O Fornecedor e o Caminhoneiro
Oii gente, aqui é a Jade de novo! Lembram de mim? A novinha que ajuda a avó no bar em Manaus e que adora faturar uma grana extra com os coroas que aparecem por lá? Então, a coisa tá ficando cada vez mais intensa.
Essa semana, o movimento no bar tava bom, mas as bebidas estavam acabando. A avó pediu pra eu ligar pro fornecedor. O caminhão chegou na quinta-feira, umas 2 da tarde. O sol de Manaus tava de rachar, e eu tava usando um shortinho jeans tão curto que metade da bunda ficava de fora, e uma regata que deixava os peitos quase saltando pra fora. Como sempre, sem sutiã e sem calcinha.
O entregador era um coroa forte, de uns 50 anos, suado e com os braços grossos de quem carrega caixa o dia inteiro. Ele desceu do caminhão e ficou me olhando de cima a baixo, com aquele sorriso de quem já sabia o que ia acontecer.
– Boa tarde, dona Marlene tá? – ele perguntou, mas os olhos dele nem piscavam.
– Ela tá no fundo, fazendo o almoço. Pode descarregar no depósito que eu te mostro onde fica.
Fui andando na frente dele, rebolando bem devagar. O depósito do bar é no fundo, atrás de uma porta de madeira. Lá dentro é abafado, cheio de caixas de cerveja e refrigerante empilhadas. Ele entrou, começou a descarregar, mas eu fiquei ali, encostada na porta, olhando.
Quando ele terminou, veio até mim com a prancheta na mão:
– Ó, a nota aqui tá alta esse mês. A dona Marlene vai ter que pagar à vista.
– É... ela tá meio sem dinheiro hoje – eu falei, me aproximando dele. – Mas eu posso te pagar de outro jeito.
Ele riu, me olhou nos olhos e falou:
– Ah, é? E como é que você vai pagar, novinha?
Eu não respondi. Só abaixei o zíper da calça dele, tirei o pau pra fora e caí de boca. Ele era grosso, não era muito comprido, mas a grossura enchia a boca. Ele segurou minha cabeça e meteu fundo, gemendo alto, xingando:
– Porra, sua cadela! A dona Marlene não sabe o que a neta dela faz no depósito, né?
Ele não aguentou muito tempo. Me levantou, me virou de costas, empurrou as caixas e me colocou de quatro em cima delas. Levantou meu short, viu que eu não usava nada e enfiou de uma vez, sem camisinha. Eu gemi e ele tapou minha boca com a mão.
– Cala a boca, vadia. Se sua avó vier aqui no depósito, vai ver a netinha dando pra caminhoneiro pra pagar a conta de cerveja.
Ele meteu forte, rápido, do jeito que quem tá com pressa e com tesão gosta. A madeira das caixas rangia com o impacto. Ele gozou dentro, escorrendo pela minha perna. Depois se limpou, pegou a prancheta, carimbou a nota e disse:
– Tá pago. Mas se a dona Marlene atrasar de novo, eu quero repetir.
Ele foi embora e eu fiquei ali, limpando o melado, rindo da situação.
Mais tarde, já de madrugada...
A avó já tinha dormido e eu tava sozinha no bar, terminando de fechar. Já era quase 01:30 da manhã, quando um caminhão enorme parou na frente. Um caminhoneiro desceu, de barba grossa, braços fortes e cara de cansado. Ele pediu um café e um lanche.
Enquanto ele comia no balcão, eu fiquei olhando pra ele. Ele me olhava de volta.
– Tá cansado, moço? – eu perguntei.
– Muito. Vim de longe. Passar a noite por aqui...
– Quer relaxar um pouco antes de dormir?
Ele não respondeu. Só empurrou o prato pro lado, me puxou pelo braço e me colocou em cima do freezer. Levantou minha regata, chupou meus peitos com força, e depois me comeu ali mesmo, com a porta do bar meio aberta, iluminada pela luz da rua. Ele não tinha frescura: me xingava de vadia, de puta, e dizia que a buceta da novinha era o melhor café da estrada.
Ele gozou na minha boca e foi embora sorrindo, dizendo que voltaria na próxima viagem. E eu, com a boca cheia e a perna tremendo, fechei o bar e fui dormir, pronta pro próximo dia.
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