Laços de família - Parte 07
Eu acordei rindo até pro vento, era estranho a sensação de que eu havia sido leitado por três caras e minha esposa achou "normal", Chirley acordou, me deu um beijo na bochecha e disse:
- Bom dia, amor
- Bom dia, minha linda
- Dormiu bem?
- Dormi e você?
- Maravilhosamente bem
- É né? Depois de ter sido arrombada por 4 caras
- Nem me lembre que eu gozo só de pensar
- Aquele Felipe é gostoso hein?
- Muito! Mas ele foi embora, né? Agora temos outro gostoso, o Alisson
- É... mas o Alisson tá focado na Karina agora pelo jeito
- Será que eles se resolveram?
- Acho que sim...
- Quer ir pra lá?
- Não... vamos aproveitar que temos tudo agora e, vamos fazer nossa comida, vamos deixar eles mais a sós
- Concordo com você
E fizemos isso, Chirley e eu almoçamos e jantamos em casa, era umas 22h quando a campainha tocou, fui atender, era o Alisson.
- Por que não foi na minha casa hoje?
- A gente comeu aqui...
- Tá, mas custava ter mandado uma mensagem?
- Foi mal, a gente queria dar um tempo pra você e a Karina a sós
Chirley: Quem tá aí, amor?
Eu: O Alisson
Alisson: Chirley, a Karina quer falar com você
Chirley: Comigo? Eu fiz alguma coisa
Alisson: Não, é sobre a loja dela
Chirley: Vamos lá
Subimos para o apartamento do Alisson, quando entramos, a Karina estava apenas de calcinha, usando uma regatinha e sem sutiã.
Karina: Oi gente, sumiram hoje
Chirley: Menina, cadê suas roupas?
Karina: Como se vocês nunca tivessem me visto pelada
Chirley: Assim você me dá tesão
Karina: É?
As duas se olhavam com vontade, mas Karina disse:
- Chirley, como que tá o seu emprego?
Chirley: Tá na mesma, todo dia, sem novidade
Karina: Quer trabalhar na minha loja? To precisando de vendedora
Chirley: Eu quero sim
Karina: Pronto, tá resolvido
Alisson: Fácil assim?
Chirley: Fácil assim, eu confio na Karina e ainda vou ter um caso com minha chefe
Karina: Se não bater meta será punida
Chirley: Acho que não vou bater metas de propósito
Alisson: Vocês estão muito safadas hoje
Eu: É, to gostando de ver
Alisson: Igor... chega aqui
Me aproximei dele e fomos para a sacada, Alisson ficou olhando para a rua sem me olhar e disse bem calmo:
- Você aprontou alguma coisa?
- Não... você tá falando do beijo da Karina? Eu...
- To falando do Felipe
- Não. O máximo que a gente fez foi ter falado de suruba com ele, mas só transamos aquela hora
- Igor... o Felipe me encheu o saco pra eu te dar o apartamento, ou pra vender pra você de um jeito que você pudesse pagar
- Eu não pedi pra ele falar nada disso
- Eu sei... eu confio em você
- Então por que você tá assim?
- Porque eu queria combinar uma coisa com você
- Claro, pode falar
- O que eu to fazendo por você e pela Chirley, ninguém precisa saber, não quero você andando por aí se fazendo de coitado, se alguém perguntar como conseguiu mobilar a casa, responda que você comprou tudo, se perguntarem da sua vida financeira, responda que tá tudo bem
- Certo, tem razão... mas por que você tá dizendo isso?
- Porque o Felipe ficou com dó de você, eu percebi
- É, eu também...
- E eu não quero ninguém sentindo pena de alguém que eu gosto
- Vo-você gosta de mim?
- Sim, eu gosto de você, desde o dia em que começamos a trabalhar juntos
- Você diz na amizade?
- Não
Karina: Meninos, vem comer pudim
Fiquei olhando pro Alisson tentando entender tudo aquilo, mas senti meu coração acelerar, como quando a gente está apaixonado.
Alisson saiu da sacada e eu saí logo depois.
Karina sentou no sofá cruzando as pernas com a calcinha marcando aquele bucetão gostoso.
Karina: Que cara é essa, Igor?
Eu: Nenhuma, é só o cansaço
Chirley: Vocês brigaram?
Alisson: Não... eu só falei pra ele que não quero mais ver vocês falando pros outros que estão apertados ou coisa assim, se tiverem qualquer problema, falem comigo
Chirley: Certo... e vocês, tão namorando mesmo?
Karina: Estamos sim
Alisson: Vocês sentem algo a mais pela gente?
Eu: Talvez...
Chirley: Eu... eu gosto, sei lá... ai... é difícil explicar, eu não terminaria meu casamento, nem me envolveria pra nós quatro namorarmos, mas eu gosto de estar com você, sinto saudade, e penso em ficar sozinha com você as vezes
Karina: E se a gente trocar um pouco?
Chirley: Trocar?
Karina: É... eu fico lá com o Igor hoje, e você fica aqui com o Alisson
Eu: E vocês não vão brigar por isso?
Karina: Não... eu já conversei com o Alisson, e ele me disse que gosta de vocês também, a gente se ama, mas gostamos de vocês, inclusive, eu da Chirley e ele de você, e se a gente souber aproveitar isso, ninguém precisa estragar o relacionamento de ninguém, nem mentir sobre nada
Chirley: Então se é assim, eu vou confessar que eu já tava louca pra ter uma noite com o Alisson, não só transar, mas beijar, beijar muito
Alisson: O que me dizem?
Eu: Vamos trocar...
Karina: Eu vou trocar de roupa e já descemos, Igor
Karina se trocou, colocando apenas um pijama para poder descer o elevador, entramos no meu apartamento e eu estava um pouco tímido, mas ela tomou a iniciativa e começamos a nos beijar na sala.
O beijo começou devagar, meio sem jeito, os dois parados no meio da sala, a boca dela era macia, quente...
Eu passei a mão na cintura dela por cima do tecido fino e ela arrepiou inteira, colou o corpo no meu e mordeu meu lábio de leve, puxando. Aí o beijo perdeu a cerimônia. Virou outra coisa. Ela me empurrou até o sofá, subiu em cima de mim de joelhos, os cabelos caindo nos dois lados do meu rosto, e me beijou fundo, com língua, sem pressa nenhuma, o quadril já se roçando no meu colo num movimento lento que não tinha nada de inocente.
Eu tirei a regata dela por cima da cabeça. Os peitos vieram soltos com os bicos já duros, puxei um deles pra boca e ela gemeu, a cabeça jogada pra trás, a mão agarrando meu ombro.
- Aiii que delícia.
Eu sabia. Desci a boca pelo meio dos peitos, pela barriga, mordendo de leve, e ela foi se desmontando em cima de mim, o corpo tremendo, até que falou:
- Vamos pra cama
Ela me puxou pelo pulso. O quarto estava com o abajur aceso, ela se deitou.
Eu tirei a calcinha dela devagar, puxando pelo elástico, descendo pelas pernas, e ela levantou o quadril pra ajudar. A buceta dela estava molhada de um jeito que dava pra ver no abajur, os pelos aparados, o cheiro subindo. Eu me abaixei e lambi de baixo pra cima, uma vez, comprida, e ela gritou baixinho e fechou as coxas na minha cabeça.
Chupei ela sem pressa. Sem pressa de verdade, com a língua lenta, girando no clitóris, parando, voltando, enquanto ela enfiava os dedos no meu cabelo e mexia o quadril na minha boca. O gemido dela foi ficando fino, quebrado, e ela começou a falar:
- Ai Igooor, aiiii... chupaaa, não para...
Eu enfiei dois dedos nela e chupei mais rápido, e ela gozou em cima da minha boca, a barriga tremendo em espasmo, apertando meus dedos, gemendo muito.
Eu subi pelo corpo dela, me limpando na coberta, e ela me beijou, sem nojo, passou a mão no meu pau por cima da bermuda, apertando e mandou:
- Tira.
Tirei. Ela me empurrou de costas na cama e veio por cima, sentando de lado, e começou a bater uma punheta lenta, me olhando no olho. Depois desceu, me beijou a barriga e me chupou, sem pressa, a boca quente, a língua passando na cabeça, e eu tive que segurar na coberta porque quase fui embora ali.
- Karina, para.. para... vem aqui sentar.
Ela veio. Subiu, encaixou e sentou de uma vez, até o fundo, gemendo muito, depois começou a mexer, devagar, as mãos apoiadas no meu peito, o cabelo caindo na cara, os olhos fechados.
Era gostoso demais. Ela rebolava de um jeito que fazia o corpo inteiro subir e descer, e eu segurava a cintura dela, ajudando o ritmo, vendo aquele bucetão engolir tudo e sair brilhando. Ela abriu os olhos e me olhou.
- Me bate
Dei um tapa de leve na coxa dela, e ela gemeu. Dei outro, na bunda, mais firme, e ela sorriu e acelerou, e ficou ali um tempo bom, os dois suados, a cama rangendo, até que ela parou de novo, ofegante.
- Igor...
- Oi...
- Vem... come meu cuzinho
Eu apenas sorri sem acreditar no seu pedido.
Ela se ajoelhou de costas pra mim, o quadril erguido, e olhou por cima do ombro e disse:
- Vai devagar...
Peguei o meu pau, encostei, empurrei devagar. Ela prendeu a respiração e soltou o ar todo de uma vez quando a cabeça entrou, a mão fechada na coberta.
- Aiii.... aiii
Fui devagar, entrando e parando, esperando ela abrir, até ficar inteiro. Ela estava apertada, quente, e eu fiquei parado um tempo, com a mão na cintura dela, sentindo ela relaxar aos poucos.
Comecei a mexer. Curto no início, ela ainda tensa, e depois mais solto, e aí ela jogou a bunda pra trás e gemeu de um jeito diferente, mais fundo, e eu entendi que tinha achado o ponto. Segurei o quadril dela com as duas mãos e comecei pra valer, o barulho do corpo batendo enchendo o quarto
- Porra, Karina...
- Aiiii meu cuzinho
Ela levou a mão pra frente e começou a se dedar enquanto eu metia, e o gemido dela virou aquele gemido de quem está perto de novo. O meu saco batia na buceta dela, e a cama toda rangia, e eu já estava sentindo a pressão subindo na base.
- Me enche Igooor, aiiii, goooza, goza no meu cuzinho, vai...
Eu apertei a cintura dela, puxei o quadril contra o meu e gozei. Foi muito, três, quatro jatos, o corpo todo tremendo, enquanto ela gozava também, se contorcendo, o cuzinho apertando o meu pau como se quisesse me espremer até a última gota.
Caí de lado. Ela caiu comigo, os dois grudados, suados, ofegantes, e ficamos um tempo assim, sem falar nada, até ela virar a cara e me dar um beijo cansado.
- Vamos tomar banho.
Tomamos banho juntos. Eu lavei o cabelo dela e ela lavou o meu, e a gente se beijou debaixo da água, e depois da água esfriar a gente voltou pra cama e dormiu grudado, a perna dela por cima da minha.
Lá pelas duas da manhã ela acordou e começou a me beijar o ombro, sem falar nada, a mão descendo pelo meu peito, e aí a gente transou de novo, de ladinho, devagar, quase sonolento, os dois com o corpo mole. Gozei de novo na bunda dela e ela gemeu baixinho no travesseiro, e dormimos outra vez.
Ela acordou antes de mim, se esticando toda na cama, e falou:
- Bom dia
- Bom dia
- To moída
- Eu também
- Meu cuzinho tá doendo
- Logo passa
- Vamos lá no Alisson tomar café
Levantamos. Ela vestiu o pijama de volta, a gente subiu, e ela bateu na porta do apartamento de cima.
A porta abriu e o cheiro veio antes de qualquer coisa: café passado, pão na chapa, manteiga derretendo. O Alisson estava de bermuda e sem camisa, o cabelo molhado de quem tinha acabado de sair do banho, e no ombro dele tinha um arranhão comprido, vermelho.
Alisson: Vocês estão com cara de quem não dormiram direito
Karina: Você também
Eu entrei atrás. E aí eu vi a Chirley.
Ela estava sentada na mesa, de camiseta larga, os cabelos presos de qualquer jeito, os olhos inchados, os cotovelos apoiados no tampo como se a cabeça pesasse. Tinha uma marca roxa na lateral do pescoço, uma mordida, e outra na clavícula. Mexeu o café devagar, sem ânimo, e quando me viu, sorriu de um jeito mole, sem forçar.
Chirley: Bom dia, amor
Eu: Bom dia...
Sentei do lado dela. E foi aí que começou a coisa estranha, porque o meu pau já estava duro antes de eu sentar.
Ela estava cansada de um jeito que dava pra ler o que tinha acontecido. Não era cansaço de sono, era cansaço de corpo usado. A camiseta caía torta de um lado.
Eu olhei pro Alisson. Ele estava na pia, de costas, quebrando ovo. Ainda com o arranhão no ombro, e mais um no meio das costas.
Ele comeu ela a noite inteira. A minha mulher. E ela está aqui, mole, marcada, com a voz rouca.
Eu: Você tá acabada
Chirley: Igor, ele me comeu no corredor, contra a parede, na bancada da cozinha, no sofá, na cama...
Olhei pro Alisson de novo. Ele continuou mexendo a frigideira, sem se virar, mas eu vi o canto da boca dele subir como quem estava ouvindo.
Eu: E você aguentou?
Chirley: Aguentei... foram 3 vezes... ele me destruiu toda.
O Alisson veio com o prato e colocou na frente dela, ovo mexido, pão, queijo derretido. Passou a mão no cabelo dela, no alto da cabeça, e falou:
- Come aí pra recarregar suas energias.
Ela comeu, e eu fiquei olhando a mão dele na cabeça dela, e ele demorou pra tirar. Aí ele sentou do meu outro lado com aquela coxa grossa batendo na minha perna.
Alisson: E vocês, como foi?
Karina: Ele me comeu de madrugada, duas vezes. Eu tô com o cuzinho doendo até agora.
Alisson: No cuzinho?
Eu: Ela pediu
Karina: É... eu que pedi
Eu peguei o café. A xícara tremia um pouco. A Chirley apoiou a cabeça no meu ombro, de cansada, e falou baixinho:
- Tá com ciúmes?
- Não. Tô com tesão.
Ela riu fraco, e a mão dela desceu por baixo da mesa e apertou o meu pau por cima da bermuda. Ficou ali, sem mexer, só segurando.
- Você gosta de me ver fodida.
- Sim...
Alisson: Vocês estão sussurrando achando que não dá pra ouvir
Todos rimos
Alisson: Ela chupa muito bem, Igor. Você sabe disso, né? A língua dela desce até o saco, ela não tem pressa. Eu quase gozei na boca dela antes de tirar a camisa.
Chirley: Para...
Eu coloquei a mão por debaixo da mesa disfarçadamente, a Chirley pegou minhas mãos e levou até sua buceta, estava quente, inchada e molhada.
A campainha tocou e eu tirei as mãos antes que alguém percebe-se.
Karina: Quem será? Nem tocou o interfone?
Alisson: Deve ser algum vizinho
Ele abriu a porta de uma vez, e Jaqueline foi entrando, sem pedir licença.
Jaqueline: Bom dia, gente! Alisson, vim tomar café com vocês
Alisson: Não tem comida na sua casa?
Jaqueline: Tem, mas hoje a mãe tá revoltada da vida
Alisson: Por quê?
Jaqueline: Por política! Tá brava que o candidato dela perdeu e descontando a raiva em todo mundo que passa na frente dela
Alisson: Entendi, senta aí
Jaqueline: Eita porra, a noite foi boa!
Alisson: Do que você tá falando?
Jaqueline: Esses arranhões em você, o roxo no pescoço da Chirley, a Karina de pijama deve ter dormido aqui
Karina: Não começa!
Jaqueline: Deixa a mamãe saber que você anda arranhando nosso irmãozinho, ela não vai gostar dessa agressão toda
Karina: Namorado
Jaqueline: Ahn?
Karina: O Alisson é meu namorado
Jaqueline mordeu um pão e ficou esperando para rir, mas entendeu que não era uma brincadeira.
- Vocês estão mesmo namorando?
Alisson: Sim, estamos
A Jaqueline parou de mastigar. Olhou pro Alisson, olhou pra Karina.
Jaqueline: Vocês... vocês dois?
Alisson: Sim
Jaqueline: Dois irmãos?
Karina: Dois irmãos
Jaqueline: Namorando?
Alisson: Namorando!
Jaqueline: Caraaaaalho, quando a mãe souber...Vocês já pensaram no que vai acontecer no almoço de domingo?
Alisson: Pense o que quiser, eu e a Karina estamos namorando mesmo.
Jaqueline: Eu não tô criticando, bobo. Eu tô achando é bonito. Só que a mamãe vai surtar, e você sabe disso. Ela vai falar do artigo tal, vai falar de igreja, vai perguntar se pode ter filho.
Karina: Pode ter filho, Jaqueline. Irmão não é estéril.
Jaqueline: Eu sei que não é, porra, to falando da reação dela.
Karina: A gente não vai casar no papel. O que importa é que a gente tá junto.
Jaqueline: E você, Igor? Tá com essa cara de quem comeu e não gostou
Eu: Eu tô com cara de sono.
Jaqueline: Sono nada... vocês passaram a madrugada trocando casal
Alisson: Trocamos
Jaqueline: Meu Deus. Eu cheguei achando que ia tomar café e ver novela, e cheguei no meio de um puteiro.
Karina: Dá pra comer calada?
Eu peguei mais café pra disfarçar o que estava acontecendo comigo por baixo da mesa. Porque a coisa toda mexia comigo de um jeito que não tinha lógica. A Chirley estava ao meu lado, com a marca do dente do meu amigo no pescoço. Do meu amigo. E era isso que me deixava duro.
O Alisson se levantou pra pegar mais pão e, quando passou atrás da Chirley, passou as mãos no ombro dela devagar, todo mundo viu, menos a Jaqueline que estava preocupada com o próprio café.
Jaqueline: E você vai ficar morando aqui?
Karina: Não, eu ainda to pagando minha casa, e gosto de lá, odeio apartamento
Jaqueline: Vocês pretendem contar pra mãe?
Karina: Por enquanto não
Jaqueline: Então não vão mais transar comigo?
Alisson: Não
Jaqueline: E você, Igor?
Eu: O quê?
Jaqueline: Não vai mais me foder?
Chirley: Jaqueline... por que você é assim tão... tão... você chega no ambiente, se mete em tudo, e acha que somos obrigados a transar com você
Jaqueline: Porque vocês são safados, e fingem que tem bom comportamento, eu sou safada, e amo dar, e adoraria ser fodida pelos dois agora de manhã
Alisson: Você não aguentaria os dois
Jaqueline: Aguento sim, tá me chamando de fraca?
Karina: Igor... mete no cuzinho dela igual fez no meu
Chirley: Ele não vai meter nela não
Alisson: Caralho, viu?! Do nada a gente discutindo se deve foder a Jaqueline ou não!
Jaqueline: Claro que devem
Chirley: Não devem não
Jaqueline: Tá com ciúmes dos seus homens?
Chirley: O Alisson não é meu homem, o Igor sim, e eu não saio emprestando ele pra qualquer vadia
Jaqueline: Não precisa me ofender, eu sou uma moça de respeito
Karina: Então para, por favor, antes que dê briga...
Jaqueline: Tá... mas eu quero uma coisa pelo menos pra eu sossegar
Alisson: O que você quer caralho?
Jaqueline: O café da manhã é mais completo com leite
Alisson: Tem leite na geladeira
Jaqueline: Gozem aqui, no meu copo, pra eu beber
Alisson: Tá ficando louca?
Karina: Que garota safada!
Jaqueline: Ninguém precisa me foder, só me dá leitinho
Alisson me olhou e tirou a rola pra fora, sem vergonha nenhuma, nós ficamos sem reação, aquele riso bobo, ele se punhetava encarando a Jaqueline, a rola duríssima, e então Karina disse:
- Vai Igor... bate uma punheta também
Me levantei e fui pro lado dele, tirei meu pau pra fora e comecei a me masturbar, as três nos assistiam como se aquilo fosse um show, ficamos longos minutos batendo punheta, e então Alisson pegou a xícara de café da Jaqueline e gozou, caiu bastante na xícara, até na borda e melou a alça, depois ele me entregou, segurei a xícara sujando os dedos de porra, e logo gozei por cima, devolvi para Jaqueline, ela segurou a xícara e lambeu toda a porra que estava em volta, depois virou a bebida na boca, engolindo tudo, e passou a língua nos lábios satisfeita.
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Comentários (1)
Eu: Estou adorando essa história!
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