#Corno #Coroa #Teen #Traições

Namorados 2

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Maquik

Na manhã seguinte, todos estavam na praia, aproveitando o dia, quando Priscila me chamou para ir até em casa. Disse apenas que queria me mostrar uma coisa. Assim que chegamos, ela me levou até o quarto. Confesso que pensei que fosse rolar alguma safadeza, mas ela pegou o celular e me mostrou uma mensagem do pastor, convidando-a para um momento de oração na casa onde estava.

Fiz uma careta. Ela percebeu e perguntou:

— Vamos, amor?

— Você sabe que eu não gosto dessas coisas.

— Só desta vez. Você vai gostar.

Para não prolongar a conversa, respondi que, se ela quisesse ir, tudo bem, mas eu não iria. Priscila fez uma expressão triste e disse que perguntaria à mãe. Se ela autorizasse, iria.

Voltei para a praia. Minha mãe perguntou onde Priscila estava, e eu disse que tinha ido conversar com a mãe dela. Não demorou muito para Priscila aparecer. Pela cara dela, já soube que ouvira o que eu não queria: a mãe tinha autorizado. Minha mãe quis saber do que se tratava, e Priscila explicou. Depois, perguntou se eu iria junto. Respondi que não. As duas tentaram me convencer, mas não conseguiram. O assunto morreu ali.

Mais tarde, já à noite, eu estava na sala com minha mãe e meus tios quando Priscila saiu do quarto pronta para ir. Usava um vestido de alças, que terminava um pouco acima dos joelhos, e chinelos. Tinha prendido o cabelo. Minha mãe foi a primeira a elogiá-la. E, de fato, ela estava linda. Então minha mãe mandou que eu a levasse. Saí sem nem calçar nada.

No caminho, Priscila voltou a dizer que queria que eu fosse com ela. Repeti que não. Quando chegamos ao endereço que o pastor havia mandado, perguntei a que horas terminaria. Ela disse que não deveria demorar e que me mandaria uma mensagem assim que acabasse. Tocou a campainha, e logo a esposa do pastor abriu a porta. Priscila entrou; eu voltei para casa.

Eram oito da noite. Enquanto esperava, fiquei conversando com minha mãe e meus tios. Quando bebiam, eles ficavam animados, contando histórias das coisas que já tinham feito. O tempo passou depressa. Às nove e meia, mandei uma mensagem para Priscila. Vi que ela tinha recebido, mas não visualizado. Às dez, meus tios já tinham ido dormir. Minha mãe ainda estava acordada, embora quase pegando no sono.

Então Priscila respondeu: “Pode vir”. Avisei minha mãe, que disse que também iria dormir, e saí de casa. Não tinha andado nem cinco metros quando a vi vindo na minha direção. Esperei por ela. Assim que chegou perto, segurou minha mão e me puxou para casa, sem dizer nada. Achei estranho, mas não perguntei.

Quando chegamos ao portão, ela quis saber se havia alguém acordado. Disse que não; minha mãe tinha ido se deitar havia pouco. Priscila respirou fundo, e entramos. Já no quarto, fechei a porta e olhei para ela. Estava deitada na cama, quieta. Deitei ao seu lado e perguntei o que tinha acontecido.

Ela me abraçou. Envolvi-a com os braços, tentando entender o que poderia tê-la deixado tão calada. Então, abraçada a mim, sussurrou no meu ouvido:

— Desculpa. Eu fui fraca.

As palavras ficaram ecoando. Eu tinha entendido, mas ainda assim perguntei:

— O que aconteceu, amor?

Ela começou a contar. O momento de oração tinha sido com o pastor, a esposa e o filho deles, e não demorara. Quando ela se preparava para me escrever, o pastor disse que havia pedido pizza e a convidou para ficar mais um pouco. Ela aceitou. Ele e a esposa tomaram vinho, e Priscila também bebeu uma taça. Ficaram conversando. Depois da pizza, a esposa foi colocar o filho para dormir.

Foi então que o clima mudou. O pastor começou a dar em cima dela. Por ser mais velho e experiente, disse, a atenção dele a deixou mexida. Ele se sentou ao lado dela, colocou a mão em sua perna e começou a elogiá-la. Priscila lembrou de mim e disse que já ia pedir para eu buscá-la. Ele pediu que esperasse. Ela se levantou, mas, antes que pudesse se afastar, ele a abraçou. Os dois se olharam por um instante e se beijaram. Ela contou que quis aquele beijo. Depois, ele a conduziu até um quarto que parecia ser um escritório.

Quando entraram, ela o viu baixar o short. O pau dele estava semiduro, à mostra. Ele pediu que ela o segurasse. Priscila disse que, por um momento, não respondeu; só conseguia olhar. Ele perguntou se o meu era parecido. Ela permaneceu em silêncio, e ele aproximou o corpo do dela. Então, assim que ele encostou nela, ela o segurou, que estava quente e bem rígido. Ele tocou seu rosto e a beijou de novo. Dessa vez, ela retribuiu. Disse que o beijo a fez deixar aquilo continuar.

Ele baixou uma das alças do vestido e deslizou a mão pelo peito dela. Eu, que já estava com raiva, fiquei ainda mais tenso.

— A esposa dele não apareceu?

Priscila disse que não. Perguntei se ela achava que a mulher sabia ou consentia com aquilo. Ela acreditava que não. Quis saber se tinha acontecido mais alguma coisa. Com a voz trêmula, ela respondeu que sim.

Depois, ele se sentou no sofá e a pediu pra sentar e em seguida pediu pra ela chupar. Ela disse que sua cabe estava confusa e acabou aceitando. Ele guiou a mão dela até o próprio membro, e Priscila o segurou e começou a acariciá-lo. Em seguida, ele tocou a nuca dela e a conduziu ate o pau dele. Priscila disse que a boca começou a doer.

— Ele bateu em você?

— Não. Doía porque precisei abrir bastante a boca.

Perguntei por quê, mas ela desviou do assunto. Não insisti. Quis saber se, depois disso, ele a fez mais alguma coisa. Ela contou que, enquanto o chupava, ele levantou o vestido e a tocou. E que sentiu sua pernas tremerem.

Ao dizer aquilo, Priscila respirou fundo e apertou minha cintura. O modo como falava, tão perto de mim, fez meu corpo reagir. Tentei manter a atenção no que ela dizia e perguntei:

— Tocou como?

Sem responder, ela pegou minha mão e a colocou entre suas pernas. Senti o calor que emanava dali. Quando a toquei, percebi que estava úmida. Nossos olhares se encontraram.

— Ele puxou minha calcinha de lado — ela disse, sem desviar os olhos dos meus.

Afastei a calcinha para o lado e a toquei. Ela estava quente, molhada. Priscila soltou o ar pela boca, e sua mão apertou minha cintura com mais força.

— Assim? — perguntei.

— Sim.

Nossas respirações ficaram mais rápidas. Meu pau já estava duro nessa hora. Ela se aproximou e me beijou devagar. Senti a mão dela deixar minha cintura, descer pelo meu corpo e entrar no meu short. Sua mão apertou com firmeza meu pau.

No calor do momento, perguntei:

— Você gostou?

Priscila me olhou, chegou ao meu ouvido e respondeu:

— Sim.

Apertou-me com mais força, e eu a toquei na buceta. Ela baixou a cabeça, puxou meu pau para fora e começou a me chupar. Eu mal conseguia acreditar no que estava acontecendo, mas o desejo já tinha tomado conta de mim.

Nos entregamos um ao outro com uma vontade que fazia tempo que não sentíamos. Priscila não tirou o vestido. O tecido se amassava sob nossas mãos enquanto nos beijávamos e nos movíamos juntos, sem pressa de interromper o que havia começado. A cada suspiro, a cada toque, o desejo crescia.

Quando estávamos perto de gozar, perguntei onde o pastor tinha gozado. Ela sorriu e abriu a boca, mostrando a língua. Eu estava por cima dela. Priscila me puxou e me beijou demorado, profundo, e eu senti que já não conseguiria me conter.

— Vou gozar.

— Goza na minha boca. Goza — ela sussurrou.

Não aguentei mais. Afastei-me, e gozei. Então ela fez algo que raramente fazia: me engoliu. Depois, caí exausto ao lado dela.

Ficamos em silêncio por um tempo. Por fim, perguntei:

— Você gostou do que aconteceu com o pastor?

Ela respirou fundo.

— Acho que sim.

— Me fala a verdade. Ele transou com você?

Priscila riu e disse que não. Aquilo me trouxe alívio, mas também uma ponta de frustração. Enquanto estávamos fudendo, eu tinha imaginado os dois transando e acreditando que aquilo realmente tinha acontecido.

Perguntei por que ele não tinha ido além. Ela disse que não sabia, mas que, no fim, até tinha sido bom que ele não tentasse.

— Por quê?

Ela olhou para mim e depois para meu membro, já amolecido.

— Ele é grande, amor.

— O que foi? Acabei de gozar — respondi, rindo.

Ela riu também.

— Lembra que eu disse que minha boca estava doendo?

— Lembro.

— Eu mal conseguia chegar à metade.

Achei que talvez estivesse exagerando e fiz uma careta. Perguntei se ela teria deixado que ele continuasse. Priscila riu baixinho.

— Não sei se iria aguentar.

Preferi encerrar a conversa por ali e fui tomar banho. Logo depois, ela veio também. Conversamos sobre o que fazer, e ela disse que achava melhor não contar nada a ninguém. Ficaria entre nós dois.

Então me beijou e sussurrou:

— Vai ser nosso secredinho.

Depois disso, fomos dormir.

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