Descoberta dos prazeres do sexo
Estamos vivendo no início dos anos 70.
Segundo minha tia, minha mãe começou a se comportar como esquizofrênica, a partir do meu nascimento, tanto é que minha vó que começou a me criar com meu pai, depois que morreu, veio minha tia, viúva irmã da minha mãe, segundo meu pai esse especialista que ela ia seria a última tentativa, quando eles voltaram, o médico recomendou os mesmo medicamentos e morarmos em um lugar tranquilo, sem barulho, onde ela pudesse, dar umas voltas e na nossa cidade era impossível, morávamos em cima do comércio de meu pai em uma avenida muito movimentada.
Achou uma casa com quintal grande em um bairro rural, perto da cidade, nos mudamos para lá, tinha uma pracinha e umas 5 casas, o resto eram chácaras, sítios...
Na segunda feira de manhã, andei uns 500 metros e cheguei na pracinha para esperar a Kombi escolar, outras bem menores que eu, mais de 14 anos, também esperavam, a van chegou e também correndo uma menina, do meu tamanho, preta, mais gordinha chegou. Na volta da escola, já fui andando para minha casa, ela me alcançou e disse, vi você ontem, achei estranho, perguntei como?
Moro na chácara ao lado do seu quintal, me chamo Eliane, Nane. E você? Arthur. Seguimos sem falar nada.
No outro dia, já estava indo pegar a Kombi, ela me alcançou e perguntou qual classe eu estava, disse na 6ª A e você na B, ela disse que já tinha catorze anos, começamos a falar dos professores que eram os mesmos, começou aí nossa amizade, dois púberes sem outros amigos, comecei a ir na casa dela, fiquei sabendo que sua mãe trabalhava em um asilo e era o avô que cuidava da chácara, plantava de tudo, para vender na cidade.
Eu sempre de calção, sem cueca e ela de short até os joelhos de tecido bem fininho, e calcinha e uma blusa, sempre sem manga, nossas brincadeiras eram decididas em um celeiro, coberto, cercado por tábuas de um metro de altura e completado com tela, coberto de telhas, de ser caçadores ou exploradores, ela com uma ripa e eu com um cabo de vassoura, nossas armas andávamos por tudo ou de bandido e mocinho, sempre um tinha que um caçar o outra tentar dominar, nas nossas “lutas”, as mãos passavam por todas as partes dos corpos, até que numa luta, ela ficou em cima de mim, sentada no meu colo, tentando me dominar, eu resistindo, nisso, meu pau começou a endurecer, ela sentiu e ficou um pouco lutando, saiu, e minha barraca estava armada, me virei com vergonha, ela não disse nada, fui para casa, não fui no outro dia, na volta para da escola, ela me disse que tinha prova de matemática e que precisava tirar um B, se eu podia ajudar, a tarde, fui para a casa dela, fazer as tarefas e ajudar, fizemos as tarefas e depois ensinar matemática, ela se debruçava sobre meu braço, sentia seus seios duros, explicava e pedia para fazer, quando vi a mãe dela chegou e perguntou o que estávamos fazendo, a Nani respondeu. Me ensinando matemática, e fizemos as tarefas. Terminaram? Respondi sim, me olhou e disse, ela aprendeu bem? Sim, acho que se não ficar nervosa na prova vai bem, me agradeceu e perguntou se eu podia continuar ajudando ela, disse que sim, a partir desse dia agente brincava de bandido e mocinho, luta já com demora para dominar e meu pau sempre ficava duro, depois fazer a tarefa e estudar.
Numa tarde, na nossa caçada, chegamos no final da chácara, do outro lado tinha um sítio que criava vacas para leite, ficamos vendo as vacas seus bezerros mamando e logo o touro subiu em uma vaca e saiu seu pau, foi para lá e para cá e entrou na buceta da vaca, ficamos vendo, fiquei excitado, me encostei nela, meu pau duro ficou no meio e sua bunda, ela sentiu e ficou quieta, cheguei mais perto e abracei-a pela barriga, ela se aconchegou, ficamos assim, quietos, nunca tinha tido uma sensação como aquela, me separei e sentei no chão para que meu pau baixasse, ela também s e se sentou ao meu lado, silêncio, ela pediu para que eu me deitasse, falei precisa?
Vai se deite, coloquei minha mão sobre meu pau e ela disse, quero ver como ele é, já vi do boi e como é o seu? Nane, não sei não, vai deixe ver, quero conhecer, já vi de cachorro, tirei a mão, baixou um pouco meu calção me pau ficou em pé, ela ficouolhando e logo ela pegou nele, me contraí, Nane, Nane, começou a acaricia-lo e subir e descer com as mãos, arregaçava e volta a subir e descer com a mão, ficou assim por um tempo, começou a subir uma sensação gostosa misto de prazer e vontade de fazer xixi, ela continuou e meu primeiro gozo, ui, ui, o que é isso? Molhou minha mão e te sujou, disse não ligue, foi meu primeiro gozo, tenho porra, foi muito gostoso, eu também tenho? Perguntou. Acho que sim, quer tentar?
Não outra hora, temos tarefa, terminado fui para casa todo feliz, com o que tinha acontecido, no banho bati outra punheta e gozei outra vez.
No outro dia, precisei ficar em casa para ajudar minha tia, minha estava mais calma, me olhava e perguntava quem eu era, minha tia respondia meu ajudante, é que ela me rejeitou desde o primeiro dia.
Na volta da escola, combinamos brincar e fazer as tarefas e estudar para as provas.
Cumprida minha obrigação em casa, peguei minhas coisas e fui para a casa dela, cheguei ela também tinha cumprido suas obrigações, como o avô dela tinha colhido umas jaboticabas, levamos em canecas para o celeiro para chupá-las, terminei e me deitei de barriga para cima satisfeito, ela veio de quatro para perto de mim e disse, quer ser meu bezerro, falei sim, depois você vai ser minha vaca, subiu sua blusa, seus seios duro, ficaram a mostra, veio para mais perto, subi minha cabeça e comecei a mamá-los, ela disse que gostoso ,vai mama mais, mudei para o outro, quanto mais eu mamava ela gemia, parei e perguntei se estava doendo, disse, não é gostoso, continue, meu pau armado, cansei de ficar com a cabeça erguida disse, vou fazer igual ao touro, mesmo com roupa subi nela, me esfregava e ela se mexia, perguntei se podia baixar seu short, disse que sim, baixei os dois, cutucava com meu pau seu cu e sua buceta, sem penetrar, que gostoso, cutucava e ela rebolava, fui trazê-la para mais perto, coloquei minhas mãos na parte dobrada da perna dela e sem querer, fui me aproximando de sua buceta que tinha mais pelo que a minha, ela gemeu, comecei a passar a mão sobre sua buceta, ela mais ver bolava, esquecemos do mundo, logo ouvimos seu avô chama-la, nos arrumamos, ela foi ver o que queira, quando voltou meu pau cheirando merda já estava calmo, me levantei e fomos estudar, estava dando uma explicação e senti sua mão no meu pau nos olhamos ela riu, já ficou duro, ela pegou-o por cima do calção, e apertava, disse, vamos terminar, sua mãe logo chega, de fato, ela chegou veio ver as tarefas e o que eu tinha ensinado ela.
Não nos vimos no final de semana ela tinha ido com a mãe visitar uns parentes fiquei ajudando minha tia, minha mãe mesmo tendo melhorado, às vezes ficava um pouco agitada.
No domingo a noite, fui logo para meu quarto, terminar minhas tarefas, antes de dormir, fui, tomar água, ao passar pelo quarto da minha tia ouvi uns gemidos, como a porta estava meio aberta fui ver, ela estava de 4 bem perto do fim do colchão e meu pai em pé, metendo nela, ela gemia e dizia, vem meu gostoso, me perdoe minha irmã, isso é muito gostoso, goze em mim, goze, voltei para meu quarto, já de pau duro, bati uma punheta e outra gozada.
Na volta da escola, a Nane pediu ir na casa dela, tinha umas coisas para me contar eu falei também tenho.
Peguei as coisas da escola e fui, ela terminou o seu serviço e fomos para o celeiro, sentados, pedi para contar as novidades, a minha prima, já tem mais de vinte anos, já namorou muitos e me contou sobre como ela e seus namorados faziam para não ter filhos, e como ela gozava sozinha, as posições, concluiu, ela tem muita experiência e que sua novidade, falei, peguei meu pai metendo na minha tia ela estava de 4, gemia e mandava ele meter mais, e como ela faz para gozar, fica passando a mão na sua buceta, enfia os dedos lá dentro, eu não posso, ainda sou virgem, você já tentou, não chegamos tarde ontem, Nane, posso te pedir uma coisa?
O que gostaria de ver sua buceta, você viu meu pau e pegou nele, eu mal peguei na sua, aqui não dá, vamos caçar? Pegou um cobertor velho que a gente forrava o chão e fomos caçar, entramos na plantação de mandioca, paramos em uma pequena clareira, ela estendeu o cobertor se deitou, já de pau duro, tirei se shorts, ela abriu as pernas, aquela coisa linda apareceu, alguns pelos, era bem escura, comecei a passar a mão nela, pegava, passava a mão, cutucava com o dedo, b voltava a passar a mão, para cima, para baixo, ela se contorcia e gemia bem baixinho, ora dizia, que gostoso, passe mais, passe mais, assim, assim, ui que gostoso, vai ui, se contorcia e ai ,ai, acho que estou gozando, vai, mais, mais, ui, ui, minhas pernas estão tremendo, você gozou mesmo, minha mão ficou melecada, olhe, que gostoso, bem que minha prima disse como era bom, colocou sua roupa, continuou deitada, me dobrei sobre ela fui subindo sua blusa seus seios apareceram, comecei a mamá-los, mamilos pequenos, mamava com vontade, um passava para o outro e entrou com uma mão por dentro do meu calção e pegou no meu pau apertava-o, quanto mais eu mamava, mais ela apertava meu, me ergui, baixei meu calção e ela começou a me masturbar, não demorou nada, já gozei, ela vendo meu gozo saindo disse, o seu é externo o meu é interno, ui, como é gostoso, nos arrumamos e fomos fazer as tarefas e estudar, com minha ajuda ela estava melhorando as notas.
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