#Corno #Incesto #Teen #Voyeur

Putas de Casa

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b_diogo69

Casal maduro, filha de 18, amiga e mulher da academia: putaria sem limite, cu, mijo, DP e segredos sujos em família.

Cris e Bruno não eram um casal comum. Aos quarenta e poucos, depois de quase vinte anos juntos, tinham chegado a um ponto em que o sexo entre eles era bom, seguro, mas já não bastava. A monogamia tinha virado um acordo flexível. Eles se amavam, se desejavam, e tinham combinado que poderiam trazer outras pessoas para a cama desde que um soubesse e participasse do outro. Não havia ciúme real. Havia tesão compartilhado.
Tudo começou com a Carla.
Carla era da academia. Casada, bissexual, corpo de mulher que treina e ainda assim mantém curvas generosas. A bunda grande, a cintura marcada, os peitos firmes. Ela vinha dando em cima da Cris há semanas — olhares demorados no vestiário, toques “acidentais” no treino de perna, mensagens depois da academia perguntando se a Cris queria “trocar uma ideia sobre alimentação”. Cris contava tudo para Bruno. Ele ficava duro só de ouvir.
— Ela quer você — dizia ele, encoxando a mulher pela manhã. — E eu quero ver.
Cris só topou com uma condição: Bruno tinha que participar. O marido da Carla, André, não podia saber de nada. Pelo menos não no começo.
A primeira mensagem safada foi uma foto do treino. Cris mandou para Carla a mesma foto que tinha enviado para o marido mais cedo, perguntando se o exercício estava correto. Carla respondeu com um áudio longo, a voz baixa, quase ofegante, elogiando a bunda da Cris e confessando que pensava nela no banho. A conversa escalou rápido. Em poucos dias já falavam de sexo, de fantasias, de como a Carla nunca tinha traído o marido com outra mulher, mas queria muito a Cris.
Bruno lia tudo. Às vezes batia punheta enquanto a mulher mandava as mensagens. Outras vezes metia nela por trás enquanto ela digitava, obrigando-a a continuar a conversa mesmo com o pau entrando fundo.
Quando a filha do casal, Larissa, completou dezoito anos, o clima em casa já estava diferente. Larissa sempre fora sensual. Desde adolescente caminhava pela casa de short curto, top justinho, cabelo solto. Não havia tabu real entre eles — conversavam sobre sexo com naturalidade —, mas até então nada físico tinha acontecido. Isso mudou na noite em que Carla veio jantar.
O jantar foi tenso de tesão. André veio junto. O homem era simpático, um pouco desajeitado, claramente atraído pela Cris sem saber disfarçar. Enquanto os quatro conversavam na sala, Cris e Carla sumiram no banheiro. Lá dentro se beijaram de verdade pela primeira vez. Línguas quentes, mãos nas bundas, gemidos abafados. Bruno, na sala, sentiu o celular vibrar. Duas fotos: as duas se beijando, bocas abertas, olhos fechados de tesão. Ele sorriu para André e ofereceu outra cerveja.
Mais tarde, Bruno seguiu Carla até o banheiro de novo. Entrou sem bater. Beijou ela com força, passou a mão por baixo do short e sentiu a buceta molhada. Sem pedir permissão, tirou o pau e enfiou na boca dela. Carla engasgou, mas chupou. Rápido, sujo, urgente. Quando voltaram para a sala, ela beijou o marido com o gosto do pau de Bruno ainda na língua.
Naquela noite, depois que o casal foi embora, Cris e Bruno transaram como animais. Ele contou cada detalhe da chupada no banheiro. Ela contou o beijo e como a Carla tinha gemido no ouvido dela. Gozeram juntos, suados, falando putaria.
Nos dias seguintes a conversa com Carla ficou ainda mais pesada. Bruno gravou um áudio dizendo que ia tratá-la como puta, que ela seria a marmita do casal, que não queria frescura. Carla respondeu submissa. Aceitou. Marcaram para uma quinta-feira. Larissa ficaria fora.
Quando a Carla chegou, Bruno não esperou. Beijou ela na porta, puxou a Cris e formou um beijo a três. Mãos nas duas ao mesmo tempo. Em minutos estavam na sala. Carla de joelhos, chupando o pau de Bruno enquanto Cris se esfregava nela por trás. Depois na cama: Bruno metendo na buceta da Carla, Cris sentada no rosto dela. Depois a troca — Bruno no cu da Carla pela primeira vez, devagar no começo, depois fundo, sem dó. Cris lambeu as bolas dele enquanto ele arrombava o rabo da amiga. Gozeou dentro. A Carla engoliu o que escorreu.
No chuveiro veio o resto. Bruno mijou na boca dela. Carla engasgou, se assustou, mas engoliu. Agradeceu depois, a voz rouca. Cris e Carla se pegaram sob a água enquanto Bruno observava, já duro de novo. Ele saiu por meia hora e voltou com uma caixa de sex shop. Um strap-on. Cris usou na Carla. Bruno enfiou na buceta ao mesmo tempo. DP completa. A Carla chorou de tesão e dor, lágrimas escorrendo enquanto os dois a preenchiam. Bruno gozou de novo dentro dela. Cris gozou no strap, gemendo alto.
Quando a Carla foi embora, ajoelhou mais uma vez e limpou o pau de Bruno com a língua. O beijo que ela daria no André em casa levaria o gosto das bolas dele.
No dia seguinte Larissa voltou. A menina de dezoito anos já desconfiava de muita coisa. Tinha ouvido gemidos, tinha visto a calcinha molhada no banheiro, tinha sentido o cheiro de sexo na casa. Bruno e Cris decidiram ser transparentes. Contaram quase tudo. Larissa ouviu sem julgamento. Os olhos brilhavam. O corpo dela reagia.
A conversa evoluiu. Larissa confessou que tinha tesão na mãe e no pai. Que já se tocava pensando neles. Que o namorado, Pedro, era bom, mas não bastava. Queria algo mais sujo, mais proibido, mais próximo.
Naquela mesma noite, depois de um jantar improvisado, as coisas saíram do controle. Bruno e Cris começaram a se pegar na frente da filha. Larissa ficou só olhando no começo, mão na própria buceta. Depois se aproximou. Cris cheirou a calcinha da filha. Bruno se masturbou com ela enrolada no pau e gozou. Larissa lambeu os dedos da mãe ainda quentes de porra. Bruno chupou a Cris até ela gozar enquanto a filha mamava o peito da mãe. Pararam ali. Limite do dia. Mas o limite já tinha sido esticado demais para voltar atrás.
Dias depois veio a Júlia.
Júlia era amiga da Larissa. Mesma idade, corpo jovem, cabelo escuro, boca carnuda. Tinha ficado sabendo, por telefone, que a Larissa estava sendo comida pelo próprio pai enquanto ligava para ela. A primeira vez Larissa omitiu. A segunda, a pedido de Bruno, contou tudo em detalhes: o pau entrando, o gemido, o quanto estava gozando. Júlia tinha ficado molhada do outro lado da linha.
Quando Júlia apareceu na casa, no mesmo dia em que Bruno a comeu pela primeira vez, o clima já estava carregado. As duas meninas se pegaram. Bruno meteu no cu da Júlia enquanto Larissa lambeu a buceta da amiga. Gozeou fundo. Depois as duas terminaram sozinhas, bagunçadas, calcinhas no chão da sala.
Cris chegou da academia com Bruno. Viram a Carla de longe; ele comentou a bunda dela. Em casa as meninas já tinham tomado banho e limpo a sala. Júlia vestia roupa de casa da Larissa. Cris foi direta desde o primeiro minuto:
— Eu sei de tudo. Não temos segredo. Adorei saber que meu marido comeu seu cu. Agora você sabe o segredo da nossa casa. Cuida bem disso. Eu quero sua boca e sua buceta. E tem uma coisa que a Larissa adora receber do pai… você também vai receber antes de ir embora.
Larissa completou, sem vergonha:
— Eu adoro levar porra na boca. E tapa na cara. E cuspida.
Bruno olhou para a Júlia e falou sem filtro:
— Quero mijar na boca dela.
A menina se assustou. Larissa explicou. Bruno deu a porta de saída. Júlia ficou. Disse que ainda estava com tesão. Que queria a Cris. Que topava o que viesse, só precisava de um tempo para processar a parte do mijo.
Depois do jantar o clima afrouxou. Cris perguntou, curiosa e safada:
— Como foi descobrir que a Larissa ligou para você enquanto trepava com o suposto namorado?
Júlia contou. A primeira vez não soube. Na segunda, quando Bruno mandou a filha descrever tudo enquanto levava pau, ela tinha gozado sozinha, dedos dentro da buceta, ouvindo a amiga gemer e contar.
Cris continuou:
— E quando ele pediu para ela ligar de novo e te contar exatamente o que estava acontecendo… como foi?
Júlia mordeu o lábio. Admitiu que tinha ficado com raiva e tesão ao mesmo tempo. Que nunca tinha gozado tão forte sozinha. Que agora, sentada naquela sala, olhando para os três, só conseguia pensar em como seria a boca da Cris na buceta dela e o pau de Bruno de novo no cu.
Bruno sorriu. Cris passou a língua nos próprios lábios. Larissa, ao lado da amiga, já estava com a mão sob o short.
A noite ainda era longa.
Eles eram um casal maduro que tinha resolvido não ter limites. Tinham uma filha de dezoito anos que descobriu o segredo e quis entrar. Tinham uma amiga da filha que topou ser usada. Tinham uma mulher casada da academia que já tinha levado porra no cu e mijo na boca e ainda assim pedia mais. E tinham o marido dessa mulher, André, que ainda não sabia que em breve seria convidado a comer a Cris… com a condição de dar o cu para Bruno no mesmo dia.
Nada era inocente naquela casa.
E ninguém queria que fosse.

Comentários (1)

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  • Vidanacabana-: Eita porra aí é bom demais hein, suruba da porra

    Responder↴ • uid:1cotwzr3nm2u