#Bissexual #Gay #Traições #Virgem

O Despertar

866 palavras | 2 | 5.00 | 👁️
Red

Uma vida inteira sendo o meu próprio presídio e, de repente, eu me liberto e aperto o F para o mundo. Ser feliz é tudo que realmente importa.

Eu tinha 51 anos. Vivia uma vida normal como todo chefe de família, trabalhador e honesto. Tinha uma vida social bastante ativa e volta e meia oferecia uma festinha em casa. A minha esposa tinha 37 anos e nós nos dávamos muito bem. Combinávamos em praticamente tudo. Nós estávamos juntos há cinco anos. Sua filha, de doze, era e ainda é como uma filha para mim. Vida normal. "Normal"!!!

Eu sempre lutei contra algo dentro de mim que negava admitir existir. Não era incomum eu me flagrar admirando o corpo de um homem que estivesse no alcance da minha visão. Eu podia disfarçar. Podia fingir que era apenas uma admiração natural, sem qualquer peso de sentimento ou desejo. Mas isso não era verdade. Eu costumava virar os olhos imediatamente. Mas a imagem de tornava como uma fotografia em minha mente. E se isso fosse tudo... quanto mais eu tentasse não ver o cara, suas pernas, sua púbis, a bunda firme, mais a imagem ganhava vida e não demorava para evoluir para uma estorinha bem safada a qual eu tentava com todas as forças apagar do pensamento. Era inútil. Havia uma fêmea alucinada de desejo tentando se libertar de mim. Era como se eu não passasse de uma casca. Uma mentira muito mal contada, alimentada por uma vida inteira de aparência.

Eu nunca tinha vivido. Não de verdade. Até que num dia, em pouco mais de meia hora um cara demoliu o meu escudo, penetrou na minha verdade e me arrancou para fora daquele ser de mentirinha. Eu me senti como se tivesse sido sugado para dentro dele. Eu nasci. Eu senti a vida fluir pela primeira vez em minha essência. O que eu era, já não era mais. O que me tornei, esse nunca mais voltaria a se esconder de si e do mundo.

Era uma tarde de terça-feira. Eu havia levado a esposa no salão de beleza do shopping. Estava de folga e aproveitei para ver se comprava pneus novos para minha picape. Havia uma promoção interessante. Eu estava verificando o pneu quando ele apareceu. De alguma forma o meu corpo parecia saber o que me esperava antes do final da tarde. Eu senti um leve calafrio quando percebi as coxas robustas naquele jeans apertado que desviou o meu olhar do pneu e me levou a subir os olhos só um pouquinho. E então eu vi aquele volume bem marcado. Como alguém ousa se vestir assim. Acho que perdi a respiração e acabei passando muito tempo olhando. Tempo suficiente para que o Pietro notasse. E ele notou. Seu sorriso super discreto e aquele olhar simplesmente me tirou a voz. Eu mexia a boca, queria dizer algo, pedir informação a respeito do pneu... Mas não saía nada. Então ele perguntou se podia me ajudar.

Foi assim. Eu me esforcei ao máximo para me recompor. Mas estava na cara. Ele explicando detalhes do pneu e eu totalmente desconcertado, suando frio e gaguejando para cada tentativa de fala. E então veio o golpe final. Ele levou sua destra até aquele volume que estava ainda mais evidente. Aquela apalpada rápida e aparentemente discreta parecia um projetil disparado contra a minha moral. Ele me encarou. Dessa vez sério. Não levou dois segundos. Mas havia muita coisa sendo dita naquela atitude. Eu desviei o olhar e passei a mão nos frisos do pneu. Estava de costas para ele enquanto o ouvia falando sobre as vantagens daquele pneu em relação ao concorrente. Eu imaginei ele olhando para a minha bunda. E isso me acendeu um fogo tão perturbadoramente intenso que eu senti vontade e fiz. Empinei a bunda um pouquinho. Só um pouquinho. Mas sabia que ele perceberia. Olhei para ele, dessa vez sem vergonha. Desviei o olhar para a sua rola marcada no jeans e em seguida olhei no fundo de seus olhos. Ele olhou em volta e como não havia ninguém por perto ele voltou a apalpar sua rola e disse bem baixinho:

— Em cinco minutos eu vou no banheiro. Se você estiver lá...

Ele simplesmente se virou com um sorrisinho muito sacana e foi na direção do caixa. Havia uma senhora olhando pra gente. Só reparei naquele instante. Ela disfarçou. Mas estava na cara que sabia o que tinha acabado de acontecer ali. Eu a ignorei e fui para o banheiro. Que medo! Que sensação estranha de período, como se eu estivesse à beira de um precipício.

CONTINUA...

Comentários (2)

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  • Regis: Quando eu tinha 19 anos de idade quando despertou em mim o desejo de ser mulher. Assim que despertou em mim o desejo de ser mulher, comecei a usar lingeries, vestidos Mini saia,etc. No ano passado furei o meu umbigo e comecei a usar piercing no umbigo.

    Responder↴ • uid:1dj7hjc5xqgi
  • Regis: Eu entendo o que você sente. Em você despertou o desejo de ser mulher. Foi o que deu a entender. É uma sensação muito gostosa o desejo de ser mulher.

    Responder↴ • uid:1dj7hjc5xqgi