Lucas e Levi - Parte 6
Três dias depois do dia que fodi meu filho completamente, na cama dele, entre suas pelúcias e posters de bandas asiáticas, nossa relação tinha ganhado uma tensão diferente. Parecia que meus olhos o seguiam sem permissão, e havia uma coceira persistente nas minha mãos e virilha.
Eu não conseguia impedir qualquer impulso de envolver ele nos meus braços, de ser extremamente grudento de forma inadequada com ele.
Nossa rotina aos olhos de qualquer outra pessoas continuava a mesma, eu era o primeiro a acordar, preparar o café da manhã, e garantir que meu filho mais novo tivesse tudo pronto para ir pra casa da avó durante o dia.
Lucas, era completamente alheio a todas as vezes que me esgueirava pra cama do seu irmão mais velho, muitas vezes só pra adorar seu corpo esguio com minhas mãos, olhos e boca. Levi era absolutamente perfeito, e eu não conseguia imaginar o que faria quando a mãe dele voltasse.
Mariana sempre foi uma mulher perspicaz, ele comandava nossa casa com um punho de ferro, e ao mesmo tempo encontrava espaço pra ser ela mesma, muito além da mãe e da esposa que era, e eu a amava, era minha melhor amiga, e por muito tempo a unica dona do meu corpo e meu coração, mas as coisas ja não eram as mesmas. Me atormentava a ideia de que ela olharia pra mim em alguns dias, e saberia por completo o que eu tinha feito, mas ao mesmo tempo, eu não conseguia me imaginar sem os últimos três dias, sem Levi, sem o nosso novo relacionamento, esse nível de intimidade que nunca deveria existir entre um pai e seu filho adolescente de 14 anos.
— Papai? — Lucas desceu as escadas correndo — to com fome! ele me disse, ja sentando na mesa e me — arrancando dos meus pensamentos devastadores.
Olhei para ele de pijama, cabelo bagunçado e remela nos olhos, me olhando enquanto eu fritava os ovos.
— Papai essa é minha lancheira? — ele me perguntou e eu confirmei com a cabeça — Papai — ele deu uma risadinha — hoje é sábado Papai doido — e mais risadinhas.
— sábado? — virei em sua direção, olhos arregalados, porque por algum motivo, achei que hoje era dia de semana.
— É Papai, sábado, lembra? Hoje eu vou dormir na casa do Tiago, lembra? — Ele disse animado — Mas antes você disse que ia levar eu e o mano no shopping, disse que a gente ia comer um lanche, e que ia comprar presentes, que ia ser dia dos meninos, lembra?
Franzi as sobrancelhas lembrando que quando os meninos souberam da viagem de 15 dias da mãe, ficaram devastados, e eu realmente havia prometido tudo aquilo. Engoli em seco, olhando pros ovos na frigideira, meio receoso com a minha cabeça no mundo da lua, meio preocupado.
— Merda — Sussurrei pra frigideira, coloquei os ovos em um prato — Desculpa filho, eu tinha esquecido completamente — cortei um pão no meio, e coloquei ovos dentro do pão, junto com um copo de nescau gelado, baguncei o cabelo despenteado de Lucas — Porque você não toma café, enquanto eu acordo o seu irmão preguiçoso, pra gente ir logo?
Ele me olhou com os olhos brilhando e um sorriso enorme enfeitado com uma janelinha bonitinha nos seu dentes, gritou uma comemoração e começou a devorar seu pão enquanto pedacinhos de ovos caiam por toda a mesa.
Deixei ele ali, e subi em passos lentos as escadas para o andar superior, parei em frente a porta de Levi, minhas mãos e virilha com aquela coceira persistente, tentei abrir a porta do quarto e ela estava bem trancada, bati na porta, e o chamei.
— Bebê perguntei — quase colado a porta, tentando escutar alguma coisa.
A porta rapidamente se abriu, uma mão delicada, puxando meu braço para dentro. Levi vestia uma blusa minha e só. Provavelmente deixada ali na última vez que lambi o buraco dele até que ele tremesse debaixo de mim. Ele fechou a porta e a trancou com chave, passou seus braços delicados ao redor do meu pescoço, ficando na ponta dos pés enquanto precionava seu pintinho fofo e duro contra a minha virilha, que rapidamente respondia ao seu cheiro, e dureza, e ele cheirava a suor, e sexo, como um adolescente que muito provavelmente estava algumas horas se masturbando debaixo das cobertas enquanto via algum porno na Internet.
— Porra bebê — suspirei sentindo o cheiro do seu cabelo suado, e da sua pele quente.
— Papai — ele afegou na minha orelha — não é suficiente, eu sonhei com você Papai — ele choramingou como um cachorrinho ferido — E quando eu acordei você não tava aqui, e tentei com os meus dedos, e parece que não importa quantas vezes eu venha, não é suficiente, eu quero você, seus dedos, seu pau, eu precisa de você — ele disse enquanto tentava escalar meu colo com suas pernas curtas.
— Atrevido — sussurrei, enquanto o erguia para jogar-lo em sua cama bangunçada.
Mais uma vez era impossível nao admirar, pernas nuas, brancas e com algumas pintinhas de cor caramelo, espalhadas por todo seu corpo, minha blusa havia subido e eu podia ver parte da sua barriga macia e seu pauzinho duro e pulsante, ele não perdeu tempo, levando seus dedos a enrolar seu e gemer como uma putinha enquanto me olhava nós olhos.
— Vem papai — ele me disse, manhoso, enquanto abria as pernas e expunha seu buraco lubrificado e levemente aberto pelos seus dedos, ele deveria estar se dedilhando a algum tempo.
Não perdi tempo, como um homem faminto que era, deitei entre suas pernas, com minhas mãos apoiadas atrás de suas coxas, as abri e garanti que ele continuasse bem aberto para mim, seu cuzinho piscou quando soprei ar quente sobre ele, era rosado e minúsculo, difícil de acreditar que eu tinha estado la dentro, mesmo que não por completo ainda.
Dei uma lambida lenta, de baixo para cima, e as mãos de Levi foram rápidas ao segurar meus cabelos, tentando me trazer para mais perto. Afastei o rosto por alguns centímetros e ergui os olhos para encará-lo. Ele mordia o lábio inferior com força, as sobrancelhas franzidas e as bochechas tingidas de vermelho.
— Mãos ao lado — ordenei, com a voz rouca. — Eu decido o que dou a você, garoto.
Levi hesitou por um instante, faminto por mais, por mim. Então, soltou meus cabelos e levou as mãos para os lados da cabeça, agarrando as extremidades do travesseiro com os punhos cerrados.
Sorri, satisfeito com a obediência, e voltei minha atenção para ele, apreciando cada pequena reação que conseguia arrancar, amando a sensação do seu cuzinho se contraindo e dançando debaixo da minha lingua, eu queria devora-lo por completo, não exitei em travar meus lábios ao redor do buraquinho, e sugar com força, em enfiar minha língua profundamente.
Era fascinante observar como sua expressão mudava a cada segundo.
— Seus dedos papai, eu quero seus dedos — Ele ofegou, manhoso necessitado.
Foi quando ouvimos a maçaneta da porta girar, e alguem forçar para abrir, eu gelei, paralisei, com minha lingua ainda dentro de Levi.
— Levi? Manoooooo acordaaaa! — Era Lucas forçando a porta para abrir.
— Responda — sussurrei contra seu buraquinho.
— Eu ja vou! Vai embora! — Ele disse com algo entre um grito e um gemido de frustração.
Ouvi batidas na porta, meu filho mais novo claramente frustrado e ansioso.
—Vamooooos! O papai disse que gente vai pro shopping! Ele vai comprar presenteeees e lanches! — Disse Lucas, sem pegar fôlego ou parar de bater na porta.
Ele continuram nessa troca, enquanto Lucas explorava pro irmão abrir a porta, Levi ficava cada vez mais frustrado, cansei e sem pensar em consequências ou qualquer conexão que meu filho poderia fazer, sussurrei pra Levi.
— Va para o banheiro, eu vou abrir a porta — Levi se levantou com um beicinho, um pau ainda duro entre as pernas, bochechas vermelhas e pupilas levemente dilatadas.
— Moleque irritante — Ele sussurrou pra ninguém em particular, e marchou a passos duros pro banheiro que ele tinha no quarto.
Baguncei o cabelo, e olhei pro meu próprio volume dentro das calças, tentei ajeitar, e quando fiquei satisfeito, pois sabia que Lucas na sua infinita ingenuidade não notaria, abri a porta.
Meu filho mais novo me encarou com olhos cor de mel muito confusos.
— Papai? O que o Senhor ta fazendo aqui? Cadê o Levi?
Eu o encarei, sem saber o que dizer, esperando que alguma desculpa muito boa saísse pela minha boca.
— Levi ta no banho — Eu disse, porque era a unica resposta que eu tinha, e ele me olhou com uma carinha de dúvida — Onde você deveria ta também — Eu imendei, tentando desesperadamente tirar o foco — Meu filho ja são quase 10 horas, desse jeito a gente não vai chegar nunca no shopping, eu juro Lucas se a gente não sair em uns trinta minutos, a gente não vai mais — Seus olhinhos se arregalaram comicamente.
— Eu ja to indo papai, eu ja to indo!!!! — Ele gritou, olhos arregaladas e passos ligeiros indo para o própria quarto.
— Um banho completo — eu gritei enquanto ele sumia por detrás da sua porta com dinossauros estampados. Três dias depois do dia que fodi meu filho completamente, na cama dele, entre suas pelúcias e posters de bandas asiáticas, nossa relação tinha ganhado uma tensão diferente. Parecia que meus olhos o seguiam sem permissão, e havia uma coceira persistente nas minha mãos e virilha.
Eu não conseguia impedir qualquer impulso de envolver ele nos meus braços, de ser extremamente grudento de forma inadequada com ele.
Nossa rotina aos olhos de qualquer outra pessoas continuava a mesma, eu era o primeiro a acordar, preparar o café da manhã, e garantir que meu filho mais novo tivesse tudo pronto para ir pra casa da avó durante o dia.
Lucas, era completamente alheio a todas as vezes que me esgueirava pra cama do seu irmão mais velho, muitas vezes só pra adorar seu corpo esguio com minhas mãos, olhos e boca. Levi era absolutamente perfeito, e eu não conseguia imaginar o que faria quando a mãe dele voltasse.
Mariana sempre foi uma mulher perspicaz, ele comandava nossa casa com um punho de ferro, e ao mesmo tempo encontrava espaço pra ser ela mesma, muito além da mãe e da esposa que era, e eu a amava, era minha melhor amiga, e por muito tempo a unica dona do meu corpo e meu coração, mas as coisas ja não eram as mesmas. Me atormentava a ideia de que ela olharia pra mim em alguns dias, e saberia por completo o que eu tinha feito, mas ao mesmo tempo, eu não conseguia me imaginar sem os últimos três dias, sem Levi, sem o nosso novo relacionamento, esse nível de intimidade que nunca deveria existir entre um pai e seu filho adolescente de 14 anos.
— Papai? — Lucas desceu as escadas correndo — to com fome! ele me disse, ja sentando na mesa e me — arrancando dos meus pensamentos devastadores.
Olhei para ele de pijama, cabelo bagunçado e remela nos olhos, me olhando enquanto eu fritava os ovos.
— Papai essa é minha lancheira? — ele me perguntou e eu confirmei com a cabeça — Papai — ele deu uma risadinha — hoje é sábado Papai doido — e mais risadinhas.
— sábado? — virei em sua direção, olhos arregalados, porque por algum motivo, achei que hoje era dia de semana.
— É Papai, sábado, lembra? Hoje eu vou dormir na casa do Tiago, lembra? — Ele disse animado — Mas antes você disse que ia levar eu e o mano no shopping, disse que a gente ia comer um lanche, e que ia comprar presentes, que ia ser dia dos meninos, lembra?
Franzi as sobrancelhas lembrando que quando os meninos souberam da viagem de 15 dias da mãe, ficaram devastados, e eu realmente havia prometido tudo aquilo. Engoli em seco, olhando pros ovos na frigideira, meio receoso com a minha cabeça no mundo da lua, meio preocupado.
— Merda — Sussurrei pra frigideira, coloquei os ovos em um prato — Desculpa filho, eu tinha esquecido completamente — cortei um pão no meio, e coloquei ovos dentro do pão, junto com um copo de nescau gelado, baguncei o cabelo despenteado de Lucas — Porque você não toma café, enquanto eu acordo o seu irmão preguiçoso, pra gente ir logo?
Ele me olhou com os olhos brilhando e um sorriso enorme enfeitado com uma janelinha bonitinha nos seu dentes, gritou uma comemoração e começou a devorar seu pão enquanto pedacinhos de ovos caiam por toda a mesa.
Deixei ele ali, e subi em passos lentos as escadas para o andar superior, parei em frente a porta de Levi, minhas mãos e virilha com aquela coceira persistente, tentei abrir a porta do quarto e ela estava bem trancada, bati na porta, e o chamei.
— Bebê perguntei — quase colado a porta, tentando escutar alguma coisa.
A porta rapidamente se abriu, uma mão delicada, puxando meu braço para dentro. Levi vestia uma blusa minha e só. Provavelmente deixada ali na última vez que lambi o buraco dele até que ele tremesse debaixo de mim. Ele fechou a porta e a trancou com chave, passou seus braços delicados ao redor do meu pescoço, ficando na ponta dos pés enquanto precionava seu pintinho fofo e duro contra a minha virilha, que rapidamente respondia ao seu cheiro, e dureza, e ele cheirava a suor, e sexo, como um adolescente que muito provavelmente estava algumas horas se masturbando debaixo das cobertas enquanto via algum porno na Internet.
— Porra bebê — suspirei sentindo o cheiro do seu cabelo suado, e da sua pele quente.
— Papai — ele afegou na minha orelha — não é suficiente, eu sonhei com você Papai — ele choramingou como um cachorrinho ferido — E quando eu acordei você não tava aqui, e tentei com os meus dedos, e parece que não importa quantas vezes eu venha, não é suficiente, eu quero você, seus dedos, seu pau, eu precisa de você — ele disse enquanto tentava escalar meu colo com suas pernas curtas.
— Atrevido — sussurrei, enquanto o erguia para jogar-lo em sua cama bangunçada.
Mais uma vez era impossível nao admirar, pernas nuas, brancas e com algumas pintinhas de cor caramelo, espalhadas por todo seu corpo, minha blusa havia subido e eu podia ver parte da sua barriga macia e seu pauzinho duro e pulsante, ele não perdeu tempo, levando seus dedos a enrolar seu e gemer como uma putinha enquanto me olhava nós olhos.
— Vem papai — ele me disse, manhoso, enquanto abria as pernas e expunha seu buraco lubrificado e levemente aberto pelos seus dedos, ele deveria estar se dedilhando a algum tempo.
Não perdi tempo, como um homem faminto que era, deitei entre suas pernas, com minhas mãos apoiadas atrás de suas coxas, as abri e garanti que ele continuasse bem aberto para mim, seu cuzinho piscou quando soprei ar quente sobre ele, era rosado e minúsculo, difícil de acreditar que eu tinha estado la dentro, mesmo que não por completo ainda.
Dei uma lambida lenta, de baixo para cima, e as mãos de Levi foram rápidas ao segurar meus cabelos, tentando me trazer para mais perto. Afastei o rosto por alguns centímetros e ergui os olhos para encará-lo. Ele mordia o lábio inferior com força, as sobrancelhas franzidas e as bochechas tingidas de vermelho.
— Mãos ao lado — ordenei, com a voz rouca. — Eu decido o que dou a você, garoto.
Levi hesitou por um instante, faminto por mais, por mim. Então, soltou meus cabelos e levou as mãos para os lados da cabeça, agarrando as extremidades do travesseiro com os punhos cerrados.
Sorri, satisfeito com a obediência, e voltei minha atenção para ele, apreciando cada pequena reação que conseguia arrancar, amando a sensação do seu cuzinho se contraindo e dançando debaixo da minha lingua, eu queria devora-lo por completo, não exitei em travar meus lábios ao redor do buraquinho, e sugar com força, em enfiar minha língua profundamente.
Era fascinante observar como sua expressão mudava a cada segundo.
— Seus dedos papai, eu quero seus dedos — Ele ofegou, manhoso necessitado.
Foi quando ouvimos a maçaneta da porta girar, e alguem forçar para abrir, eu gelei, paralisei, com minha lingua ainda dentro de Levi.
— Levi? Manoooooo acordaaaa! — Era Lucas forçando a porta para abrir.
— Responda — sussurrei contra seu buraquinho.
— Eu ja vou! Vai embora! — Ele disse com algo entre um grito e um gemido de frustração.
Ouvi batidas na porta, meu filho mais novo claramente frustrado e ansioso.
—Vamooooos! O papai disse que gente vai pro shopping! Ele vai comprar presenteeees e lanches! — Disse Lucas, sem pegar fôlego ou parar de bater na porta.
Ele continuram nessa troca, enquanto Lucas explorava pro irmão abrir a porta, Levi ficava cada vez mais frustrado, cansei e sem pensar em consequências ou qualquer conexão que meu filho poderia fazer, sussurrei pra Levi.
— Va para o banheiro, eu vou abrir a porta — Levi se levantou com um beicinho, um pau ainda duro entre as pernas, bochechas vermelhas e pupilas levemente dilatadas.
— Moleque irritante — Ele sussurrou pra ninguém em particular, e marchou a passos duros pro banheiro que ele tinha no quarto.
Baguncei o cabelo, e olhei pro meu próprio volume dentro das calças, tentei ajeitar, e quando fiquei satisfeito, pois sabia que Lucas na sua infinita ingenuidade não notaria, abri a porta.
Meu filho mais novo me encarou com olhos cor de mel muito confusos.
— Papai? O que o Senhor ta fazendo aqui? Cadê o Levi?
Eu o encarei, sem saber o que dizer, esperando que alguma desculpa muito boa saísse pela minha boca.
— Levi ta no banho — Eu disse, porque era a unica resposta que eu tinha, e ele me olhou com uma carinha de dúvida — Onde você deveria ta também — Eu imendei, tentando desesperadamente tirar o foco — Meu filho ja são quase 10 horas, desse jeito a gente não vai chegar nunca no shopping, eu juro Lucas se a gente não sair em uns trinta minutos, a gente não vai mais — Seus olhinhos se arregalaram comicamente.
— Eu ja to indo papai, eu ja to indo!!!! — Ele gritou, olhos arregaladas e passos apressadas para o próprio quarto.
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Visitei o site esses dias e vi que tinha comentários novos em algumas histórias minhas, automaticamente tive vontade de escrever algo, então aqui está, meu tributo. Também quero continuar a escrever meu menino de ouro, com um grande pulo de tempo, estou com saudades dos meus personagens, então quem ja leu, como vocês imaginam como seria Tom e Nico com 14 e 15 anos? Eu acho que muito pervertidos...
Volto em breve <3
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