Descobertas
Eu e a Helena sempre fomos um casal de alto padrão. Eu com 46 anos. Ela, 42, loira. Nossa filha Larissa, 14 anos, loira de cabelo longo, rosto meigo, pele clara, corpo pequeno. Cresceu mimada e protegida.
Bruno e Vanessa eram quase família. Mais de quinze anos de amizade. Bruno era meu sócio e o tipo de homem em quem eu confiava de olhos fechados. Larissa o chamava de tio.
Naquele sábado o churrasco começou por volta das quatro da tarde. Área gourmet, piscina, carne na brasa e bebida à vontade. Eu e o Bruno cuidávamos da churrasqueira. As mulheres ficavam mais na beira da água. Larissa estava de biquíni amarelo. Entrava e saía da piscina rindo, já coradinha de tanto sol.
Conforme a tarde ia caindo, todo mundo bebia mais. Helena e Vanessa estavam bem alteradas, falando alto, rindo de qualquer coisa. Larissa brincava pulando na piscina, movimentos soltos, aquele jeito inocente dela.
Eu estava de costas, mexendo no fogo, quando ouvi o riso baixo dela. Virei o rosto por reflexo.
O que vi me fez travar.
Bruno estava dentro da piscina, colado na minha filha. Uma mão segurando a cintura dela. A outra na coxa. Larissa ria, inocente, sem afastar o corpo. Por um segundo achei que estava vendo coisas. Passei a mão no rosto. Olhei de novo.
Não estava errado.
Bruno desceu a mão e apertou a bunda dela por cima do biquíni. Ela soltou uma risada e se apoiou no ombro dele. Meu estômago revirou. Logo em seguida senti o pau endurecer dentro da bermuda de um jeito vergonhoso. Continuar olhando era absurdo. Mesmo assim eu não desviei o olhar.
Bruno levantou os olhos e encontrou os meus. Em vez de se assustar, ele sorriu devagar. Alisou a bunda de Larissa, agora mais ousado, os dedos quase entrando por baixo do biquíni. Ela, completamente inocente, só arqueava o corpo e deixava.
Eu fiquei parado, o coração batendo na garganta, a boca seca, o pau latejando. Bruno percebeu que eu não reagia como um pai deveria reagir. Aproximou mais o corpo dela, falou algo no ouvido da menina e a virou de frente para mim. Larissa com o braço em volta do pescoço dele. Com as duas mãos na cintura dela, ele então desceu uma mão até a coxa dela, ficando perto da virilha. Ela riu alto, a cabeça caindo para trás. Ele então tocou na bucetinha dela por cima do biquíni, bem na minha frente, sem pressa, me mostrando tudo.
Depois de alguns segundos ele falou alto o suficiente para eu ouvir:
— Vem cá.
Hesitei. Olhei na direção da área coberta. Helena e Vanessa continuavam bebendo e rindo, sem prestar atenção em nós. O desejo e o nojo brigavam dentro de mim. Mesmo assim meus pés se moveram.
Ajeitei o short e entrei na piscina.
A água estava morna. Cheguei perto. Bruno tirou a mão dela e, sem dizer nada, pegou minha mão por baixo d’água e colocou no mesmo lugar. Toquei na bucetinha da minha filha. A mão dela se fechou no meu braço quando eu toquei. Bruno ficou atrás dela, segurando a cintura, enquanto eu a tocava. Ela ria baixinho, os olhos semicerrados, entregue ao que estávamos fazendo de errado com ela.
— Ela tá querendo — ele murmurou perto do meu ouvido. — Dá pra sentir.
Eu não respondi. Só continuei. Ele abaixou ela e somente sua cabeça ficou para fora d’água. Minha mão subiu e apertou um dos peitinhos dela por cima do biquíni. O tecido molhado marcava o bico duro. Larissa soltou o ar mais alto.
Ficamos ali por vários minutos. Eu e Bruno revezando as mãos nela, tocando, apertando, e acabei enfiando os dedos. Ela não reagia com negativas, inocente demais para qualquer resistência real. Em determinado momento Bruno baixou o próprio short dentro da água e esfregou o pau na bunda dela. Eu vi e senti o meu próprio pau doer de tesão.
Do lado de fora, Helena e Vanessa foram ficando cada vez piores. A conversa arrastada. Helena acabou apagando no sofá da área coberta, a cabeça caída para o lado, o copo ainda na mão. Pouco depois Vanessa se levantou cambaleando, murmurou que ia deitar e sumiu.
Ficamos só nós três.
Bruno olhou para mim. Eu olhei para a Larissa, que estava com o corpo apoiado nele, os olhos semicerrados, completamente inocente do que acontecia.
Ele falou baixo:
— Vamos pra garagem.
Eu engoli em seco, o pau já duro de novo, e acenei com a cabeça.
Pegamos a Larissa pela mão e saímos da piscina. Levamos ela pela lateral da casa até a garagem dizendo que íamos passear. Assim que entramos, fechei a porta. A luz fraca do teto acendeu.
Bruno a colocou em cima do capô do carro e pediu para ela deitar. Assim que ela deitou, ele foi abrindo as pernas dela, puxou o biquíni de lado e sem cerimônia a chupou. Larissa respirou fundo e me olhou com um olhar meigo e puro. Meu pau parecia que ia explodir. Olhava ele chupar a bucetinha da minha filha com vontade. O barulho molhado ecoava na garagem. Eu fiquei olhando, o pau latejando. Não aguentei: abri a bermuda e tirei ele para fora. Bruno levantou o rosto, viu o tamanho do meu pau e deu um sorriso.
E disse:
— Você primeiro.
Ele saiu de entre as pernas dela. Eu me posicionei, encostei a cabeça grossa na entrada molhada e quente. Minha filha me olhou fixamente e eu empurrei. Larissa segurou meus braços com força e soltou um gemido longo quando eu coloquei até a metade. Comecei a foder devagar. Ela se agarrava em mim, as unhas cravando na minha mão, gemendo cada vez mais.
Depois de um tempo Bruno tocou no meu ombro. Saí de dentro dela. Sua bucetinha foi se fechando aos poucos. Então ele a virou, tirou ela de cima do capô e a colocou de quatro no colchonete no chão da garagem. Enfiou o pau devagar e começou a comer a minha filha. Enquanto ele fodia, eu fiquei ao lado, o pau duro na mão, pensando se colocava a boca dela em mim. Finalmente me aproximei e Bruno disse: coloca na boca dela. Segurei o cabelo loiro e levei o pau até os lábios dela. A boca pequena mal conseguia abrir o suficiente. Mesmo assim ela chupava o que dava, desajeitada e inocente, enquanto Bruno metia atrás.
Trocamos de posição mais algumas vezes. Bruno acabou gozando na boca dela. Larissa não sabia o que fazer nessa hora e deixou o resto escorrer pelo queixo. Ele ajeitou a roupa, olhou para mim e falou:
— Vou ver se as mulheres ainda estão dormindo.
Saiu da garagem e me deixou sozinho com a minha filha.
Larissa estava encostada no carro, o corpo mole, a feição de quem já não aguentava mais. Vi uma cadeira no canto, puxei até o meio da garagem e sentei. Segurei ela pelos braços, puxei até mim e a levantei. Ela gemeu quando o pau entrou, assim que encaixei o pau na buceta de novo. Sentei ela inteira em cima de mim. As mãos dela apertaram as minhas com força. Comecei a movê-la para cima e para baixo. No começo devagar, depois cada vez mais forte. Os gemidos dela aumentavam a cada vez que eu a fazia descer fundo. A cadeira rangeu. Eu segurava a cintura dela e a usava no meu ritmo.
Quando senti que ia gozar, tirei ela do meu colo, a coloquei sentada na cadeira e gozei. Jatos quentes acertaram a boca, o queixo e os peitinhos dela. Larissa ficou parada, recebendo, os olhos fechados.
Ficamos ali por um tempo, só o barulho da respiração dos dois. Depois coloquei meu short e disse para ela arrumar o biquíni. Então eu a carreguei nos braços para fora da garagem.
Quando cheguei na área da piscina, Bruno já estava dentro da água, esperando. Entrei com a Larissa ainda no colo e a soltei devagar na água morna ao lado dele.
Nenhum de nós três falou nada.
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Comentários (1)
cobra: excelente
Responder↴ • uid:y8i5kd9i