#Assédio #Teen #Virgem

AS Meninas do Parquinho V

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Seu Padre

Depois do nosso encontro, Dona Suzana voltou logo para casa, mas eu preferi voltar somente na segunda. Como tinha várias folgas para tirar, preferi passar o resto do final de semana fora e pegar o trabalho de volta só na segunda. De uma forma ou de outra, as meninas iam estar na casa do pai.
Quando retornei na segunda-feira, peguei no trabalho normalmente. Cheguei logo cedo, a ponto de ver dona Suzana indo deixar as filhas na van da escola, antes de sair para trabalhar. As três me lançaram um olhar fixo, com um sorrisinho no rosto, que mal dava para notar. Dona Suzana não sabia totalmente das minhas brincadeirinhas com as meninas, e estas não tinham a menor ideia de que, enquanto estavam na casa do pai, a mãezinha delas estava sentada na minha rola e usando o meu leite de cobertura de pizza.
Só em ver passar aquelas três bezerrinhas, fiquei logo de pau duro. Mas, quando as vi passar com aquele sorriso leve no rosto, entendi também que precisava tomar mais cuidado do que nunca. O tesão faz a gente tomar atitudes impensadas e qualquer deslize poderia levar a comentários das pessoas do condomínio. Se isso acontecesse ia ser uma merda.
Depois de deixar as meninas na van, dona Suzana voltou e veio até onde eu estava na porta do quartinho.

- Você só voltou hoje?
- Foi. Resolvi tirar uma das minhas folgas também no domingo.
- Quando é que você vai me contar mais? - disse Suzana já olhando para o meu pau.
- Tá doida para que eu conte mais um capítulo da história né? - disse para ela, aproveitando para colocar a mão dela em cima do meu pau.
- Quero sim, quero saber tudo! - disse Suzana, já apertando minha rola por cima da calça. Vamos entrar um pouquinho para eu chupar.
- De jeito nenhum! Tem muito movimento agora pela manhã. A gente precisa ter cuidado para não dar bandeira.
- Tá certo! Eu que tô ficando louca! Quando é que a gente se vê de novo? Eu quero saber mais sobre como as meninas foram cair na sua mão.
- Eu vou fazer melhor. Você me perguntou como é que eu sabia da sacanagenzinha das meninas aqui do condomínio. Pois eu vou fazer melhor do que lhe contar. Eu vou lhe mostrar!

Suzana arregalou os olhos, surpresa, querendo saber como é que eu ia mostrar o que tava dizendo.

- Mas como assim você vai me mostrar?
- As meninas fazem a sacanagem delas perto da lixeira. Fica pela parte de trás do quartinho. Lá no escuro, no meio das caixas, tem um combogó, que dá para ver o lado de fora. Com a luz e apagada e em silêncio, ninguém desconfia que tem alguém ali. Você vai vir um dia para cá e a gente vai ver elas lá com os garotos.

Suzana suspirou fundo, antevendo a situação. Sua excitação era visível, imaginando ver toda aquela putaria que eu havia contado. Imediatamente apertou mais minha rola por cima da calça.

- Mas como a gente vai fazer isso? As meninas vão acabar percebendo.
- Por isso que tem que ser no final de semana que elas não estejam com você, mas sim na casa do pai.
- Então, vai ser no próximo. Como logo depois o pai vai viajar por algumas semanas, ele pediu para antecipar e passar dois finais de semana seguidos com elas. Assim, no final de semana que vem, elas estão na casa dele de novo.
- Ótimo. Mas, você vai ter que dá um jeito de vir para cá cedo, assim que anoitecer. É o horário que o movimento do pessoal que veio curtir o final da tarde já passou e eles voltaram para casa, só que antes das meninas descerem para o parquinho. Você vai ficar escondida aqui dentro e só vai poder ir embora tarde da noite quando todo mundo já tiver saído. A gente dá um jeito de você voltar para casa sem ser notada. Você vai ter que ficar aqui dentro sem fazer nenhum barulho.
- Tá certo! Disse Suzana já visivelmente excitada.
- Agora vai. Eu tenho que trabalhar. Não fica me procurando por aqui porque pode acabar gerando comentários. Assim que der eu dou uma passada no seu apartamento para você dar uma mamada.
- Ta bom! Eu vou indo. Tenho que trabalhar também.
- Certo. Não esquece de deixar as meninas descerem.

Sempre que eu insinuava algo sobre as meninas, Suzana fazia um olhar de ciuminho, que me deixava com mais tesão ainda. Por infelicidade, os horários que eu estava mais livre nunca bateram com os de Suzana e não consegui ir na casa dela quando ela estava sozinha, mesmo que fosse só para ela dar uma mamada. Mas como minha sorte não tava tão ruim assim, aconteceu uma coisa completamente inesperada, e tenho que contar para vocês agora. E essa história paralela, envolve Rafaela, a meninazinha crente do bloco A.

Como eu tinha assumido desde muito tempo um papel de faz tudo, consertando coisas, encanamento, parte elétrica e tudo mais, às vezes eu dava uma saída rápida do trabalho para comprar alguma peça que fosse necessária para o conserto. O síndico não se importava, pois confiava em mim e no meu trabalho. Durante a semana, uma condômina me perguntou se eu não poderia dar uma olhada na instalação elétrica do apartamento dela, pois algumas lâmpadas estavam queimando rapidamente e ela suspeitava de algum tipo de mau contato. Pediu-me também para comprar algumas lâmpadas novas, para substituir as que estavam queimadas. Era um trabalho simples, ela me deu algum dinheiro e eu fiz as compras de lâmpadas, fita isolante, e outras coisinhas em um depósito perto do condomínio. Eu aproveitei para sair no horário de almoço, comi um prato feito no restaurante na praça, fiz minhas compras e me encaminhei de volta para o condomínio. Aí foi que aconteceu tudo.

Ao invés de fazer o usual e me encaminhar para o quartinho pela entrada principal, eu cortei caminho por trás de um dos blocos, de forma que passaria pela lixeira, chegando assim no quartinho pela parte de trás. Assim que dobrei próximo as lixeiras, me deparei com uma cena inesperada. Encostada na parede, de frente para ela, ainda com a roupa do colégio e com as calças arriadas até os joelhos, Rafaela gemia baixinho, de olhos fechados, enquanto um garoto, que nem era do condomínio, sarrava ela por trás. No primeiro momento eles não me viram. O garoto a segurava pela cintura e esfregava a rola com força entre as bochechas da bunda dela. Eu sabia que a menina tinha tesão no rabo; já tinha visto várias vezes um ficante dela gozar esfregando o pau daquele cuzinho. Também sabia que ela não dava o rabinho, ela gostava de sentir-se ser sarrada.

- Que merda é essa? Você tá louca menina? E você moleque, cai fora daqui!

Os dois tomaram um susto quando me viram. O menino ficou branco e rapidamente subiu o short e correu. Como não era do condomínio, supus logo que ele ia cair fora de vez. Mas Rafaela portou-se diferente. Enquanto o garoto simplesmente deixou-a ali e caiu fora, Rafaela paralisou. Simplesmente não conseguiu mais se mexer. De repente, ela tava ali, na minha frente, parada, com as calças do colégio e a calcinha branca pela metade das pernas. Pude ver suas coxas roliças e uma bucetinha linda com poucos pelos. Sem saber o que fazer, depois de alguns segundos parada, a menina, de tão assustada, se agachou, ficando na posição de cócoras, e começou a fazer xixi. Depois que o xixi acabou, ela continua agachada, com um jeitinho assustado. Eu vi que a situação estava mais séria do que eu pensava e precisava fazer alguma coisa.
Fui até ela e ajudei a ficar de pé. O xixi tinha molhado um pouco a calcinha e a calça do colégio. Ela tava chorosa, tremendo de medo por ter sido descoberta no ato, sem conseguir se quer olhar para mim. Eu a ajudei a vestir a calcinha e a calça, aproveitando para olhar de perto aquela bucetinha e aquele rabo maravilhoso. A bunda de Rafaela era perfeita, não que fosse grande, mas era redonda, empinada.
Eu a abracei para se acalmasse e a levei para dentro do quartinho. Chegando lá ela continuava chorosa, tremendo. Parecia que tentava falar, mas não saia nada da sua boca. Tive que tomar a iniciativa, pois eu estava começando a ficar preocupado com o estado da menina.

- Rafaela, isso é coisa que você faça? Você é crente, é da igreja. Imagina se a sua mãe ver você desse jeito. Se ela descesse aqui por algum motivo e encontrasse você assim.
- O se-senhor não vai contar nada não né?
- Sua mãe tá em casa agora?
- Por favor, não conta nada não - disse Rafaela, com os olhos arregalados de medo.
- Fica calma, você tem que se acalmar um pouquinho.
- Por favor, seu Cláudio. Não conta nada para os meus pais.
- Isso não se faz Rafaela. Olha para você! Tá mijada. Sua calcinha e suas calças estão sujas de mijo.
- Eu não aguentei! - disse Rafaela voltando a chorar.
- Fique calma! Não precisa chorar!
- Eu fiquei com, com tanto medo na hora que o senhor apareceu que eu não consegui me controlar e acabei me mijando.
- É, eu sei! E aquele garoto? Nem do condomínio ele é!
- A gente tava ficando. Ele é da escola. Eu não queria fazer isso, mas ele insistiu e eu acabei deixando.
- Sei! Só que ele largou você e caiu fora!
- Por favor, não conta nada não!
- Tá tudo bem Rafaela. Sua mãe tá em casa? – a simples menção do nome da mãe dela já fez com que a menina ficasse assustada de novo.
- Tá não! Eles vão passar o dia fora hoje, só chegam no final da tarde. Por favor, não conta!
- Tudo bem! Mas a gente tem que dar um jeito nessa roupa mijada. Vem, que eu sei o que fazer.

Antes que Rafaela pudesse ter qualquer atitude de recusa, eu abri a calça dela e baixei junto com calcinha até os pés. Agachado para tirar as calças dela, meu rosto ficou a poucos centímetros daquela buceta maravilhosa. O cheirinho de buceta misturado com xixi era simplesmente delicioso. A menina paralisou mais uma vez quando eu tirei seu sapatos para facilitar tirar a calça e a calcinha. Deixei Rafaela nua, mais uma vez, da cintura para baixo, mas agi como se estivesse simplesmente tentando ajudá-la. Nunca me senti tão canalha, nem quando as meninas de Dona Suzana esfregavam a buceta na cabeça do meu pau, sentadinhas no meu colo. Tinha me decidido a me aproveitar da fragilidade de Rafaela.

- Eu vou molhar um pouco a sua calça e a sua calcinha, para tirar o cheiro do xixi, você não pode voltar para casa desse jeito. Depois que secar um pouquinho, eu passo um ferro de engomar e aí termina de secar o tecido.

Em pé, no meio do quartinho, nua da cintura para baixo, Rafaela tava completamente frágil, sem conseguir fazer nenhum movimento. Eu agi como havia prometido; molhei a roupa, torci e estendi em cima da mesa, junto com calcinha de algodão, de tecido fininho e que com certeza ficaria seca mais rápido. Voltei até ela e vendo-a naquele estado, me sentei na minha poltrona e a puxei para o meu colo. Rafaela se sentou em uma das minhas pernas. Eu conseguia até mesmo sentir o calor da buceta da menina em cima da minha coxa. Amedrontada como estava, ela não ofereceu resistência, a não ser ficar com aquele jeitinho de assustada.

- Que é isso, seu Cláudio?
- Tá tudo bem, Rafaela. Eu não vou contar nada para os seus pais - disse já colocando uma de minhas mãos em cima das suas coxas.
- É melhor ir para casa!
- Deixa sua roupinha secar. Aí você vai. Não pode chegar lá com a roupa molhada ou cheirando a xixi.
- Mas eu tenho que me cobrir. - Rafaela abraçou o próprio corpo e manteve as pernas bem juntas, como se tentasse se proteger.
- Não precisa, meu bem! - disse acariciando suas coxas. - Esqueceu que eu vi você peladinha lá fora. Vai ser um segredo só nosso. Ninguém vai saber.
- O senhor promete que não vai contar?
- Prometo sim! Vai ficar só entre a gente. Pode ficar mais calminha.

Voltei a acariciar as coxas de Rafaela. Sem saber como agir, ela simplesmente manteve a sua posição de proteção, abraçando a si mesmo, mas não reclamou de minha mão em suas coxas.

- Rafaela, para manter o nosso segredo, eu preciso saber de umas coisas.
- Coisas? Que coisas?
- Aquele garoto tava comendo você?
- Não, seu Cláudio! - ela reagiu assustada. - eu sou virgem!
- Mas, do jeito que eu vi parecia que ele tava metendo em você.
- Não, não tava não!
- E o que ele estava fazendo então?
- Ele tava só esfregando o pau dele na minha bunda.
- Mas, então, você ia dar para ele?
- Não! Eu não ia dar não!
- Daquele jeito. Com as calças baixas, sem calcinha. Ele pegando você por trás, com o pau duro, e ele não ia te comer?
- Não, eu nunca dei - disse Rafaela já um pouco nervosa. - Eu só gosto de sentir esfregar. Eu quero me casar virgem. Eu prometo para o senhor que eu nunca dei.
- Então, ele não ia foder o seu rabinho?
- Não! Ele só esfrega até gozar. Eu gosto de sentir esfregando - a menina baixou os olhos como se tivesse, sem querer, contado um segredo muito íntimo.
- Certo! Eu só queria saber porque fiquei preocupado. Você sabe que tem essas histórias de doença. Você tem que se cuidar.
- Mas eu nunca dei não! Prometo! Eu quero me guardar para o meu casamento, assim como manda na igreja.
- Mas você quer guardar a bucetinha; vai querer guardar o rabinho também?

Rafaela arregalou os olhos, surpresa por eu ter dito daquela forma, questionando se ela iria perder a virgindade do cuzinho, mantendo ainda sua buceta virgem para seu marido.

- Eu nunca pensei nisso! Eu quero me guardar para o meu casamento.
- Mas, desse jeito? Deixando o garoto esfregar o pau duro no seu rabo? E se ele tivesse tentado alguma coisa?
- Eu não deixo! É só esfregar e gozar. Ele sabe disso.
- Você gosta de sentir uma rola esfregando na sua bunda né? - frente a uma pergunta tão direta, Rafaela só concordou com a cabeça.
- Ele não faz nada além disso. Eu juro! Não conta nada, por favor.
- Tá tudo bem. Eu não vou contar. Aliás, eu posso entender porque o garoto concordou com isso e acredito que ele não ia forçar você em nada.
- Entendeu? Entendeu o quê?
- Entendi porque ele aceita simplesmente esfregar o pau no seu rabo e gozar no meio da sarração, sem querer ficar enchendo o saco para te comer.
- Por que que o senhor diz isso?
- Por que você tem um rabo delicioso, meu bem. Sua bunda é perfeita. Tem um rabinho muito lindo e pelo que eu pude ver, uma bucetinha também muito gostosa.

Rafaela mais uma vez apertou as pernas na intenção de proteger o corpo.

- Não precisa ficar com vergonha não. Tá tudo bem. É só porque eu entendo garoto. Que outra chance ele ia ter de esfregar o pau numa bunda tão perfeita como a sua e dar uma boa gozada num cuzinho como o seu? - ao dizer isso levei minha outra mão até a bundinha de Rafaela e acariciei aquele rabo, apertando um pouco uma de suas bochechas.
- Ah seu Cláudio! É melhor ver se minha roupa tá seca. Preciso ir para casa
- Calma menina! Ainda não tá seca não!

Rafaela tentou se levantar do meu colo, mas a mantive na mesma posição. Sentadinha na minha coxa, ela podia proteger a buceta pela frente, com as pernas juntas, mas por trás, a posição mantinha sua bundinha mais aberta, de forma que meus dedos podiam alcançar não só o seu cuzinho, como sua buceta.

- É onde você tem mais tesão não é? No rabo. - A menina assentiu com a cabeça. - Você já tentou dar o cuzinho alguma vez?
- Não!

Coloquei minha mão entre as bochechas da sua bunda esfregando meus dedos até alcançar o cuzinho dela. Rafaela tentou sair, sem conseguir. Esfreguei um dos meus dedos na entrada do seu cuzinho. Podia sentir a rugosidade das suas pregas. Pressionei a ponta do dedo na entrada, mesmo sem meter. O cuzinho era macio, quentinho. Ao meu toque, senti o cuzinho da menina piscar. Rafaela me olhava assustada.

- Tá tudo bem, minha menina! Vai ser um segredo só nosso. Você gosta assim, não é? Você tem tesão no cuzinho, não é?
- Te-tenho!
- Mais do que na bucetinha?
- Eu nunca deixei esfregar na minha buceta. Só da minha bunda.
- Mas você bate uma siririca?
- Às vezes!
- Você gosta de enfiar o dedinho no rabo quando toca sua siririca?
- O senhor promete que não vai contar nada para minha mãe?
- Claro que sim! Vai ser um segredo só nosso!
- Eu enfio o cabo da minha escova de dente ou então da minha escova de cabelo, quando eu tô tocando siririca.
- Você gosta de gozar assim? - a menina novamente assentiu com a cabeça! - Não dói quando você enfia no rabinho?
- Eu faço com cuidado! Uso meu condicionador para ajudar!
- Você nunca deu mesmo rabinho? - eu sabia pela minha vigilância noturna que Rafaela gostava de ter o rabo esfregado por uma boa pica, mas ela também deixava o ficante dela enfiar os dedos.
- Não! Nunca dei!
- Você tem mais tesão mais rápido que na bucetinha né!
- Eu gozo melhor quando eu enfio algo na minha bunda.

Enfiei meus dedos mais dentro da bunda dela por trás, a ponto de alcançarem sua buceta. Eu senti aquela bucetinha já molhada. A menina tava excitada e mais relaxada sentada nas minhas coxas. O tesão de antes voltara e o medo tinha ido embora. Enfiei a ponta do meu dedo na sua buceta mexendo um pouquinho. Rafaela suspirou, mas também retesou a bundinha.

- Ai seu Cláudio! Eu sou virgem!
- Eu sei meu bem. Fica calminha. É que tem uma coisa que serve bem para lubrificar é o melzinho da buceta. - Rafaela me olhou com os olhos arregalados.

Antes que ela reagisse, tirei o dedo melado da sua buceta e enfiei até a metade do seu cuzinho. Rafaela deu um suspiro profundo e pude sentir seu cuzinho apertando o meu dedo.

- Seu Cláudio, para com isso!
- Fica quietinha! Lembra que isso vai ser o segredo só nosso e que ninguém, nem mesmo sua mãe, vai saber!

Dito isso, a menina meio que percebeu que tava numa encruzilhada. E isso, associado a meu dedo entrando e saindo do seu cuzinho, deixando-a com mais tesão, foi suficiente para que ela relaxasse. Enquanto eu a fudia com meu dedo, pude ver sua respiração ficar mais profunda e alterada. Inconscientemente, ela empinou um pouco o rabinho para trás, facilitando o meu trabalho. Apertei suas coxas e Rafaela finalmente relaxou seus braços, deixando de abraçar seu próprio corpo como proteção.
O gesto me disse tudo. Ela passou o braço pelos meus ombros. Pude ver seus seios por baixo da camiseta. Apertei-os por cima da roupa mesmo, mas ela afastou minha mão. Apesar disso pode sentir o quanto eles eram firmes e durinhos. A sua recusa em deixar que eu apertasse seus peitinhos me fez enterrar o dedo um pouco mais dentro do seu rabo. Rafaela deu um suspiro profundo. Meu dedo, era com certeza, um pouco mais grosso que o cabo da sua escova de dente.
Peguei uma de suas mãos e coloquei em cima do meu pau, por cima da calça mesmo. Ela pode sentir o quanto ele tava duro. Ela não apertou nem nada, mas deixou a mão pousada em cima da minha rola. Eu pressionei a mão dela em cima, para que ela sentisse o tamanho do meu pau. A menina só me olhava fixo, mas sem recusar nenhum dos meus avanços! De olhinhos fechados, ela passou a curtir meu dedo entrar e sair do seu cuzinho, alargando aquelas preguinhas. Ela já se remexia um pouco nervosa na minha coxa e eu aproveitava para socar mais e mais fundo. Quase sem conseguir falar, nervosa, a menina pediu para ir para casa. Acho que tava com medo do rumo que as coisas estavam tomando. Mas, era tarde demais!
Eu a senti com mais e mais tesão e sabia que ela nunca tinha ido tão longe, afinal de contas aqueles moleques de merda não davam conta de comer um rabo daqueles. E o jeito quando ela empinava a bunda me mostrava que, se em algum momento, Rafaela já tinha pensado em perder a virgindade daquele cuzinho, era ali, meio sem roupa, sentada nas minhas coxas, com o meu dedo quase inteiro enterrado no seu rabo.

- Ai, seu Cláudio! É melhor eu ir para casa!
- Tá certo Rafinha. Mas eu quero fazer uma coisa antes de você ir. - Ela me olhou curiosa.
- Fazer o quê?
- Vem cá! Deita aqui em cima da mesa.

Eu levei Rafaela até a mesa e a deitei de costas com a bunda bem perto da borda. Naquela posição ela tinha que puxar as pernas para o próprio corpo, ficado na posição de frango assado. Daquele jeitinho, sua buceta e seu cuzinho ficavam extremamente expostos para mim. A menina ainda me olhava nervosa sem saber o que eu iria fazer. Peguei um pote de margarina que já estava em cima da mesa e deixei ao lado dela. Puxei uma cadeira e me sentei bem de frente ao seu corpo. Agora sua buceta estava um palmo na minha frente. Pedi a ela que ela relaxasse um pouquinho. Não sei se a menina já tinha sido chupada alguma vez, e também não quis perguntar. Mas, o olhar ansioso dela para mim, me dizia que ela só conheceu uma boa chupada por conversa com as amigas.
Sua buceta era tão linda quanto o seu rabo, cheinha, molhada, com um grelinho intumescido. Com o tesão que ela estava, a menina já não tinha a menor resistência. Desci minha boca até a sua buceta e a beijei como se beijasse uma fruta madura, como se quisesse me melar em todos os seus sucos. Rafaela deu um gemido alto profundo. Suas mãos foram até a minha cabeça e agarraram meus cabelos. Ao invés de me afastar, suas mãos puxaram minha cabeça em direção ao meio de suas coxas, como se quisesse que minha língua penetrasse a sua buceta como um pau.

Lambi toda a sua buceta, sentindo o gosto daquele mel. O cheirinho do xixi era inebriante. Seu grelinho já estava duro. Lambi primeiro com suavidade, depois com voracidade, chupando aquele grelinho, enquanto esfregava a língua com força por toda a buceta. De posse da margarina, melei um dos meus dedos e voltei a esfregar no seu cuzinho. Os suspiros da menina se tornaram mais fortes. Lubrificado pela margarina, meu dedo agora entrava mais fácil, bem no fundo daquele rabo. A medida que a chupada se tornava mais forte, Rafaela ficava mais e mais molhada; ela retorcia o corpo sem largar meus cabelos, desejando enfiar minha própria cabeça naquela buceta.
Aproveitei a margarina e enfiei um segundo dedo no seu rabo. Rafaela sentiu uma pressão maior e me olhou com os olhos arregalados. Mas tão logo eu voltei a chupar, ela relaxou na mesa e deixou que eu fizesse o que eu queria. Eu enfiava os dois dedos com cuidado; a pressão do rabo virgem da menina ainda era grande. Suas preguinhas teimavam em não ceder aos meus dedos. Porém, aos poucos ela relaxou, deixando que meus dedos a penetrassem. Sempre que eu sentia a respiração dela se apressar, como se ela estivesse prestes a gozar, eu diminuía a pressão da chupada. Não queria que ela gozasse rápido, mas sim que ela ficasse mais e mais tesuda, desesperada por gozar.

Depois de ver que ela estava prestes a gozar, eu me levantei, parando a chupada naquela buceta e retirando meus dedos do seu rabo. Rafaela me olhou com um jeitinho decepcionado. Parecia querer dizer que eu devia ter ido um pouco mais e que ela estava quase gozando. Mas na verdade meu desejo era outro.
Em pé eu baixei minhas calças e a menina pode ver o meu pau completamente duro.

- Eu sou virgem, seu Cláudio! Eu sou da igreja.
- Eu sei, meu bem. Não se preocupe. Só o seu marido vai tirar o seu cabacinho da buceta. Mas, você tem outro cabacinho que você tá merecendo perder faz tempo.

A menina entendeu logo o que eu queria e sabia que iria ser enrabada, tanto quanto sabia que não iria resistir. Mas, o que ela fez em seguida, me espantou mais ainda! Doida para ser enrabada, mas ainda com medo da situação, Rafaela virou o rostinho para o lado e começou a chupar o próprio dedo. A menina tinha regredido emocionalmente; se comportava como uma menininha indefesa. De olhinhos fechados, ela chupava o próprio dedo como se chupasse uma chupeta. Eu me espantei com aquilo, mas entendi também que era o sinal de que eu podia ir em frente.
Eu lambuzei meu pau com a margarina. O cuzinho da menina já tava laceado pelos meus dedos. Eu não pretendia enfiar todo o meu pau; tinha medo de machucar Rafaela, o que poderia dar um problema maior, mas com certeza gozaria naquele rabo. Comecei a esfregar a cabeça do pau duro na entrada do cuzinho. A cada esfregada aquele cuzinho piscava as preguinhas na cabeça do meu pau. Rafaela começou a respirar mais forte, apesar de ainda estar de olhos fechados e chupando o dedo. Pressionei suas coxas mais para trás, de forma que todo o seu rabo se abriu.
Forcei a entrada e, com a ajuda da margarina e do tesão da menina, a cabeça do meu pau abriu pouco a pouco o caminho para aquele paraíso. Depois que a cabeça estava toda dentro, eu segurei um pouco, para que suas preguinhas se acostumassem com meu pau. Com seu cuzinho lutando com minha pica, aproveitei para massagear aqueles peitinhos que antes me tinham sido negados. Como ela já estava entregue meti a mão embaixo da camisa. Os peitinhos de Rafaela eram tão durinhos quanto eu esperava, macios, de mamilos salientes. Quando meus dedos se fecharam em torno do seu peitinho, a menina só deu um gemidinho excitado e voltou a chupar o próprio dedo.
Aproveitei para enfiar um pouco mais meu pau, fazendo sempre a mesma coisa. Enfiava um pouquinho, esperava aquele rabo se acostumar com a rola que o invadia pela primeira vez; depois voltava a introduzir mais um pouco. Pedaço a pedaço, eu ia conquistando aquela delícia.
Enfiei meu pau até a metade. Nesse ponto, que era até onde eu queria ir, parei de apertar os peitinhos de Rafaela e voltei para sua buceta. Com os dedos comecei a esfregar seu grelinho, para que a enrabada ficasse mais suave para ela. Depois que seu cuzinho se acostumou, passei a tirar e meter devagar. Aquele cuzinho já me aceitava. Com uma mão segurava os quadris de Rafaela, com a outra masturbava aquela buceta devagar, sentindo-a cada vez mais molhada. A pressão daquele rabo era indescritível; o cuzinho virgem se entregava ao meu pau, mas não sem resistência. Cada vez que ele piscava parecia que ia esmagar a minha rola. Fazia tempo que eu não comia um rabo tão maravilhoso quanto aquele. Mas aos poucos, as preguinhas cederam, e meu pau já entrava mais fácil. Eu sabia que não ia aguentar muito tempo, aquelas preguinhas estavam me enlouquecendo. Quando eu estava perto de gozar, acelerei os movimentos da minha mão na sua buceta. Queria que Rafaela gozasse junto comigo. À medida que o gozo se aproximava, a menina se soltou de vez. Sentindo que ia gozar, ela levantou a blusa e o sutiã junto e passou a apertar os peitos enquanto eu metia de forma cadenciada. Era maravilhoso observar aquela menina apertando os próprios peitos e esperando o gozo chegar.
Rafaela gozou só um pouco antes de mim. O prazer de vê-la retesando o corpo inteiro enquanto seu gozo a tomava foi a gota d’água. Seu rabo apertou minha pica forte e não aguentei. Enchi a barriguinha daquela menina com o meu leite. Com a gozada enfiei meu pau um pouquinho mais e vários jatos de porra invadiram aquele corpinho adolescente pela primeira vez.
Rafaela me olhou assustada sentindo jatos de leite no seu rabo.

- O senhor ta mijando dentro de mim?
- Não, meu docinho. Isso é meu leitinho enchendo sua barriguinha.

Depois que meu pau amoleceu um pouco, tirei com cuidado do seu cuzinho. Um resto de leite pingou no chão; não conseguiu vencer a pressão daquele rabo. Rafaela estava em êxtase. Tinha sido enrabada pela primeira vez. Chega de dedadas ou de picas esfregadas na sua bunda. Dessa vez ela foi devidamente enrabada e perdeu o cabacinho daquela bundinha linda. Sentada na mesa ela observou meu pau ainda um pouco duro e o leite escorrendo da cabeça. Pela primeira vez deu um sorriso. Foi o suficiente para saber que ela tinha aprovado tudo.
Foi até ela e a abracei. Aproveitei para lhe dar um beijo gostoso enquanto apertava os seus peitinhos. Desci até eles e os chupei um pouquinho, o suficiente para sentir aqueles biquinhos duros na minha boca. Rafaela acariciou meus cabelos. Agora éramos amantes. Voltei a dar um selinho dela, quase como se fosse dos namoradinhos.

- Vem! Vou ver aqui como tá a sua roupa. Você tem que ir para casa!
- É verdade! Passou o maior tempão. Eu preciso ir.

Peguei a roupa de Rafaela. Já estava boa para usar. A menina se vestiu e se aprontou para ir embora.

- Você gostou meu bem?
- Gostei!
- Agora você não é mais virgem no rabinho. Perdeu o cabacinho atrás. Foi bom?
- Doeu um pouquinho no início, mas depois ficou muito bom. O senhor sabe comer direitinho. Achei que ia doer mais.
- É porque você tem muito tesão no rabo. Você ainda vai dar muito essa bunda. - vi os olhos de Rafaela brilharem. - Se o seu cuzinho doer um pouco de hoje para amanhã, é normal, até porque é a primeira vez que você dá a bundinha. Se for fazer um cocôzinho, pode ser que sinta um pouquinho de desconforto, até mesmo que saia leitinho junto com o cocô, mas é assim mesmo.

Rafaela apenas riu do jeito que eu tava falando.
- Você vai para casa com a barriguinha cheia de leite que eu botei por trás, mas se quiser depois eu posso botar pela frente também.
- Na minha buceta não, seu Cláudio. Essa é do meu marido.
- Não tô falando da bucetinha. Posso encher a sua barriguinha de leite com você me chupando. Acho que você ia gostar.

Rafaela mais uma vez sorriu, com um jeitinho de que eu sabia que aquela história não ia acabar alí. Eu a levei até a porta do quartinho e dei mais um beijinho. Falei para ela ir por trás do quartinho e sair mais na frente, assim não pegava logo de cara a passagem principal do condomínio.
Assim ela fez. Pelos combogós eu pude olhar ela se afastando e se encaminhando para casa. O que eu não esperava é ver que no caminho contrário, Julinha vinha com Sara em direção à porta do condomínio. Quando elas cruzaram com amiga, Julinha não percebeu nada, mas Sara se deu conta de que Rafaela vinha da área do quartinho. Imediatamente olhou em direção ao quartinho, desconfiando de que a amiga podia estar fazendo alguma coisa. Preferi fechar a porta do quarto à chave e fui me deitar. Assim pareceria que não havia ninguém lá. Foi o suficiente para me salvar naquele momento, mas não para tirar toda a desconfiança de Sarinha. Mas essa é outra parte da história!

Comentários (1)

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  • Tuga tarado: Fdx que tesao

    Responder↴ • uid:b9408ou4fyk