Pego em flagrante
Meu nome é Larissa Vitoria, moro com meus avós, sou a filha mais nova de 3 filhos; tenho os olhos claros, peitos pequenos e uma bundinha média e cabelo grande ondulado (os homens amam puxar ele enquanto me fode). Modéstia parte, sou bem gostosinha e putinha, tem coisa melhor? Até pq é de família desde novinha gostar de sentar na rola rsrs.
Vocês já sabem que eu adoro um perigo e que o Pedrão, o padrasto do pai da Bia, é um dos meus machos favoritos. Naquele dia, eu tinha ido na casa da Bia com a desculpa de fazer um trabalho da escola. Só que a Bia tinha saído pra resolver umas coisas com a mãe dela, e eu acabei ficando sozinha com o Pedrão na sala.
Ele tava vendo TV, e eu fui logo me insinuando. Sentei no braço do sofá, de shortinho, sem calcinha, e comecei a passar a mão no pau dele por cima do short. Não deu outra: em cinco minutos eu já estava ajoelhada no chão da sala, mamando o velho com vontade. Ele segurava minha cabeça e enfiava fundo na minha garganta, gemendo e falando putaria.
Chupa, sua vadia. O vovô aqui tá precisando esvaziar o saco.
Eu tava tão concentrada em engasgar no pau dele que não escutei a chave na porta. O Pedrão também não. A gente só percebeu que alguém tinha entrado quando a porta da sala bateu.
Era o Augusto, o pai da Bia. Ele voltou do trabalho mais cedo.
Ele parou na porta, com a mochila na mão, e ficou me olhando de joelhos no chão, com a boca cheia e o pau do padrasto dele pra fora. O Pedrão se assustou, tentou levantar, mas o Augusto levantou a mão e falou:
_ Quieto.
Ele fechou a porta atrás dele. Trancou. E veio andando devagar até a gente. Eu tirei o pau da boca e fiquei olhando pra ele, com medo e com tesão ao mesmo tempo. Ele olhou pro Pedrão e falou:
– Eu já sabia que você era um safado, mas com a amiguinha da minha filha? Puta merda.
– Cara, eu posso explicar... –o Pedrão tentou falar.
– Explicar o quê? o Augusto riu, tirando o cinto da calça. – Que você tá comendo uma novinha na minha sala? Então eu também vou comer.
Ele veio pra cima de mim. Me pegou pelo cabelo, me levantou do chão e me beijou com força, me empurrando contra o sofá. Ele não teve nenhuma cerimônia. Arrancou meu short, me jogou de bruços no sofá e enfiou a mão na minha buceta, que já tava molhada de tanto que eu chupei o Pedrão.
– Olha como essa putinha já tá melada, ele falou, passando os dedos e levando na boca. Você gosta de dar pra família toda, né sua vadia?
O Pedrão ficou parado, assistindo. O Augusto abriu a calça, tirou um pau grosso e veiudo pra fora e enfiou tudo de uma vez na minha buceta. Eu gritei e ele tapou minha boca.
– Cala a boca. Se a minha mulher chegar, ela vai ver que a amiguinha da filha é uma cadela.
Ele meteu com raiva. Me segurava pelo quadril, batia na minha bunda e me xingava de tudo. O Pedrão, vendo aquilo, foi se animando de novo. Ele veio por trás de mim, passou a mão na minha bunda, abriu e cuspiu no meu cuzinho.
– Se ele tá comendo a buceta, eu vou comer esse cu – o Pedrão falou.
Ele enfiou o pau no meu cuzinho, sem dó, e eu fiquei ali, entre os dois: o pai da Bia metendo forte na minha buceta e o padrasto dele arrombando o meu cuzinho. Eu nunca tinha sentido tanto tesão. Eles se revezavam, mudavam de posição, me colocavam de quatro, de lado, me usavam como um brinquedo.
O Augusto gozou primeiro, dentro da minha buceta, escorrendo pela minha perna. O Pedrão gozou no meu cuzinho logo depois. Eles se afastaram, se limpando, e eu fiquei jogada no sofá, toda fudida e melada.
O Augusto pegou a mochila dele, olhou pra mim e falou:
– Da próxima vez que você vier fazer "trabalho" com a minha filha, me avisa que eu chego mais cedo.
E foi tomar banho. O Pedrão só riu e me deu uma toalha pra me limpar.
Beijinhos, espero que tenham gostado.
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Comentários (1)
John Horn: Adoro maminhas pequenas, daquelas que se fecham na concha da mão e tive uma namorada safada que muito adorava foder com dois homens e até três.
Responder↴ • uid:sgxcbim2