Adri: a minha primeira vez
Fomos da festa para a casa dela. A minha vida sexual com uma mulher tinha início
Adri: a minha primeira vez
Eu estava no segundo período da graduação, na Federal, e até ali a minha vida íntima tinha sido uma longa espera. Tive duas namoradas durante o ensino médio, mas por ser mais "trouxa", acabei não fazendo sexo com nenhuma. Depois de adultos, elas me confessaram que eu vacilei muito, que queriam ter tido experiências sexuais comigo.Eu era o tipo romântico, com as garotas queria fazer tudo do jeito correto. Talvez por isso idealizei a minha primeira vez com uma garota. O tempo foi passando e fiquei com várias garotas, cheguei muito perto de transar com algumas, mas os astros nunca se alinhavam. Eu andava sempre com a galera, e todo beijo tinha alguém por perto, sem lugar para algo mais íntimo. Então ficava só na vontade.
Na universidade o mundo se abriu. Gente de todo tipo: os porra-loucas, a bancada evangélica, os cachaceiros, os nerdolas, grupo ao qual eu sempre julguei pertencer. Entrei na graduação namorando, mas o namoro acabou e eu fiquei desiludido. Foi nessa fase que fui à minha primeira festa, e gostei. Foi um caminho sem volta. Comecei a beber, me juntei à turma dos cachaceiros, e toda semana tinha um rolê diferente, um flerte novo, uma boca nova. Aquela temporada foi boa demais.
Foi num desses rolês que conheci Adri.
Ela era linda: 1,55 m de uma beleza brasileira de manual, pele bronzeada pelo sol, cintura fina, curvas na medida. Mas o que me prendia era a inteligência. Era o tipo de mulher que passava a semana inteira séria e reservava as sextas para extravasar. Eu era calouro, ela era veterana, e depois ela me contou que tinha colocado o olho em mim desde o início. Eu, um homem negro de 1,75 m, com um corpo de que sempre gostei, ouvi aquilo como a melhor notícia do semestre.
Adri, em uma das festas, trocou olhares comigo e eu fui pro ataque. Ela seria minha ficante do dia. A gente nem conversou muito na zoada da balada e fomos logo tascando beijo, língua com língua. Beijo sedento. Beijo com vontade. Aquela noite pertenceríamos um ao outro. Essa nossa festa começava às 15h e ia até às 20h. Quando bateu 19h40 Adri me puxou para irmos embora e assim nos despedimos da galera e fomos. Ela morava perto da casa de festas e me convidou para ir lá. Eu tinha entendido o recado e foi só o tempo que avisei em casa que dormiria fora.
Ela morava perto, com uma colega de quarto que naquela noite não estava. Mal a porta se fechou, já estávamos nos beijando de novo, contra a parede, as mãos aprendendo os caminhos do outro. Ela me levou até a cama. O quarto estava na penumbra, com a luz alaranjada do fim de tarde pelas frestas da janela. Eu queria mostrar que sabia o que estava fazendo, mas por dentro o coração disparava: tudo o que eu tinha teorizado por anos estava prestes a virar prática.
Entre muitos beijos e subtração das roupas, ficamos pelados. Era a hora da verdade. Peguei uma camisinha que tinha preparado pra momentos assim. Fui posicionando no meu pau. Foi difícil, a camisinha não era adequada pra grossura do meu pau e causou um certo desconforto, mas acabou entrando. Voltamos a nos beijar e fui por cima dela, famoso papai e mamãe, ela se abriu bem (ela já tinha muita experiência nisso), eu posicionei a cabeça do meu pau naquele quarto semiescuro. Fiz a pressão e minha rola penetrava uma buceta pela primeira vez. Ela estava muito excitada o que facilitou meu a entrada de meu pau. Senti meu pau abrindo o caminho e entrando suavemente. Comecei a bomba ritmadamente. Ela gemia e me abraçava, eu gemia e a beijava. Ficamos uns cinco minutos assim. Ela tomou a iniciativa para mudarmos de posição. Se levantou e disse pra eu sair da cama. Assim o fiz quando a vejo se posicionando de quatro, que visão maravilhosa. Ela ali, na beira da cama, mostrando aquela buceta e cuzinho nitidamente pra mim. Ela não tinha pudor algum. Quando fui posicionar meu pau na entrada da buceta dela percebi que a camisinha tinha rasgado e falei pra ela. Ela disse pra colocar assim mesmo. Retirei o resto da camisinha do meu pau, dei uma cuspida na mão e melequei meu pau, posicionei novamente e empurrei. Entrou macio. Estava comendo uma mulher de quatro pela primeira vez. Fiquei fodendo ela com força enquanto ela falava palavrões e gemia muito. Dizia que eu tava tocando o útero dela. Bombei muito nela. Mudamos de posição e posicionei ela de ladinho e ali voltei a fuder muito ela.
Entre os muitos gemidos, senti o gozo vindo e por inexperiência continuei metendo e gozei dentro dela, ela sentiu e não reclamou. Ela tinha gozado também. Foi um momento incrível. Depois ela ficou deitada em meu peito e conversamos um pouco. Um leve cheiro de álcool estava no ar, suados, ventilador girando, o mundo parado. Assim tive minha primeira transa.
Depois tomamos um banho, fizemos um jantar básico e fomos deitar. Transamos novamente. Dessa vez comi muito ela de 4 de novo. Mas gozei fora.
Nos dias seguintes ainda houve outros encontros. Num deles ela me deu o meu primeiro boquete, e foi ali que descobri o quanto o pornô idealiza as coisas: nem ela, com toda a experiência, conseguia botar mais da metade do meu pau na boca (que já tinha 18 cm e bem grosso - vide foto em contos anteriores). Rimos disso, e a naturalidade dela me ensinou que o sexo de verdade é feito de risos também.
Nossos ficas duraram cerca de um mês, com umas cinco ou seis transas. Eu já começava a imaginar algo mais, até vê-la ficando com outro cara. Não tínhamos combinado nada, mas eu a queria só para mim, e a desilusão veio inteira. Nossa relação nunca mais foi a mesma. Ainda assim, foi ela quem me iniciou nesse mundo, e eu criei gosto pela coisa.
Nos próximos capítulos, contarei cada uma que passou pela minha vida e as noites mais memoráveis, tentando seguir a ordem cronológica, porque isso também é uma recordação escrita para mim.
Até a próxima, galera.
❤️ Contos Eróticos Ilustrados e Coloridos ❤️👉🏽 Quadrinhos Eroticos 👈🏽
Comentários (0)