#Assédio #Coroa #Sado #Teen

O cliente do meu pai

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Faccini69

Oii gente, para quem ainda não me conhece o meu nome é Thau e tenho 1,58 de altura, cabelo castanho escuro, peitos e bumbum grande e trabalho como dançarina e modelo fotográfica. Moro com meus pais e uma irmã. Vim aqui compartilhar mais uma das minhas aventuras e espero que vocês gostem.

Naquele sábado, eu tinha acabado de sair da academia. Estava suada, com o corpo todo torneado, e fui direto pra oficina do meu pai (ele trabalha fazendo móveis planejados).

Eu estava usando um shortinho de academia daqueles minúsculos. E não era à toa: eu adoro andar assim, com metade da minha bunda pra fora, o tecido enfiado no meio do rego. Sempre vou pra academia e pra rua assim, e nunca uso calcinha por baixo. Eu quero que os homens olhem, que vejam a minha bunda, que vejam a minha bucetinha marcada no tecido fino.

Chegando lá, meu pai estava no fundo com os funcionários, serrando umas madeiras. Ele me viu, mandou um beijo e gritou:
– Thau, atende o Seu Roberto aí na frente, por favor! Ele veio fechar o projeto da casa nova!

O Seu Roberto era um coroa de uns 60 anos, muito bem vestido, é muito cheiroso, com uma aliança de casamento enorme no dedo. Ele era cliente do meu pai. Quando ele me viu, os olhos dele quase saltaram pra fora. Ele não disfarçou a encarada no meu peito, na minha bunda e, principalmente, na metade da minha bunda que ficava de fora do short, com a pele branquinha e a marca do biquíni de academia.

– Boa tarde, Thauany. Que surpresa boa te ver aqui... ele falou, com um sorriso de canto, a voz meio rouca.
– Boa tarde, Seu Roberto. Meu pai tá no fundo, mas eu posso adiantar as amostras pra você.

Fiquei lá na frente com ele, me inclinando no balcão pra mostrar os catálogos. Cada vez que eu me mexia, o short subia mais, e a metade da bunda que já tava de fora ficava ainda mais exposta. Ele não tava nem aí pro móvel, só olhava pra mim.

Num certo momento, meu pai apareceu na porta do fundo, limpando as mãos no pano, e disse:
– Seu Roberto, pode ir ali no fundo ver as madeiras comigo. Thau, fica de olho no caixa.

Eles foram pro fundo. Uns minutos depois, o telefone da oficina tocou. Meu pai atendeu e eu vi que ele ficou nervoso. Ele voltou pra frente, pegou a chave do carro e falou:
– Thau, deu problema no fornecedor, preciso ir lá agora. Termina de atender o Seu Roberto, mostra o resto do projeto pra ele, que eu já volto!

Meu pai saiu. Na oficina, além de mim e do Seu Roberto, só estavam os dois funcionários, lá no fundo, trabalhando com os fones de ouvido no volume máximo, no barulho das máquinas.

Fui até o fundo e o Seu Roberto estava encostado numa bancada, olhando pra mim com uma cara de safado. Ele não perdeu tempo. Veio pra cima de mim, me agarrou pela cintura e passou a mão na minha bunda, sentindo que não tinha nada por baixo do short. Ele apertou com força e falou no meu ouvido:
– Sua cachorra... eu tô vendo essa sua bunda pra fora desde que eu cheguei aqui. E você não usa calcinha mesmo, né? Sua puta.

Ele me virou de costas, abaixou o short só um pouquinho pra deixar minha buceta exposta, e me empurrou contra a bancada de madeira. Eu apoiei as mãos na madeira áspera e empinei a bunda pra ele. Ele passou a mão na minha buceta, sentiu que já tava melada e deu um riso safado.

– Olha só como essa puta já tá molhada. Tá doida pra dar pro cliente do seu pai, né?

Ele enfiou dois dedos grossos de uma vez, me fodendo com a mão por uns segundos, só pra me ver gemer. Depois, tirou os dedos e esfregou a cabeça do pau grosso dele na minha entrada. Ele não pediu licença. Empurrou tudo de uma vez, me arrombando de uma vez só.

– Aaaai, caralho! Eu gritei, mas ele tapou minha boca com a mão.

– Cala a boca, sua vagabunda! Se um desses caras olhar pra trás, eles vão ver a filha do patrão sendo comida feito puta. Quer que eles vejam?

Eu neguei com a cabeça, mas o tesão era tanto que eu nem ligava mais se os funcionários visse algo. Ele começou a meter com força, segurando na minha cintura com as duas mãos, batendo o quadril na minha bunda. O barulho da pele batendo se misturava com o barulho das máquinas. Ele metia rápido, fundo, sem dó. Dava tapas na minha bunda que deixavam a marca da mão dele na pele.

– Toma, sua cadela. Toma o pau do cliente do seu pai. Rebola pra ganhar seu desconto, vadia.

Eu rebolava, empurrando a bunda pra trás, querendo ele cada vez mais fundo. Ele puxou meu cabelo pra trás, me forçando a olhar pra cima, e mordeu meu pescoço.

– Você é a puta mais barata que eu já comi e a mais gostosa. Seu pai deve ter vergonha de ter uma filha vadia dessa.

Eu gemia, e ele metia mais forte ainda. Ele tirou o pau de dentro, me virou de frente, me levantou e me sentou na bancada. Abriu minhas pernas, enfiou de novo, e me beijou com força, mordendo meu lábio. Eu tava com as pernas abertas, ele enfiando tudo, e a gente ouvia o barulho dos funcionários martelando no fundo.

– Vou gozar, sua puta. Vou gozar dentro dessa bucetinha e você vai sair daqui com essa buceta toda melada.

Ele meteu mais três vezes forte, grunhiu e gozou. Eu senti o jato quente da porra dele dentro de mim, escorrendo. Ele ficou parado, respirando fundo, com o pau ainda dentro. Depois, tirou devagar, se limpou com um lenço e se ajeitou.

– Levanta e se veste, sua vadia. Seu pai já tá voltando.

Eu me limpei com um pano, puxei o short e fui pra frente. Meu pai chegou uns minutos depois. O Seu Roberto fechou o projeto, pagando o valor cheio, sem pechinchar. Mas antes de ir embora, ele olhou pra mim, passou o cartão de visita e falou baixinho:

– Seu pai tem meu contato. Mas o próximo projeto, eu quero fechar direto com você.

Façam sexo e sejam felizes!!! Beijos no pau e na buceta!!!

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Comentários (1)

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  • maluzinharsk: Eu amo todos os contos que tem uma pegada assim, amo tudo de pesado T Maluzinharsk

    Responder↴ • uid:mujc2gd9d