Comendo o meu tio hétero com o filho dele - Lucius Gay
Um troca troca entre pai, filho e sobrinho pervertidos!
Aos 16 anos, fui convidado para o aniversário do meu primo Kauã, que completava os seus 18. Por termos idades próximas e nossos pais viverem no mesmo condomínio desde o nosso nascimento, crescemos como irmãos e melhores amigos. Com toda essa proximidade, tivemos nossas primeiras descobertas logo quando moleques, ainda novinhos sem pelo ou corpo desenvolvido.
Sempre gostamos de ir pra casa um do outro após a escola e fazer brincadeiras de garotos. No começo era só roça roça, depois virou mão amiga, evoluindo para as mamadas escondidas, até finalmente rolar a penetração. Com meu primo não existia frescura, ele dava e comia com a mesma vontade que eu tinha e ficávamos horas explorando nossos corpos até algum parente notar nossa ausência e nos chamar para se juntar a eles.
Ao completar 18 anos, Kauã fez apenas uma exigência para sua festa, que tivesse muito álcool. Apesar da vida financeira dos meus pais serem boas, nada se compara a vida financeira do meu tio Breno, pai do Kauã, o cara é muito rico. Quando cheguei na festa entendi toda aquela fortuna em forma de aniversário.
Durante toda a festa bebemos muito, eu, Kauã, meu tio e todos os convidados. Meu primo passou a noite beijando uma garota que ele estava ficando há uns meses e eu cheguei a beijar duas meninas, mas sem sentimento algum. No final da noite, quando os convidados ja estavam indo embora, Kauã sussurrou em meu ouvido:
- Dorme comigo hoje, Mika?
- E a Luara? Achei que vocês iriam dormir juntos hoje - me referi a ficante dele
- Ja ta indo embora com as amigas dela, tu fica?
Eu sabia muito bem o que ele queria com aquele convite e era a mesma coisa que eu, então aceitei. Quando todos foram embora, subimos para o quarto dele e já fomos tirando a roupa, entrando no banheiro aos beijos. Eu sentia a lingua quente dele invadir a minha, juntamente com os pelos do seu bigode. Seu pau duro pulsava contra o meu.
Me ajoelhei e comecei a chupar aquele pau que eu adorava desde que me entendia por gente. Kauã tem um dote de 19 centímetros, comprido e grosso, torto para a esquerda, típico de magrelo. Diferente de mim, que sou mais baixo e gordinho, e tenho o pau completamente reto, de 16 centímetros.
Depois de lambuzar o pau do meu primo com minha saliva, foi a vez dele repetir o mesmo ato. Tomamos banho e fomos continuar o sexo na cama dele, palco de muitas transas nossas. Me pus de 4 e ele ja entendeu, veio chupando meu rabo e logo estava pincelando aquele cacete escuro no meu buraco. Acostumado, ele me penetrou sem dó e me fudeu por cerca de 5 minutos, quando decidiu que era a vez dele de me sentir entrando nele.
Cheio de tesão, eu fodi ele sem pena e ele gemia como se estivéssemos sozinhos em casa, mas não estávamos. De repente meu tio abre a porta do quarto nos fazendo perceber que não trancamos a porta, mas seu jeito meu surpreendeu na mesma hora.
Ele tinha um sorriso no rosto acompanhado de um olhar de desejo. No samba canção o seu volume entregava sua satisfação em ver aquela cena e a perversidade naquele quarto não me fez parar de foder meu primo nem por um segundo sequer.
- Oi papai - Kauã falava provocante - Acordado essa hora?
- Dei o remedinho da sua mãe e vim atrás de diversão com meu moleque, mas não esperava ter companhia
- Pra quê só um se você pode ter esses dois moleques do jeito que você gosta, paizão - pelo visto a intimidade dos dois também é antiga
- Você sabe que ja estão um pouco velhinhos para o jeito que eu gosto, filhão, mas posso me divertir muito por aqui
Aquele papo pervertido dos dois ia me fazer gozar a qualquer momento, então tirei meu pau de dentro do Kauã e deixei ele dar as boas vindas para o pai. Em pé no sofá, Kauã enfiou o pau na boca do meu tio que chupava faminto pela rola do próprio filho. Me juntei a ele e o coroa mamava nosso pau junto, sem dificuldades.
Sedento por piroca, meu tio empinou o rabo e foi penetrado pelo filho. Que cena linda de ver, o moleque enrabando o cara que lhe deu a vida. Por um momento senti inveja de nunca ter tido algo parecido com o meu pau. Os gemidos do puto foi abafado pela minha rola grossa e logo depois pedi espaço para o meu primo, na intenção de foder o coroa também.
- Não preciso sair, ele aguenta os dois - Kauã falou, com tanta propriedade que me fez perceber que aquela não seria a primeira dupla penetração que rolava entre eles
- Que tio puto que eu tenho - falei, me encaixando em cima dele, penetrando meu pau junto ao de Kauã
- Me fode gostoso, meu sobrinho, faz o que teu pai nunca teve coragem de fazer com o maninho dele
- Tu queria dar pro meu pai, cachorro? - questionei, metendo
- Pra caralho, eu sempre cheirava as cuecas dele, espiei muito meu irmão durante o banho, assistia varias fodas dele com as namoradinhas que ele levava lá pra casa e até ja chupei o pau dele dormindo, mas não passou de 5 segundos
Caralho, ouvir tudo aquilo da boca do tio Breno me encheu de tesão e eu não aguentei esperar, gozei na mesma hora, lambuzando o cu do meu tio e o pau do meu primo, que estava dentro daquele rabão. Me retirei e pude ver Kauã dominando o pai por mais alguns minutos, até tirar sua tora negra de dentro do coroa e gozar na boca dele, que bebeu tudo de uma vez.
Na mesma hora ele se levantou e Kauã se ajoelhou, para receber a leitada do pai na boca. Meu tio me chamou e eu me igualei ao meu primo, bebendo os jatos de porra que voaram na minha lingua. Beijei Kauã ainda com o gosto do pai dele na boca e fomos tomar banho, antes do meu tio voltar pro quarto dele, onde a esposa continuava adormecida. Naquela noite ainda gozei uma segunda vez na boca de Kauã, que retribuiu a gozava na minha boca e dormimos um dos melhores sonos que eu já tive.
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Comentários (1)
beverp94: Queria saber mais desses desejos do tiozão.. o filho e o sobrinho já eram velhos pro gosto dele???
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