#Incesto #Teen #Virgem

Herança de Sangue e Sêmen

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Contador Incestuoso

— Vou gozar... vou encher você, Maria! — gritei, enquanto dava as últimas estocadas brutais, afundando o máximo que podia.

O sol do Pará não perdoa. Ele castiga a terra, derrete o asfalto e faz o ar vibrar em ondas de calor que parecem distorcer a própria realidade. Para mim, que passei anos cruzando as estradas brasileiras no volante de um caminhão, o calor era apenas parte do cenário. Mas o verdadeiro vazio estava dentro de mim. Desde que minha mulher se foi, eu me tornei um estranho na minha própria casa. O luto me transformou em um homem de pedra; eu providenciava o dinheiro, mas não o afeto. Minhas filhas, Maria Nazaré e Ana Clara, passaram a maior parte do tempo na casa da avó materna. Eu era apenas a figura que aparecia ocasionalmente, o pai ausente que mal conseguia olhar para elas sem sentir a dor da perda.

Até que, certa tarde, o destino — ou a minha própria natureza adormecida — decidiu despertar.

Eu tinha acabado de chegar de uma viagem longa. O cansaço pesava nos ombros, mas quando entrei na sala, o cenário que encontrei me fez esquecer qualquer exaustão. As meninas estavam brincando na frente da televisão, jogadas no tapete. Maria Nazaré, com 15 anos, e Ana Clara, com 14. Elas eram a imagem viva da mãe: morenas, com aquela pele de canela quente que brilha sob a luz, cabelos negros como a asa da graúna e olhos amendoados que carregavam uma ancestralidade indígena hipnotizante.

Maria Nazaré já estava florescendo. Ela era a "chefinha", com curvas que começavam a dar as caras, coxas mais firmes e um busto que já começava a marcar a camiseta simples. Ana Clara, por outro lado, era a versão delicada, bem magrinha, com pernas finas e uma fragilidade que a tornava quase etérea. Ambas usavam shortinhos de malha curtíssimos, daqueles que, ao se movimentarem, subiam e revelavam a carne macia e morena das coxas.

Eu as observei em silêncio. A maneira como Maria Nazaré se movia, a autoridade natural que exercia sobre a irmã, e a inocência com que Ana Clara ria. De repente, senti um soco no baixo ventre. Meu pau, que estivera dormindo sob camadas de tristeza e distância, despertou com uma rigidez violenta. Olhei para aquelas duas indiazinhas e, pela primeira vez em anos, não vi apenas minhas filhas. Vi fêmeas. Vi possessões.

Naquele instante, uma memória ancestral e sombria emergiu do fundo da minha mente. Eu era apenas um menino quando, escondido entre as folhas largas de um bananal atrás de casa, vi meu próprio pai, em um ato de fúria e luxúria, comendo a minha irmã caçula. Lembro-me do som da carne batendo na carne, dos gritos abafados e da expressão de posse absoluta no rosto do meu velho. Por décadas, enterrei aquela imagem, mas agora ela retornava como um chamado. O sangue não mente. A depravação estava codificada nos meus genes.

A partir daquele dia, mudei minha postura. Deixei de ser o fantasma da casa para me tornar o provedor benevolente. Comecei a tratá-las com uma doçura calculada. Levava-as para passear, comprava presentes caros, dava beijos mais demorados no topo de suas cabeças. Eu estava plantando a semente da dependência. Eu queria que elas me vissem não apenas como pai, mas como o centro de seu mundo. Elas, carentes da minha presença, entregaram-se a esse novo "pai carinhoso" sem questionar.

A tensão crescia em mim a cada toque "acidental", a cada vez que eu sentia o cheiro da pele delas, que lembrava floresta e chuva. Eu esperava o momento certo. E o momento chegou numa noite abafada, onde o som dos grilos no quintal parecia orquestrar o meu desejo.

Ana Clara já estava dormindo profundamente no quarto ao lado. Maria Nazaré estava na sala, assistindo a algum programa de TV, distraída. Aproximei-me dela com a calma de quem sabe que a presa já está acuada. Sentei-me ao lado dela no sofá e comecei a massagear seus ombros. Senti a pele dela arrepiar.

— Maria... — sussurrei no seu ouvido, sentindo o aroma doce de sua nuca. — Você já é quase uma mulher. Está linda, cheirosa...

Ela sorriu, tímida, sem saber o perigo que a cercava. Comecei a descer as mãos pelos seus braços, deslizando até as coxas grossas que o shortinho mal cobria. Senti a respiração dela acelerar.
— O que o senhor está fazendo, pai? — perguntou ela, com a voz trêmula, mas sem tentar se afastar.

— Estou cuidando de você, minha pequena — respondi, enquanto minha mão subia deliberadamente por baixo do tecido da malha. — Escute bem, Maria. Nesta casa, eu sou o rei. E vocês duas são as mulheres da casa agora. Chegou a hora de vocês aprenderem a satisfazer o pai, para que eu seja feliz e vocês também.

A confusão brilhou nos olhos dela, mas a sedução do poder e do afeto que eu vinha distribuindo falou mais alto. Ela não resistiu. Eu a puxei para o meu colo, sentindo a rigidez do meu pau esmagar a bucetinha dela através do tecido. Maria Nazaré soltou um gemido baixo, uma mistura de medo e curiosidade.

Levei-a para o meu quarto, onde a penumbra escondia a monstruosidade do ato. Com movimentos lentos e possessivos, tirei a camiseta dela. Seus peitos eram pequenos, mas as aréolas escuras já estavam rígidas, apontando para mim como faróis de desejo. Beijei-os com fome, sentindo o coração dela martelar contra as costelas.

— Você é tão linda, Maria... tão gostosa — eu rosnava, enquanto deslizava as mãos por suas curvas, apertando a bunda firme e redonda.

Tirei o shortinho dela com urgência. A visão era pornográfica: a bucetinha morena, sem pelos, úmida de uma excitação que ela mesma não compreendia, pulsando entre as coxas grossas. Eu estava completamente ereto, meu membro latejando, babando o pré-gozo. Deitei-na na cama e abri suas pernas com força, expondo-a totalmente ao meu olhar predatório.

Maria Nazaré estava nervosa. Ela nunca tinha sentido aquilo. Tentou se fechar, mas eu a segurei pelos quadris, imobilizando-a.
— Relaxa, minha filha... deixa o papai cuidar de tudo.

Comecei a massagear seu clitóris com o polegar, sentindo-a encharcar. Ela começou a arquear as costas, os gemidos saindo rasgados da garganta. Quando ela estava no ápice da tensão, sem saber mais onde terminava a inocência e começava a luxúria, eu posicionei a cabeça do meu pau na entrada estreita de sua vagina.

A penetração foi lenta e visceral. Senti a resistência inicial da carne jovem, o aperto sufocante de quem nunca fora tocada. Maria soltou um grito abafado, enterrando as unhas nos meus braços.
— Ai! Pai... dói! — ela chorou, mas seus olhos não pediam para eu parar; eles pediam por compreensão.

— Aguenta, pequena... é a dor do prazer — sussurrei, empurrando com força total.

Senti o momento em que rompi a última barreira. O pau deslizou fundo, mergulhando naquela poça fervente de sucos virginais. A sensação foi devastadora. Era como se eu estivesse reivindicando cada célula do seu corpo. Quando atingi o fundo do útero dela, senti um choque elétrico percorrer minha espinha.

Comecei a bombear. Primeiro devagar, sentindo as paredes aveludadas de Maria Nazaré apertarem meu membro com uma força surreal. Depois, acelerei. O ritmo tornou-se selvagem. Cada estocada fazia a cama ranger e o corpo da menina vibrar. Ela já não gritava de dor; agora gemia em um transe de prazer proibido. Seus quadris moviam-se instintivamente para me acolher, as pernas enroladas na minha cintura, puxando-me para dentro dela com toda a força.

— Isso... toma o pau do seu pai! — eu rugia, sentindo o suor escorrer por nossas peles morenas, colando nossos corpos em uma massa única de luxúria e pecado.

O erotismo daquela cena era insuportável. A imagem da minha filha, com aquele rosto de indiazinha, os cabelos negros espalhados pelo travesseiro e a vulva vermelha e inchada recebendo meu membro com avidez, era a realização de um desejo ancestral. Eu não via mais a menina; via a fêmea que eu havia moldado para o meu prazer.

Senti a pressão subir. O orgasmo estava chegando como uma tempestade tropical.
— Vou gozar... vou encher você, Maria! — gritei, enquanto dava as últimas estocadas brutais, afundando o máximo que podia.

Ejaculei em jatos grossos e violentos, sentindo meu sêmen quente preencher cada dobra daquela vagina apertada. Maria Nazaré convulsionou sob mim, soltando um grito longo e agudo que ecoou pelo quarto, enquanto seu próprio clitóris explodia em espasmos rítmicos.

Fiquei ali por alguns minutos, respirando ofegante, sentindo o calor do corpo dela e o pulsar do meu pau ainda enterrado nela. Quando finalmente me retirei, um fio viscoso e branco pendia de sua vulva, escorrendo pelas coxas morenas.

Ela me olhou com olhos nublados, uma expressão de rendição total. Eu a beijei na testa e sussurrei:
— Agora você sabe o que é ser a mulher desta casa. Amanhã será a vez da irmãzinha.

Saí do quarto sentindo-me completo. O ciclo havia se fechado. O bananal da minha infância agora florescia no interior do Pará, e eu era o dono absoluto daquele jardim proibido.

Comentários (1)

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  • Wesley: Caralho, conto lindo da porra. Fazia tempo que não lia um igual a esse.

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