#Coroa #Teen #Virgem

CCXP 2027

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O pavilhão 4 da CCXP cheira a pipoca velha, suor e desejo. Vinte e sete mil pessoas esbarrando umas nas outras, e ainda assim o produtor executivo da Amazon Studios só consegue ver ela — a cosplayer de Chun Li parada no estande de Street Fighter, o traje azul tão justo que parece pintado, o decote em V descendo até as nádegas, a pele pálida coberta de glitter que brilha sob os refletores.

Ela tem dezoito anos. Ele sabe porque conferiu o craqueamento da pulseira na entrada, porque a viu tirar o documento da bolsa quando o segurança da área VIP pediu.

Dezoito recém-completos, o rosto ainda com a redondeza da adolescência, mas o corpo — meu Deus, o corpo — já é de mulher feita.

— Você é a Mel? — ele pergunta, e a voz sai mais rouca do que pretendia.

Ela vira, e o sorriso é um convite. — Você é o cara do painel de hoje? O produtor?

— Ricardo. — Ele estende a mão.

Ela aperta, e os dedos dela são gelados de nervosismo.

— Acompanhei seu trabalho no Instagram. Você tem talento.

— Obrigada. — Ela morde o lábio inferior.

— Você quer... tirar uma foto? — Quero te mostrar uma coisa. —

Ele aponta com a cabeça para o corredor atrás do estande, onde uma porta com "STAFF ONLY" leva a uma sala de descanso vazia.

— Cinco minutos.

Ela hesita.

Ele vê o cálculo nos olhos dela — a mesma matemática que todo mundo faz em Los Angeles, em São Paulo, em qualquer lugar onde o poder se veste de camisa social e sapato italiano. Ele não força. Nunca força. Apenas espera.

— Tá. — Ela sorri. — Cinco minutos.

A sala tem um sofá de couro, uma mesa de maquiagem e um espelho sujo de dedadas.

Ele tranca a porta. Ela senta no braço do sofá, pernas cruzadas, e o salto alto faz o tornozelo dela parecer ainda mais fino.

— Então — ela diz. — O que você quer me mostrar?

Ele tira o celular do bolso, mas não abre nada. Só deixa ali, na mão, como um lembrete.

— Quero te oferecer um teste. Para uma série. Papel principal. Os olhos dela se arregalam.

— Você tá brincando. — Nunca brinco com trabalho. — Ele se aproxima, devagar. — Mas tem uma coisa que eu preciso saber antes.

— O quê?

— Se você consegue... se entregar.

Ela entende. Ele vê o momento exato em que ela entende — o rubor subindo pelo pescoço, a respiração que muda de ritmo.

Ela não recua. Apenas olha para ele, e há algo nos olhos dela que não é medo. É fome.

— Eu sei me entregar — ela diz, e a voz sai mais firme do que ele esperava.

Ele a beija. Ela abre a boca imediatamente, e o gosto é de bala de hortelã e café frio.

As mãos dele encontram a cintura dela, o tecido do traje tão fino que ele sente o calor da pele por baixo. Ela geme baixinho contra a boca dele, e o som vai direto para o pau dele, que já está duro, apertado contra o zíper da calça.

— A gente não devia... — ela começa, mas não se afasta.

— A gente devia — ele responde, e desce a mão pelo decote em V, os dedos encontrando o seio esquerdo, o mamilo duro por baixo do tecido. Ela arqueia as costas.

— Você é linda.

— Você nem me conhece.

— Quero conhecer. — Ele beija o pescoço dela, a clavícula, a curva do ombro. — Quero conhecer tudo.

Ela ri, um som trêmulo, e então as mãos dela estão no cinto dele, puxando a fivela, abrindo o botão da calça.

Ele a deixa. Quer ver até onde ela vai. Ela vai longe. Ajoelha-se no chão de concreto frio, o traje de Chun Li se abrindo nas costas, e tira o pau dele para fora da cueca boxer. É grosso, rosado, uma veia grossa pulsando na lateral, e a glande já brilhando de pré-gozo.

— Meu Deus — ela sussurra, e então a boca dela está nele.

Ele geme.

Ela chupa como se estivesse com fome — a língua pressionando a glande, os lábios descendo até a base, a mão apertando o saco por baixo. O som é molhado, obsceno, e ele se agarra ao braço do sofá para não perder o equilíbrio.

— Isso — ele ofega. — Continua.

Ela continua.

Os olhos dela estão fechados, o rímel escorrendo um pouco nos cantos, e ele pensa que nunca viu nada tão bonito quanto aquela garota de dezoito anos de joelhos para ele, a boca cheia, o queixo molhado de saliva.

— Levanta — ele diz, e a voz sai rouca. — Levanta e vira.

Ela obedece.

As mãos dela tremem um pouco quando ela se inclina sobre o sofá, o traseiro empinado, o traje vermelho subindo pelas coxas. Ele puxa o tecido para o lado. Por baixo, ela está sem calcinha — a buceta lisa, depilada, os lábios rosados já inchados e brilhando de excitação.

— Você tá molhada — ele diz.

— Tô. — A voz dela é um fio. — Desde que você me chamou pra conversar.

Ele passa o dedo pela fenda, devagar, e ela estremece.

O clitóris dela é pequeno, duro, e quando ele pressiona, ela solta um gemido que ecoa na sala vazia.

Ele repete o movimento, mais rápido, e ela começa a empurrar o quadril para trás, querendo mais.

— Por favor — ela sussurra. — Por favor.

Ele não a faz esperar. Cospe na mão, passa na glande, e empurra. Ela é apertada — dezoito anos, corpo jovem, músculos que se contraem ao redor dele — e ele tem que parar por um segundo, respirar fundo, ou vai gozar ali mesmo.

— Tá doendo? — ele pergunta. — Não.

Ela olha por cima do ombro, e o sorriso dela é torto, safado.

— Tá bom. Continua.

Ele continua.

Mete devagar no começo, depois mais forte, e o som é de pele batendo em pele, molhado, ritmado.

Ela geme a cada investida, as mãos agarradas no couro do sofá, os cabelos escuros caindo no rosto. E

le segura o quadril dela, os dedos afundando na carne, e acelera.

— Assim — ela ofega. — Assim, por favor, não para.

Ele não para.

CCXP

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