A empregada - Parte 2
Acordei, após aquele turbilhão do dia anterior. Pensativa, inquieta. Tudo passava pela minha cabeça. Aquela cena do Daniel se masturbando com a minha calcinha. E eu tentava interpretar o que eu efetivamente sentia. Minha razão queria sentir raiva, revolta, nojo. A minha emoção sentia...tesão. Não adiantava enganar, era a verdade. Eu estava com tesão nisso tudo. Não acho que propriamente pelo Daniel, mas pelo contexto inteiro. Anos de invisibilidade. Anos que eu tirava a roupa na frente do Dimas e era trocada por qualquer coisa. E ontem me dei conta que nesse tempo todo, um rapaz bonito de 18 anos sonhava em me ter na cama dele, para ter prazer e me proporcionar prazer. Não é simples como parece.
A luminosidade do sol iluminava o quarto da minha casa simples. Dimas já havia ido embora. Ele costumava deixar o café pronto. Levantei o corpo e sentei na cama, encostada na cabeceira. O lençol caído no colo expunha meus seios pequenos, super pontudos. Olhava pra eles, olhava para a parede, para o nada. Olhei o relógio e já eram 7:00. Eu chegaria atrasada. Saí da cama e desci nua, caminhando até o banheiro. Tomei um banho e vesti a minha roupa de transporte público. Quem trabalha com isso sabe como é. Calça jeans que não mostra nada, blusa simples. Por baixo, a primeira lingerie que peguei.
Peguei o ônibus, cheio como sempre. Dei sorte e minutos depois sentei. Foi bom...Fiquei olhando a mudança de cenário conforme os minutos passavam e me aproximava do bairro do trabalho. No caminho, mais pensamentos. O que eu falaria com Daniel. Falaria com ele?
Cheguei no apartamento, 8:30. Vazio. Daniel deve ter saído uma hora antes. Só voltaria na hora do almoço. Fui até o meu quarto e tirei a roupa toda. Fui até o quarto da patroa e me vi no espelho dela, enorme, que pegava uma parede inteira. Me senti gostosa. Vi os bicos duríssimos, vi a minha buceta com os pelos aparados. Uma mulher comum, de dia a dia, mas gostosa. Coloquei minha roupa de limpeza. Um short de academia azul, um top preto, uma blusa branca comum. Fiz o que programei para aquele momento. Eu não precisava limpar o apartamento inteiro. Como ia lá 4 vezes por semana, eu conseguia fracionar essa limpeza ao longo da semana. Não ficava puxado. Fui para a cozinha preparar algo para o almoço. Feijão e arroz eu sempre deixava congelado. Fui fazer uns bifes.
Escuto a porta. Daniel chegou. Foi até a cozinha
-Oi, Gis
-Oi, Dani. Como foi a faculdade?
-Tudo bem. Vou tomar um banho e já volto.
Enquanto cortava a cebola, escutei o chuveiro. 5 minutos ele já voltava, só de short. O cheiro de carne na panela já tomava a casa.
-Mais uns 10 minutos e tá pronto.
-Tudo bem...Não tem pressa.
-Dani, e aquela sua namorada, Isadora?
-Isabela. Já faz tempo.
-Ela era gente boa. Devia ter ficado com ela.
-Quem não quis foi ela. Eu até queria.
-Gis...
-O que?
-Sobre ontem...Tô muito envergonhado
-Esquece isso. Vamos deixar isso. Mas, já que puxou o assunto, me fala: De onde tirou isso, menino?
-Coisa de garoto, né. Sempre tive isso, eu acho.
-Sempre?
-Sempre. Antes de trocarem a fechadura do banheiro, quando tinha aquela chave que saía, lembra?
-Lembro
-Eu ficava tentando olhar pelo buraco. Umas duas vezes te vi. Já as calcinhas eu fiz muitas vezes.
-Dani...E o que você pensava?
-Eu pensava muito em transar com você. Sempre pensei.
-Meu Deus, Daniel. Você perdeu o juízo? Eu te criei, garoto! Sou casada. Você conhece o Dimas. Tô aqui uma vida inteira. São essas coisas loucas que você fica vend.
-Não é. Eu não quis desrespeitar, sabe. Sei que errei. Mas também eu acho errado esconder as coisas assim.
-Eu não sei o que dizer. Não pode, Dani. Você é um menino bonito. Não precisa ficar atrás de uma mulher como eu. Cheio de menina bonita aí.
-Eu vou almoçar e vou na casa do Danilo. Volto rapidinho.
Coloquei o almoço dele e, de fato, ele comeu rápido e foi. Eu não tinha fome. Estava muito tocada por tudo. As cartas na mesa...Eu não esperava isso.
Tirei a mesa. Lavei a louça. Estava tudo em ordem e não eram nem 14h. Fui até o meu quarto. Fechei a porta e girei o trinco. Fiquei parada por uns minutos, fitando o nada. Levantei a blusa. Tirei o top. Abaixei o short. Estava sem calcinha. Arrastei a mão na xoxota e percebi que estava ensopada. O short exalava buceta. Não gosto de deitar em cama suada. Mas não ia dar. Eu tinha que gozar. Tava latejando.
Deitei na cama, fechei os olhos e iniciei a masturbação. Apertei meus bicos. Molhei o dedo e passei na virilha, nos grandes lábios, tocando com a pontinha dos dedos. Passei o dedo nos pequenos lábios, percorrendo as dobras da xoxota, para cima e para baixo. Com a outra mão, apertava ora o seio, ora o bico, como se o espremesse. Começo a ofegar e segura por estar sozinha em casa, começo a gemer...
-Ai....uhmmm...hmmmm...ai....
Paro de percorrer os lábios e ataco o clitóris. Os dedos deslizam lateral e muito rapidamente pelo sininho do clitóris que, naquele momento, estava bem durinho. O calor sobe. Os bicos estão tão apertados, tão duros, que até a pele dos seios repuxa. Tão duros que eu tenho que molhar a palma da mão com saliva para molhar a ponta dos dois seios.
Acelero ainda mais o movimento da mão. Olho para o espelho de pé que fica perto da porta e vejo parte do meu corpo suado, deitado na cama, e o movimento da minha própria mão. Então, escuto o barulho da porta do apartamento abrindo. Não posso parar agora...
Eu continuo e, pior, começo a gemer alto.
-Aahhhhn....Ahnnn.....Aiiii....Hmmmm...
Eu gozo, gozo gemendo alto, sem me policiar, sabendo que Dani estava em casa. Respiro e me recomponho. Quando a respiração e os batimentos se acalmam, eu sento na cama e percebo que há uma rodela de umidade no lençol. Eu não me seco, não me limpo. Visto novamente a roupa e destranco a porta. Daniel está logo ali, na área de serviço, colocando a blusa dele no cesto.
-Dani...Já chegou?
-Já, há uns minutos. Tá tudo bem?
-Sim, por que?
-Ouvi você gemer.
-Eu? Não...Eu fui só pegar uma coisa no quarto.
Ele sabia o que estava acontecendo.
Falei que tomaria um banho, terminaria de arrumar umas coisas e assistira uma filme com ele, se ele quisesse. Ele queria. Fazíamos isso quase sempre.
Quando os patrões não estavam, eu gostava de tomar banho no banheiro principal. Maior, mais confortável. Levei só a toalha. Tirei tudo. Tomei um banho caprichado e sai super cheirosa. Joguei a roupa no cesto e sai de toalha enrolada para o meu quarto e fechei a porta.
Tirei a toalha e sentei na cama, pensativa. Escutei uma movimentação rápida lá fora. Pensei que Dani estivesse cheirando o meu short. Acho que estava. Que merda! Eu estava latejando novamente...Mas não ia fazer nada. Coloquei o dedo na minha buceta e vi que ela estava muito lubrificada. Eu queria tanto transar...E aquele dia eu não iria pra casa. Me vi muito perdida.
Vesti só uma camisola branca que uso lá. Sem nada. Só a camisola. Mas não imaginem nada sexy. É só um blusão comprido, de meia manga. Como se fosse uma t-shirt longa. O short estava no cesto, em posição diferente.
Fui pra sala e assistimos um filme, jogamos conversa fora. Quando percebi, eram umas 22h.
-Dani, vou encerrar aqui e vou dormir. Estou cansada.
-Tá bom. Eu ficarei mais um pouco e já vou.
Fui para o meu quarto e não conseguia pegar no sono. Eu virava para um lado. Virava para o outro. Eu latejava de tesão. Mas, quem está assim sabe, chega uma hora que não adianta siririca. A mulher precisa de pau. Mas que pau? O meu estava em outra casa, em outro bairro.
Eu fiquei me revirando até 01:00. A mente fervilhava. Mil coisas. Tudo passava, menos o tesão.
Eu tomei uma decisão, muito louca, sem pensar direito admito. Levantei, abri a porta. O apartamento estava todo escuro. Caminhei até o quarto do Daniel. Ele não costumava trancar a porta quando estávamos só nos dois. Ele dormia na completa escuridão. Entrei no quarto e sentei na beirada da cama. Ele estava imóvel. Sem camisa, como sempre. Com um lençol até a cintura. Parecia usar um short, como de costume.
Meu coração parecia que ia sair pela boca. Me chegou até dar ânsia de vômito. Eu pensei que fosse ter um treco. A buceta suava em bicas e os meus braços tremiam a ponto de eu não conseguir segurar um copo se fosse preciso.
Eu deslizei a mão direita para dentro do lençol e achei o seu corpo. Senti o tecido da bermuda. Eu coloquei a mão por dentro do elástico da bermuda e não senti cueca. Daniel se mexeu e abriu os olhos, se movendo rapidamente e assustado.
-Gis?
-Dani...
Encostei a mão esquerda no seu peito e o fiz deitar novamente.
-Não levanta.
-O que foi?
-Só fica deitado.
A mão encontrou o pau. Estava meia-bomba. Iniciei um carinho e ele encheu a minha mão. Daniel me olhava nos olhos. E eu nos dele.
-Gis...
-Dani, só fica calado. Por favor...Só fica quieto.
-Tá bom.
No escuro do quarto, iniciei uma masturbação nele. Sem tirar os olhos de seus olhos. Parei, puxei rapidamente o lençol pra baixo e puxei também o elástico do short. Ele me ajudou e tirou o short inteiro, jogando ele na cama. O pau apontava para o teto.
Recomecei o movimento. Esbocei colocar a mão esquerda dentro da camisola, tocando a ximbica. Desisti. Voltei o foco à punheta dele.
Dani começou a se contorcer e fazer um movimento de quadril. Fechou os olhos. Estava entrando na espiral final do prazer. Eu continuava impassível, olhando para seu rosto, enquanto a mão subia e descia com cuidado a pele da glande. Ele se contorceu mais e acelerou o movimento. Eu intensifiquei. Comecei a sentir o latejamento dele. O peru começou a dar espasmos. Após um misto de urro e gemido, com a cabeça no travesseiro, seu pau tremeu e começou a expelir sêmen. Ele estava gozando na minha mão.
É tão bom fazer um homem gozar com a sua mão...
Ele gozou. E ejaculou na minha mão e no seu próprio corpo. Parei o movimento e acariciei suas pernas. Ele abriu os olhos e retomou a respiração normal.
Sentou na cama e tentou passar a mão nas minhas pernas. Recusei.
-Dani...Só vou te pedir uma coisa. Posso? Promete me obedecer?
-Sim, claro...Qualquer coisa.
-Fica nesse quarto hoje, tá? Não sai daí...
-Tá...Tá...
-Boa noite, menino...
-B-b-boa noite, Gis.
Levantei e fui para o meu quarto, o deixando nu, extasiado, no quarto dele. O coração pulsava muito forte. Me segurei na parede para não cair no corredor. Fui até o banheiro e joguei água gelada no rosto.
Entrei no meu quarto, deixei a porta aberta. Tirei a camisola. Deitei na cama e passei a porra que estava na minha mão na minha xoxota. Enfiei no fundo de mim. Uma loucura. Sentei o dedo nela até gozar...Com a porta aberta, a camisola no chão e sem lençol, peguei no sono, nua. Que dia...E, como eu já havia pensado, agora não tinha volta.
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