Jessica dando pro tio cinquentão
Jessica tem 19 aninhos e quer dar pro tio, vai levar rola até chorar
O sol da tarde de domingo batia forte no quintal, e o calor fazia todo mundo procurar um lugar à sombra. A churrasqueira soltava uma fumaça espessa que o vento espalhava pela varanda, levando junto o cheiro de carvão, gordura e carne assando. Sobre a mesa da cozinha, acumulavam-se travessas, pacotes de pão de alho abertos e latas de cerveja que alguém tirava da geladeira e esquecia pelo caminho.
Meu nome é Jéssica. Tenho 19 anos e, como acontece em quase todo almoço de família, tinha acabado assumindo uma parte do trabalho sem que ninguém precisasse pedir duas vezes. Levava bebidas, recolhia copos vazios, buscava guardanapos e atendia aos chamados de quem estava sentado havia horas e não pretendia levantar tão cedo.
— Jéssica, vê se tem mais gelo!
— Já vou!
Eu estava na cozinha quando ouvi meu pai me chamar outra vez. Peguei duas latas na geladeira, completei o balde de gelo e voltei para o quintal.
A reunião seguia o roteiro de sempre. Meus primos ocupavam o espaço perto da caixa de som, alternando conversas, vídeos nos celulares e discussões sobre assuntos que mudavam a cada cinco minutos. Minha tia reclamava do calor, alguém perguntava se a carne estava pronta e meu tio, diante da churrasqueira, jurava que ainda precisava de mais dez minutos, embora já dissesse aquilo havia quase meia hora.
Na varanda, porém, ninguém parecia preocupado com o tempo.
Meu pai, dois dos meus tios e Carlos estavam reunidos em torno de uma mesa de madeira, jogando cartas. Havia um pano verde sobre a superfície, fichas espalhadas entre os copos e um cinzeiro que alguém insistia em manter perto da janela, apesar das reclamações da minha tia.
Carlos tinha 52 anos e era irmão mais velho da minha mãe. Não era o tipo de pessoa que precisava falar alto para ser ouvido. Enquanto meus outros tios gesticulavam, discutiam as regras e comemoravam cada rodada como se estivessem disputando um campeonato, ele permanecia sentado, acompanhando o jogo com uma calma que às vezes irritava os adversários.
Tinha os cabelos grisalhos, curtos nas laterais, a barba bem aparada e a pele marcada pelo sol. Usava uma camisa polo azul-escura e um relógio de pulseira metálica. De vez em quando, arregaçava discretamente a manga da camisa, incomodado com o calor. Quando ria, surgiam pequenas marcas nos cantos dos olhos.
Eu o conhecia desde criança. Sabia que gostava de café sem açúcar, que não tinha paciência para gente que interrompia os outros e que, quando estava perdendo no baralho, ficava ainda mais quieto. Também sabia que ele não gostava de ser chamado de velho, embora fosse o primeiro a fazer piadas sobre a idade dos meus tios.
Naquela tarde, comecei a prestar mais atenção nele do que seria necessário.
Não havia um motivo específico que eu pudesse apontar. Talvez fosse a maneira como ele se concentrava nas cartas, talvez a voz grave que se destacava mesmo no meio da conversa. Ou talvez eu já estivesse procurando motivos para prolongar minhas passagens pela varanda.
Quando me aproximei com as cervejas, meus olhos desceram por um segundo a mais do que deveriam. A calça jeans clara que Carlos usava estava um pouco apertada na altura da virilha, e o volume ali era impossível de ignorar. Não era só o tecido marcado pelo calor; dava para ver o contorno, grosso, pesado, descansando contra a coxa esquerda. Engoli em seco e desviei o olhar antes que alguém notasse.
— Olha a garçonete! — meu pai anunciou quando me aproximei. — Traz uma cerveja para mim e outra para o Carlos.
— Você tem duas pernas, sabia? — respondi.
Meus tios riram.
— Essa menina está respondona hoje — disse meu pai.
— Deixa a rapariga trabalhar — Carlos comentou, estendendo a mão para receber a lata. — Pelo menos alguém está fazendo alguma coisa nesta casa.
— Ah, pronto. Agora você vai ficar do lado dela? — meu pai reclamou.
— Depende de quem estiver ganhando.
Carlos abriu a lata, tomou um gole e voltou a olhar as cartas. Eu fiquei ali por alguns segundos, esperando que alguém pedisse alguma coisa, mas ninguém pareceu precisar de mim. Meu olhar voltou a escorregar. Dessa vez ele estava sentado com as pernas um pouco mais abertas, e o volume se marcava ainda mais. Parecia que a calça mal continha aquilo. Senti o rosto esquentar.
— Vai ficar de fiscal? — ele perguntou, sem levantar a cabeça.
— Estou tentando entender as regras.
— Você joga?
— Um pouco.
— Então sabe que não se aprende olhando por cima do ombro dos outros.
— Talvez eu aprenda alguma coisa justamente olhando por cima do seu.
Ele ergueu os olhos para mim. Por um instante, pareceu surpreso com a resposta. Depois soltou uma risada curta.
— Está ficando abusada.
— Aprendi com vocês.
Voltei para a cozinha antes que meu pai inventasse mais alguma tarefa. Ainda ouvi Carlos dizer alguma coisa sobre eu precisar de umas aulas de baralho, mas a resposta se perdeu no barulho das cadeiras arrastando pelo piso.
Quando retornei com uma travessa de carne, a partida tinha terminado. Meu pai discutia com um dos meus tios sobre uma jogada que, segundo ele, havia sido interpretada de maneira errada. Carlos estava recolhendo as cartas, organizando-as em um único monte.
Coloquei a travessa no centro da mesa.
— Trouxe a salvação de vocês — anunciei.
— Finalmente! — disse meu tio. — Já estava pensando em comer as cartas.
— Isso explicaria por que você nunca ganha — Carlos respondeu.
Dessa vez, até meu pai riu.
Comecei a recolher os copos vazios. Quando estendi a mão para pegar o que estava ao lado de Carlos, ele o retirou antes que eu alcançasse, para evitar que eu esbarrasse na lata aberta. No movimento, meu corpo se aproximou demais. O espaço entre a cadeira e a mesa era apertado. Tentei passar por trás dele, mas o ombro dele se moveu no mesmo instante em que eu avançava.
Meu quadril bateu no dele.
Não foi só um toque leve. O volume grosso e quente da calça dele se pressionou contra a minha coxa por um segundo inteiro. Senti o peso, a forma definida, a dureza que o tecido não conseguia esconder. Carlos travou por um instante. Eu também. O copo quase escorregou da minha mão.
— Cuidado, que vai derrubar tudo — ele disse, a voz um pouco mais baixa do que o normal.
— Estou vendo.
— Não parece.
— O senhor está muito preocupado comigo hoje, tio.
A palavra saiu naturalmente. Eu a usava havia anos, como todos os meus primos. Ainda assim, enquanto pegava o último copo, fiquei pensando se ele havia percebido alguma coisa diferente no meu jeito de falar. E se ele tinha sentido o mesmo impacto que eu.
Carlos apenas sorriu, mas o olhar dele desceu rapidinho até a minha saia antes de voltar para o meu rosto.
— Estou preocupado com a mesa. Se derrubar cerveja nessas cartas, seu pai vai passar o resto do dia reclamando.
— Isso é verdade — confirmou meu pai, sem sequer participar da conversa. — Essas cartas são novas.
A normalidade da resposta quase me fez rir de mim mesma. Eu estava ali, com a pele ainda formigando no lugar onde tinha esbarrado nele, procurando significados em cada frase, enquanto eles continuavam discutindo cartas, cerveja e carne.
Levei os copos para dentro e, ao voltar, encontrei Carlos sozinho por alguns instantes. Os outros tinham se levantado para buscar comida. Ele permanecia sentado, conferindo o celular. Dessa vez não me esforcei para disfarçar. Olhei direto para o volume na calça. A ereção não estava completa, mas já estava maior do que antes, pressionando o jeans de um jeito que deixava o contorno bem visível.
— Vai ter revanche? — perguntei.
— Se o seu pai parar de inventar regra.
— Então não vai ter.
Ele riu e guardou o celular no bolso. Quando se ajeitou na cadeira, a mão passou por cima da própria coxa, quase sem querer, e o polegar raspou de leve o volume. Não olhou para mim enquanto fazia isso.
— Você devia jogar com a gente na próxima vez.
— O senhor me deixaria ganhar?
— Nem pensar.
— Então vou continuar só olhando.
Carlos levantou o rosto e me encarou por um momento. Não houve nada de extraordinário naquele silêncio. Do quintal, vinha a voz da minha prima reclamando da música, seguida pelo som de alguém abrindo outra lata. Carlos apenas inclinou a cabeça, como se estivesse considerando minha resposta. O olhar dele, porém, desceu outra vez, rápido, até o meu colo e a saia curta, onde eu sabia que o calor já me deixava molhada.
— Você gosta de provocar, não gosta?
— Só quando a pessoa facilita.
— Cuidado para não escolher o adversário errado.
Antes que eu respondesse, meu pai voltou à varanda com um prato cheio de carne e mandou Carlos se levantar para buscar mais cadeiras. A conversa acabou ali, engolida pela movimentação do almoço.
Peguei a bandeja e voltei para a cozinha.
O que me incomodava não era exatamente o que Carlos tinha dito. Eram as coisas que eu gostaria que ele tivesse dito e que, até aquele momento, só existiam na minha cabeça. E o calor residual daquele esbarrão, que ainda queimava na minha coxa.
A tarde continuou como qualquer outro domingo de família. Houve mais comida, mais cerveja, uma discussão sobre futebol e a promessa de que todos precisavam marcar outro encontro antes do fim do mês.
Por volta das seis, as pessoas começaram a se dispersar. Carlos se despediu da minha mãe, apertou a mão do meu pai e, quando passou por mim, parou.
— Jéssica, você tem alguma coisa pra fazer agora?
— Não… por quê?
— Passei no mercado antes de vir e comprei um monte de coisa. Tem umas sacolas pesadas e minha coluna tá me ferrando de novo. Você pode me ajudar a descarregar e a guardar tudo na cozinha? É rapidinho.
Meu pai, que estava por perto, ouviu e deu de ombros.
— Pode ir, filha. Melhor do que ficar aqui recolhendo lata. E o Carlos não pede ajuda fácil.
Carlos olhou para mim de novo, a expressão neutra, quase casual.
— Levo e trago. Não demora mais de uma hora.
Aceitei. Nem pensei muito. Apenas disse que sim.
Cinco minutos depois estávamos os dois sozinhos no carro dele.
O interior cheirava a couro quente e a um leve perfume amadeirado. Carlos ligou o ar-condicionado, ajeitou o banco e saiu sem pressa. Eu fiquei olhando pela janela, fingindo interesse nas casas que passavam, mas a cada semáforo meu olhar descia de novo para a calça dele. O volume ainda estava lá, agora ainda mais evidente com a posição sentada. O jeans marcava o contorno grosso e pesado, e a cada mudança de marcha a coxa dele se movia, fazendo o tecido esticar um pouco mais.
Ele notou.
Não disse nada de imediato. Só deu uma risada baixa, quase inaudível, e ajeitou a perna, abrindo um pouco mais o espaço entre os joelhos.
— Você continua olhando, hein.
— Não estou.
— Está sim. Desde a varanda.
Fiquei em silêncio. O carro entrou numa rua mais quieta. Carlos dirigia com uma mão só, a outra apoiada no volante. O relógio metálico brilhava no pulso.
— As sacolas são de verdade, viu — ele disse, sem tirar os olhos da estrada. — Mas eu não precisava de ajuda nenhuma. Minha coluna aguenta.
O peito apertou.
— Então por que me chamou?
— Porque você estava me olhando o tempo todo. E porque aquele esbarrão não foi por acaso.
Ele virou o rosto por um segundo, me encarando.
— E porque eu também senti.
O carro não parou na casa de Carlos.
Dez minutos depois de saírem do churrasco, ele desviou para uma avenida secundária, passou por dois semáforos e entrou no estacionamento de um motel discreto, de fachada baixa e letreiro apagado. Eu olhei para ele, o coração já batendo forte demais.
— E meu pai…
— Acha que você está me ajudando a guardar sacola de mercado. Relaxa.
Carlos desligou o motor, tirou a chave e se virou para mim. A mão pesada pousou na minha coxa, os dedos apertando a carne por cima da saia.
— Ainda dá tempo de eu te levar de volta.
— Não quero voltar.
— Então sai do carro.
Nós subimos a escada externa em silêncio. Carlos abriu a porta do quarto 14, me empurrou para dentro e trancou atrás de si. O ar-condicionado já estava ligado, o quarto cheirava a limpeza barata e colchão velho. Assim que a porta se fechou, Carlos me agarrou pela nuca e me beijou com força, a língua entrando fundo, o gosto de cerveja e carne ainda na boca.
Eu gemí no beijo. As mãos dele subiram pela minha blusa, sentindo os seios, o calor da pele. Carlos me empurrou contra a parede, a mão descendo até a saia e apertando entre as minhas pernas.
— Já estava molhada desde o esbarrão, né?
— Sim…
— Fala direito.
— Estava, tio. Fiquei encharcada quando senti sua rola na minha perna.
Carlos riu baixo, o som rouco contra a minha boca. Puxou a saia e a calcinha juntas até os joelhos. A mão dele encontrou a boceta quente e molhada, os dedos deslizando pelos lábios inchados. Ele segurou firme, o polegar passando pelo clitóris.
— Novinha. Molhada pra caralho. Vai doer quando eu meter aqui… e aqui também.
A mão foi para trás, o dedo pressionando o cu fechado.
Ele se ajoelhou ali mesmo, sem cerimônia. Abriu minhas pernas com as duas mãos e passou a língua bem no meio da boceta, lambendo de baixo pra cima, chupando os lábios, o clitóris. Eu soltei um gemido agudo, as mãos batendo na parede.
— Porra…
— Nunca ninguém chupou essa boceta direito?
— Nunca assim…
— Então presta atenção.
Carlos enfiou a língua com força, molhando, abrindo, chupando o buraco da boceta como se quisesse engolir. Eu tremia, as pernas bambas. O tio cuspiu, enfiou o dedo médio até o segundo nó e girou por dentro, sentindo as paredes quentes se fecharem em volta. Depois enfiou o segundo dedo de uma vez. Eu gritei, o corpo se contraindo.
— Ai, porra, calma…
— Calma o caralho. Essa boceta tem que abrir.
Levantou, tirou a própria calça e a cueca de uma vez. A rola dele caiu pesada, grossa, veias marcadas, a cabeça já brilhando de pré-gozo. Era maior do que eu tinha imaginado quando olhava o volume na jeans. Carlos segurou a base e bateu leve a pica na minha boceta.
— Ajoelha.
Eu obedeci. Ajoelhei no carpete, a boca já aberta. Carlos empurrou a minha cabeça para frente e enfiou a pica inteira de uma vez. Eu engasguei no mesmo segundo, os olhos marejando, a garganta se fechando em volta da grossura. Carlos segurou o cabelo e meteu fundo, sentindo a garganta apertar e o nariz bater no púbis.
— Isso… engasga. Quero ver baba escorrendo.
Eu engasgava de verdade, saliva pingando pelo queixo, o nariz escorrendo. Carlos fodia a minha boca com força, o pau grosso esticando os lábios, batendo fundo a cada estocada. Quando puxou para fora, um fio grosso de saliva e pré-gozo conectava a minha boca à cabeça da pica. Lágrimas já escorriam pelo meu rosto.
— Respira. Agora de novo.
Empurrou de novo, mais fundo. Eu me engasguei mais forte, a garganta fazendo um som molhado e desesperado. Mais lágrimas. Carlos gemeu baixo, gostando do aperto.
— Boa putinha. Aprende a engolir essa porra.
Depois de mais alguns minutos fodendo a minha boca, Carlos me puxou de pé, virou de costas e jogou no colchão. Eu caí de quatro, a boceta ainda molhada da saliva dele. Carlos cuspiu mais uma vez, espalhou o cuspe com o polegar e encaixou a cabeça grossa no buraco da boceta.
— Avisa se quiser que eu pare.
— Só… só vai devagar, por favor…
Carlos empurrou. A cabeça abriu os lábios apertados com dificuldade. Eu gritei, o som abafado pelo travesseiro, o corpo inteiro se contraindo. Carlos não parou. Continuou empurrando, centímetro por centímetro, sentindo a boceta se esticar e ceder em volta da grossura.
— Ai, porra… calma, tio… tá doendo pra caralho…
— É pra doer. Aguenta.
Quando a rola entrou inteira, Carlos parou um segundo, respirando fundo, o pau latejando dentro de mim. Eu tremia, a respiração curta e ofegante, o rosto enterrado no travesseiro. Lágrimas escorriam sem parar.
— Tá muito grosso… eu não aguento…
— Vai aguentar.
Carlos puxou quase até sair e meteu de novo, agora com força. A boceta fez um barulho molhado e sujo a cada estocada. Carlos segurou o meu quadril com as duas mãos e começou a foder de verdade, o pau grosso entrando e saindo com força, o som da pele batendo ecoando no quarto.
Eu berrava.
— Ai… ai, porra… calma… por favor, calma… tá rasgando…
— Você pediu, aguenta. Essa boceta vai ficar destruída.
— Tio… dói… dói demais…
— E você tá molhada pra caralho mesmo assim. Olha isso.
Carlos passou a mão por baixo, os dedos encontrando o clitóris inchado e escorregadio. Realmente estava encharcada, pingando no lençol mesmo com as lágrimas e os gritos. Ele acelerou. As estocadas ficaram mais profundas, mais violentas. O pau grosso abria a boceta a cada investida, as paredes internas se contraindo e tentando expulsar, só para serem forçadas de novo. Eu gritava sem vergonha, a voz rouca, a boceta já inchada e vermelha.
Depois de um tempo, ele tirou de uma vez. Eu soltei um gemido de alívio misturado com dor. Carlos cuspiu de novo, espalhou o cuspe no meu cu e encaixou a cabeça grossa ali.
— Agora é aqui.
— Tio… não… calma…
— Calma o caralho.
Empurrou. A cabeça abriu o anel apertado com dificuldade ainda maior. Eu berrei, o som alto, o corpo inteiro se contraindo. Carlos não parou. Continuou empurrando, centímetro por centímetro, sentindo o cu virgem se esticar e ceder em volta da grossura.
— Ai, porra… calma, tio… tá doendo pra caralho… eu não aguento…
— Vai aguentar. Seu cu vai ficar arrombado.
Quando a rola entrou inteira no cu, Carlos parou um segundo. Eu tremia, lágrimas escorrendo sem parar, o rosto molhado. Ele puxou quase até sair e meteu de novo, agora com força. O cu fez um barulho molhado e sujo a cada estocada. Carlos segurou o meu quadril e começou a foder de verdade, o pau grosso entrando e saindo com força.
Eu berrava e chorava.
— Ai… ai, porra… calma… por favor, calma… tá rasgando…
— Não vou calmar. Seu cu tá engolindo tudo.
— Tio… dói… dói demais…
— E você tá gozando mesmo assim. Olha.
Ele enfiou a mão de novo na boceta, os dedos molhados encontrando o clitóris. Eu realmente estava perto, o corpo se contraindo apesar da dor. Ele acelerou no cu, as estocadas mais profundas, mais violentas. O pau grosso abria o buraco a cada investida. Eu gritava sem vergonha, a voz rouca, o cu já inchado e vermelho. Carlos cuspiu na mão, passou nos dedos e enfiou dois na boceta enquanto fodia o cu, esticando os dois buracos ao mesmo tempo.
Eu berrei com lágrimas escorrendo dos olhos.
— Olha isso. Seu cu tá arrombado. Tá aberto pra porra.
— Para… para um pouco… eu não aguento…
— Aguenta sim. Chora mais. Eu gosto.
Eu chorava de verdade, soluços misturados com gemidos, o rosto molhado, o corpo trepidando a cada estocada. Carlos não diminuía o ritmo. Continuava metendo fundo no cu, o saco batendo nas nádegas, a rola grossa abrindo e destruindo o interior.
— Tio… por favor… mais devagar…
— Não.
— Porra, tio, continua… eu… eu vou gozar…
— Então goza. Goza chorando com meu pau te arrombando o cu.
Eu gozei sem tocar em mim mesma, a boceta se contraindo em volta dos dedos dele enquanto o cu se fechava em volta da rola. As lágrimas não paravam. Carlos não parou. Continuou fodendo através do orgasmo, aproveitando o aperto, o calor, o choro abafado.
— Ainda não terminei com você.
Virou-me de costas, ergueu as pernas até os ombros e meteu de novo no cu, agora de frente. Eu olhava para ele com os olhos vermelhos, o rosto sujo de lágrimas e baba, a boca aberta, gemendo e pedindo calma a cada estocada. Carlos se inclinou e me beijou enquanto fodia, a língua entrando fundo, o pau batendo no fundo do cu a cada movimento.
— Fala o que você quer.
— Quero… quero que você goze… mas dói tanto…
— Peça direito.
— Me arromba, tio… goza fundo… mesmo doendo… eu quero sentir escorrendo…
Carlos gemeu rouco, as estocadas ficando irregulares. Enterrou a rola até o saco bater nas minhas nádegas e gozou com força, jatos quentes enchendo o interior do cu. Eu senti cada pulsação, o calor se espalhando, o cu se contraindo para segurar tudo, ainda chorando baixinho.
Ele ficou dentro por mais alguns segundos, respirando pesado. Quando tirou, o cu ficou aberto, vermelho, inchado, o gozo branco escorrendo devagar pela fenda e pingando no lençol. O buraco latejava, destruído. A boceta também estava vermelha e aberta dos dedos.
Eu tremia, as pernas ainda abertas, o peito subindo e descendo rápido, o rosto molhado de lágrimas.
Carlos passou o dedo pelo buraco destroçado do cu, empurrando o gozo de volta para dentro, e depois deslizou os dedos pela boceta molhada.
— Próxima vez você vai aguentar melhor.
— Próxima vez… você vai me foder ainda mais forte… nos dois…
— Combinado.
Ele se deitou ao lado, a mão pesada ainda descansando na minha coxa marcada, o quarto cheirando a sexo, suor e lágrimas.
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Comentários (1)
Incestador: Eu tenho uma sobrinha que hj já é casada mas quando era mais nova as vezes ficava na minha casa e ela sempre perto de mim me abraçando e deitada comigo na minha cama. Eu fiquei com meu pau duro e ela viu e sem falar nada colocou sua mão nele e apertou eu falei que se alguém visse seria perigoso mas mesmo assim eu coloquei ele pra fora e disse pra ela chupar um pouco. Minha sobrinha começou a chupar bem gostoso e logo me deixou com muito vontade de gozar eu disse que ia gozar na sua boca e ela deixou. Gozei bastante e ela engoliu tudinho e começamos a fazer isso sempre até que uma vez ficamos sozinhos e eu falei que queria comer o cuzinho dela e minha sobrinha deixou. Ela ficou sem roupa na parte de baixo e de costas pra mim na minha cama eu fui pra perto e coloquei meu pau na entrada do seu ânus e fiquei fazendo força até que começou a entrar. Ela disse que era gostoso então eu fiquei comendo ela até gozar dentro do seu cuzinho.
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