respondeu , e eu ja ti falei se contar eu quero ver você provar ? a gente brincava debaixo do pé de caju quando vi o alfredo chegando , vindo em nossa direção , seu volume parecia maior , chegou, apertou minha mão , julia foi até ele e abraçou apertado deve ter sentido o volume ali e de relanse tive a impressão de ter visto sua mão passando pela bunda dela , ele voltou indo para dentro de casa e logo entramos também , peguei meus gibis escolhi um e sentei na cama , lendo ali meio desolado , o sol ja se punha , julia foi tomar banho e logo em seguida eu fui sai do banheiro ja era noite , alfredo ja estava deitado , e deitei também , julia sentada na cama escovando os cabelos e peguei no sono , acordei no meio da noite , logo ouvi passos na casa , na escuridão mas com a vista ja acostumada , vi minha mãe chegando na porta do quarto ,fingi que dormia com os olhos quase fechado mas vendo tudo , vi seus peitos pequenos e firmes , livres no ar , ouvi o alfredo tossir , vi minha mãe olhando e averiguando se a gente dormia , vi sua buceta dentro da calcinha e parecia inchada , gordinha , ela saiu e eu olhei para cama onde a julia dormia , seu vestido tinha subido e sua bunda dentro calcinha aparecia , logo ouvi barulho como se virassem na cama no outro quarto , os carros passavam e os farois entravam pela frestas do telhado clareando o quarto , logo ouvi gemidos abafados , começei imaginar qual a posição que ele estava comendo ela , imaginando a pica ir entrando ali , a buceta da minha mãe parecia tão pequena , me virei na cama e meu pau duro começei a mexer nele , o tesão explodindo, ia levantar para bater uma la no banheiro , julia acorda e ve a cama agitando , vem no meu ouvido falando baixinho – oque você ta fazendo ?- respondo – nada , só me coçando – ela ouve o gemido abafado da minha mãe e fala no meu ouvido me provocando – vai la agora e fala que eu dei para o roni , vai ? sorriu se sentindo vitoriosa , tranquei os dentes de ódio , ela deitada logo os gemidos acabam , o silencio volta a reinar mas o sono ja tinha ido embora , logo eles roncam la no quarto , demostrando dormir pesado , julia tira o vestido ficando só de calcinha , esta diferente , não sei explicar mas algo mexeu com ela , com seu intimo , vira para o meu lado , chama baixinho – respondo ainda com ódio – oi fala oque quer ? pega agua para mim ? minha boca esta seca , - porque você não vai ? também tem pernas ? pediu novamente com voz melosa , pedindo por favor – levantei com mais ódio ainda e fui buscar uma canequinha de aluminio com agua para ela , sentada na cama , os peitos de fora , parecia com calor , bebeu a agua e devolveu a caneca e levei de volta na cozinha , quando voltei ao quarto , olhei para ela – oque foi que esta me olhando ? – não sei , não é nada não – vem deita aqui comigo um pouco , estou sem sono – sorri achando que era alguma brincadeira de mau gosto – vem , pode vir , não vou brigar com você não .
Me deitei al seu lado na sua cama , ela deitada de costas , olhando mas com olhos fechados para as telhas , segurou minha mão e colocou em cima da sua barriga , senti a pele firme e quente , desceu puxando minha mão com a mão dela por cima guiando o movimento , fui descendo a mão bem leve , passou pelo umbigo , passou pelo cós da calcinha , fiquei com medo mas ela continuou levando minha mão , senti a parte alta e o inicio dos labios da buceta quando ela forçou meu dedo do meio com um pouco mais de pressão ali e desceu acompanhando a rachinha dela até la embaixo e voltou sempre com sua mão por cima da minha , em cima aumentava a pressão do dedo em cima da parte mais gorda mais com osso em baixo , final do corte em cima , ali meu dedo sentia um nervinho como uma tripinha , sempre ali aumentava a pressão e descia novamente , sempre devagar , sempre lento mas continuo , virou a parte de cima do corpo para meu lado e seu peito alcançou minha boca ouvi ela falar quase implorando , mama , suga ai vai com força , vai puxa leite , quando eu chupei ela suspirou e a mão continuava descendo ali no corte e subindo , apertando o nervinho e descia , la embaixo ja percebia molhado e quente muito quente , até que sua mão empurrou minha testa para que parasse de mamar e nesse momento ela gemeu abafado , seu corpo deu tremida forte e ela segurou firme minha mão ali , com as pernas tremendo , fechou as pernas mantendo minha mão segura ali sentindo seu corpo vibrar , ela respirava faltando ar, ali na racha vibrava de tempo em tempo , devagar a respiração foi normalizando , até ela abrir os olhos , ficou me olhando como se não soubesse porque estava ali, falou – sai daqui , respondi – porque ? sai daqui vamos , e meteu o pe em mim me empurrando da cama , como se arrependeu doque acabou de fazer , cai da cama e fui me deitar na minha , tentando entender oque tinha acontecido ali , ela se virou de costa na sua cama e logo estava ressonando , dormindo pesado .

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