#Estupro #Incesto #Sado #Traições

Pecados de Grávida 6

946 palavras | 3 | 5.00 | 👁️
Maquik

Acordei mais cedo naquele dia. Tinha consulta no médico e queria me depilar com calma. A casa estava vazia: Caio já tinha saído para o trabalho, Camila para o colégio e Bernardo tinha ido à academia. Fiquei sozinha no banheiro, a barriga grande atrapalhando os movimentos, mas consegui terminar.

Voltei do médico por volta das onze da manhã. Bernardo já estava em casa, sentado na sala, de short e camiseta.

— Preciso falar com você — disse ele quando me viu entrar.

— Pode esperar eu tomar um banho? Estou me sentindo suada.

Ele disse sim. Fui para o banheiro, demorei mais do que o normal sob a água quente. Saí, passei o creme hidratante no corpo o máximo que consegui e vesti um vestido leve, sem calcinha. A barriga já não permitia muita coisa. Deitei na cama, tentando descansar um pouco.

Alguns minutos depois a porta se abriu. Bernardo entrou e sentou na beira da cama, perto das minhas pernas.

— Quer que eu te ajude com o creme? — falou, pegando o tubo que eu tinha deixado na mesa de cabeceira. — Você não consegue passar nas pernas por causa da barriga.

— Não… — eu respondi.

Aceitei sem pensar em nada demais. Achei carinhoso. Ele colocou um pouco de creme nas mãos e começou a passar na minha canela, subindo devagar pela panturrilha. Os dedos dele eram firmes. Fechei os olhos por um momento.

— Você tá com um barrigão, hein… — comentou, a voz baixa. — Sete meses!

— É… cansa.

A mão dele subiu um pouco mais, passando o creme por trás do joelho e começando a coxa. Eu ainda não desconfiava de nada.

Então ele disse:

— Teve uma noite que te vi olhando pra dentro do quarto de Camila.

Meu corpo inteiro gelou. A mão dele continuava subindo, agora na parte interna da coxa, espalhando o creme com movimentos lentos.

— Será que você viu o que eu vi algumas noites atrás… ou viu algo mais excitante que uma filha chupando o próprio pai?

Fiquei sem reação. Ele então começou a contar em detalhes o que tinha visto naquela madrugada. Cada palavra dele me deixava mais excitada e, ao mesmo tempo, preocupada. A mão dele já estava bem perto da minha buceta enquanto ele falava.

Os dedos dele finalmente tocaram minha buceta por cima da pele. Eu estava encharcada.

— Eu te vi — ele terminou. — Em pé no corredor, olhando para dentro do quarto. Com a mão entre as pernas. Você gozou, não foi? Porque eu gozei te vendo.

— Para, Bernardo… eu sou sua irmã…

Ele se levantou da cama e ficou em pé ao meu lado. Abaixou o short. O pau dele saltou duro, a cabeça já brilhando. Antes que eu pudesse dizer mais nada, ele segurou minha cabeça e puxou na direção dele. O pau quente entrou na minha boca de forma brusca. Senti ir fundo na minha garganta. Comecei a chupar, sentindo o gosto salgado, enquanto ele gemia baixo.

Depois de um tempo ele tirou da minha boca e pude ver seu pau totalmente duro, a cabeça grande maior que a de Caio, não tão grosso mas mais comprido. Ele me puxou pela perna até a beirada da cama, levantou o vestido até a barriga e, antes que eu pudesse impedi-lo, enfiou de uma vez na buceta, me abrindo, me rasgando. Gemei alto. Ele meteu com força algumas vezes, fundo, até eu estar completamente aberta. Era incrível e diferente sentir ele me penetrando e indo tão fundo. Depois de uma estocada forte ele tirou o pau, subiu na cama, puxou minha cabeça de novo e me fez chupar o pau molhado da minha própria buceta.

Quando cansou, foi me virando de lado com cuidado. Antes que eu conseguisse pensar em reagir, senti a cabeça grossa pressionar meu cu. Gelei novamente. Ele empurrou e enterrou até o fim. O pau do meu irmão estava inteiro dentro do meu cu. Eu me agarrava ao travesseiro e o mordi. Ele começou a foder com força. Não conseguia mais me conter e gemia alto, pedindo para ele parar, mas na verdade queria que ele continuasse. E ele só aumentou o ritmo. Eu gozei ali mesmo, tremendo, a barriga se contraindo, um gemido longo escapando da garganta.

Ele não parou. Continuou comendo meu cu até eu estar mole, sem força. Então se deitou atrás de mim, tirou do cu e encaixou de novo na buceta. Começou devagar. Poucos segundos depois segurou minha barriga com uma das mãos e acelerou, metendo com força. Eu estava exausta da gozada anterior e simplesmente não reagi. Deixei ele me comer daquele jeito. E, por mais errado que fosse, eu gostava. Gostava da força, da forma como ele me preenchia, da mão grande segurando a barriga enquanto me fodia.

Ele gozou dentro. Senti os jatos quentes enchendo a buceta. Ficamos em silêncio por um tempo, só a respiração pesada dos dois.

Depois ele se levantou, pegou o short e olhou para mim ainda deitada, o gozo começando a escorrer.

— Ainda não terminamos essa conversa.

Virou as costas e saiu do quarto, fechando a porta.

Eu fiquei ali, de lado, a mão sobre a barriga, tentando assimilar tudo o que tinha acabado de acontecer enquanto a porra do meu irmão escorria devagar da minha buceta.

Comentários (3)

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  • Vidanacabana-: A porra escorrendo é bom né, mas e aí conta pra nós se vc gozou

    Responder↴ • uid:1cotwzr3nm2u
  • PapaiMineiro1: Que delicia de conto que família está quebrando todas barreiras papaimineiro1

    Responder↴ • uid:1e6y9xg5dhn1
  • Beija flor: Muito bom, tesão em alta. Boa transa, excitante demais.

    Responder↴ • uid:1d5qm171ekpm