A entrega especial
Vocês já sabem que eu moro com o meu pai (que é professor) e que a gente mora no primeiro andar da casa, enquanto embaixo mora um vizinho. Meu pai é super na dele, e isso me dá uma liberdade enorme pra fazer minhas coisas.
Naquela quinta-feira à noite, ele tava no quarto dele assistindo TV. Eu tava na sala, deitada no sofá, morrendo de calor e de tédio. Resolvi que ia pedir uma encomenda na farmácia (só pra matar o tempo) e, de propósito, pedi uma caixa de camisinha e um lubrificante.
Pouco tempo depois, a campainha tocou. Eu abri a porta e lá estava ele: o motoboy. Ele era moreno, alto, devia ter uns 50 anos, cheiroso e com uma voz grossa. Quando ele me viu, os olhos dele quase saltaram pra fora.
Eu estava usando só uma camisola de seda curtinha, daquelas que mostram metade da bunda, e sem calcinha. Meus peitos estavam duros de excitação, e os bicos marcavam o tecido fino. Ele engoliu seco e me entregou a sacola.
Boa noite... aqui está a sua entrega,ele falou, tentando não olhar pra baixo.
Muito obrigada. eu respondi, abrindo a sacola na frente dele e tirando a camisinha e o lubrificante. Sabe... eu pedi isso, mas agora eu tô aqui pensando se vou usar sozinha ou se você quer me ajudar com isso.
Ele me olhou nos olhos, sem acreditar. Eu comecei a subir a escada e olhei pra trás pra vê se ele estava vindo comigo. Eu dei um passo pra trás, deixei a porta da sala aberta e fui andando até o sofá. Ele entrou, fechou a porta, e veio atrás de mim.
Antes que ele falasse qualquer coisa, eu puxei ele pela camisa e beijei ele com força. Ele me agarrou pela cintura, me jogou no sofá e subiu em cima de mim. Ele levantou a minha camisola, viu que eu não tinha calcinha e caiu de boca na minha bucetinha. Ele chupou com vontade, passando a língua, me fazendo gemer gostoso.
Ai, que delícia... eu gemi, sem me importar se o meu pai iria ouvir ou não.
Ele levantou, abriu a calça e tirou aquele pau grosso pra fora. Ele colocou a camisinha (que eu tinha pedido) rapidinho e enfiou tudo de uma vez. Eu gritei de prazer e ele começou a meter com força, me segurando pela cintura.
Toma, sua putinha... ele falou, metendo fundo na minha buceta. Pedindo camisinha e lubrificante pra dar pro motoboy, vadia...
Ele metia forte, batendo o quadril, e o barulho da pele batendo com pele se misturava com o som da TV no quarto do meu pai. Eu gemia alto, com a mão na nuca dele, sentindo cada centímetro daquela rola entrando em mim.
De repente, o meu pai gritou do quarto:
Yasmin! Tá tudo bem aí? Quem era?
Eu tive que segurar o gemido por um segundo e responder, com a voz mais firme que eu consegui: Tudo bem, pai! É só uma entrega! Já vai embora!
Eu gritei de prazer e ele continuou a meter com força na minha bucetinha, me segurando pela cintura.
O motoboy riu baixinho no meu ouvido e meteu mais forte ainda. Ele ficou por uns bons minutos, me fazendo gozar duas vezes, até que ele gozou dentro da camisinha. Ele parou, respirando fundo, e se afastou.
Ele tirou a camisinha, jogou no lixo e se vestiu. Eu puxei a camisola pra baixo e fui até a cozinha pegar o dinheiro pra pagar a entrega.
Quanto é? eu perguntei.
A corrida tá paga, ele me respondeu, sorrindo. Mas se você quiser me chamar de novo, esse é o meu número.
Ele me entregou um papel com o número dele, me deu um beijo rápido na boca e saiu. Eu fechei a porta, voltei pro sofá e fiquei deitada, com a buceta latejando e a certeza de que ia pedir muita coisa na farmácia daqui pra frente.
Façam sexo e sejam felizes!!!
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