#Corno #Incesto #Teen #Virgem

Meu namorado fodendo a buceta, meu irmão fodendo o cu - noite da crentinha safada

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maisinhacadela

Meu nome é Maisa, 16 aninhos, interior, casa de crente. Pai diácono, mãe do círculo de oração, Bíblia na mesinha de centro, quadro bordado do Salmo 23 na parede. Lá em casa beijo de língua já é "avanço" e dormir junto só depois de casar. Só que eu já tinha feito tudo. Tudo escondido, com culpa e com o ouvido na porta.

Aprendi a gozar no chuveiro, a água quente na nuca, a mão rápida, a testa no azulejo. Aprendi que tenho um lugar em mim que pisca quando aperto. A primeira vez que gozei falei glória baixinho e fiquei com vergonha de mim mesma.

Aí veio Rafael. Filho de presbítero, cabelo escuro, cheiro de sabonete. O menino que minha mãe quer apresentar pro círculo. Só que no carro, com o motor ligado pra disfarçar, o menino me beija como se estivesse com sede e mete a mão por dentro da minha blusa.

Naquela sexta eu fiz as contas. Vigília às oito. Pais saíram sete e vinte. Carlos, meu irmão de vinte e quatro anos, tinha avisado na hora do almoço que ia estudar na casa do Bruno e que talvez até dormisse lá. Ou seja: três horas de casa vazia. Três horas.

Rafael chegou sete e meia. Sete e quarenta a gente já tinha esquecido o jantar no fogo.

Tirei a blusa em pé na sala. Joguei ele no sofá bege — o sofá que minha mãe não deixa ninguém sentar molhado. Puxei a calcinha com o pé, ele abaixou a bermuda, e quando entrou em mim eu gemi tão alto que tive medo do vizinho.

Não era a minha mão. Era peso, era calor, era alguém respirando no meu pescoço. Ele ia devagar, depois rápido, depois devagar, e eu agarrava o braço do sofá.

O que eu não sabia é que o Bruno tinha ido pro culto com os pais e a casa ficou vazia de estudo. Carlos voltou oito e quinze. E fez o que a gente faz em casa de crente quando chega tarde: abriu a porta bem devagar pra não acordar ninguém, tirou o tênis no hall e subiu a escada de meia, com o celular na mão.

Foi o barulho que fez ele parar. Um gemido longo, abafado, vindo da sala. Ele achou que era a televisão. Desceu de novo, pé no chão gelado, virou o corredor, chegou na porta da sala — e ficou lá.

Ele viu tudo. Viu a blusa no chão, viu o sutiã em cima da mesinha, viu a minha saia enrolada na minha cintura e o Rafael de calça na canela, me comendo devagar no sofá da mãe. E não falou nada. Ficou encostado no batente, mochila ainda no ombro, olhando, por um minuto inteiro, enquanto a gente não tinha a menor ideia.

Quem se mexeu primeiro foi o Rafael. Levantou a cabeça, viu um homem parado na porta e congelou dentro de mim.

Eu virei devagar, já sabendo.

Carlos tirou o capuz, sorriu aquele sorriso de infância, de quem acabou de ganhar alguma coisa, e falou:

— Ô, glória. A filha do diácono.

───

Rafael tentou levantar. Carlos fez um gesto: fica aí. Largou a mochila, veio andando sem pressa, e ficou a três palmos de mim, olhando de cima pra baixo, tipo vitrine.

— Você sabe o que o pai vai fazer, né, Maisa? Vai sentar a gente na mesa e abrir a Bíblia. Vai falar de Sansão, de Davi, vai chamar o pastor. Vai querer saber desde quando.

— Carlos, pelo amor —

— A mãe vai chorar. Ela sempre chora. Vai falar que criou filha pra ser diferente, que a irmã Neide já falou que você tem cara de quem namora escondido.

— Carlos!

— Tem como resolver.

Tirou o moletom devagar. O corpo dele era mais largo que o do Rafael, mais duro. Eu entendi tudo antes de ele abrir a boca.

— Ou eu conto, ou você me deixa entrar.

Rafael riu de nervoso. Eu disse a única coisa que a cabeça conseguiu montar:

— Fecha a porta. E tranca.

───

Ele trancou. Me chamou com dois dedos, igual se chama cachorro, e eu fiquei de joelhos no chão frio.

— Abre a boca. E olha pra mim.

Enchi a boca. Ele empurrou até o fundo, e eu engasguei, babei, segurei na coxa dele. Atrás de mim o Rafael se ajoelhou, me mordeu o ombro, e a mão dele desceu e começou a me dedar por baixo, e eu gemia com a boca cheia, um barulho ridículo.

— Você tá encharcada — Carlos falou. — Olha isso, tá escorrendo pela minha mão. Aqui dentro na igreja ninguém imagina.

— Cala a boca.

— Não fala assim com seu irmão.

Me levantou pelo braço, me virou de costas e me pôs de quatro no sofá. Rafael entendeu, deitou embaixo de mim na horizontal, cara embaixo do meu rosto, pau na minha frente. Virou engrenagem: eu em cima dele, Carlos atrás.

— Tem creme na bolsa — eu falei.

Ele pegou, lambuzou o dedo e tocou ali atrás. Eu inteira arrepiou. Entrou devagar, o dedão na minha cintura.

— Respira.

Respirei. O corpo abriu. Rafael entrou na minha buceta ao mesmo tempo, e eu fiquei cheia dos dois lados, cheia como nunca na vida. Carlos segurou meus quadris, meteu fundo e falou com a voz diferente:

— Aí. Aí, Maisa. Tá vendo? Você nasceu pra isso.

— Mete — eu falei. — Mete, porra. Acaba comigo.

E aí foi. Pra frente, pra trás, pau na boca, pau no cu, um ritmo que eu inventei ali, sem pensar. O sofá rangeu como se fosse desmontar. Rafael gemia embaixo segurando minha cintura. Carlos batia fundo, fundo, fundo, a cada estocada o mundo ficava mais estreito e mais quente.

— Tá apertando — ele grunhiu. — Que cu apertado, sua safada. Chupa ele direito, chupa.

Gozei assim, com os dois dentro, sem avisar ninguém, a cara escondida no ombro do Rafael. O corpo fechou em volta dos dois e os dois pararam por um segundo, sentindo.

Rafael gozou primeiro, gemido preso nos dentes, e ficou mole embaixo de mim, me olhando de baixo com cara de bobo apaixonado.

Aí ficou só o Carlos. Me puxou pra trás, peito suado nas minhas costas, boca na minha orelha, e mudou o ritmo: mais lento, mais fundo, mais cruel. A mão dele desceu e ficou me tocando na frente, e eu já estava sensível demais.

— Tô perto — ele falou. — Fala.

— Vai. Goza dentro.

— Onde?

— No meu cu. Goza no meu cu, Carlos.

Ele apertou os dedos na minha cintura, afundou até o fim e travou. Gozou com um gemido longo, tremendo atrás de mim, e eu senti o calor subindo por dentro, quente, fundo, uma coisa que eu não sabia que existia e agora sabia pra sempre.

— Caralho — ele falou, ofegante.

— Caralho — Rafael repetiu, do chão, rindo.

— Cale a boca, vocês dois.

Ficamos três corpos parados num sofá bege, embaixo do Salmo 23, com a televisão desligada e o jantar queimando.

E foi aí que a chave girou na porta outra vez.

───

Corremos nus catando roupa. A calcinha apareceu atrás da samambaia. Carlos vestiu o moletom e sentou com cara de quem estava estudando.

Minha mãe entrou, Bíblia na mão, parou no meio da sala e farejou o ar.

— Que cheiro é esse?

— Queimou alguma coisa.

Ela olhou pra mim. Pro sofá. Pro Carlos. Pro Rafael, sentado na ponta da cadeira, cabelo bagunçado, camisa amassada.

— Vocês três estão com uma cara esquisita.

Do corredor, sem nem aparecer, meu pai:

— Amanhã a gente senta e conversa.

Rimos os três na mesma hora e minha mãe não entendeu nada.

Deitei no travesseiro pensando: meu corpo não é máquina de pecar, é máquina de sentir. Dá pra estar em dois lugares ao mesmo tempo. E Deus vê tudo — só que talvez não esteja vendo pra julgar.

Talvez ele esteja vendo porque gosta.

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Comentários (1)

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  • Beija flor: Putaria do caralho. Bom usar o corpo em todos os sentidos. Gozar amplia o espírito, nos faz melhores saciados. Amém!

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