#Incesto #Teen #Virgem

Leitada nas duas primas putinhas

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CentralDaPutaria

Minha tia-avó Doralice morava no fim do mundo, num sítio de estrada de terra a duas horas da cidade, e fazia quarenta anos que ela repetia o mesmo convite. Esse ano eu fui.

Cheguei numa quinta de manhã, o sol já queimando, e antes de tirar a mochila do carro já tinha gente na varanda me olhando de longe. Tia Doralice me apertou contra o peito seco, reclamou do meu tamanho — "tu cresceu mais que a porteira, menino" — e depois me apresentou a quem estava ali.

Os primos. Muitos. E, entre eles, duas que me fizeram esquecer o nome de todos os outros.

Letícia, morena de cabelo na cintura, corpo de academia de interior: bunda grande, coxa grossa, cintura fina. E Sabrina, a mais nova, com uma boca que parecia feita pra sorrir torto e fazer merda.

— O primo da cidade — Sabrina disse, me olhando de cima a baixo como quem avalia boi.

— O primo da cidade — confirmei.

— Alto, né.

— Um pouco.

Letícia riu, jogou o cabelo pra trás.

— Vamos ver se é só isso que é grande.

Duas horas depois, os primos resolveram descer até a cachoeira do fundo do sítio. Era tradição: no primeiro dia, todo mundo descia, tomava banho de rio, comia churrasco na pedra. Saíram na frente, uma gritaria, chinelo voando, bacia de plástico na mão.

Fiquei pra trás com as duas.

— Vocês não vão?

— Vamos depois — Letícia respondeu, tranquila, lavando um prato. — Tem que secar a louça.

— E você, primo? — Sabrina cutucou. — Não vai correr atrás dos meninos?

— Vou com vocês.

— Então ajuda — ela mandou, jogando um pano na minha direção.

Ajudamos. E em vinte minutos a cozinha virou uma coisa só: cheiro de sabão, risada alta e encostão. Sabrina passava atrás de mim e encostava o quadril no meu braço de propósito. Letícia alcançava prato no alto e deixava o peito passar perto do meu rosto. Terminamos, e fomos pra cachoeira os três, por um atalho de terra por dentro do mato.

O poço da cachoeira era fundo e verde, cercado de pedra lisa e samambaia. A água caía de uns quatro metros, gelada, e o resto do pessoal estava mais pra baixo, na parte rasa, gritando. Nós três ficamos na parte de cima, no poço fundo.

— Ninguém vem aqui? — perguntei.

— Ninguém gosta — Letícia disse, tirando a camiseta. — É muito frio e muito fundo.

E aí as duas foram tirando a roupa, sem frescura nenhuma, como quem faz aquilo desde criança. Sutiã de cor diferente, calcinha fina, corpos que eu só tinha visto de longe em foto de família.

Sabrina entrou primeiro e mergulhou. Letícia entrou devagar, olhando pra mim.

— Vai ficar aí parado, primo?

Tirei a camisa. Tirei o short.

E foi aí que o silêncio mudou.

Sabrina levantou da água e ficou olhando pra frente da minha sunga sem disfarçar. Letícia só cruzou os braços e sorriu, devagar, como quem acertou uma aposta.

— Ah, tá explicado — Sabrina disse.

— Explicado o quê?

— Por que você é tão convencido.

Entrei na água e o frio me cortou. Ficamos os três ali, perto da pedra, conversando fiado, até que Letícia se aproximou de propósito e encostou a mão na minha cintura.

— Vou fazer um teste — ela avisou. E desceu a mão, apertou meu pau por cima da sunga. Apertou de novo, medindo. — Grosso.

— Deixa eu ver — Sabrina empurrou ela e enfiou a mão dentro da sunga. — Ai, porra. Olha o tamanho disso.

Letícia chegou por trás, encostou o peito nas minhas costas e passou o braço pelo meu ombro.

— Já que tá na mão — ela disse, na minha orelha —, a gente pode melhorar o teste.

Me empurraram pra pedra rasa, onde eu ficava sentado com a água no peito. Letícia baixou a sunga e abriu a boca, engolindo metade do pau de uma vez, sem aviso. O calor da boca contra o frio da água quase me fez gozar ali.

— Aí — ela gemeu, tirando a boca só pra falar. — Não cabia nem o começo.

— Sai — Sabrina mandou. — Deixa eu provar.

Sabrina chupou com língua rápida, sem paciência, olhando pra cima pra ver minha cara. Letícia ficou do lado, lambendo o corpo do pau, e as duas foram se encaixando sem combinar nada — uma na cabeça, outra embaixo, depois trocando. Duas bocas quentes num pau só, na água gelada, o som molhado ecoando na pedra.

— Vocês duas são doentes — falei.

— Você é pauzudo demais pra uma só — Letícia respondeu.

Aí ela levantou. Ficou de costas pra mim, se curvou sobre a pedra lisa, empinou a bunda e olhou por cima do ombro.

— Chega de boca. Me fode.

Levantei, tirei a sunga molhada, encostei a cabeça na entrada dela e empurrei. Letícia soltou um gemido longo, rouco, e cravou as unhas na pedra. Entrei até o fim e ela respirou fundo, apertando.

— Porra, primo — ela disse. — Devagar não, tá?

Segurei a cintura dela e comecei. Não foi devagar. A bunda dela batia na minha coxa, o gemido saía sincronizado, um por vez, e a cachoeira abafava o resto. Puxei o cabelo dela e ela jogou a cabeça pra trás.

— Isso, isso, assim — ela mandava. — Fode. Fode a prima.

Sabrina subiu na pedra e ficou olhando, com a mão dentro da calcinha, se masturbando. Depois ajoelhou do lado e beijou a boca de Letícia enquanto eu continuava, e as duas se beijaram com língua ali, na minha frente, uma gemendo na boca da outra.

— Vem cá — Letícia falou, quebrada, sem sair de baixo de mim. — Sabrina, vem.

Sabrina sentou na pedra mais alta, abriu as pernas e puxou Letícia pela nuca. Letícia abaixou a boca na buceta da outra e ficou lá, lambendo, enquanto eu fodia ela por trás. A cena me quebrou: uma prima chupada pela outra, a bunda empinada pra mim, as duas gemendo uma na outra.

— Troca — eu mandei.

Saí de Letícia e virei Sabrina na pedra, sentada, as pernas abertas. Entrei nela de frente, devagar, e ela fechou os olhos e mordeu o lábio.

— Ai, meu Deus — ela gemeu. — Ai, primo, isso é pau demais.

— Aguenta — eu falei.

— Aguenta — Letícia repetiu, e se ajoelhou entre nós dois, lambendo onde eu entrava, a língua escorregando no pau e na buceta da outra ao mesmo tempo.

Sabrina gozou assim, tremendo, apertando, com a mão na cabeça de Letícia. Depois me puxou pelo pescoço, beijou minha boca com força e falou:

— Agora acaba. Goza na gente.

As duas se ajoelharam na pedra, lado a lado, bocas abertas, olhando pra cima. Bati duas vezes e gozei — na boca da Letícia, na cara da Sabrina — e elas riram e se beijaram depois, lambendo uma da outra.

Voltamos pro sítio meia hora depois, molhados, calados, com cara de quem tinha apanhado.

No jantar, ninguém entendeu por que a gente chegou tão tarde.

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Comentários (1)

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  • Beija flor: Erótico demais. Putaria da boa. Bem descrito. Primas taradas. Bem putinhas.

    Responder↴ • uid:1d5qm171ekpm