#Coroa #Incesto #Teen #Zoofilia

Introduzi a minha filha nesse meio zoo.

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Demi

Ela estava frustrada com a falta de sexo, então resolvi ajudar.

Olá.
Me chamo Andressa.
Tenho 45 anos, sou solteira, e tenho uma filha de 16 anos.

Eu tenho um cachorro também.
O nome dele é Duque.
Ele é grande, forte , e tem um pau enorme rsrs.

Na ausência de homens confiáveis para transar, o Duque se mostrou um ótimo companheiro.

Ele consegue me deixar muito excitada.
O prazer que ele me faz sentir durante cruza e uma coisa mágica.
Ele me deixa delirando por bastante tempo no pau dele.

Eu já fazia isso com o Duque há quase três anos.

Sempre quando a minha filha saía. Trancava a porta, tirava a roupa e deixava ele me montar no meio da sala, no quarto, no banheiro… onde desse vontade.

Ele já sabia exatamente o que fazer.
Subia, encaixava, enfiava aquele pau grosso e metia até o nó inchar e me prender.
Depois me lotava deliciosamente de porra.

Eu gozava igual uma puta toda vez.
Mas nunca tinha contado pra minha filha.
Até aquele dia.

Por volta de uns dois meses atrás, ela chegou em casa de cara fechada, jogou a bolsa no sofá e se jogou do meu lado.

Ficou quieta um tempo.
Depois começou a falar que estava cansada de ficar sem sexo.
Que os caras da idade dela só queriam foder rápido e ir embora.
Que ela estava com tesão acumulado, a buceta latejando de vontade e ninguém pra resolver.

Eu escutei tudo em silêncio.
A mão dela apertava a própria coxa enquanto falava.
Quando ela terminou, eu passei os dedos no cabelo dela e falei baixo:
- Quer que eu te ajude de verdade?

Ela me olhou confusa.
- Como assim, mãe?

Eu sorri.
Levantei, fui até a porta do quarto e chamei o Duque.
Ele veio correndo.
Eu acariciei a cabeça dele e olhei pra minha filha de novo.

- Ele resolve.
Falei sem rodeios.

- Resolve bem, eu uso ele há anos. Ele me fode melhor que qualquer homem que já tive. E se você quiser…eu te ensino.

O rosto dela ficou vermelho na hora.
Os olhos arregalaram.
Ela abriu a boca pra falar alguma coisa, mas não saiu nada.
Só ficou olhando pro Duque e depois pra mim.

- Mãe…isso é…
A voz dela saiu baixa, trêmula.
- Isso é errado pra caralho.

- É.
Concordei, me aproximando.
- Mas a sua buceta não tá ligando pra certo e errado agora, tá? Tá molhada só de imaginar. Eu sei.

Passei a mão na coxa dela, devagar, subindo por baixo da saia.
Ela não me tirou.
Só engoliu seco.

- Eu te seguro.
Continuei, a voz mansa e suja ao mesmo tempo.
- Te oriento...Te chupo...Faço carinho nos seus seios enquanto ele te arromba. Você não vai ficar sozinha. Vai ser a sua primeira vez com ele…e eu vou cuidar de você o tempo todo.

Ela estava tremendo.
Mas não levantou do sofá.

Ela ainda tentava resistir.
- Mãe…para…isso não é normal…eu não posso…

A voz dela saía fraca.
Eu já estava sentada bem colada nela no sofá, uma das minhas mãos acariciando a coxa dela por baixo da saia, subindo devagar.
A pele dela estava quente.
Eu sentia o tremor.

- Shhh…
Falei baixo, bem perto do ouvido dela.
- Você passou semanas se tocando sozinha, gozando com seu toque e ainda assim acordando com a buceta latejando. Eu sei. Eu ouço você à noite às vezes.

Meus dedos chegaram na calcinha.
Ela estava muito molhada.

- Olha só…já tá encharcada só de eu falar. O Duque vai te foder tão fundo que você vai esquecer que existe homem. Ele vai te encher, te prender com o nó e te fazer gozar até as pernas fraquejarem. E eu vou estar bem aqui, segurando você.

Ela mordeu o lábio.
Os olhos estavam vítreos.
Ainda tentou afastar minha mão, mas foi sem força nenhuma.
- Mãe…pelo amor de Deus…

- Eu te amo.
Respondi, beijando a bochecha dela.
- Por isso tô te oferecendo isso. Não quero que você fique sofrendo de tesão. Deixa a mamãe cuidar de você.

Comecei a tirar a blusa dela com calma. Ela levantou os braços quase sem perceber.
O sutiã saiu em seguida.
Os seios dela estavam pesados, os mamilos duros.
Eu passei as duas mãos por eles, apertando de leve, massageando.

- Que seios lindos…
Murmurei.
- Logo o Duque vai estar montado em você e esses seios vão balançar a cada estocada. Você vai gostar, eu garanto.

Depois desci pro short.
Abri o botão, puxei o zíper e desci junto com a calcinha.
Ela levantou o quadril pra me ajudar sem nem perceber que estava ajudando.

Quando ficou completamente nua, eu a deitei de volta no sofá e abri as pernas dela com as mãos.
A buceta dela estava brilhando de mel. Inchada, pronta.

- Olha pra isso…
Falei, passando o polegar entre os lábios.
- Tá implorando pra ser arrombada.

Ela soltou um gemido fraco.
Ainda tentou fechar as pernas, mas eu não deixei.

Então eu me abaixei.
Passei a língua inteira de baixo pra cima, bem devagar, sentindo o gosto doce dela. Ela deu um solavanco e agarrou meu cabelo.
- M-mãe…aah…

Eu chupei os lábios dela com força, enfiei a língua dentro, lambendo tudo.
A mão livre foi pro peito dela, apertando o mamilo enquanto eu a lambia.

Ela começou a rebolar levemente contra a minha boca sem conseguir controlar.
Os gemidos estavam ficando altos.
As pernas tremiam suavemente em volta da minha cabeça.

- Isso…goza pra mamãe primeiro…
Falei contra a buceta dela.
- Depois a gente chama o Duque.

Ela já não estava mais resistindo de verdade.
Só gemendo.
Só se entregando.

Eu notei que ela estava quase lá e tirei a boca no limite de propósito.
Quando senti as pernas dela tremerem forte e a buceta começar a se apertar na minha língua.
Parei.
Levantei o rosto, a boca molhada do mel dela, e a olhei de baixo pra cima.

- Ainda não.
Falei baixo.
- Eu mudei de ideia, você vai gozar no pau dele primeiro, Não na minha boca.

Ela soltou um gemido frustrado, quase um choro.
Estava vermelha, ofegante, os olhos vidrados de tesão.

Eu a puxei com carinho pra baixo do sofá e a posicionei de quatro no chão da sala.
As mãos dela no piso, a bunda empinada, a buceta inchada e brilhando.

- Isso…assim.
Passei a mão pelas costas dela, descendo até a bunda, abrindo as nádegas.
- Fica bem aberta pra ele. Ele gosta quando a gente oferece direito.

Chamei o Duque.
Ele veio rápido, o pau já estava no batom vermelho, exposto.
Cheirou a buceta da minha filha por alguns segundos.
A língua grande foi passando entre os lábios dela.
Ela tremeu inteira e soltou um gemido alto.

- Mãe…ele tá…
A voz dela saiu embargada.

- Eu sei, filha.
Acariciei o cabelo dela, puxando um pouco pra trás pra ela olhar pra mim.
- Relaxa. Ele sabe o que fazer. Já me fodeu dezenas de vezes. Agora é a sua vez.

O Duque subiu.
As patas dianteiras se apoiaram nas costas dela.
O peso fez ela baixar um pouco o tronco. Eu fiquei ajoelhada ali do lado, uma mão no seio dela, massageando o mamilo.
A outra estava na bunda dela, puxando uma banda pro lado.

- Respira fundo…
Sussurrei no ouvido dela.
- Agora ele vai enfiar. Vai doer um pouco no começo, mas depois vira tesão puro. Eu tô aqui. Não vou te largar.

O pau do Duque procurou a entrada. Esbarrou duas vezes nos lábios molhados dela.
Na terceira, ele acertou e empurrou com força.
Ela gritou.
- A-aah…porra…!

O pau grosso deslizou inteiro pra dentro de uma vez.
Eu senti ela levantar um pouco o corpo quando o pau entrou, mas depois ela não se moveu mais.

O Duque não esperou.
Começou a meter com estocadas curtas e rápidas, o barulho molhado ecoando na sala.
Eu continuei segurando ela, beijando a têmpora suada, falando baixo e sujo:

- Isso…isso, filha…tá sendo fodida pelo nosso cachorro…

Apertava o peito dela com carinho e força ao mesmo tempo.
- Sente como ele te preenche…como ele te usa…logo o nó vai começar a inchar e te prender. Você vai ficar engatada nele. E eu vou ficar bem aqui, te segurando no lugar, te fazendo aceitar tudo.

Ela gemía alto, a testa quase no chão, as unhas arranhando o piso.
Ainda tentava falar alguma coisa, mas só saíam gemidos quebrados.
O Duque metia com vontade.
Comeu a mãe e agora está comendo a filha.

O Duque metia com força, as estocadas curtas e profundas.
Eu sentia a buceta da minha filha engolindo aquele pau grosso repetidas vezes, os lábios esticados, brilhando de mel.
De repente o ritmo dele mudou.
Ficou mais curto, mais urgente.
O nó começou a inchar.
Eu senti na hora.

- Olha…tá começando, filha…

Falei baixo, a boca colada no ouvido dela, enquanto uma das minhas mãos apertava o seio dela com carinho e a outra descia pra massagear o clitóris inchado.

- O nó dele tá engrossando dentro de você…logo vai te prender de verdade. Não tem como tirar depois. Você vai ficar engatada no nosso cachorro.

Ela soltou um gemido agudo, quase um choro.
O corpo dela tremeu forte.
- Mãe…tá…tá muito grande…aah…

-Eu sei…eu sei, meu amor…
Beijei a têmpora suada dela.

- Respira. Aceita. Deixa ele te abrir. Você tá sendo tão boa pra ele…tão molhada…olha como a sua buceta tá engolindo tudo.

O nó inchou rápido.
Em poucos segundos já estava travando, puxando as paredes dela a cada movimento.
O Duque soltou um grunhido baixo e começou a gozar.
Eu senti o corpo da minha filha se contrair inteiro.
Ela gozou.

O primeiro orgasmo veio violento.
A buceta dela se apertou com força em volta do nó, espremendo o pau do Duque enquanto ela jorrava.
As pernas tremeram tanto que quase desabou.
Eu a segurei firme, uma mão no seioo, a outra ainda esfregando o clitóris dela, prolongando tudo.

- Isso…isso, filha…goza pra mamãe…

Falei rouca, quase ofegante de tesão só de ver.
- Goza no pau dele…deixa ele te encher enquanto você goza…que putinha linda a mamãe tem…sendo arrombada e gozando igual uma cadela no cio…

Ela soluçava de prazer, o corpo inteiro em espasmo, a testa no chão, o cabelo grudado de suor.
O Duque continuava latejando dentro dela, despejando jatos quentes enquanto o nó a mantinha presa.

Eu não parei de fazer carinho.
Beijava o ombro dela, apertava os peitos, sussurrava no ouvido:

- Tô aqui…tô segurando você…você aguentou…agora é só deixar ele terminar… a mamãe não vai te largar…

O Duque não parou de gozar fácil.
Mesmo depois de vários jatos, ele continuava latejando dentro dela, soltando carga atrás de carga em ritmos curtos e pesados.
Eu sentia o corpo da minha filha tremer a cada jato novo.
O nó já estava faltando milímetros para o máximo, esticando a entrada dela de um jeito obsceno.
Ela ofegava, a voz falhada:

- Mãe…ele…ele ainda tá gozando…

Mais um jato quente. Ela soltou um gemido agudo.
- Mãe…eu…eu não vou engravidar dele, né?… fala que não…

Eu passei a mão pelo cabelo suado dela, puxando de leve pra ela olhar pra mim enquanto o cachorro continuava descarregando dentro dela.

- Shhh…calma…
Falei baixo, a boca colada no ouvido dela, a voz rouca e suja.

- Tecnicamente…pode. O esperma dele tá bem fundo agora. Tá te enchendo direitinho. Se o seu útero aceitar… você pode sim carregar filhotinhos dele.

Ela arregalou os olhos, um misto de medo e tesão puro.
- Mãe…!

- Eu tô brincando… ou será que não?
Sorri, apertando o peito dela com carinho enquanto o Duque soltava mais uma carga.

- Imagina só…a sua barriga crescendo cheia de filhotes do nosso cachorro. Você andando pela casa com os peitos inchados de leite, a buceta inchada escorrendo mel…e eu te ajudando a cuidar dos filhotes depois. Nossa família ia ficar bem grande, né?

Ela gemia sem conseguir responder direito.
O nó travou de vez naquele momento.
O Duque parou completamente de se mexer.
Ficou montado em cima dela, ofegante, a língua de fora, o pau profundamente enterrado, o nó grosso e rígido segurando tudo dentro.
Só o corpo dele latejava de leve enquanto ainda despejava o resto da porra.

Eu continuei fazendo carinho nela, beijando a têmpora, massageando os seios, falando baixo:
- Agora ele tá só te engravidando, filha… parado…te enchendo devagar…

A mão desceu e acariciou a barriga dela, bem em cima do útero.

- Sente? Cada jato indo fundo…te enchendo...não tem pra onde escapar. Você tá sendo usada direito. E a mamãe tá bem aqui, orgulhosa de você.

Eu me movi pra trás dos dois.
Ajoelhei entre as pernas abertas da minha filha, o focinho do Duque ainda apoiado nas costas dela, o nó completamente travado.
A junção estava um nojo lindo: a buceta dela esticada ao máximo em volta daquela bola grossa, fios grossos de porra já escorrendo pelas laterais e descendo pelas coxas.

Passei a língua bem ali.
Devagar no começo, sentindo o gosto da porra do Duque misturado com o mel dela. Ela soltou um gemido alto e enterrou a testa no chão.
- Mãe…aah…

O Duque ainda não tinha terminado. Mesmo parado, o pau dele continuava latejando dentro dela, soltando mais algumas cargas ritmadas, mais fracas, mas ainda quentes.
Cada vez que ele jorrava, um pouco mais escorria pra minha língua.
Eu chupava tudo.

A voz da minha filha saiu embargada, quase chorando de tesão e medo:

- Mãe…eu não quero engravidar…
Ela gemia entre as palavras.
- Fala que não vai acontecer…fala que meu útero não vai aceitar o esperma dele…por favor…

Eu lambi mais forte, a língua pressionando a entrada esticada, e respondi com a boca suja:
- A probabilidade é enorme, filha…

Mais uma lambida longa.
- Ele tá gozando tão fundo…tão direto no seu útero…e você tá tão aberta agora…se o seu corpo resolver aceitar, você vai engravidar sim.

Ela tremeu inteira.
Eu continuei, a voz baixa e cruelmente carinhosa, enquanto lambia e chupava o excesso:
- Imagina só…você deitada de lado na cama, a barriga dolorida no pós-parto, e os filhotinhos mamando nos seus seios inchados…

A língua subiu e desceu de novo.
- Imagina você parindo eles…eu do seu lado segurando a sua mão enquanto você empurra…

Mais uma chupada forte.
- Depois você andando pela casa, os peitos pesados de leite, e os filhotes pequenos indo atrás de você, cheirando a sua perna, querendo mamar de novo… nossa casa cheia de filhote do Duque…

Ela soltou um gemido longo, quase um soluço.
O Duque ainda latejou várias vezes dentro dela, soltando o que parecia ser as últimas cargas.
Eu não parei de lamber.

- Relaxa…
Falei contra a buceta dela.
- Seja o que for…a mamãe cuida de você.

Ela não aguentou o diálogo.
Enquanto eu falava da barriga grande, dos filhotes mamando nos peitos dela, dela parindo e andando pela casa com os pequenos atrás, a buceta dela se apertou com força em volta do nó do Duque.

O corpo inteiro tremeu.
Ela gozou de novo, forte, gemendo alto contra o chão, jorrando em volta do nó enquanto eu continuava lambendo.
- A-aah…mãe…porra…!

Eu chupei com vontade, engolindo o mel misturado com a porra que escorria.
O Duque latejou mais uma vez dentro dela, como se estivesse respondendo ao aperto, e soltou o que parecia ser o último resto.

Ficamos assim por um tempo.
Eu não sei quantos minutos.
Só sei que continuei fazendo carinho nela, beijando a bunda, lambendo a junção, falando baixo e sujo enquanto o nó ainda a mantinha presa.

Ela gemia fraco, ofegante, às vezes soluçando de tesão residual.
Depois de um bom tempo, senti a pressão mudar.

- Tá começando a desinchar, filha…
Anunciei, a língua ainda pressionando a entrada.
- Devagar…

O nó foi amolecendo milímetro por milímetro.
Cada vez que ele cedia um pouco, um fio grosso de porra escorria e eu chupava na hora.
A minha filha gemia alto a cada movimento, as pernas tremendo.

- Mãe…tá saindo…aah…

- Eu sei…eu tô aqui…

Segurei as nádegas dela abertas e continuei chupando, a língua trabalhando em volta do nó enquanto ele escorregava pra fora.

- Deixa sair no tempo dele…não aperta… eu bebo tudo que sair…

Quando o nó finalmente saiu por completo, com um som molhado e pesado, um jorro grosso de porra do Duque escorreu logo em seguida.
Eu não deixei desperdiçar.
Enfiei a boca e chupei fundo, limpando a buceta aberta e latejante da minha filha, engolindo tudo o que ainda saía de dentro dela.

Ela desabou de lado no chão, ofegante, as pernas abertas, a buceta vermelha e arrombada, ainda escorrendo.
Eu continuei lambendo devagar, limpando, cuidando.

- Pronto…

Falei contra a pele molhada dela.
- Saiu tudo. A mamãe limpou.

O Duque se afastou um pouco e ficou em pé do nosso lado, a língua grande passando devagar pelo próprio pau ainda sujo e meio inchado.
Ele lambia com calma, limpando a própria bagunça, alheio a tudo.

Eu fiquei só com a minha filha.
A buceta dela ainda estava aberta, vermelha, latejando, escorrendo o resto da porra do Duque misturado com o mel dela.

Eu abri as coxas dela com as mãos e voltei a boca pra lá.
Chupei com calma, com cuidado, limpando tudo.
A língua entrou, varreu as paredes sensíveis, chupou os lábios inchados, bebeu o que ainda saía.
Ela gemia fraco, o corpo inteiro sensível demais.
-Mãe…ainda tá…aah…

- Eu sei, meu amor…
Falei contra a buceta dela, a voz baixa e rouca.
- Tá toda aberta ainda…toda usada…a mamãe tá limpando pra você. Não quero que fique suja.

Lambi mais fundo, devagar, sentindo ela tremer.
-Você aguentou tão bem…

Continuei, beijando a entrada latejante.
- Deixou o Duque te arrombar, te encher, te prender…e ainda gozou duas vezes. Que filha boa a mamãe tem. Tão putinha e tão corajosa ao mesmo tempo.

Ela soltou um gemido longo, quase um choro, quando eu chupei o clitóris inchado com cuidado.

- Agora você vai ficar um tempo sem conseguir fechar direito…

Falei, passando a língua de baixo pra cima uma última vez.
- Toda vez que sentar vai lembrar do nó dele dentro de você. E se o seu útero tiver gostado…a gente vai descobrir juntas.

Quando ela já estava mais limpa, eu me afastei, limpei a boca com as costas da mão e a olhei de cima.
Estava mole, suada, os olhos vítreos, as pernas ainda abertas.

Sem falar mais nada, passei os braços por baixo das costas e das coxas dela e a peguei no colo.
Ela era leve.
Encostou a cabeça no meu ombro sem resistência.

- Vamos pro seu quarto…

Sussurrei, beijando a testa dela.
- A mamãe vai te deitar direitinho.

Carreguei ela pelo corredor, o Duque ainda lambendo o pau atrás de nós, e entrei no quarto dela.
Deitei-a com cuidado na cama, puxei o lençol por cima do corpo nu e sentei na beira, acariciando o cabelo.

- Descansa…
Falei baixo.
- Eu fico aqui.

Ficamos em silêncio por um tempo.
Eu continuei sentada na beira da cama, os dedos passando devagar pelo cabelo da minha filha, fazendo carinho na têmpora suada.
Ela estava de lado, o corpo ainda sensível, as pernas levemente abertas por baixo do lençol.

De vez em quando um tremor passava por ela, residual do que tinha acontecido.
Demorou alguns minutos até ela falar.
A voz saiu baixa, rouca, quase envergonhada:

- Mãe…
Ela engoliu seco.
- Eu…eu amei.

Eu sorri. Inclinei e beijei a testa dela.
- Eu sei que amou.

A mão desceu e acariciou o ombro nu dela, depois o braço.
- Dá pra ver no seu corpo. Você gozou tão forte… duas vezes… e ainda ficou pedindo mais com os gemidos. A mamãe ficou orgulhosa.

Ela escondeu o rosto um pouco no travesseiro, mas não se afastou do meu carinho.
- Foi…intenso demais…

Admitiu, a voz embargada.
- Eu ainda tô sentindo ele dentro de mim…

- E vai sentir por um tempo.

Falei baixo, a boca perto do ouvido dela.
-Toda vez que você sentar, quando caminhar, quando a buceta latejar… vai lembrar do nó do Duque te abrindo. E se quiser de novo… é só falar. Agora a mamãe não precisa mais esconder. A gente pode usar ele juntas.

Ela soltou um suspiro longo, o corpo relaxando de vez contra o colchão.
Os olhos já estavam pesados.
Em poucos minutos a respiração dela ficou profunda e regular.
Dormiu.
Sensível.
Exausta.
Satisfeita.

Eu fiquei ali, continuando o carinho no cabelo dela, olhando o rosto tranquilo.
Por um momento pensei que agora não estava mais sozinha nisso.
Tinha uma companheira.
Alguém pra dividir o Duque, pra segurar, pra sujar junto, pra gozar junto.

Na porta do quarto, o Duque ainda estava lá de pé.
O pau dele ainda um pouco exposto, úmido, a língua passando devagar de vez em quando.
Ele me olhava com aqueles olhos calmos, como se esperasse a próxima ordem.
Eu sorri pra ele.
E continuei fazendo carinho na minha filha enquanto ela dormia.

Depois desse dia sempre que a minha filha quer eu seguro ela pro Duque acasalar.
Notei que ela está mais feliz do que antes.
O Duque sabe trabalhar mesmo.

Me siga no X.
Perfil: Demi (Contos Eroticos Cnn)
Ou: Demi_Herzha
Bjs...

Comentários (1)

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  • Tuga tarado: Tirando a conversa de engravidar e filhotes do cão, gostei ;) ia apoiar minha mulher e enteada se as apanhasse a foder com cão em nossa casa, ia ficar com muita tesao e dar a maior força a elas para continuarem sempre a ter sexo com ele.

    Responder↴ • uid:b9408ou4fyk