#Bissexual #Grupal #Incesto #Teen

A casa da minha avó XXXII

2.5k palavras | 0 | 0.00 | 👁️
Escritor

Continuação da série de mesmo nome. Leia os capítulos anteriores clicando no nickname.

Olá, Felipe aqui.

Darei seguimento aos relatos do que se seguiu após o carnaval e das boas vindas de seu Rafael e seus filhos.

E o que aconteceu foi que a vida seguiu.

Meu sogro saindo e contando de viagem, eu na facul, e Klesia na escola. Gabi foi para a escola e Calebe começou a fazer um curso técnico. Seu Rafael iniciou seu trabalho na nova empresa e começou a procura pela nova casa, que não demorou em aparecer, mas isso pode ficar para depois.

Enquanto não compravam a casa e se ajeitavam nela, a mobiliando, inclusive, pois haviam vendido tudo da outra casa, os três moravam conosco na casa de meu sogro.

Poderia-se dizer que era uma rotina normal, com todos ocupados durante o dia e chegando cansados à noite. Saindo com os amigos no tempo livre, ou gastando o tempo de lazer relaxando em casa.

E os nossos dias livres geralmente eram sábado e domingo.

Acordei num desses dias, com o prazer do calor suave que a boca de Gabi tinha. Abri os olhos lentamente, e lá estava ela, usando apenas calcinha e uma regatinha branca e rosa, sem sutiã, com os seios em crescimento marcando o tecido. Antes eles podiam ser chamados de discretos, apenas com uma elevação até o mamilo rosado mostrando que existiam, mas nos meses que ela ficou longe, tinham se desenvolvido até se tornarem dois belos montes com picos de cereja que cabiam dentro da minha boca. Gabriela debruçava-se de quatro sobre mim, segurando minha rola com ambas as mãos, chupando. Klesia, que dormia de baby doll ao meu lado, despertou também. Olhou para a prima, sorriu e começou a acariciar sua cabeça.

Havíamos tido uma conversa depois do carnaval, nós três. E nela Klesia perguntou a Gabriela o que ela sentia por mim, pois sabia que não era só desejo. E Gabi em seu jeito envergonhado, confirmou que sentia-se atraída de um jeito diferente e que sempre via o jeito que eu estava com Klesia, a abraçava, a olhava e a fodia, desejava ser ela no seu lugar, mas sabia que não podia e se sentia mal por isso.

Klesia e eu tivemos uma conversa franca sobre o assunto. Eu não queria magoar Gabi, e também não desejava que Klesia ficasse desconfortável. Mas fui surpreendido. Minha namorada disse que, uma vez que era sua prima, não se importava em me emprestar para ela, já que não desejava vê-la infeliz. Eu também não queria ver nenhuma das duas assim, então concordei.

Gabi era difícil de se aproximar dos outros, então pensamos que se nós negassemos seus sentimentos ali, isso só pioraria as suas inseguranças. Então decidi aceitá-los. Ainda namoraria Klesia, mas Gabi estaria conosco também. Não seria apenas a minha “segunda”, ou mais uma, mas sim a deixaria criar raízes.

Em suma, eu teria duas namoradas colegiais.

Não falamos a ninguém. Não havia necessidade. E eu desconfiava que talvez os outros percebessem por si mesmo, não vendo problema nisso, já que não mudaria muita coisa da relação que já tínhamos.

Dona Tereza, seu Rafael e Cristiane estavam na cozinha, quando descemos.

Minha sogra usava uma camisola prateada que, embora não fosse transparente, mostrava bastante suas pernas. E Cristiane usava apenas calcinha e top por baixo do avental, sendo seguida o tempo todo pelo olhar de seu Rafael.

Não resisti e dei um bom dia ao rabo dela com um tapa bem dado. A empregada não reclamou. Soltando apenas um “Aí” risonho, passando a mão na bunda.

Calebe aparentemente tinha saído para correr.

Tomamos o desjejum e depois fui até o jardim dos fundos, sentindo a brisa no corpo.

As meninas deram um tempo, e então pularam na piscina vestindo seus biquínis. Brincaram e se divertiram até a hora do almoço. À tarde fomos os três ao shopping e compramos roupas e um livro que Klesia queria muito ler. Comprei também um pingente para cada uma. Eram simples, mas bonitos. Gabi adorou recebê-lo.

Sempre andava de mãos dadas com Klesia. E Gabi claramente queria o mesmo,mas devido a vergonha de fazer comigo, dava as mãos para a prima. Ainda que Gabriela tivesse crescido, parecia que eu e Klesia éramos pais passeando com a filha.

Quando voltamos no fim do dia. Encontramos dona Tereza sentando em seu Rafael no sofá da sala, e Cristiane fazendo o mesmo com Calebe.

Gabi deu um selinho no pai e então subiu, animada com as compras. Klesia e eu fomos para o banho e Gabi surgiu no banheiro momentos depois, já pelada. A ensaboamos, enchendo-a de espuma, e ela fez o melhor para esfregar o meu corpo, e o de Klesia também.

Dei um beijo nas duas e elas se beijaram, e logo começamos uma transa quente debaixo do chuveiro.

Eu pegava Klesia por trás e ela prensava Gabriela contra a parede, passando a mão entre as coxas da prima. Estávamos os três praticamente colados carne a carne, perto o suficiente para beijar as duas enquanto metia em Klesia.

Depois foi a vez da buceta de Gabi engolir meu pau. A novinha apoiou as mãos estendidas contra a parede e se empinou para receber rolada. E eu as dei várias vezes, e bem forte.

“Clop, clop, clop.”

Klesia acariciava o grelo e os peitos da prima, enquanto o som molhado das estocadas se misturava ao do chuveiro e aos gemidos deliciosos de Gabriela. Quando terminamos, o banheiro já tinha virado uma sauna de tão abafado. E estávamos mais suados do que quando entramos. Não fazia mal.

Nos enxugamos nas toalhas e saímos.

Eu andava apenas de mini calção pela casa, e Klésia com um short soltinho e top de ginástica. Gabriela estava de calcinha e usando uma camisa minha, que cobria até o começo de suas coxas.

Quando descemos nos deparamos com Dona Tereza deitada no sofá sendo fodida por Calebe. Os peitos pesados balançando com as metidas. Ele estendeu a mão para a irmã, mas Gabi recusou, dizendo que tinha acabado de tomar banho, então Calebe apenas dobrou os lábios e deu de ombros, continuando o que fazia com a tia.

Cristiane estava na cozinha, preparando o jantar. Perguntei por seu Rafael e ela respondeu que ele estava ocupado com seu trabalho. Como o jantar ainda demoraria para ser feito, as meninas foram para a beira da piscina, mexer nos celulares, e eu segui para o quarto que dividia com Klesia, a fim de estudar.

O resto daquela noite foi tranquilo. A refeição, um filme e depois a hora dormir, a qual ninguém dormia. Eu e Klesia fizemos companhia a minha sogra, e Cristiane passou a noite no quarto de seu Rafael e os filhos.

Chupei a buceta das duas, namorada e sogra, uma ao lado da outra. Não tem nada mais gostoso que o sabor misturado de duas xotas molhadas na boca, e depois sentir o molhado com o pênis, socando em ambas, enquanto se deda a buceta livre, com elas se namorando o tempo todo.

Klesia me cavalgou, olhando para mim com o rosto derretido de prazer. Uando a filha gozou, Dona Tereza me chupou, sentindo o sabor da buceta da filha no meu pau, e depois se inclinou, enquanto minha namorada lubrificava sua bunda e depois minha rola. Passando a língua em uma e mamando a outra. Meu pau adentrou o cu de minha sogra, com Klesia chacoalhando a bunda da mãe, mandando que eu a arrombasse, até que minha sogra gozou pelo cu, e eu na boca de Klesia.

Desci para comer algo, e passando pelo o outro quarto, vi pela porta aberta minha agora outra namorada cavalgando de costas o irmão, subindo e descendo o cu em sua rola. Do outro lado da cama, mais distantes, seu Rafael batia seu quadril entre as pernas de Cristiane. E na minha frente, estava a buceta vazia de Gabriela.

Ela olhou para mim, parou e esfregou a carninha rosada. Resolvi entrar.

Cumprimentei Calebe, avisando o que ia fazer, e já nos posicionamos. Ele erguendo as pernas da irmã, eu afundando meu caralho dentro da delícia rosada que era a xota quente e de Gabi dela, que ficou se contorcendo entre nós.

Calebe que estava aguentando a mais tempo, gozou primeiro, e ficou embaixo de Gabi, enquanto eu continuava bombando.

Beijei ela, e senti que ela o fazia de forma bem diferente das anteriores, grudando nos meus lábios, apertando tanto em cima como em baixo. Gozei em sua buceta e sussurrei em seu ouvido, “Depois a gente conversa mais, minha putinha”. Saí, a deixando na cama.

As noites sempre eram prazerosas.

No outro dia tomávamos café da manhã juntos.

Gabriela e Klesia queriam ir à praia, mas isso tinha de ser combinado com antecedência, pois queria que fossemos com meus primos também. E minha sogra pensou que ir para lá e passar só um dia não valia muito a pena.

Calebe então decidiu ir visitar meus primos, que estavam passando a maior parte do tempo em casa nos últimos tempos. Uma vez que Henrique tinha seus próprios lugares para ir, já que seu grupo de amizades aumentou, e minha prima estava focada nos estudos naquele ano, depois de quase repetir. Calebe poderia dizer para Sandra ir para a nossa casa, mas creio que eles talvez quisessem mais exclusividade de vez em quando.

Eu entendia isso.

Às vezes desejava passar a noite apenas com Klesia. Agora tinha mais alguém pra dividir esse sentimento.

Não é como se fosse me apaixonar por Gabi do dia para noite. Mas ocorre que quando alguém que você quer bem se declara de forma sincera, acabamos por ter especial afeição pela pessoa. Era o que eu sentia por ela naquele momento.

Almoçamos e então fomos sair para passear e aproveitar o domingo. Todos que estavam em casa. Fomos para um parque, vimos aves no lago, e comemos algo nos restaurantes próximos. Voltamos após o pôr do sol, cansados e bem satisfeitos do passeio, por assim dizer.

Pedimos algo para o jantar e comemos assistindo televisão.

Os mais velhos foram dormir cedo, subindo no quarto, enquanto eu e as meninas ficamos aninhados no sofá, sem disposição para nada que não fosse apertar os botões do controle.

Calebe dormiria na casa de minha tia, então eu tranquei a porta e o portão, e liguei o alarme. Comecei a subir as escadas junto a Klesia e Gabriela nos acompanhou, segurando a minha mão. O quarto de seu Rafael estava vazio, como também o de Cristiane, indicando que eles provavelmente estavam junto de minha sogra. Então rumamos para o meu quarto e o de Klesia.

“Felipe, er… eu sei que a gente já falou e combinou que seria assim, mas vocês tem certeza disso?”, perguntou Gabriela após entrarmos.

“Sim, por quê tá perguntando?” indaguei.

“É que, a gente transar é uma coisa, mas namorar e ter um relacionamento… sabe, ter sentimentos mesmo. Não sei se funciona desse jeito, com mais de duas pessoas. Já vi muita gente brigando e se separando por causa de ciúmes e coisas assim. Não quero acabar da mesma forma ou fazer vocês brigarem por causa disso.”

Klesia abraçou a prima.

“É só a gente tentar. Eu amo o Felipe, e também te amo, Gabriela. E você, me ama?”

“Sim.”

“Ama o Felipe?”

Gabriela olhou para mim, um pouco envergonhada.

“Eu acho que sim.”

“Como? Me diz o que tu gosta nele?”

Gabi engoliu em seco antes de responder após um momento de consideração.

“Me sinto bem perto dele. Gosto de quando me abraça e me beija, me sinto… flutuando quando ele me olha nos olhos”, encarou-me timidamente nessa última parte. E eu sorri, lisonjeado e um pouco constrangido também.

“Então você ama, como eu também amo”, disse Klesia, “Não vou deixar você ficar de lado, Gabi.”

As duas permaneceram abraçadas por um tempo, e então fomos para cama. Minhas namoradas dividiram minha rola entre si, chupando, lambendo e batendo com ela no rosto uma da outra.

Podia ficar apenas deitado curtindo aquilo, mas queria sentir o corpo daquelas duas gostosas nas minhas mãos.

Levantei, tomando os lábios de Gabi nos meus, e pressionando a cabeça de Klesia contra o meu pau. Lambi e chupei os mamilos rosados da loirinha, apertando a sua bunda enquanto fazia carinho no cabelo da morena. Tudo era gostoso, e eu queria que ficasse ainda mais. Então segurei o corpo de Gabi pela cintura e o lancei na cama de bruços, Klesia olhou para mim e eu a mandei ficar da mesma forma. Ela sorriu, lambendo os lábios e se virou na cama, ao lado da prima.

Tendo a visão das duas deitadas de bruços, pedi para as duas balançarem as bundas. Chocolate e baunilha. Duas bundas redondas ficaram chacoalhando a minha frente, até que pus as mãos sobre elas. “Slap”, dei o primeiro tapa em Klesia, e depois o segundo na bunda de Gabi, deixando a marca da minha palma em sua pele branca.

Pareceu por um momento que eu a tinha marcado. O que me fez gostar ainda mais.

Mandei abrirem as bundas com as mãos e as duas fizeram, esticando o cu e a buceta. Com os dedões lambuzados de lubrificante, cutuquei os botões de ambas, esfregando também as suas pepequinhas, perguntando a elas quem eu deveria comer primeiro.

Gabi não respondeu, praticamente buscando ar com a boca.

“Come tua putinha aqui, idiota”, ordenou Klesia, e não me fiz de bobo.

Montei nela, e comecei a socar em sua buceta, enfiando dois dedos dentro do paraíso rosa de Gabi. Até que saí de Klesia e fui para a loirinha, prensando-a com o peso do meu corpo. Nada como enfiar meu pau naquela gruta rosada, e ouvir o som da minha cintura batendo em sua bunda branca, junto dos gemidos doces de quem estava prestes a gozar.

Depois voltei para a Klesia, dessa vez metendo em seu anel de carne com todo o gosto do mundo, subindo e descendo o corpo como se minha vida dependesse disso.

“Ui, meu cu, caralho!”, bradou ela, empinando o rabo e recebendo rolada até o talo.

Quando senti que ia gozar, pus as duas de joelhos e jorrei leite em seus rostos, confiante que elas se limpariam, e o fizeram. Por fim, bati punheta no pau sensível pelo orgasmo, vendo dois anjos dividindo minha porra.

Meus anjos.

Comentários (0)

Regras
- Talvez precise aguardar o comentário ser aprovado - Proibido numeros de celular, ofensas e textos repetitivos