Kamila
Eu estava rolando o site de travestis com local numa madrugada dessas, meio chapado, meio carente. Filtrei por loiras, com local, e apareceu ela: **Kamila**.
18 anos. Foto de rosto de ladinho, sorriso safado, cabelo loiro platinado caindo nos ombros. Na legenda:
“Kamila – 23 cm de dote grosso, peito grande, bunda grande. Atendo no meu AP. Domino, fodo e faço gemer. Chama.”
Cliquei. Local perto. Mandei mensagem. Em cinco minutos ela respondeu com áudio: voz rouca, baixa, com um sotaque que já me deu tesão.
— Vem, viadinho. Tô pronta.
Cheguei no prédio. Ela abriu a porta só de um robe preto curto, aberto na frente. Peitos grandes, pesados, mamilos rosados e duros. A cintura fina e aquela bunda enorme, redonda, que balançava quando ela andou na minha frente. Entre as pernas, o robe não escondia nada: o pau de 23 cm já meio duro, grosso, veias saltadas, a cabeça rosada e brilhante de pré-gozo.
— Entra, putinha — ela falou, fechando a porta atrás de mim. — Tira a roupa. Agora.
Eu obedeço. Em segundos estava nu. Ela me empurrou contra a parede, beijou minha boca com força, mordendo o lábio inferior enquanto a mão grande dela descia e apertava meu pau.
— Olha só… já tá molinho de tesão. Vai ser fácil te foder.
Ela me empurrou de joelhos. O pau dela bateu no meu rosto. Quente, cheiroso, grosso.
— Abre a boca, viadinho. Chupa essa piroca.
Eu engoli o quanto consegui. Ela segurou meus cabelos e começou a foder minha boca com força, gemendo baixo:
— Isso… engole, putinha. Mais fundo. Quero ver você babando nessa piroca.
Saliva escorria pelo queixo. Ela puxou e me jogou na cama de quatro. Lubrificou os dedos e abriu minha bunda, enfiando dois de uma vez.
— Apertadinho… gostoso. Vai levar tudo.
Quando o pau grosso dela empurrou pela primeira vez, eu gritei no travesseiro. Ela não teve pressa. Foi entrando centímetro por centímetro até o fundo, até as bolas baterem na minha.
— Aí… toma tudo, putinha. Sente como eu te encho.
Ela começou a meter. Primeiro devagar, depois mais forte. A cada estocada a bunda grande dela batia na minha. Os peitos balançavam. Ela puxava meu cabelo pra trás e falava no meu ouvido:
— Grita pra mim, viadinho. Diz que ama levar piroca de travesti.
Virei de lado. Ela enfiou de novo, uma perna por cima da minha, fodendo fundo enquanto masturbava meu pau. Depois me colocou de barriga pra cima, pernas abertas, e me fodeu na posição de missionário, olhando nos meus olhos.
— Olha pra mim enquanto eu te uso. Você é minha putinha agora.
Ela saiu, se sentou no meu rosto e me mandou chupar o cu dela enquanto batia uma no pau grosso. Depois voltou a me foder de quatro, agora mais agressiva, palmadas fortes na bunda, puxando o cabelo.
— Abre essa bundinha. Deixa eu ver ela engolir. Isso… gemendo igual putinha. Chama meu nome.
— Kamila… me fode…
— Mais alto, viadinho.
Ela me virou de novo, me montou e cavalgou. A bunda enorme batendo, peitos saltando na minha cara. Eu chupava os mamilos enquanto ela rebolava fundo, gemendo:
— Vou gozar dentro de você. Quero sentir você apertando.
Quando ela gozou, foi forte. O pau latejou dentro de mim, jatos quentes enchendo. Ela continuou metendo até o último espasmo, depois puxou e enfiou na minha boca:
— Limpa, putinha. Engole o que sobrou.
Eu limpei. Ela se deitou, ainda ofegante, e puxou meu rosto pra beijar.
— Você é uma putinha bem treinada… — sussurrou, sorrindo. — Da próxima vez eu te amarro e te fodo a noite toda.
Fiquei ali, ainda tremendo, o cu latejando, o gosto dela na boca. Kamila. 23 cm. Loira. Dominante. Exatamente o que eu procurei… e encontrei.
Conto fictício
Próximo conto vai ser real com uma trans do fatal model de governador Valadares
Se ela deixar vou postar fotos
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