Sansão e Dalila Cap 2 (Final)
O som dos corpos se chocando preenchia a tenda. Dalila gemia debaixo, as pernas enroladas na minha cintura, a buceta molhada apertando o pau de Sansão. Ele enfiava fundo, cada estocada fazendo ela arquejar.
— Mais, Sansão — ela sussurrava, as unhas cravadas nas minhas costas. — Me fode.
A cortina da entrada se moveu. Uma figura entrou, hesitante. Sansão Reconheceu o rosto na hora: Doreb, a mulher de Timna. A que o traiu revelando a resposta do enigma.
Ela caiu de joelhos.
— Sansão, eu vim pedir perdão. Meu pai ia morrer se eu não contasse. Tive medo.
Ele parou de se mover, mas não saiu de dentro de Dalila. Ela apertou as pernas em volta dele, puxando de volta.
— Agora você quer o quê? — Sansão pergunta, a voz saiu grossa.
Ela ergueu os olhos.
— Descobri que você é o homem mais importante da minha vida. O homem que rasga um leão ao meio e mata mil soldados filisteus. Não um fraco e corno como o meu pai.
Dalila riu, baixinho.
— Além de gostosa, ela é sábia.
A mulher de Timna tirou a túnica. Os peitos caíram livres, os mamilos duros. Ela se aproximou, a bunda redonda e carnuda, fazendo Sansão lamber os beiços.
— Me mostra que você me perdoa — ela pediu.
Ele puxou Dalila pra cima, sentou na pele de carneiro, e colocou Doreb, a mulher de Timna de joelhos na sua frente. Enquanto Dalila montava nele, deslizando o pau molhado pra dentro dela de novo, a outra abriu a boca e lambeu os peitos de Dalila.
Elas se beijaram. Línguas se encontrando, gemidos abafados. Dalila desceu a mão e começou a esfregar a buceta de Doreb, enquanto ele empurrava pra cima dentro dela.
Doreb abaixou a cabeça e enterrou o rosto entre as pernas de Dalila. O som molhado da língua dela, e Dalila gemeu alto, as unhas cravadas no ombro de Sansão
— Isso... assim...
Sansão segurou os quadris dela e começou a bombear mais forte. Cada estocada fazia Dalila se sacudir, e a boca de Doreb não parava, lambendo o clitóris, sugando.
A cortina se abriu de novo.
Um homem magro, fraco, com uma túnica suja, entrou ofegante. Ele parou ao ver a cena. O pinto pequeno dele endureceu por baixo da roupa, um volume ridículo.
— Sansão... — a voz dele tremia. — Os israelitas invejosos estão escrevendo uma história diferente de você.
Ele não parou de foder. Dalila gemia, a outra lambia.
— Que história? — rosnou Sansão
— Que você foi humilhado pelos filisteus. Que Dalila te traiu. Que cortaram seu cabelo e você perdeu a força.
Dalila riu, a respiração ofegante.
— Eu venero esse homem. Nunca o trairia.
— E pior — o mensageiro continuou, a voz sumindo. — Estão escrevendo isso no falso livro sagrado. Pra dar credibilidade. Os desavisados vão acreditar.
Sansão tirou seu pau de dentro de Dalila. Ela gemeu de frustração. Levantou, nu, coberto de suor e do gozo dela.
— Você interrompeu meu sexo — a voz saiu baixa, perigosa. — Por uma bobagem de escribas corruptos?
O homem recuou. Tropeçou na própria túnica.
— Eu só vim avisar, mestre...
Sansão avançou. Suas mãos fecharam no pescoço dele. Ele esperneou, os olhos arregalados. Um estalo seco quando o pescoço quebrou. Depois as costelas, quando apertou mais. O corpo caiu mole no chão de terra.
Quando se virou, as duas mulheres estavam de joelhos, os olhos brilhando. A mulher de Timna passou a língua nos lábios. Dalila sorriu, lenta.
— Isso foi excitante — ela murmurou.
Ele voltou pra elas. Empurrou a mulher de Timna de bruços, puxou os quadris dela pra cima. Ela gemeu, a buceta apertada e quente. Dalila se ajoelhou na sua frente, abriu a boca e engoliu seu pau, lambendo o gosto da outra.
Ele fodia as duas, uma por cima, outra por baixo. Sabendo que os esclarecidos conheceriam a verdade. Que essa noite, essa foda, esse poder, era real. E o resto era mentira de quem nunca teve nada.
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