Luísa - Amor de muito tempo - Parte01
A Luísa era apaixonada por mim a muito tempo, ela cresceu e eu fui conferir se ela ainda me amava. O conto é sobre o amadurecimento de Luísa.
No interior todo mundo se conhece e eu conheço uma mocinha chamada Luísa que desde seus 8 anos tem uma paixão por mim. Ela chegou a dizer para a minha mãe que queria casar comigo quando ela crescesse. Nossas mães mexiam com ela sobre isso, já eu achei super corajoso da parte dela e dei a maior atenção a Luísa depois disso.
A família da Luísa nunca foi realmente ajustada, mas a sua mãe era puta e fugiu com um cara que estava trabalhando de passagem na cidade. O pai ficou meio louco com o chifre e meteu a cara na cachaça sem se preocupar com porra nenhuma.
Certa vez eu ia passando de carro na porta da casa da Luísa que fica na beira da estrada. Eu a vi sentada de baixo de uma árvore vestida de branco e ao chegar perto percebi que ela estava chorando.
- Oi amor, o que aconteceu?
- Nada Roger, eu só queria sumir.
- Por quê?
- Não quero falar.
- Lu sou eu amor, me conta.
Seu pai tinha pego o dinheiro emprestado que ela ganhou trabalhando para uma vizinha para ir a festa onde tinha parque de diversões. Disse que de noite daria de volta e sumiu bebendo por ai.
- Quem tá ai com você?
- Só a vó Santana.
A Luísa já não era mais menininha, mas sempre manteve sua doçura. Eu agachei na sua frente e passei a mão nas suas pernas por baixo do seu vestido como carinho.
- Eu levo você, quer ficar comigo?
- Eu?
- É amor, só nós dois.
Ela tocou meus braços sem me impedir de pegar nas suas pernas e sorriu. Eu arrumei o cabelo que estava no seu olho, segurei seu queixinho e dei um beijinho suave na sua boca. Quando paramos de beijar ela foi abrindo os olhos bem devagar como se tivesse recebido algo que esperou a vida toda.
- Vamos?
- Hum, hum.
- Vou falar com a dona Santana.
A dona Santana é a única que gosta da Luísa realmente, o detalhe que eu disse que só traria a Luísa no outro dia porque era contra mão. A Santana não era idiota, muito pelo contrário, ela disse algo que firmou um acordo comigo.
- Vai vó deixa.
- Meu filho ela quer ir, então leva.
- Deixa que eu cuido dela.
- É isso que eu espero Roger, a Luísa não tem mãe e o pai é um irresponsável, quando eu morrer ela não tem ninguém que cuide dela.
Essa frase disse a mim “Se você a quer de verdade cuide, mas não a deixe jogada”, eu já tinha a intenção de cuidar da Luísa, só me deu mais vontade. Eu dei um beijinho na dona Santana, agradeci, dei a mão a Luísa entrelaçando nossos dedos e seguimos para a minha casa.
- Não é para lá o parque?
- Sim, mas primeiro vamos em casa.
A Luísa começou a se ligar no que aconteceria.
- Fazer o que?
- Hoje é o nosso dia Luísa.
- Como assim?
- Eu vou te levar para casa, tirar essa calcinha e foder sua bucetinha. Hoje eu vou tirar seu cabacinho e você vai ser minha mulher, quer ser minha mulher Luísa?
Eu fiz de propósito confesso, eu queria vê-la nervosa e descobri nesse dia que a Luísa quando fica nervosa chupa o lábio inferior. Ela ficou com uma carinha assustada, mas não tinha nenhuma dúvida do que sempre quis e acenou com a cabeça dizendo que sim.
- Quer conhecer a nossa cama hoje amor?
- Hum, hum.
- Você sabe como vai ser?
- Não.
- Dói um pouco na primeira vez e sangra, mas para logo. Eu quero muito ver você sangrar na minha caceta, isso é um presente para mim, você me dá esse presente amor?
- Hum, hum.
Quando chegamos eu fiz tudo com muito carinho, nos beijamos e entramos para o quarto namorando. Eu a coloquei na minha frente, segurei sua calcinha e puxei devagar olhado nos seus olhos.
- Tá com medo amor?
- Não.
- Quer teu marido?
- Sim.
Quando eu dizia “Minha mulher” e “Teu marido” ela ficava muito feliz, então eu continuei falando. Eu terminei de tirar o seu vestido e a coloquei sentadinha no cacete e nunca tinha visto uma menina tão decidida e corajosa.
A Luísa me abraçou colocando seu rosto no meu pescoço, eu me apoiei com as mãos para trás e a deixei sentar sozinha.
- Tira princesa, tira esse cabacinho no cacete do teu marido, tira Luísa, tira meu amor.
Ela sentou sem fazer um único ruído e olha que a minha caceta é grossa, eu só sei que doeu porque suas mãos acusaram nas minhas costas.
- Isso, isso meu amor, assim, senta nessa caceta, assim porra que delícia.
- Eu te amo.
- Eu também meu amor, doeu amor?
- Não.
- Que orgulho da minha mulher.
Eu a peguei por baixo dos braços, a tirei um pouco de cima para ver o sangue na minha caceta e ela sorriu com uma carinha de quem diz “Pronto, era isso que você queria?”.
- Tá tudo sujo de sangue.
- Não limpa amor, esse é o presente mais lindo que você poderia me dar.
Ela sorriu feliz que eu gostei de ver o seu sangue e eu a coloquei de volta para sentar. Ela já tinha o instinto de puta da sua mãe e aprendeu muito rápido o molejo que me fez gozar, mas minha caceta continuou dura.
- Ãhhhh, ãhhhh, amorzinho, ãhhhhh, Luísa, Luísaaaaaaaa, amor, amor, que delícia minha princesinha.
Ela também não aguentou muito tempo e se gozou se temendo na caceta. Eu abracei seu corpo para sentir seu desejo e eu só recebi um gemidinho tímido.
- Uhhh, uhhhh, uhhhhhhhh, ahmm.
- Que gozada linda meu amor. Gozou na pica do teu marido Luísa?
- Hum, hum.
- Eu quero você, vem ficar de quatro.
Eu segurei sua cintura e a fodi muito gostoso, mas a Luísa era tão apertadinha que me fazia gozar como um animal sem esforço quase nenhum.
- Ãhhhh amor, ãhhhhh, ãhhhhh, que mulher porra, delícia.
Eu segurei seu rosto e olhando nos seus olhos falei:
- Você é minha, entendeu Luísa?
- Sim.
- Se alguém te tocar eu mato.
Ela sorriu.
- Não vai, ninguém vai.
- Promete para mim amor?
- Prometo, eu só amo você.
- Vamos tomar um banho, eu quero te levar para passear.
O banho foi uma loucura, eu a queria ainda mais, mas era importante levá-la para fazer o social em casal, isso a deixaria feliz e confiante. Chegando no parque, encontramos o pai dela bêbado por lá e ele ainda pediu dinheiro para mim e mal falou com a filha.
- Você não fica chateada com ele?
- Ele sofreu muito amor, a mamãe era o grande amor dele.
- Nossa, muito nobre você pensar assim, você é a filha.
- Ele sofre amor, ele é humano, se você me deixasse eu choraria muito. Você ainda fica me chamando de sua mulher, mas eu não me iludo com isso.
Ela estava mostrando que era doce, mas não bobinha. O que ela ainda não sabia era que eu usei a fala, mas eu me apaixonei por ela brincando com isso e era tudo real.
- Amanhã você vai saber o que aconteceu.
- É amor, o que você vai fazer?
- Não seja curiosa, é surpresa.
- Vamos para casa?
- Você já quer ir?
- Eu quero meu marido.
- Que?
- O marido não é meu?
- Você é incrível Luísa.
Passamos a noite fazendo amor e em um momento eu fui pensar naquela menina e deitei na sala em uma rede. Ela apareceu pelada com uma manta na mão e deitou do meu lado na rede, eu pensei “Ela precisa de mim” e eu decidi que cuidaria muito bem dela daquele dia em diante.
Continua...
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽

Comentários (0)