Pecados de Grávida 4 — Confissão
Bernardo chegou no final da tarde de sexta-feira. Meu irmão mais novo, 29 anos, solteiro, sempre de bem com a vida. Tinha ligado dois dias antes dizendo que o apartamento dele ia passar por uma reforma urgente no encanamento e que precisava de um lugar para ficar por quatro ou cinco dias. Eu, grávida de sete meses, não pensei duas vezes.
— Pode vir. Tem o quarto de visitas.
Ele chegou com uma mala pequena e aquele sorriso fácil de sempre. Abraçou a mim com cuidado por causa da barriga, cumprimentou o Caio com um aperto de mão e bagunçou o cabelo da Camila, que revirou os olhos rindo.
Naquela noite fizemos um churrasco simples no quintal. Só nós quatro. Caio na churrasqueira, Bernardo ajudando a cortar carne e abrir cerveja, eu sentada na cadeira com meu suco, e Camila indo e voltando da cozinha. O clima estava leve. Rimos bastante. Em nenhum momento passou pela minha cabeça que algo entre Caio e Camila pudesse acontecer.
Por volta das onze eu já estava morta de cansada. O bebê não parava de se mexer e minhas costas doíam. Dei boa noite a Camila, disse boa noite para os homens e subi para o quarto. Caio disse que ainda ia ficar mais um pouco conversando com o Bernardo. Camila também ficou.
Eu dormi rápido e pesado, convencida de que naquela noite, com meu irmão em casa, nada ia acontecer entre meu marido e minha filha.
(CONFISSÃO DE BERNARDO A MIM, DIAS DEPOIS)
Bernardo disse que acordou perto das três da manhã com sede. O quarto estava escuro e silencioso. Levantou de samba-canção e saiu descalço em direção à cozinha.
A casa inteira dormia… ou pelo menos era o que ele achava. Ao passar pelo corredor, notou que a porta do quarto da Camila estava entreaberta. Uma luz baixa de abajur vazava. E vinha um som de lá.
Ele parou. Aproximou-se sem fazer barulho e olhou pela fresta.
Disse que Caio estava deitado na cama, a cabeça apoiada na cabeceira, a camiseta levantada até o peito. Entre as pernas dele, ajoelhada no colchão, estava Camila. Ela usava um short de algodão e uma blusinha de alcinha. Uma das alças tinha escorregado pelo ombro e deixava um dos seios pequenos completamente à mostra. O bico rosado contrastava com a pele clara.
Ela segurava o pau do pai com as duas mãos, de forma desajeitada, e chupava só a cabeça, como quem ainda estava aprendendo. De vez em quando parava, dava lambidas curtas e inseguras em volta da cabeça e voltava a colocar na boca, sem conseguir descer muito. Quando engasgava, soltava e respirava, um fio de saliva escorrendo pelo queixo.
E que Caio tinha uma mão nos cabelos dela, mas não forçava. Apenas acompanhava. O olhar dele era pesado, fixo na filha.
Bernardo disse que sentiu o estômago virar. Aquilo era um absurdo. Sua sobrinha de 15 anos de joelhos chupando o próprio pai. A mente gritava para ele se afastar, voltar para o quarto e fingir que nunca tinha visto.
Mas que seu corpo não obedeceu.
Disse que Camila levantou o rosto, a alça da blusa ainda caída, o seio à mostra, e perguntou com a voz rouca e quase inocente:
— Tá bom, pai?
Caio só respondeu com um “hunf” baixo. Ela sorriu de um jeito tímido, quase envergonhado, e voltou a chupar, dessa vez tentando ir um pouco mais fundo. Ainda sem experiência, as mãos apertavam demais a base, o ritmo era irregular. Mesmo assim, Caio estava completamente duro.
Bernardo disse que sentiu o pau latejar dentro do short. Que o nojo era real. O tesão também. Ele olhou para os dois lados do corredor — ninguém — e colocou a mão para dentro da roupa. Começou a se masturbar devagar, os olhos presos na cena.
Que parecia que Camila chupava com dedicação atrapalhada. Às vezes usava só a língua, girando em volta da cabeça como se estivesse explorando. Outras vezes tentava engolir mais e engasgava, soltando o pau com um som molhado e respirando pela boca. O seio descoberto balançava levemente a cada movimento.
Que Caio ergueu um pouco o quadril e ela tentou acompanhar. Bernardo apertou mais forte o próprio pau. Cada detalhe inocente da forma como ela fazia só tornava a cena mais suja, e que seu tesão só aumentava.
Então ouviu aquela voz doce dizer:
— Pai… vai gozar?
Ela perguntou com a voz baixa, quase sem jeito, ainda segurando o pau melado.
Caio balançou a cabeça, sem conseguir falar. Camila abriu a boca, colocou a língua para fora e ficou esperando, os olhos erguidos para ele. As duas alças da blusa já tinham caído, e os seios pequenos estavam expostos.
Que Caio gozou. Jatos caíram na língua e no queixo dela. Parte acertou o peito dela. Ela deu uma risadinha baixa, sem jeito, e passou a língua nos lábios, como se não soubesse exatamente o que fazer com tanta porra.
Bernardo disse que não aguentou e gozou no mesmo instante, mordendo o lábio com força para não fazer barulho. Que, mesmo se sentindo culpado, gozou dentro do short.
Ele ficou mais alguns segundos olhando. Que Camila ainda dava lambidas lentas e inseguras na cabeça do pau do pai, limpando o que tinha sobrado. Caio acariciava o cabelo dela em silêncio.
Bernardo voltou devagar para o quarto e fechou a porta com cuidado. Sentou na beira da cama, a mão ainda suja, o coração disparado.
Aquilo era doentio.
E mesmo assim ele já sabia que não ia conseguir esquecer.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (0)